História After I met you - Capítulo 4


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Categorias Jamie Dornan, KJ Apa, Lily Collins
Personagens Jamie Dornan, Lily Collins
Tags Drama, Jamie Dornan, Kj Apa, Lily Collins, Romance
Visualizações 3
Palavras 1.367
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 4 - Mundo pequeno


Narrado por Anne


Enquanto eu continuava  admirando aquele homem, ele se aproximava cada vez mais, tratei logo de disfarçar e desviei o olhar para o outro lado.


Ele se sentou ao meu lado e começamos a conversar


Michael: Essa cidade tem muitas praias maneiras, se você quiser posso te mostrar algumas.


Anne: Ah, claro, seria um prazer, mas...me diz, você falou com seu pai?


Michael: Sim, ele disse que ia ver com alguns amigos, não é garantido.


Anne: Não ,claro, eu entendo.


Michael: Bom, eu tenho que ir agora, vou fazer uma viagem a trabalho, e ja tô até atrasado. A gente se vê - ele se levanta e sai.


Anne: Tchau, boa viagem.


Continuo algumas  horas sentada na areia, pensando na vida e decido ir embora.


Chego no prédio e há um pequeno alvoroço na frente, me aproximo e vejo fumaça saindo de uma janela de um dos apartamentos, peraí , o meu apartamento, entro desesperada mas um bombeiro me segura e diz que eu não posso subir digo pra ele que aquele é meu apartamento e que  tudo o que tenho está nele. Ele repete que não posso ir lá.


Fico em estado de choque, não posso fazer nada além de olhar. Não acredito que isso ta acontecendo comigo. Mal chego na cidade e isso acontece.


Três dias  se passaram e tudo o que eles puderam salvar foram algumas roupas, documentos e a TV, não entendi muito bem ,mas parece que ocorreu por causa de uma falha elétrica.


Eu estava ficando no apartamento de uma moradora do andar de baixo , Dona Olívia.

Assim que contei a minha mãe ela ficou desesperada, e queria até vir pra cá, eu não deixei, queria resolver minhas situações eu mesma.


Estava no "meu" quarto respondendo alguns e-mails que recebi com propostas de trabalho quando Dona Olívia me chama.


Dona Olívia: Querida, o rapaz do andar de cima veio falar com você.


Anne: Sim, diga que estou indo.

Chego na sala e Michael está lá me esperando.


Michael: Eu sinto muito pelo seu apartamento,  queria estar aqui quando tudo isso aconteceu.

Anne: É, não importa agora.


Michael: Olha, eu sei que você não deve tá com cabeça pra isso agora mas, eu pensei em te distrair um pouco te levando à um parque que, te garanto, você vai adorar.


Anne: Não sei, tô atolada de e-mail,  parece que seu pai é bem influente - digo rindo - talvez outro dia, sei lá,  só até eu me estabilizar de novo.

Michael: Tudo bem, da próxima vez não aceito não como resposta.


Anne: Por que?


Michael: Por que o quê?


Anne: Isso tudo, por que você tá sendo tão legal comigo se só me conhece a o que? Um mês ? Ninguém é tão legal assim. Pera, você quer algo em troca não é?


Michael: Não, claro que não... eu só me coloco no seu lugar,  vir de tão longe e sem ninguém,  eu apenas quero ajudar.


Anne: Não, pois eu digo que não quero. Não preciso da ajuda de ninguém,  vim pra cá pra crescer sozinha, sem depender de ninguém, não preciso da pena de ninguém,  não sou nenhuma menina pedindo ajuda toda hora.Droga.


Merda, me exaltei com a única pessoa que se preocupa comigo nessa cidade.


Michael: Quando alguém te der as costas não venha até mim com o rabinho entre  as pernas, sua caipira mimada.


Ele saiu batendo a porta furioso. Vou pro quarto e tento me concentrar nos e-mails, droga, ele não merecia aquilo.
Sou tirada dos meus pensamentos por uma notificação,  recebo um e-mail solicitando  uma entrevista comigo em um escritório de advocacia, respondo imediatamente confirmando. Resolvo ligar pra minha mãe,  ela precisa de notícias boas nesse momento.


Lídia: Alô, oi filha, ja tava preocupada,  você quase não liga, nem manda mensagem.


Anne: Mãe,  eu tava ocupada esses dias, fazendo acordo com o dono do prédio sobre o apartamento.


Lídia: E como ficou?


Anne: Ele vai disponibilizar um outro apartamento,  é menor que o outro, mas dá pro gasto. Ah, e eu consegui uma entrevista pra amanhã,  então me deseje boa sorte.


Lídia: Você não precisa de sorte, sempre consegue tudo o que quer.


Anne: É, nem tudo... - falo pensativa - mãe eu tenho que desligar, tenho uma coisa pra fazer agora.


Lídia: Tá certo. Te amo.


Anne: Também amo a senhora, tchau.


Após encerrar a ligação mando uma mensagem para o Michael, eu precisava concertar as coisas com ele, afinal ele era o único amigo que eu tinha por aqui.


A: Posso ir ai conversar com você?


M: Porque? Já ta precisando de ajuda de novo?


A:  Por favor !


M:  Ok!


Narrado por Michael


Essa garota é pirada mesmo, quase agora me trata como se eu não fosse nada, agora quer vir de papo comigo.  Não mesmo, sou bonzinho até um certo ponto.


Ela bate na porta e eu abro, dando espaço pra ela entrar. Sentamos no sofá e ela começa seu pedido de desculpas que eu não tava nem um pouco a fim de ouvir.


Anne: Eu sinto muito mesmo, não devia ter falado aquelas coisas com você. Sendo que você é a única pessoa que me ajudou,  bom tem a Dona Olívia,  mas, você quem me ajuda desde o começo e eu sou  grata por isso,  aquele momento eu me exaltei e, eu não sou daquele jeito,  acho que a situação toda do apartamento me deixou estressada.


Michael: Tá tudo bem, eu vou esquecer aquilo. Mas, só se você aceitar ir comigo naquele parque que te falei. Quase ninguém o conhece. 


Anne: Eu sair com você,  um quase desconhecido, pra um lugar desconhecido, longe de tudo?


Michael: Vai me dizer que tá com medo?


Anne: Claro, vai que você é sei lá,  um estuprador, ou trabalha pro mercado negro e quer roubar meus órgãos .


Michael: Bela imaginação essa sua, lamento te desapontar mas sou só um cara normal. Então?


Anne: Tá. Mas com uma condição.


Michael: Qual?


Anne: Quero conhecer seu pai pra  agradescer ele pessoalmente. Consegui uma entrevista pra amanhã. Não significa que vou começar a trabalhar logo la mas ja é o começo.


Michael: Nossa, vou ver o que posso fazer e te falo. Qual o nome do escritório?


Anne: A.A Advocacy and Consulting. É no centro, tem uma boa localização e me parece uma empresa grande.


Michael: Adam Arment. O cara é fera viu, é um dos melhores da cidade, meu pai falava muito bem dele. Um pouco canalha com as mulheres mas um ótimo profissional.


Anne: Então vou ter que tomar cuidado pelo visto.


Michael: É acho que sim. Não esquenta ele é uma boa pessoa.


Anne: Então eu já vou, Dona Olívia precisa de ajuda na cozinha. 


Michael: Tá, não esqueça do nosso passeio, pode ser sábado a tarde?


Anne: Tranquilo.


Michael: Certo, vou passar mais 2 dias fora, volto na sexta, boa sorte na entrevista.


Anne: Obrigada e boa viagem, senhor viajante - ela ri ironicamente.


Narrado por Anne


Entro no apartamento rindo a toa, era tão bom conversar com o Michael,  parecia que éramos amigos de longa data. Dona Olívia percebe e fala:


Dona Olívia: Esse sorriso não me engana mocinha, tem alguém apaixonada por aqui.


Anne: Ah, não dona Olívia, que isso. Só estava rindo de umas lembranças.


Dona Olívia: Tá certo. Filha me ajude a colocar a torta na mesa, está um pouco pesada. Ah esqueci de falar pra você, hoje vamos ter visita. Minha sobrinha veio lá de Nova York junto com o noivo, pra um evento na empresa que eles trabalham,  e eles vão jantar com a gente essa noite.


Anne: Que ótimo dona Olívia,  deixa eu ajudar a senhora.


Pego a torta e coloco na mesa, vou pro fogão mexer um molho, enquanto Dona Olívia corta alguns legumes.  Passados alguns minutos a campainha toca.


Dona Olívia: Ah, deve ser eles.


Ela corre para abrir a porta.


Dona Olívia: Ah,meus queridos, entrem, entrem. Olha só você minha sobrinha querida, está tão linda quanto antes. E você rapazinho, bela escolha filha. Anne, venha conhecer-los.


Vou até a sala com o prato de saladas para pôr na mesa, e , num impulso derrubo o mesmo no chão.


Anne: John?





Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo meus amores <3


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