História After Sunset - Capítulo 10


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Categorias Agust D / Suga, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7, K.A.R.D, TWICE
Personagens Baekhyun, BamBam, Chaeyoung, Chanyeol, Chen, D.O, Jackson, JB, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jihyo, Jinjin, Jinyoung, Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lay, Lisa, Lu Han, Mark, Min Yoongi (Suga), Mina, Momo, Nayeon, Park Jimin (Jimin), Rosé, Sana, Sanha, Sehun, Somin, Suho, Tzuyu, Xiumin, Youngjae, Yugyeom
Tags After Sunset, Agust D, Após O Pôr Do Sol, Blackpink, Bts, Creepypasta, Drama, Exo, Gamer!au, Got7, Hopenam, Jungkook, Kard, Lgbt, Mentira, Revelaçoes, Semi Romance, Semi-creepypasta, Sequestro, Sugakook, Taejinmin, Terror!au, Tortura, Twice, Universo Alternativo, Yaoi, Yoonkook
Visualizações 44
Palavras 2.461
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


aaaaa
Eu voltei é isso
E pra atualizar, gente eu não tô acreditando em mim mesma
Eu consegui escrever mais de 10 capítulos, eu tô orgulhosa de mim mesma
Chega de enrolações

Que Santo Yoongi ilumine vossas leituras 👍

PS: tradução do título abaixo é “a história de horror só está começando”.

Capítulo 10 - Chapter Nine


Fanfic / Fanfiction After Sunset - Capítulo 10 - Chapter Nine


After Sunset – Chapter Nine:

Horror story is just starting




Seul, Província de Gyeonggi, Coréia do Sul
Sex, 18 de Maio
02:13 A.M



Jeongguk em seus passos desajeitados iam entre os alunos da escola que retornou a cursar, retirou o que não era necessário em sua mochila e os guardou no armário. Empurrou a porta de correr, entrando acanhado na sala de aula. Sentiu-se constrangido quando a atenção de todos foi enviado para si, acompanhando-lhe com o olhar. Agarrou a uma das alças de sua bolsa, desviando sua visão para os sapatos em seus pés. Engoliu a seco, andando em direção para sua carteira que encontrava-se vazia. Sentou-se, mas, teve a sensação de alguém o observando a suas costas. Olhou por cima dos ombros.


Min Yoongi, com aquele sorriso que só ele tinha, a tormenta de seus sonhos e pensamentos. O possível homicida da morte de Somin, e provavelmente @S7G96. Suas orbes negras não portava nenhum brilho, só a luz opaca, o sorriso estampado em seus lábios libidinosos. Jeon virou-se totalmente na cadeira, sobretudo, um terrível fato tomou conta de ti. Ficou sem reação alguma, os lábios entreabertos, estático ao visualizar a tatuagem exposta em sua pele, as rosas vermelhas enroladas em uma cruz. O mesmo desenho que Suga havia lhe mandado  a foto. Sem dúvidas, ele era @S7G96. O seu pior pesadelo e seu maior amor.


Olhos marejaram, queria chorar, o peito apertava, a sensação de mentira vinha contra si. Culpou-se


Freneticamente, começou a piscar, passando os dedos entre os fios negros ainda fitando o mais velho com o sorriso de lado. Que dedilhou a marca em sua pele, e em seguida olhando para Jeongguk.


— Gosta do que vê? — perguntou sugestivo, ambos olhares encontram-se. Para o negrume uma somente verdade esclarecida, e para o azulado, um reencontro de anos. — Eu fiz e pensei em você. Queria a muito tempo te mostrar, mas eu só vinha de manga longa.


Sem resposta ou reação, Jeon desesperado internamente, uma tempestade alastrava-se dentro de seu peito. O azulado continuava com seu sorriso cínico, até que os dedos moveram-se em direção ao negrume pegando em seu antebraço esquerdo e apertando aquela tez, deixando marcas vermelhas que com certeza ficariam roxas. Jeongguk sem entender, escorreu uma lágrima solitária de seu rosto, mas logo a enxugou, não deixando transparecer seu medo. Mordeu os lábios.


Encarou o chão, mas os toques do azulado só intensificaram cada vez mais. Jeon sabia que não podia reagir como aconteceu em dias atrás. Era como se o mundo tivesse parado, se ninguém estava ali, só eles dois, sozinhos, todos o ignorando. Levou as costas de sua mão canhota, deixando selares bem ali. Não queria isto, sentia-se sujo. Passava seu palmo por seu braço, descendo minimamente para seu abdômen. Yoongi o levou para o banheiro masculino. Não teriam o primeiro horário, o professor teve alguns contratempos.


Trancou a cabine, passou os dedos entre o maxilar, e ergueu com força o queixo do moreno. Ainda com a outra mão livre em seu corpo.


— Estou tentando resistir a tentação Jeongguk. — pausou. — Mas a verdade eu não sei o que sinto por você e seu corpo. Ele é tão nojento e ao mesmo tempo tão fodidamente gostoso. — mordeu os lábios alheios, os puxando levemente. Acariciava a coxa interna do Jeon, notou as lágrimas molharem a sua camisa.


— Por que Yoon? Por que o motivo disto comigo? Eu não entendo, por que isso? Por que? — a voz chorosa fez-se presente, arrancando soluços fortes de Jeongguk. Um turbilhão de coisas passavam por sua mente. Yoongi passou o polegar entre a lágrima que escorria.


— O motivo?  — gargalhou. — O motivo é que…


Antes que pudesse falar qualquer coisa, as paredes ao redor caíram no chão. Azulado em um piscar de olhos, sumiu de sua frente, o deixando sozinho. Tudo desmoronava diante de seus olhos violáceos, inclusive o chão embaixo de si. Em uma reação de impulso correu para longe de acolá, a adrenalina e anfetamina eram bombeada por seu coração. Respirava ofegante correndo para longe, notou que a superfície em que corria também estava rachando e logo não iria suportar seu peso.


Quando menos esperou começou a cair em um loop infinito, gritando e pedindo socorro. Até que seus olhos cerraram, não sentiu seu corpo espatifando-se no chão. Abriu suas pálpebras,  com medo, assustado com todo este aparato. Ouviu uma melodia sentimental e suave, mas não era de um piano e sim órgão, ergueu seu tronco, em seguida ficando de pé. O som da música intensificava mais, a cada passo dado. Avistou um garoto de fios platinados, pré-adolescente sentado frente ao instrumento que simulava “vozes de anjos”. Aproximando-se lentamente apreciava a linda letra, os toques leves.


Então reconheceu o menino, era Yoongi, ainda jovem. Mesmo sua consciência gritando para recuar continuou avançando, coração quase saia pela boca, não queria saber de mais nada. Apenas chegar ao fim daquilo tudo. Percebeu pingos vermelhos caindo do teto, e um cheiro metálico e desagradável de sangue. Olhou para cima, vendo o corpo mutilado de sua mãe — Somin — morto. A garganta prendeu, sobretudo, não somente o corpo de sua mãe, como também visualizou em direção do seu ombro direito. Um aparente médico, vestido de roupas cirúrgicas, forçou um pouco mais sua visão.


Jeongguk aterrorizado ao ver a cena, o senhor desmembrava um pequeno feto, com uma pinça, tentando arrancar sua perninha. Seu coração partiu-se, teve raiva e ódio e não pode fazer nada. Apenas assistir uma criança inocente ser morta nas mãos daquele monstro. Continuou com seu caminho, sentou do lado de Yoongi criança, que tocava o órgão com maestria. Jeon viu que os trajes do Min estavam sujos de sangue.


— Não se importe com Jeongin, ele teve o futuro dele. Era preciso. — respondeu o garoto, parou de tocar o instrumento. Fitou Jeongguk.


— Mas, mas… Aquele bebê é inocente, quem tem culpa são os pais. Não uma criança. — enxugou as gotículas de água salgada transbordando de suas orbes negras, molhando o rosto vermelho.


— Não, Jeongguk, você fala isso porque não sabe. Foi você que escolheu isso. Você que decidiu o futuro do Jeongin. Você escolheu matá-lo. — afirmou platinado. — Você é o assassino.


— Não… Não… — levantou do banco, ainda sendo acompanhado por o olhar frio do menino. Enxergou suas mãos ensanguentadas, e parte de suas roupas da mesma forma. — Por favor, isso não é verdade!


— Você o matou, você é o assassino. — disse friamente Yoongi. Iniciando novamente sua melodia. — E assassinos devem pagar por seus pecados, querido Jeongguk.


As águas tomaram conta do local, sua vista escureceu e repentinamente, o ar sumiu.





.






Assustado, abriu rapidamente as pálpebras, ofegante e transpirando. Ergueu seu tronco, olhou para os lados. Encontrava-se em seu quarto, escuro, à noite. Colocou a destra no meio de seu peito tentando equilibrar sua respiração rápida. Pegou com a mão canhota o relógio sobre o criado-mundo, constatou que eram ainda duas da manhã. O cômodo estava demasiadamente negro, sem luminosidade, apenas com a luz da lua atravessando as cortinas. Arregalou os olhos ao ouvir a mesma melodia que o Yoongi que sonhou, soando em seus ouvidos.


Coração disparou novamente, colocou o objeto onde estava. Um medo tão grande apossou-se, suspirou, seu corpo começava a produzir suor frio. Jeongguk estava perdido, como uma ovelha indo direto para o matadouro. Mas, havia algo de estranho na música, ela estava de modo reverso,ao contrário. Sentou na borda da cama, passou as mãos nos fios negros. Levantou-se dos lençóis, encarou de novo, a lua através do das cortinas. Fez o mínimo de barulho. Abriu a porta lentamente, causando um rangido assustador, apertou seus olhos ignorando. O chão de porcelana era frio, seus pés descalços andavam por ele.


Por toda a casa a melodia de piano vinha, atravessava o caminho até chegar na base da escada. Começou descendo degrau por degrau, apoiando seu palmo destro no corrimão, a música vinha ficando mais audível. Parou seu caminhar no patamar, recomeçando outro lance pra descer. Jeon via tudo no primeiro andar bagunçado, tudo estava uma desordem pela organização do casamento no fim de semana. E Seonmi ajudava. Apressou seu trajeto para a sala de estar, onde lembra-se de ter visto o instrumento.


Ao chegar no arco que dava entrada, o som encerrou. Jeongguk suspirou, umedeceu os lábios, quando ia dar meia volta para retornar ao seu quarto. Notou um vulto correndo atrás de si, girou seu corpo, não enxergando nada além dos móveis no mesmo local. Todavia, viu um pedaço de papel no chão. O pegou do piso, surpreso com a foto tirada, de um túmulo que desconhecia de quem seria. Virou as costas, lendo as palavras escritas em preto: “my first love is a farce”. Em inglês, “meu primeiro amor é uma farsa”. Ao piscar, ouviu um estrondo de algo caindo no chão e partindo-se.


Vinha da cozinha, correu até chegar ao cômodo espaçoso. Vasculhou o ambiente e não encontrou nada, a pequena revelação da foto ainda estava em seus dedos. Arrepiou-se quando sentiu uma respiração contra seu pescoço, o colocando contra a parede mais próxima. Da pouca luz, seus traços, cabelos, corpo. Agust — que para Jeongguk, era Yoongi.


Aproximou seus lábios secos para o ouvido de Jeon, dizendo: — Grite e eu te mato aqui, antes da hora.


Foi perceptível para o mais novo a lâmina brilhante em seu pescoço, deixando sua respiração estática. A voz rouca ecoava em sua mente. Com a mão livre, o azulado a passeava de início no ombro do moreno até sua cintura, pressionando a área sensível.


— Mudou muito desde a última vez que te vi, querido Jeongguk. — com o palmo, desceu para o quadril alheio. Agarrando-o. — Seu rosto está mais suave, mais fino. Seu quadril está mais largo, sua coxas ficaram mais grossas. Está mais sensível do que o comum. — pausou. — Eu gosto disso. — deu dedo indicador foi para no centro de sua barriga. —  E você, querido Jeongguk, tem a habilidade que nenhum homem que me envolvi tem. Você pode engravidar. Pode gerar dentro de si novos herdeiros.


— Por que faz isso Yoongi, por que me persegue tanto. Por que? — engoliu a seco quando a faca foi pressionada com mais força contra sua tez branca.


Min riu.


— Tem alguns segredinhos que você não sabe. Mas, eu estou me controlando para não me aproveitar desse corpo antes. — Agust soltou o Jeon, fazendo ir de encontro ao chão.


— Yoongi me responda, você me amava. Por que agora me odeia tanto? — a pergunta fez o sorriso do azulado desmanchar-se gradativamente.


Agachou a altura do negrume, ficando de joelhos, tocando em seu queixo.


— Eu não te odeio querido Jeongguk. — apertou com mais força o maxilar, fazendo alevantar sua face amedrontada. — Tenho ódio desse sentimento dentro de você.


— Me esqueça então, me deixe em paz. Yoonie você mudou tanto desde a última vez que te vi. — falou enquanto sentava no chão, deixando escorrer finas lágrimas de seus olhos, embaçando sua visão. — Você se tornou um monstro.


— Entenda de uma vez querido Jeongguk, eu não posso deixar pra lá uma coisa que é minha por direito. No caso, você. — curvou as pontas dos lábios, que mais uma vez, tenebroso. Rapidamente aproximou-se de seu corpo, envolvendo com seus braços. Jeongguk tentava falhamente o afastar, porém era impossível.


— Fique longe! — pediu, no entanto, teve sua petição desprezada pelo de fios levemente azulados. — Seu monstro.


— Correção, foi você que me transformou nesse monstro. — disse dando um tapa no rosto do mais novo, fazendo ficar quieto.


Ficou por cima deste, forçando um pano contra seu nariz. As imagens que testemunhou foram embaçadas e sem nexo algum.





.






Seul, Província de Gyeonggi, Coréia do Sul
Sex, 18 de Maio
08:34 A.M



Seu corpo todo estava dolorido, entretanto os raios solares o incomodavam tanto. Jeongguk movimentou pouco seu pulso, abriu as pálpebras pelo brilho. Mas o que doía não era seu corpo, e sim seu coração. Lembrou-se da dolorosa noite passada, desde os pesadelos até a fatídica notícia vinda do seu amado. Apoiou-se na parede atrás de si, os olhos ardiam para chorar. Era horrível saber que amava tanto uma pessoa, se guardou por tanto tempo e no final das contas descobrir que ele odeia o seu amor. Jeongguk estava tão cansado. Exausto.


Abraçou suas duas pernas, soluçava alto, as lágrimas vinham. Pranteava, ele realmente amava Yoongi, era mais do que uma simples paixonite da infância. Uma paixão, uma paixão ficaria ali no seu peito, como lembranças para o dia mais triste. Tão solitário, Jeon estava tão cansado desse falso amor. Parecia que não se recordava-se das juras eternas feitas atrás de uma árvore em um pôr do sol de outono. Dos beijos trocados, da promessa feita, de cuidar de si para sempre. Da proteção.


Tudo parecia que foi em vão.


Por causa de Yoongi, ele decaía lentamente. Suas palavras machucavam tanto, como espinhos das duas odiadas rosas. Tão linda a quem vê, mortal para quem tocar. Por anos tentou esconder esse sentimentos, e só agora voltaram com tanta força e intensidade. Por anos esqueceu do Min, culpa de After Sunset, aquele maldito jogo que fez conhecê-lo novamente. Fungava, passava os dedos ao redor dos olhos, era impossível. As lágrimas só vinham, como uma forma de aliviar-se da dor.


Sentiu dois braços o envolverem, ergueu suas vistas. Era Seonmi, já acariciando as madeixas negras.


— É ele não é? — perguntou, já sabendo a resposta. O garoto em seus braços apenas assentiu. — Ah Kookie eu queria te ajudar, mas não posso tirar isso que está dentro de você…


— Omma… — balbulciou. Foi comprimido mais contra o corpo da mais velha, Jeon sentia o cheirinho da sua camisola de cetim. Tão bom.


Ficaram ali, a Jin o consolando no chão de uma cozinha. Tentava acalma-lo, dizendo está tudo bem ou simplesmente cantarolando. Passou-se alguns minutos, e ouviram um grito infantil e estridente vindo de uma das salas de estar. Ambos levantaram-se, a senhora ainda com seu filho em braços. Correram até chegar e ver a cor vermelha explícita no chão claro, contrastando. Horrorizados aos seus olhos tocarem na menina presa a mesa de centro chorando e gritando, como se acordasse agora. E um coração humano que ainda movia-se, pulsando, perto da garotinha.


Jeongguk não aguentou olhar mais do que poucos segundos, virando seu rosto para a direção oposta, no ombro de sua mãe adotiva. Chorou um bocado mais. E o mais espantoso, era o corpo da garota, Jisoo, filha de Jummyeon mutilado cheio de cortes. Logo ela, onde o negrume descobrira que ela tinha imunidade baixa. Uma má formação em seu conteúdo genético, a deixou com os glóbulos brancos pouco eficazes. O Kim chegou a cena do crime, espantou-se e rapidamente indo desamarrar a filha dali.


E escrito no chão, em coreano e com sangue de Jisoo: “Enquanto vocês dormem, eu estou acordado e pronto para agir”.


 


Notas Finais


Obrigada por ler
Velho, eu não sei o que estou fazendo da minha vida kkkkkkkj
Mas é o seguinte:
Eu queria agora fazer uma homenagem a meu amigo, @L_Control, que está me ajudando e muito a fazer essa história. Eu não tenho palavras para descrever a minha gratidão, mas muito obrigado. Eu tenho que agradecer.
Thankssss

Até amanhã, ss domingo terá capítulo
S2


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