História After the End - Interativa - - Capítulo 2


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Palavras 801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores, tudo bem? <3

Sei que prometi o primeiro teaser a dias atrás, porém, acabei indo para a praia de última hora. Peço desculpas desde já, mas aqui está o primeiro teaser. É algo pequeno, apesar para apresentar um pouquinho os pensamentos e personalidade de cada líder.

Capítulo 2 - Teaser One


Fanfic / Fanfiction After the End - Interativa - - Capítulo 2 - Teaser One

Seol-hyun lançou um último olhar para se certificar de que Yura dormia tranquilamente, podendo fechar a porta do quarto. Permitiu-se soltar um suspiro longo que viera guardando, o cansaço era seu aliado nos últimos dias. A tarefa de liderar uma comunidade inteira sozinha estava corroendo seu corpo e alma lentamente, não estava sendo fácil. Na verdade, piorava a cada dia. As guerras constantes, o odor de sangue fresco, o rosnado estridente das feras. Tudo contribuía para suas noites de insônia, perambulando feito um andarilho pelas ruas nebulosas do que, um dia, fora Busan. Os muros em volta faziam questão de lembrar-lhe dos perigosos existentes por trás dos metais e ferro velho alinhados em uma fortaleza criada nos primórdios do apocalipse. Orgulhava-se de suas conquistas ao longo do tempo, tendo mulheres absurdas ao seu lado, as quais protegiam consigo aquele território.

A jovem de moldura esguia parecia avulsa a quaisquer interações rondando sua alma perdida naquele vasto planeta em extinção. Fato este que por um longo período lhe assombrou. E se não sobrasse mais nada? E se o mundo fosse dominado pelas feras?  Esses pensamentos constantes martelavam sua cabeça. Ah, como sentia falta de seu lar, sua família e seu rabugento gato siamês. As cicatrizes presentes no braço esquerdo eram a única recordação do felino irritadiço que, além de roubar-lhe o pão pela manhã, lhe arranhava durante a madrugada. Incrível como as situações que mais lhe incomodaram, tornaram-se sinônimo de saudade. Aquele sentimento sufocante, apertados como uma corda no pescoço.

A pele judiada pelo tempo fora acariciada pelos próprios dígitos, os quais possuíam unhas longas e sujas. Em um apocalipse o luxo era inexistente.

– Senhorita Kim! – Quadris largos adentraram seu campo de visão abruptamente. Reconheceria aquela voz em qualquer canto do planeta.

Yong-sun. – A sombra de um sorriso travesso fora esboçado nos lábios da líder. – O que faz fora de casa tarde da noite?

A risada soada gostosamente pela menor fizera os pelos de sua nuca enrijecer.

– Não há perigo algum, você irá me proteger. – Brincou, jogando os braços para trás inocentemente.

Seol-hyun quis negar, porém, sabia que não passaria de mentiras proferidas por sua língua provocadora. Não sabia o motivo que lhe levava a apreciar o rostinho enraivecido de Yong-sun toda vez que a contrariava. Os cabelos de tinta desbotada; os olhos amendoados; as curvas marcantes, não sabia o que exatamente chamava tanto sua atenção. Poderia ser tudo? Obviamente não.

– Digamos que sim. – A líder finalmente pronunciara algo, após minutos apenas encarando a figura juvenil. – Estou indo aos muros, faça-me um favor. – Aproximou-se com lentidão, depositando um singelo selar nos lábios cheinhos que tanto lhe atraíam. – Cuide da Yura até eu voltar.

Sem esperar uma resposta, moveu-se em direção aos vigias sobre a madeira firme que sustentava uma parte do muro.

– Como estão as coisas por aqui? – Subiu a mediana escadaria de caixotes, observando o lado proibido de Busan. O qual fazia questão de manter as crianças longes.

O cenário tomado pela natureza seria belo de se presenciar, se não fosse pelas circunstâncias que a vida lhe pusera.  E eis que após anos de incertezas e preocupações, Seol-hyun via-se em um labirinto sem saída, o qual parecia gozar de sua pobre alma. Sentia-se como um peixe em um tanque repleto por tubarões famintos, ansiando por um pedacinho sequer de si. Algo poderia piorar?

– O caminhão retornou vazio, senhorita. Os exploradores não encontraram alimentos ou remédios.

Poderia.

– Quatro horas e nenhum achado? Estranho. A última busca fora executada com sucesso, quero detalhes. – O porte era mantido com seriedade, mesmo que por dentro milhões de bombas explodiam em um show de emoções conturbadas.

A mulher afastou-se, propícia para a reação negativa de sua superior.

– Poison, senhorita. Atacaram os pontos de reabastecimento, levaram comida, água e medicamentos. 

– Filho da puta! – A Kim rosnou com tamanha odiosidade que calou a figura alheia. – Ele sabe que temos crianças, desgraçado. Vou mata-lo! Homem maldito.

Em meio à bravejo enraivecidos, rumou ao depósito principal. O último estoque não poderia ter acabo.

A porta fora escancarada pela líder. Era possível sentir o calor das chamas de sua raiva, as quais queimavam seu corpo com precisão. Fitando as estantes completamente vazias, o temor tomou conta de seu ser. Estavam sem mantimentos, teriam que seguir viagem para outra cidade. Isso significava mais problemas, inimigos e perdas. Estava com um número considerável de soldadas, contudo, não o suficiente para travar uma nova batalha. Sentia-se como nos filmes de ação que assistia com seu pai, nunca se julgou tanto por apreciá-los.

A vida estava sendo uma completa vadia consigo, esvaecendo quaisquer possibilidade de estabelecimento. Porém, o medo não lhe ajudaria naquele momento. Por seu povo, iria mostrar a todos o poder que mulheres possuíam. Juntas, acabariam de vez com essa distopia supérflua que haviam iniciado.

Ou não se chamava Kim Seol-hyun, líder Lotus.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado amores! Desculpe qualquer erro.


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