História After the Stars - Capítulo 15


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Categorias EXO, Huang Zitao "Z.Tao", Kris Wu, Lu Han
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Huang Zitao "Z.Tao", Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Ficção Cientifica, Hunhan, Kaisoo, Kris, Kristao, Luhan, Sulay, Xiuchen, Zitao
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Palavras 2.709
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Aliado



Aliado: que ou aquele (indivíduo, povo, partido político etc.) que se liga a outro, por aliança, tratado, convenção ou pacto, para defender a mesma causa ou atacar o mesmo inimigo; partidário, sequaz, cúmplice.



Local: Algum lugar no planeta Spero – Sistema solar Stella

Data: 05/FEVEREIRO – Calendário da Terra

Hora: 07:05


HaengUn pegou mais água para Kai, que ainda parecia em choque.

— Como sabe que não foi mesmo um sonho? – BaekHyun pergunta preocupado.

— Nos sonhos não vimos rostos conhecidos – HaengUn informa – e o Kai disse que nunca tinha visto aquela menina antes.

— Cabelo cinza... Pele pálida – o rapaz solta – não... Eu teria reparado.

— Além do mais já aconteceu antes – Suho informa – Kai viu nossos pais... – O moreno suspira – nossos cientistas.

— São nossos familiares do mesmo jeito – LuHan fala – eles nos criaram e nos salvaram. Não considerá-los pelo menos da família é algo horrível Suho.

O líder suspira mais uma vez.

— Que seja... Kai os viu conversando sobre nos separar – ele solta – ele contou para mim e para o Kris, mas não demorou muito para que eles separarem de verdade.

— Isso tem lógica – HaengUn fala se sentando na frente de Kai – se ele tem o poder de se teletransportar, por que a consciência dele não conseguiria?

— Onde isso tem lógica? – ChanYeol pergunta – eu sei que nada o que vimos tem... Mas isso?

— Os egípcios acreditavam que o Ba viajam quando dormimos – a menina fala – Ba é uma parte da alma, de acordo com esse povo. As vezes era necessário um travesseiro especial para que ele não saísse e se perdesse, e a pessoa morresse. Eles viajavam pelo Duat.

— Você acha que eu viajei pelo... Duat? – Kai pergunta confuso e a menina nega rindo.

— Não – Hyun sorri gentil – só falei isso para lembrar que outras culturas acreditavam que nossas consciências podiam se.... "Teletransportar."

— O problema não é esse – Kris fala e olha para o céu limpo de nuvens – a qualquer momento, essa tal nave pode aparecer. Não quero assustar ninguém... Mas se o Kai viu isso, temos pouco tempo para nos escondermos... Ou nos prepararmos para lutar.

. . .


Suho e Kris fizeram as votações, e todos concordaram que estava na hora de parar de fugir.

Já tinha passado do meio dia. A primeira lua apareceu no céu, indicando que logo seriam duas horas.

Foi por volta das cinco horas que eles viram no céu, algo que lembrava uma estrela cadente. Mas todos sabem que essas estrelas são corpos celestes que penetram a atmosfera terrestre e entram em combustão em virtude do atrito com os elementos atmosféricos.

HaengUn que gritou para todos se abaixarem assim que o objeto tocou o chão. Uma grande explosão foi ouvida por eles, e mesmo estando em uma distância de quilômetros, a nuvem de areia chegou até eles, os empurrando para trás.

— Não quero deixar ninguém em pânico – ChanYeol fala – mas eu gostaria de enfrentar um RF agora...

Todos concordaram em silêncio.

— Eu vou na frente – HaengUn diz e pula no automóvel que flutuava ao seu lado – vão assim que estiverem prontos para lutar com aquilo.

E saiu na frente, deixando Suho a beira de um colapso.

— Kris! – Ele grita esperando que o mais velho falasse algo.

— Não fui eu que eduquei ela assim – o chinês se defende – vamos logo se querem impedir que ela morra.

HaengUn chegou no local da queda em alguns minutos. A menina arrumou os cabelos por conta do vento que brincou com eles, e saiu do automóvel. Se aproximou da grande cratera e viu um pontinho preto no final.

Antes de descer porém, LuHan, que tinha se teletransportado junto com Kai, a impediu de terminar a ação.

— Você é uma idiota – o chinês repreende e faz uma cara feia, fazendo a menina sorrir brincalhona – sério, quando tudo isso acabar eu vou te por te castigo.

— Estou morrendo de medo mãe – brincou a garota vendo os demais chegarem também – eu vou na frente – disse a mais curiosa do grupo, sendo seguida por ChanYeol e SeHun.

— Eu não deixei ninguém descer! – Suho gritou e encarou os amigos – isso não me parece um clima de guerra...

ChanYeol foi o primeiro a chegar.

O que ele viu era uma bola de metal, de um metro. O matéria que ele era feito era preto e brilhante. Pequenos vãos no objeto, mostrava que ele podia aumentar de tamanho.

— Vemos aqui uma espécie rara de Transformers – ChanYeol gritou.

— Eu posso descer e bater nele – Kai informa lá de cima.

SeHun tocou no objeto. Logo, pequenas luzinhas começaram a se acender no objeto, que tremeu um pouco e começou a abrir.

— Saiam dai! – Kris manda e os três decidem que é melhor parar de brincar mesmo.

No meio do caminho do trio, a esfera de metal, estava do tamanho de um metro e noventa. Era um dos robôs que Kai tinha visto. A máquina olhou para eles. Ou melhor, a câmera. Onde deveria ter um rosto, tinha uma tela preta, que foi invadida por números binários.

— Merda! – Gritou HaengUn – ele veio matar a gente – ninguém perguntou como ela sabia o que estava escrito na tela, os doze rapazes tinham desistido a muito tempo de tentar entender como HaengUn parecia saber de tudo um pouco.

BaekHyun puxou ChanYeol com força, enquanto Kris e Tao puxavam HaengUn.

— SeHun! – Gritou LuHan estendendo a mão, o mais novo sorriu e antes que seus dedos pudessem tocar as mãos do mais baixo, o robô lá em baixo, mandou um único comando para seus sistemas.

A parte de seu abdômen abriu, e de lá uma corda mecânica se livrou das engrenagens, na sua ponta era afiada e fina. E perfurou o peito de SeHun.

— Não! – LuHan gritou sendo cegado pelas lágrimas assim que viu o o mais novo sendo puxado para perto daquela máquina da morte. HaengUn encarou D.O.

— Me jogue para lá – ela manda e o mais alto a encara perplexo – merda, se não me jogar logo o SeHun morre!

E o coreano obedece a menor, ele a segurou com cuidado e a jogou com força. HaengUn encarou Kris, e ele soube o que fazer.

— Temos que distrair ele – Kris se vira para os outros – e deixar que Lay se aproxime do SeHun, HaengUn vai tentar desligá-lo.

Todos se encaram e concordam.

— Será como sempre – Suho fala – além de estarmos em maior número.

Enquanto isso, HaengUn aterrissou não muito longe de onde SeHun fora joga. A menina se aproxima dele e tira o moletom que estava amarrado em sua cintura, pressionando no local ensanguentado.

HaengUn sentiu um soluço prender em sua garganta. Se Lay não aparecesse logo, SeHun morreria.

Enquanto isso, os meninos tentavam proteger Zhang, das enormes garras que começaram a se soltar do robô, que atacava de todos os lados, mesmo que não tivesse saído do centro da cratera.

— Lay, agora! – Xiumin grita assim que consegue passagem para o mais novo, que passa pelo coreano e seus joelhos derrapam na areia, indo até SeHun, que já tinha sua respiração quase cortada.

— Cuide dele aqui – HaengUn diz e pega do bolso os Iters, depois lança um deles para longe – eu vou lançados para um lugar seguro – ela coloca um no chão e ajuda Lay a passar SeHun por ali – não sei por que não fiz isso antes – grita de raiva assistindo Lay sumir pelo teletransportador.

A menina se levanta e estende a mão, vendo o Iter que tinha jogado longe aparecer nesta. A garota joga os cabelos para o lado e corre até Tao.

— Acha que consegue dar conta desse? – Tao pergunta enquanto desvia de mais uma daquelas garras.

— Só pare o tempo – HaengUn manda e o chinês obedece, respirando fundo e vendo todos a sua volta congelarem.

A mais nova o encara antes de correr em direção ao robô.

Mas ela não esperava que a máquina também pudesse interferir no poder de Tao, já que ele usou uma das garras para jogá-la com força contra uma das paredes da cratera.

— HaengUn! – Tao grita ao ver a fumaça ao redor da menina assim que ela bateu na parede de terra.

A garota sentiu o ar faltar em seus pulmões, e provavelmente ela estava com algumas costelas quebradas. Sua visão estava turva, e sua mão esquerda estava quebrada, sentia como se cada osso tivesse virado areia.

A menina saiu de lá e tropeçou nos próprios pés, rolando até perto da máquina.

O humanoide a ignorou, e a garota sabia porque. Ela não era mais uma ameaça, estava acabada, e agora que o tempo parara, ficaria mais fácil matar os outros meninos.

Tao percebeu isso também, tanto é que parou o que estava fazendo, assistindo seus amigos voltarem a atacar, como se nada tivesse acontecido.

LuHan fora o único a perceber algo diferente, já que estava perto de HaengUn. O chinês tentou se aproximar, mas ficou descoberto nas costas, e a mesma coisa que o robô fizera com SeHun, ele repetiu com LuHan, que arregalou os olhos assim que viu a lança atravessar seu corpo.

— Kai! – Suho manda – tire o LuHan daqui! – O Kim mais novo obedece e leva o chinês do campo de batalha.

HaengUn solta um grito de dor ao levantar.

O robô não lhe dava atenção. Ele sabia que ela era humana, e não tinha nenhum poder especial. Além disso, HaengUn caiu no chão assim que uma dor aguda invadiu seu cérebro. A garota soltou outro grito e Chen tentou chegar até ela, sendo impedido de realizar a ação.

Uma de suas costelas perfurara o pulmão da garota, ela sentiu sua visão embaçar pela dor que sentia, sabia agora que não tinha muito tempo, a pressão dentro do pulmão perfurado iria aumentar, e logo ela não ia nem conseguir andar.

Se HaengUn não tivesse vivido tanto tempo em condições criticas, ela nem teria se mexido assim que o robô a jogou para longe. Mas a menina já passara por tanta coisa, que a única dor que ganhava daquela, foi ver Huimang cair daquele penhasco.

Ela olhou para o lado e viu BaekHyun no chão, com uma poça de sangue se formando ao seu redor. Gritos e ordens voavam pelo local, as vezes algumas lanças de gelo batiam na armadura da máquina, sem sucesso.

HaengUn suspirou, manteve sua respiração controlada, ou pelo menos tentou.

Ela voltou a se levantar, pegando a faca que sempre usava contra os RF e enterrou em um dos pequenos vãos que o robô tinha.

O humanoide nem se mexeu, e HaengUn entendeu que aquela ação não era nada que pudesse ameaçá-lo.

As lágrimas a cegaram, não pela dor, mas porque mais uma vez a vida estava mostrando o quão inútil ela podia ser.

Ela gritou, gritou com tanta força, que depois daquilo, ela tossiu e sangue saiu de sua boca. Hyun nunca achou que isso pudesse ser possível, mas sua vida era repleta de ações impossíveis.

Seus olhos passearam pela cratera, e agora ela vira Kris, o mesmo estava com Ignis, HaengUn não sabia quando ele a invocara, mas a presença do dragão de fogo não parecia servir para nada, já que Kris não podia mandar que ela incendiasse o local porque Hyun estava perto do robô.

Os olhos dela passaram por ChanYeol, que também estava seriamente ferido, e Chen, que chorava abraçado ao KyungSoo, que estava desacordado, mas que também tinha uma grande quantidade de sangue ao seu redor.

Kai tentou levar Do consigo, mas o rapaz já estava esgotado de se teletransportar. E antes de chegar no mais velho, teve um dos braços pegos por uma das garras, e mesmo a garota não estando perto, era quase como se ela ouvisse o som dos ossos quebrando.

— Pare com isso – ela diz em um sopro de voz, sentindo que apagaria a qualquer momento – pare com isso! – Gritou mais uma vez, em meio a soluços e lágrimas. Ela chorou alto, por que ela nunca podia salvar as pessoas com quem se importava? A garota fechou ao redor do colar de sua irmã – Eu mandei parar com isso! – Pediu uma última vez antes de desabar no chão.

Os meninos que estavam lá viram a garota brilhar. Chegaram a colocar os braços ao redor do rosto impedindo que aquela luz os cegassem.

E quando tudo voltou ao normal, o robô não tinha mais um monte de garras saindo de si, e seus braços, que antes tinham metros de comprimento, estavam com o comprimento normal.

Ele estava parado. E ficou assim por uns segundos, antes de se virar e sua câmera focar em HaengUn. A máquina andou até ela e Kris mandou Ignis para perto.

— Saia de perto dela!

Mas para a surpresa de todos, o robô não a matou. Ele a segurou no colo, com cuidado, quase como se tivesse medo de quebrá-la ainda mais.

Depois, ele se virou e em sua tela apareceu vários 1 e 0.

Ele estava tentando se comunicar.

— Por que eu não gosto disso? – Suho sussurrou.

. . .


Os mais feridos primeiro.

Lay cuidara de SeHun, LuHan e BaekHyun assim que os dois chegaram, mas dos outros, que chegaram depois, Lay teve que colocá-los em "quase morrendo" e "ainda está bem vivo", o chinês estava exausto, ele curara os mais diversos ferimentos, e sua visão estava embaçada.

Mas isso não foi o pior. Antes de cuidar de D.O, que já estava quase sem respirar, Zhang foi ameaçado, com um braço de metal que virou uma arma lazer.

O robô estava claramente impondo que o chinês cuidasse de HaengUn primeiro.

— Eu quero perguntar quem foi o idiota que deixou ele vir até aqui – Lay diz ranzinza para os meninos que estavam na fila do "ainda está bem vivo".

— Fomos ameaçados ao tentar tirar ela dos braços dele – Kris solta emburrado também.

Eles quase morreram para que aquela arma mortífera simplesmente se transformasse em algo como o robô de Will Robinson.

Quando a máquina viu que HaengUn estava curada, isso é, quando ela recobrou a consciência, o mesmo foi para perto dela.

HaengUn não sabia o que estava acontecendo, não sabia que tinha parado o humanoide, e que ele agora parecia estar obedecendo a ela.

Tudo que ela sabia é que aquela máquina era do mau.

E ela pegou a faca que tinha e enterrou no peito metálico da vida artificial.

E ganhou uma faca torta.

Enquanto Suho a puxou para explicar que talvez, ela agora tivesse que tomar conta daquela máquina e Lay finalmente pode curar os outros amigos.

HaengUn não achou graça quando recebeu o apelido de Robinson, dado por ChanYeol, e odiou o fato de que a cada passo que dava, a máquina a seguia.

— Não é como o robô do Will – ChanYeol solta – porque este com certeza não tem sentimentos, só ordens vindas do computador dentro de si – ele bate no metal da cabeça do humanoide – mas por que ele simplesmente parou de atacar... Essa eu quero saber.

HaengUn, até agora, sentada abraçando as pernas, se aproximou do robô e colocou as mãos na cintura.

— Eu vou abrir você – ela diz com a voz firme – vou abrir você e te desmontar, depois eu vou mandar que ChanYeol coloque fogo em suas peças seu filho da puta – soltou brava.

ChanYeol negou e disse que isso seria um crime que ele não cometeria. Depois, Chen e Xiumin mandaram o mais novo calar a boca.

Hyun foi para trás do robô, e antes de tentar entender, como abriria aquela máquina de matar, ela percebeu alguns 1 e 0 em suas costas, perto da nuca.

— O que você viu? – SeHun diz, ainda sendo abraçado por LuHan, que tinha parado de chorar, mas que não queria desgrudar dele.

— Acho que pode ser idiota o que eu vou falar – a menina passa as mãos nos cabelos, em uma clara ação de frustração – mas eu acho que ele tem um nome.

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A única menina do grupo passa as mãos naquele conjunto binário. Depois solta uma risada.

— O que foi agora? – Chen pergunta.

— Acontece que ele se chama Luz – ela solta rindo, mas não foi acompanhada pelos demais – qual é gente, o cara é um assassino e o nome dele é Luz.

— Qual quer que seja o nome dele – Kris diz enquanto tinha Ignis deitada ao seu lado – é agora um aliado importante.

E Hyun quase caiu para trás.

— Eu ouvi direito? – Ela diz brava – ele quase matou vocês, e agora é nosso aliado?

A máquina encara a menina, ela até diria que tinha duvida em sua tela, mas não havia nada lá.

— Ele parece que obedece tudo que você fala – Suho diz e bate em ChanYeol que gritou "Will Robinson'" – e eu vou querer um desses do meu lado quando os outros chegarem.

E HaengUn suspirou. Sabia que era verdade. Sabia que mais iam chegar... Deus, eles estavam ferrados.


Notas Finais


Imaginem o corpo desse robô muito parecido com um corpo humano, só que sem dedos dos pés e tals, ele tem mãos e dedos, mas não tem rosto ou cabelo. Tudo que ele tem é uma tela onde devia estar sua face. Tipo o rosto da EVA do Wall-e

E não, ele não é como o Robô de Perdidos no Espaço, esse não tem sentimentos, diferente do Robô dos Robinsons

Vlw

Flw

Bye


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