História After the Stars - Capítulo 16


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Categorias EXO, Huang Zitao "Z.Tao", Kris Wu, Lu Han
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Huang Zitao "Z.Tao", Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Ficção Cientifica, Hunhan, Kaisoo, Kris, Kristao, Luhan, Sulay, Xiuchen, Zitao
Visualizações 27
Palavras 2.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse é um capítulo voltado mais para trabalhar a aproximação da Hyun e o Robô

Logo as coisas voltam ao normal

Ou nem tanto

Não sei

Capítulo 16 - Idiota


Idiota: diz-se de ou pessoa que carece de inteligência, de discernimento; tolo, ignorante, estúpido.



Local: Algum lugar no planeta Spero – Sistema solar Stella

Data: 07/FEVEREIRO – Calendário da Terra

Hora: 18:01


HaengUn estava sentada conversando com Kris sobre o que deveriam fazer quando a nave que Kai viu, chegar até eles.

Enquanto isso, os outros meninos se dividiram em ajudar a preparar as coisas quando escurecesse, em preparar algo para comer e ChanYeol e SeHun, que estavam brincando com o robô de Hyun.

Em um determinado momento, ChanYeol chamou pela garota, que já tinha se afastado de Kris.

— HaengUn! – Chamou o rapaz e ela desvia seu caminho de tentar convencer KyungSoo a dar a ela, um pouco de comida antes da janta. A menor se aproxima dos dois, e seu robô, até agora sentado vendo o que SeHun fazia com a terra (o rapaz montava e desmontava castelos com seu poder).

— O que vocês precisam? – Pergunta esticando o braço e impedindo que a máquina se aproximasse demais.

— Estávamos discutindo sobre o nome dele – SeHun diz – eu realmente cansei de chamá-lo de 010011... E sei lá mais o resto – o rapaz comenta.

— 010011000111010101111010 – HaengUn fala mudando sua expressão para algo sério.

— Queríamos chamar ele de algo legal – concluiu ChanYeol – sei lá, Iron Men?

HaengUn fez uma careta.

— Vamos chamá-lo de Rem – definiu a menina sorrindo de canto. O robô não parecia entender o porque de sua expressão, porque virou a cabeça metálica para SeHun.

— É algum nome de algum personagem de livros ou algo do tipo? – Perguntou Oh.

— Não sei, mas significa "coisa" em latim – Hyun soltou e ChanYeol fechou a cara.

— Ele não é uma coisa HaengUn, ele está começando a se comportar como um humano, olhe só para a carinha triste dele – e a menina encarou o robô, que tentou se aproximar dela de novo.

— Ele continua com a cara de metal de sempre – constou a menor – vou tentar pegar algo para comer – terminou a conversa, sendo seguida por Rem.

— Ela ainda vai se apegar a ele – SeHun soltou enquanto assistia Hyun correr de Rem, que apenas aumentou o passo, já que era muito mais alto que a garota.

— Não acho que isso vai chegar a acontecer – ChanYeol sussurra – HaengUn tem muitos motivos para odiar o... Rem... Ele provavelmente é da E.I. e eles foram os responsáveis pela morte de todos que ela conhecia.

— E se o Rem não for criado pela E.I. – SeHun pergunta enquanto começou a andar, se aproximando do grupo, sendo seguido por Park.

— De quem seria então? – O mais velho pergunta – a E.I. está louca para ter todos nós, percebeu que não pode e colocou em prática aquela frase "se eu não posso, então ninguém pode."

SeHun apenas pensou. A E.I estava sim avançada quando se trata na tecnologia, criou aqueles robôs que atacam eles quase todos os dias.

Mas Rem parecia avançado demais. A E.I. não parecia que tinha toda aquela tecnologia.

Por outro lado, a E.I. podia ter avançado tudo aquelo, os robôs daquele planeta eram velhos, é talvez fosse isso.

. . .


— Temos que primeiro acabar com as ameaças daqui – Kris diz enquanto eles jantavam ao redor daquela fogueira – os robôs da E.I. ainda são uma ameaça – todos concordam – agora que a HaengUn tem o 0100...

— Rem – foi interrompido pela garota, que tentava impedir que Rem tocasse em sua comida, curioso – para com isso – disse irritada – ele não era desprovido de sentimentos? – Soltou irritada.

— Certo – Kris se corrige – agora que temos Rem, podemos avançar mais rápido – ele olha para o horizonte – com a quantidade que os robôs estão atacando, logo, estarão sem muitos deles e ficará mais fácil invadir a central e acabar com essa palhaçada.

— Podemos mudar suas programações – BaekHyun diz e todos o encaram.

— É verdade – Xiumin concorda – vejam só o... Rem, podemos fazer esses robôs ficarem do nosso lado.

— Como se fossemos passar um vírus em todos eles – ChanYeol fala empolgado – isso seria interessante.

— Quando os outro chegarem – LuHan fala – estaremos em maior número, e isso com certeza é uma coisa boa.

Kris encarou HaengUn, que seria a responsável em fazer isso. A garota de ombros.

— Precisaria de um robô desses antes, para testar a programação e onde deveria mudar – ela comenta – mas vai demorar, a E.I. só foi burra em colocar a bateria atrás das costas deles. A programação provavelmente é impecável.

— Certo – Suho bate palmas encerrando o assunto – na nossa próxima batalha, vamos precisar de um desses, inteiro – encarou SeHun que pegou uma mania terrível de desmontar os robôs com qual ele lutava.

Quando o rapaz terminou a frase, cada um foi para um canto, enquanto Xiumin e Chen se dividiam em limpar as coisas usadas para preparar a janta.

Hyun comentou que eles deviam se espelhar naqueles objetos de cozinha. De acordo com ela "Isso nunca quebra, fala sério."

A garota foi dormir, mas antes desenhou uma linha a mais de um metro dela, e mandou que Rem não ultrapassasse aquilo.

. . .


De todos ali, Kris era o que mais se preocupava em montar uma estratégia antes de atacar qualquer coisa, sendo assim, ele queria que HaengUn e Rem passassem a treinar sempre que podiam.

Wu queria ter certeza que na hora que precisassem, Rem obedeceria exatamente o que a menina mandasse. Se ela pedisse para ele correr e acabar com todos aqueles robôs, assim devia ser.

Hyun não gostou da ideia, já que ela passava grande parte do tempo correndo de |Rem. Quem passava mais tempo com a máquina era ChanYeol e SeHun. Kai as vezes fazia parte do grupo, mas só quando não estava ao lado de KyungSoo.

Na visão de ChanYeol, Rem, mesmo não tendo sentimentos, ficou feliz com a noticia dada por Kris e Suho.

— Não viaja Channy – a garota revira os olhos – Rem é uma máquina, não pode sentir nada – ela bate na cabeça de metal – é uma coisa, não tem cérebro, só vários fios passando aqui dentro.

— Não somos diferentes – Xiumin se intrometeu – também temos programações em dentro de nossas cabeças, ações que fazemos dependendo do ambiente que estamos. A única coisa que nos separa de Rem é que ele não sente nada.

— Isso pode ser uma questão de tempo – LuHan fala e HaengUn fica de cara fechada, apenas mandando Rem a seguir, já que Kris a mandou treinar como o robô.

A cada dois passos de Hyun, Rem conseguia dar apenas um passo, o que significava que a garota tinha que praticamente correr para manter uma distância do humanoide.

Os meninos tinham acampado em uma área verde, onde estariam bem escondidos, ChanYeol teve que montar uma pequena fogueira dessa vez, para impedir um incêndio.

HaengUn teve que andar por uns vinte minutos para sair daquela floresta, ela se viu novamente naquele cenário desértico e continuou andando, ficando uns quilômetros de distância daquele alvoredo.

— Está bom aqui – sussurrou para si mesma, se virando para Rem, que parara no lugar, um metro de distância, já que sua programação já sabia que a garota odiava ele perto demais.

A tela do mesmo estava preta, nenhum número binário, Hyun percebera que ele não falara mais nada, e se perguntou porque.

Dando de ombros, ela suspirou e ficou séria, focando sua visão na máquina na sua frente.

— Certo – ela olha em volta depois de ter certeza do que queria fazer – quero que quebre aquela pedra ali – ela manda, apontando para uma das pedras não muito longe.

O braço de Rem se estica, ficando o dobro, o triplo do tamanho original, uma garra toma o lugar dos dedos metálicos, e ele estoura a pedra com a força que fizera.

HaengUn encara a cena boquiaberta.

O poder armamentista daquele na sua frente era assustador, e isso deixava garota nervosa. E se ele voltasse a se virar contra eles?

O robô volta sua atenção na menina, provavelmente esperando uma resposta positiva.

— Tá – soltou tentando não parecer tão surpresa, contente por Rem não ter visto ela boquiaberta – razoável – mentiu e tentou não reagir aos ombros do robô que murcharam – para – soltou por fim – você não tem sentimentos, não aja como se tivesse!

O robô não respondeu com números binários como ela esperou que fizesse.

— Por que não me responde? – Soltou e empurrou o robô apenas para dar dois passos para trás, já que ele não se moveu – por que está agindo como se fosse vivo de verdade?

Nenhuma resposta, HaengUn sentiu seu rosto se tingir de vermelho pela raiva que estava sentindo.

— Por que não me responde?

A tela brilhou e ele respondeu. Mas não em números binários, e sim, em Hangul.

"Você disse que não queria que eu falasse mais nada"

Hyun cai no chão pelo choque, como ele sabia Hangul? Como ele se lembrava do que ela tinha dito? Como ele escutara? Ela estava a quilômetros dele quando comentou com Chen que não queria que ele falasse com ela.

— Eu – soltou e depois balançou a cabeça. Ele não é Humano! - Eu não... – Hyun vê a mão metálica dele se estender e ela segura envergonhada de ainda estar no chão – idiota, vamos voltar a treinar.

. . .


— SeHun – LuHan chama assim que vê o mais alto se afastar de ChanYeol, que continuava enchendo o saco de HaengUn enquanto esta se afastava deles para treinar com Rem.

O coreano vai até o mais velho com um sorriso simples no rosto, que se aumenta assim que vê o que o outro segura. É um telescópio.

— Onde você arranjou isso? – Oh pergunta animado, lembrando de uma promessa antiga do mais baixo.

— HaengUn achou jogado na nave dela – LuHan diz e puxa o rapaz com ele – vem, vamos achar ma clareira e esperar escurecer.

SeHun sorriu, e foi junto com o chinês. Eles caminharam por meia hora, até que pararam perto de um córrego e esperaram que o céu fosse tingido de cores como laranja rosa e vermelho.

— Hyung – soltou SeHun em um determinado momento – hyung – repetiu para ter total atenção do mais velho – você se lembrou da promessa ou apenas quis vir aqui comigo?

LuHan sorriu gentil, como sempre fazia quando o assunto era Oh SeHun.

— Nunca me esqueci da promessa – ele comentou – mesmo quando não me lembrava de todos... De você... Eu sempre tive a vontade de estudar as estrelas, de colocar um telescópio no jardim de casa e mapear cada uma.

Não era mentira. LuHan não seguiu astronomia porque o cientista que cuidou dele... Seu irmão (LuHan nunca deixaria de considerá-lo como tal) não gostou da ideia. Hoje ele sabe porque... Quanto mais ele se envolvesse com isso, mais ele podia lembrar.

LuHan gastou seu primeiro salário em um dos telescópios mais caros da cidade, ele se sentava na grama a noite e sorria para o céu, mesmo que no fundo ele quisesse chorar. Ele nunca soube o porque.

Mas ao lembrar de tudo ele soube.

A promessa de mapear todas as estrelas com SeHun, ele prometera quando eles saíssem dali, ele mapearia o céu com o mais alto.

— Eu queria virar astrônomo – contou o coreano – mas não tive tempo nem de terminar o ensino médio.

LuHan riu baixinho e encarou o céu. Depois, empolgado, cutucou o rapaz ao seu lado e apontou para a primeira estrela que apareceu no céu. Os dois arrumaram o telescópio e ficaram por ali, rindo e vendo cada estrela brilhante no céu.

Quando já estava bem escuro, e SeHun abraçava LuHan pelo frio que estava fazendo, o mais novo sentiu o coração apertar. Eles repetiriam isso? A promessa já estava cumprida?

— Hyung – chamou com a voz baixa, sabendo que o chinês em seus braços estava sonolento – vamos repetir isso outro dia? – LuHan apenas concordou com a cabeça e se encolheu mais, procurando se aproximar do coreano – promete?

A voz de SeHun saiu com tanta duvida, com tanto medo de perder o mais velho, de sentir o que sentira antes, de nunca mais poder vê-lo. Aquilo despertou o chinês, que se afastou, segurando o rosto do maior.

— Prometo – sussurrou antes de selar seus lábios em um selinho simples – agora vamos só ficar aqui Hunnie – pediu de aninhando no peito do outro, que sorriu meio tonto com o que acontecera e abraçou forte o mais velho.

— Tem certeza que você não vai quebrar essa promessa? – Brincou SeHun.

— Shh... – Sussurrou LuHan e SeHun beijou a bochecha corada pelo frio do Lu – idiota – disse rindo envergonhado, mas deu outro selinho no coreano.


Notas Finais


Estou apenas aqui, gritando

Amo HunHan

Só isso

Bye


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