História After the Stars - Capítulo 17


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Categorias EXO, Huang Zitao "Z.Tao", Kris Wu, Lu Han
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Huang Zitao "Z.Tao", Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Ficção Cientifica, Hunhan, Kaisoo, Kris, Kristao, Luhan, Sulay, Xiuchen, Zitao
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Palavras 2.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quero dizer que as coisas estão ficando sérias

Só isso

Capítulo 17 - Afeto


Afeto – sentimento terno de afeição por pessoa ou animal; amizade.


Local: Algum lugar no planeta Spero – Sistema solar Stella

Data: 10/FEVEREIRO – Calendário da Terra

Hora: 09:35


— Muito engraçado Rem – HaengUn diz se levantando e massageando os pulsos, já que o robô a empurrara, quando tentou imitar ChanYeol, que fizera o mesmo, nas em um ato gentil. Mas o robô esquecera que a força dele era mil vezes maior – eu só não te empurro porque eu sei que não daria em nada – ela reclama com a cara feia.

"Desculpe"

— Tá, tá – ela diz ignorando a frase na tela do maior – vamos logo que eu quero ver se a gente consegue fazer aquilo que eu te falei ontem.

HaengUn estava ansiosa com o que iriam testar hoje. Tao prometeu ajudar os dois, onde o chinês pararia o tempo e HaengUn e Rem se ajudariam, Rem deveria jogá-la o mais alto possível e Hyun atiraria em tudo que pudesse, e antes de cair no chão, Rem deveria pegá-la no colo e impedir que ela se machucasse.

— Acho que estamos bem longe – Tao diz ainda com um sorriso pela cena da amiga caindo no chão "igual a uma batata" ele dissera.

— Certo – HaengUn se alonga sorrindo e Tao bagunça os cabelos da menor – quando estiver pronto – ela olha para o lado, onde Rem imita os movimentos de aquecimento dela, fazendo com que a garota sorrir.

Tao sorri mais ainda. Comentara com Kris, quando eles ficavam sozinhos, que ele achava que aos poucos HaengUn se aproximava de Rem. Ele dissera para o mais velho que, o que quer que tenha acontecido no primeiro treinamento, aproximou os dois.

Pelo menos, HaengUn não ligava mais para a aproximação do maior quando eles estavam juntos.

E não explodia quando ele tentava imitar uma brincadeira que ChanYeol e SeHun faziam.

— Vou fazer isso agora – o chinês respirou fundo e sentiu seu interior aquecer, como sempre acontecia quando ele parava o tempo, Huang abriu os olhos, e viu HaengUn correr, Rem a pegou com cuidado, como se tivesse medo de quebrá-la, depois, a jogou para cima, com força, HaengUn sorriu, sentindo o estômago revirar como sempre fazia quando ela estava alto demais.

Ela não ligava, na verdade, aquele sentimento a fazia se sentir viva.

Hyun arrumou a mira da arma e atirou em várias pedras que Kris arrumara para ela. A menina não errou nenhuma como era o esperado.

Quando estava caindo, Rem não esperou pela altura que tinham combinado, e pulou alto, pegando a menor.

— Como foi? – Tao quis saber assim que os dois se aproximavam. Ele sorriu pelos cabelos desarrumados dela, por conta do vento, e com cuidado, começou a arrumar os fios rebeldes.

— Acho que consegui acertar todos – comentou a menina – não vamos treinar mais uma vez.

Tao levantou uma sobrancelha, confuso.

— E por que não? – Quis saber rindo pela expressão de Hyun – não me venha com essa cara de "você devia saber", eu realmente não sei.

A mais baixa suspira e pensa em uma boa desculpa. Conversara com Kris antes de irem ali treinar, e o mesmo pedira que eles treinassem apenas uma vez, já que Tao, quando usa seus poderes, é o que mais se cansa.

— Hummm – tentou pensar em algo que Huang acreditaria.

"Nós dois precisamos treinar minha mira" Rem mostrou na tela e Hyun sorriu pela ajuda.

— Isso mesmo – ela concorda com a cabeça também – então vai indo e avise o KyungSoo que eu volto na hora do almoço e que não precisa ficar gritando meu nome por ai.

. . .


Chen estava ocupado demais para ajudar KyungSoo no almoço, afinal, ChanYeol estava entediado, e isso significava importunar os mais velhos.

O mais baixo apenas encarou o outro quando este jogou uma pequena pedra para irritar o Kim.

Todos sabiam o pavio curto que Chen tem.

— ChanYeol, eu vou arrancar essas suas olheiras – soltou simplista, jogando uma pedra o dobro do tamanho da outra esquecida no chão.

ChanYeol riu e fez um sinal que o mais velho se aproximasse, com aquela expressão de "eu duvido".

Chen estava pronto para joga aquele objeto no amigo, quando uma grande explosão chamou a atenção deles. Os dois olham para o local a quilômetros de distâncias deles. A fumaça preta é sinal de fogo. Os dois se encaram e depois correm para perto do grupo.

Kris já estava lá, ele provavelmente veio do local da explosão, já que suas roupas estavam chamuscadas e Ignis parecia agitada, o animal de quase oito metros, com o corpo coberto de fogo, estava batendo as enormes asas em chamas e fazia barulhos de quem estava assustada.

Lay foi o primeiro a chegar perto de Kris, tocando seus braços queimados e os curando logo em seguida.

Suho abriu passagem e se aproximou do mais alto, tocando seu rosto.

— O que aconteceu? – Quis saber o Kim.

— Ah – Kris diz ainda atordoado, ele olha ao redor, e Ignis começa a soltar barulhos altos – eu achei a central – ele fala tropeçando e Tao o segura – mas... Mas... Eu não sei... Eu...

Todos se encaram, e depois, voltam suas atenções ao longe, onde a fumaça começava a tingir o céu ao redor, da mesma cor.

"Deveríamos ir ver"

Rem mostra na tela e Kris nega.

— Não... Eles... Nave, preto, robô, Rem, Hyun – e caiu no chão, sendo acudido por Tao e Lay, que o carregaram e o levaram para longe.

— Suho – HaengUn chama esperando uma ordem.

Ir ou não ir.

Eis a questão.

— Vamos esperar Kris recobrar a consciência – Suho pede se afastando – e falar coisas coerentes – E junto com Lay, o Kim levou Kris para longe.

HaengUn suspirou e Rem ficou mais próximo dela.

— O que acha que aconteceu? – KyungSoo perguntou aos outros.

— Kris não destruiria a central – Xiumin solta – não era esse o plano, acho que algo mais forte fez isso.

— Autodestruição? – Kai pergunta.

— A E.I. deve ter colocado algum programa assim – Chen observa e LuHan nega.

— Não teria o porquê, estamos em um planeta afastado do Sistema Solar, além de que nenhum planeta ao redor apresentou sistema de vida avançado, só algumas bactérias, um sistema de autodestruição podia acabar com tudo sem querer, já que não há mais ninguém que possa ver como as coisas estão.

— Deveríamos ir ver agora – SeHun gesticula com as mãos – o que quer que tenha feito isso, deve estar perto.

HaengUn nega com a cabeça.

— Ouviu o que o Suho disse? – Hyun chama a atenção do amigo – além do mais, Kris precisa nos contar o que aconteceu, não podemos chegar lá e descobrir que é uma armadilha.

Kai concordou com a cabeça.

— Hey – Suho chama – Kris quer falar com Rem!

HaengUn encarou o robô, que não havia se mexido. A menina apenas segurou as mãos de metal do outro e o puxou para onde Kris estava.

O chinês estava sentado, com as mãos na cabeça, claramente em choque, mas de acordo com Suho, suas frases estavam fazendo sentido.

— Kris – Suho diz assim que Hyun e Rem se aproximam – chamei o Rem, o que você queria falar?

O Wu ergueu o olhar, os olhos transbordando tanto ódio, que HaengUn se pôs na frente de Rem em um ato simples de proteção.

— Se afaste dele HaengUn – Kris manda, tentando se levantar, a menina nega – eu não vou fazer nada com ele – comenta Kris – só quero que ele me responda umas coisas.

Rem empurra, com delicadeza, a garota.

"Não sabia que eles viriam"

— Ah – Kris ri amargo – não me venha com essa máquina – solta ácido – mas eu não ligo se achou ou deixou de achar. Ligo para a vida dos meus amigos – ele olhou para Suho – diga para eles o que você é de verdade, mostre que não é uma máquina da E.I.

. . .


HaengUn estava afastada, já sabia a história então não queria ouvir mais uma vez enquanto Rem mostrava na tela aquilo tudom

Cada um dos meninos saiu do mesmo jeito que ela, deixando o robô sozinho, quando descobriram no que tinham se metido.

Rem é uma máquina criada por um povo avançado, chegando a ser mais que os antepassados dos meninos.

O dever desse povo era deixar o universo na mais perfeita ordem. Por não serem um povo muito numeroso, construíram grandes máquinas mortais ao perceberem que muitos não seguem a paz por tratados e conversas, e que são movidos pela guerra. Sendo assim, outros como Rem, tinham o dever de impedir que pessoas de seu povo fossem mortas.

Eles tinham olhos em tudo, sabiam sim da Terra, ficavam alertas com cada sinal de vida do portal. E quando perceberam que um deles foi destruído e que havia agora mais vidas nesse plante, mandaram seus representantes. A primeira sonda foi lançada, e Rem disse que quando sentiram a presença de um Tid, concluíram que eram os ladrões que procuravam há alguns meses.

Por grande parte ser máquina e funcionarem de forma binária, atacar se tornou a prioridade. Por isso Rem foi enviado. Sua função era exterminar, mas por alguma razão ele não o fez.

O robô ficou sentado ali, sozinho, por algumas boas horas. Seu sistema tentava lutar contra aquilo que invadia suas programações, porque por algum motivo se sentia sozinho.

Sozinho.

Ao levantar-se e caminhar até HaengUn, Rem achou que ela o mandaria como fazia antes, mas ao invés disso, ela apenas o encarou.

— Acho que estamos bem ferrados agora não é?

"O que é 'estar bem ferrados?'"

. . .


BaekHyun foi o primeiro a tomar a palavra quando todos se reuniram ao redor de Kris, Hyun não estava com eles por uma razão óbvia. Ela protegeria Rem, porque embora tenha demorado em confiar no humanoide, agora, eles eram como um só.

— Não quero parecer chato nem nada, mas Rem é um de nós agora – comentou, enquanto assistia Kris revirar os olhos – não Kris, veja bem, ele está sim do nosso lado. HaengUn tem total controle sobre ele e em nenhum momento ele tentou nos atacar.

— Ainda – reclamou o Wu, preocupado demais na saúde dos outros para pensar em conversas pacíficas. Ele não odiava Rem, longe disso, sabia muito bem o quão especial o robô era para Hyun, e tirar aquilo dela podia deixar uma trauma que nunca seria curada. Ele não queria que aquilo acontecesse de novo.

— O que nos importa agora, é o que podemos fazer para impedir que aquilo que está chegando, nos destrua só porque sua programação não acha outros meios – Suho informa a todos, que concordam com aquilo.

— Não há muito o que fazer Suho – Xiumin declara – não fomos capazes de tomar conta de Rem, imagine de uma nave cheia dessas coisas – completou irritado.

— Não quero sair matando geral, ou deixar geral me matar – Chen reclama – não temos muitas opções Suho, estamos em uma estrada sem saída. Fugimos da E.I. e agora estamos presos nessa.

— A vida é um jogo muito sem graça – ChanYeol reclama, e ninguém reclamou daquela frase.

— Vamos apenas ignorar isso agora – Lay pede espantando os meninos para longe de Kris – eu o curei fisicamente, não psicologicamente – e encarou o mais velho – ele precisa descansar. Conversamos amanhã.

E cada um se levantou, deixando Wu e Zhang para trás.

Se deitaram com suas respectivas duplas, menos Suho e Tao que ficaram juntos, já que Lay estava ocupado verificando Kris.

D.O foi o penúltimo a se deitar, se contar o fato que Hyun ficou até tarde vendo as estrelas. Ele cuidou da menor, levando um cobertor até ela e depois foi se deitar ao lado de Kai.

— O que acha que vai acontecer? – Quis saber o mais novo, passando as mãos pelos cabelos do outro, que segurou suas mãos e as beijou de forma carinhosa.

— Não se preocupe com isso Nini, apenas durma sim? – E o mais alto concordou como uma criança, fechando os olhos e suspirando uma ultima vez antes de cair em um sono profundo.

Ou pelo menos achou que poderia ser.

Assim que abriu os olhos, se viu novamente naquela nave, estava na ponte, e via de forma clara na tela paralela a ele, que chegaram em um planeta, algumas áreas desérticas e outras áreas verdes que eram maiores. Não era preciso pensar demais para saber que se tratava do seu planeta.

Spero.

— Droga – disse olhando para os lados, ficando aflito assim que se viu preso em um campo de força. Arregalando os olhos, ele pensou se dessa vez tinha se teletransportado. Mas não conseguia ver seu próprio corpo.

Sua consciência estava presa. Aquilo chegava ser surreal, mas o rapaz aprendera que muitas coisas eram reais.

Um robô, apareceu na sua frente, era do mesmo modelo que Rem, mas embora idênticos, Kai não sentia aquele sentimento de inocência que Rem emanava, mesmo sendo uma simples máquina.

Na tela do robô, o Hangul aparece e ele arfa assim que percebe o que estava acontecendo. Ele era um refém, e só seria devolvido quando os meninos entregassem o Tid para o representante que mandariam para Spero.

E mesmo que Rem fosse iguais a todos aqueles que estavam naquela sala, Kai rezou baixinho que o mesmo ajudassem seus amigos, depois riu, lembrando que o outro não passava de programações.

Naquela hora ele não pensara que talvez, Rem soubesse sim o que era querer proteger alguém.



Notas Finais


Muahahahhahahahahha


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