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História Age of Extinction - Capítulo 1


Escrita por: e espelhar


Notas do Autor


。。。✯ꜜoiê, tudo bem? espero que sim.
。。。✯ꜜse você caiu aqui de paraquedas, essa fanfic é uma extensão de uma interativa minha chamada "edge of extinction"; criada com o intuito de postar histórias extras dos personagens de lá. esse primeiro capítulo é da jade, criada pela emily aka @masked-her que tá fazendo aniversário hoje junto comigo, então é um presente; mas os próximos quem escolherão serão vocês (deixarei um link de um formulário nas notas finais pra que vocês possam mandar ideias e falar quais personagens querem ver por aqui). espero que gostem e curtam aoe. boa leitura. ♡
。。。✯ꜜobs: eu meio que ferrei com meu cronograma porque eoe deveria ter sido atualizada antes da postagem dessa fanfic (mas eu não consegui escrever k), então se você veio de lá, saiba que: a primeira parte desse capítulo se passa antes do início de eoe e a segunda parte é no futuro, algo que vai ser melhor contado lá nos próximos capítulos, só que por outra perspectiva.

Capítulo 1 - Jade o seguiria até o fim do mundo.


Fanfic / Fanfiction Age of Extinction - Capítulo 1 - Jade o seguiria até o fim do mundo.

JADE O SEGUIRIA ATÉ O FIM DO MUNDO.

 

Londres, 02 de setembro de 2019.

Jade Velori encarava o irmão com desconfiança, do outro lado da mesa. Em fato, Liam estava bem diferente se comparado a última vez que a garota o vira, cerca de seis meses atrás. Ele tinha cortado o cabelo; de alguma forma ajeitou sua postura anteriormente desajeitada e vestia roupas melhores, mas uma coisa não mudou: o sorriso cínico que carregava para cima e para baixo em seus lábios. Estando em sua melhor ou pior forma, Liam nunca perdia aquele ar de superioridade e egocentrismo que tanto provocou brigas entre os dois no passado, mas atualmente ela aprendera a lidar com aquilo. Era isso ou ela surtaria. Não havia ninguém no mundo capaz de fazer a caçadora perder a sua paciência tão rapidamente como o seu irmão o fazia.

Liam sorriu de volta para ela e ajeitou a postura quando o homem ao seu lado parou de falar e arrumou o terno caro com cuidado.

— Nós não precisamos de outro de vocês na cidade — disse a mulher sentada duas cadeiras à direita de Jade. Ela já havia passado de seus cinquenta anos, isso era fato, mas estava bem melhor conservada se comparada aos outros membros do conselho que vieram junto dela para a reunião. — Já não basta Caim mandando e desmandando pelas ruas se achando um maldito chefe.

— Todos sabemos que não é bem isso que acontece, Ophelia — Liam olhou para a velha bruxa e a encarou com aquele maldito sorriso. Virou-se para Caim, o seu irmão mais velho, e inclinou a cabeça, misturando a pena e o desgosto em uma única olhadela. — Sem querer ofender, maninho, mas você perdeu as rédeas da situação há muito tempo. Não é à toa que todas as criaturas estão andando de um lado para o outro, tramando atos de rebeldia e desafiando os caçadores. Aquela cidade precisa de um outro Velori, um com pulso firme, pra ajudá-la a entrar nos eixos novamente.

Rhaella, a representante dos vampiros naquele conselho, imediatamente deu uma gargalhada e fitou o mais novo com raiva comedida.

— Você está mesmo se auto elogiando, garoto? — ela riu novamente. — Não sei o que se passa nessa merda da sua cabeça, mas não iremos aceitar outro Velori nas ruas de Worden. Os sobrenaturais já não conseguem mais viver em paz. Há sempre uma droga de um caçador em toda esquina com esse mesmo olhar que você, esperando o menor movimento fora da linha pra nos matar e eu não vou permitir que isso aumente ainda mais.

— Vamos estabelecer e delimitar bem os nossos limites, Rhaella — disse Nicholas, o encarregado por manter a “ordem” na reunião e por tudo o que se referia ao sobrenatural naquele grande departamento em Londres. O homem se desgastava mês após mês, ao passo que os representantes do conselho ficavam cada vez mais incontroláveis e novos membros eram adicionados às reuniões sem mais nem menos, como era o caso de Liam e Jade Velori. — Você está aqui para ver o que é melhor para a sua espécie e dar somente opiniões, e não ditar regras; portanto limite-se a isso.

A vampira se calou, mas Jade pôde perceber a fúria nos olhos verdes da mulher. Liam levou as mãos até a boca, camuflando despretensiosamente o escárnio. Jade revirou os olhos; por mais que gostasse de seu irmão, a sua imaturidade a incomodava.

— Se o garoto quer ir para Worden, deixem que ele vá; não há nada que possamos fazer quanto a isso — Nicholas tornou a falar, agora virando-se para Liam. — Mas eu lhe digo uma coisa, seu pestinha: não iremos tolerar suas gracinhas novamente, está entendido? No primeiro sinal de desobediência ou quebra das regras, você será expulso imediatamente da cidade, entendeu? E foda-se se você é um Velori ou filho do papa, eu não ligo.

O homem se levantou de sua cadeira, à ponta da mesa, e virou-se para a dúzia de pessoas ali presentes: — Bem, acho que por hoje é só isso. Liam, vá fazendo suas malas. Amanhã teremos uma breve reunião sobre o carregamento de alimentos e bolsas de sangue antes da volta de vocês à cidade — Nicholas caminhou até a porta de vidro e virou-se para os convidados uma última vez. — E Caim, por favor, controle os seus irmãos. Isso aqui não é a porra de um circo; na próxima vez quero somente os membros do conselho. Sem familiares.

Jade ignorou a fala do homem. Ela nem ligava para aquelas reuniões, só estava ali para se certificar de que seu irmão não fizesse nenhuma merda e saber porquê estava tão empenhado em conseguir voltar para a cidade de Worden. Bem, ela tinha uma leve ideia.

Os representantes do conselho foram saindo aos poucos. Bastien, o metamorfo, a encarou de cima a baixo e sorriu de canto. Talvez Jade deixasse que ele a visitasse a noite, se estivesse de bom humor. Ela olhou de canto, completamente séria, para o irmão mais novo e este imediatamente entendeu o recado. Sentou-se novamente na cadeira e, após Caim sair e fechar a porta, revirou os olhos para a irmã.

— O que foi agora? — ele perguntou. — Deu de me seguir também, é?

— Eu não ‘tô te seguindo, seu imbecil. Cheguei há duas semanas em Londres e estava dando uma volta antes de ir embora amanhã. Eu nem ia vir, mas Caim me contou que você participaria da reunião e eu fiquei um pouco curiosa pra saber o porquê — ela contornou a mesa de vidro e parou atrás da cadeira em que o irmão estava sentado, virando-a para que ele olhasse em seus olhos. — O que você quer com tudo isso, Liam?

— Eu não estou tramando nada, Jade, pode ficar tranquila — ele permaneceu inabalável.

— Tranquila? Como posso ficar tranquila com você em Worden? Esqueceu que fui eu quem te tirou de lá da última vez, quando você foi expulso por matar uma bruxa que não tinha feito nada de errado? — ela estava séria, mas preocupada. — Não, acho que você não esqueceu. E pelo visto também não tirou da cabeça essa ideia maluca de querer descontar nos outros o que fizeram com nossa mãe — ela abaixou a cabeça ao prosseguir. Aquele assunto mexia muito com ela. — Eu sei que é difícil e eu também tinha vontade de fazer isso, mas você precisa superar, Liam...

Superar? — o garoto empurrou a irmã para trás e se levantou bruscamente. Deu alguns passos e virou-se para ela novamente. — Que bom que você conseguiu superar, Jade. Você é mesmo uma pessoa muito evoluída, meus parabéns; mas eu não consigo. Eu não vou e nem quero superar — ele suspirou — Você e Caim já eram grandinhos, mas eu não. Eu cresci sem uma mãe por causa deles. Você sabe como é não se lembrar de sua própria mãe? Então não me venha com essa agora, okay?

Jade abaixou a cabeça e encarou os seus coturnos. O que Liam dizia era verdade e ela entendia, mas não tornava mais agradável ou aceitável o que ele estava querendo fazer. Mesmo com toda a sua rebeldia, ofensas e imprudência, ela se importava com o irmão, do contrário aquela ideia não teria surgido em sua mente.

— Então eu vou com você — disse, por fim.

— Ah, mas nem pensar — Liam bateu o pé no chão. — Eu não vou deixar.

— Você não tem que deixar nada, irmãozinho. Eu já não tenho mais nada pra fazer aqui e de agora em diante, me certificar de que você não se meta em encrenca será a minha prioridade e única função naquela maldita cidade.

— Eu te odeio, Jade. Céus, como eu te odeio — a Velori riu quando o irmão deu novamente as costas para ela e caminhou marchando até a porta, de cara fechada e xingando baixinho, como o garoto mimado que era. — Foda-se você, o Caim e essa merda de cidade.

Ao fechar a porta e seguir pelo corredor, Liam deixou a irmã sozinha na sala, absorta em seus próprios pensamentos e receios. Ir até Worden definitivamente não estava em seus planos, mas não havia nada que pudesse fazer naquele momento. Se havia uma coisa que poderia tirá-la de qualquer lugar e fazê-la mover céus e montanhas, esse algo era a sua família. Querendo ou não, Liam sempre seria o seu irmãozinho. Com sua cabeça quente, orgulho e narcisismo escancarados; mas ela não se diferenciava muito dele nestes quesitos, na verdade. Ele agora precisaria de sua ajuda, e ela o seguiria até o fim do mundo, se fosse preciso, para garantir que o mesmo não destruísse a própria vida — e possivelmente a de outras pessoas — no caminho.

Jade tirou a jaqueta de couro do encosto de sua cadeira e fez o mesmo trajeto que o irmão. O percurso de vinte minutos até o hotel que estava hospedada passou relativamente rápido, em se tratando do trânsito de Londres em horários de pico como aquele. Ela olhou pela janela do táxi durante todo o caminho, pensando no que seria de sua vida dali para a frente. Jade sabia que não poderia cuidar de seu irmão por muito mais tempo, mas o faria enquanto pudesse. Ela só rezava para que ele mudasse de ideia ao chegar lá e não se machucasse tanto com seu próprio ódio e sede de vingança.

Ao chegar no hotel, pagou o taxista e ainda com a jaqueta em mãos, desceu do veículo. Passou como uma bala pela recepção, pegou o elevador e em poucos minutos chegou em seu quarto. Tudo o que desejava era um bom banho, mas isso podia esperar. Durante todo aquele tempo, ela pensou em contatá-lo, só não sabia como iria contá-lo a novidade. Se tinha alguém que poderia tornar a sua experiência na cidade de Worden mais agradável, esse alguém era ele.

Ela pegou o seu celular e discou o número. Uma atendente perguntou o seu nome e ela respondeu “Jade Velori” com os olhos revirados. Aguardou impacientemente por cerca de três minutos, xingando Deus e o mundo pela demora. Por vezes esquecia do quão obstinados os governantes poderiam ser quando o assunto em pauta era impedir que os moradores de Worden se comunicassem com o mundo exterior.

Puta merda, é você mesmo? — perguntou o seu melhor amigo, Michael Wang, do outro lado da linha. O entusiasmo era nítido em sua voz, de uma maneira que ela vira raras vezes em sua vida, então ela respondeu na mesma dosagem.

— Não, é o papa — ela riu sozinha.

Ah, me desculpe, senhor, mas eu não sou religioso.

— Para de graça. Sou eu mesma, Jade — ela sorriu novamente e focou no assunto que a havia levado a fazer aquela ligação. — Eu tenho uma novidade para te contar e espero que não caia duro no chão. Estou indo para Worden amanhã, junto dos membros do conselho e de meu irmão. Acho que ele vai fazer merda e preciso impedir que isso aconteça — ela suspirou. — Espero que me ajude a não surtar. Prepare alguma coisa pra mim, viu? Tenho muita coisa pra contar.

[...]

Londres, 05 de outubro de 2019.

Se Jade Velori pudesse voltar no tempo, certamente voltaria para quando decidiu seguir o seu irmão até a cidade de Worden. Nos dias atuais, ela o puxaria pelos cabelos e o impediria imediatamente de viajar para lá; isso teria poupado muitos dos desastres e dores de cabeça que aconteceriam posteriormente. Era praticamente impossível de acreditar que, em um único mês, o seu mundo todo havia virado de cabeça para baixo. Jade agora estava completamente sozinha ali, entrando no território do que agora seria o seu inimigo. Ele só talvez não sabia disso ainda.

A caçadora atravessou o imenso hall de entrada e parou em frente à mesa. À sua volta, erguiam-se pilares gigantescos, elevadores chiques e uma grande escada, mais à frente de onde estava agora. O “complexo W”, como era chamado, abrigava grande parte das questões que envolviam a cidade de Worden e os sobrenaturais, desde as pesquisas até o centro de treinamento para soldados. De tamanho semelhante ao de um shopping, era comum que seus visitantes se perdessem diante de tal grandiosidade, mas Jade viera ali por um motivo bem diferente.

Quem lhe dera ela pudesse se dar ao luxo do deslumbre. Tudo o que sentia no momento era o medo; e as borboletas em sua barriga não lhe davam folga.

Me desculpe por fazê-la esperar. Espero que não tenha sido muito tempo.

Jade assustou-se e se virou de supetão. À sua frente estava Nicholas Johnson, e ela não poderia ter ficado mais confusa ao ver a expressão do homem. Quando fora chamada por ele até o complexo, centenas de ideias passaram por sua cabeça, indo desde um curto sermão até o seu assassinato, mas nunca um sorriso gentil como aquele. Nunca.

— Ah, não, eu acabei de chegar, na verdade — respondeu. — Imagino que tenha me chamado para saber o motivo de minha saída de Worden, não?

— Na verdade, não — ele sorriu novamente e ajeitou o jornal que segurava embaixo do braço. — Eu soube o que aconteceu com seu irmão, espero que você esteja bem com tudo isso. Uma coisa dessas acontecer com um Velori é inimaginável, não é mesmo?

— Sim, é bem difícil de acreditar — ela sorriu de canto, escondendo a dor e a raiva que sentia em seu interior. — Mas não consigo acreditar que me chamou aqui só para isso.

— Você é esperta — Nicholas estalou os dedos e um de seus homens apareceu atrás dele, entregando-lhe uma pequena pasta suspensa e voltando para o seu lugar logo em seguida. — Bem, eu soube o que você e seus colegas andaram fazendo na noite passada, e não poderia ter ficado mais decepcionado com vocês. Com o seu amigo, o Sr. Wang, em especial — ele abriu a pasta e tirou uma folha, analisando-a com cuidado. — Toda uma vida pela frente desperdiçada em favor dessas criaturas... É bem difícil de acreditar no que aquela cidade faz com as pessoas. É coisa de louco.

Jade inclinou a cabeça. Não sabia distinguir seus sentimentos, mas certamente o medo figurava como o maior deles, à medida que a conversa tomava um rumo absurdamente estranho para ela.

— Quando os soldados voltaram da extração e me contaram do acontecido, eu fiquei chocado. Muito chocado, na verdade, com a burrada que vocês fizeram; então fui até a sala de arquivos e procurei fundo até achar isso — ele entregou não só a folha, mas toda a pasta com alguns outros papéis e fotos para Jade. — Eu sei que é difícil para processar, ainda mais em um momento como esse e com o que aconteceu com seus irmãos, mas enfim... Meus sentimentos. De novo.

Jade não prestou atenção no que o homem disse, apenas leu o conteúdo da folha e imediatamente desabou. Em letras datilografadas lia-se as palavras “certidão de óbito” no cabeçalho, e logo abaixo, todos os dados de Michael.

O vômito veio à sua garganta e os olhos marejaram, mas ela não permitiu que nenhum dos dois saíssem para fora. Permaneceu no mais completo silêncio; suas pernas ficaram bambas e ela se apoiou na mesa da recepção atrás dela, tentando se recuperar ou entender o que estava acontecendo e processar todas as informações que vinham como uma avalanche em sua cabeça. Até que ela viu as fotos.

Na primeira delas, Mike estava deitado no chão, envolto em uma poça de sangue e com vários machucados pelo corpo, na barriga em especial. A segunda era de seu rosto. Jade não conseguiu o reconhecer por baixo das fraturas e machucados que ali haviam. Ela nem mesmo percebeu quando as lágrimas deslizaram por suas bochechas, elas só o fizeram; e foi impossível controlar.

O que ela mais temia havia acontecido. A caçadora levou as mãos até o seu colar e fechou os olhos enquanto o alisava.

— Sabe, eu não consigo entender como vocês dois se meteram nessa enrascada. Logo vocês, caçadores exemplares — Jade se conteve para não avançar no homem, que despejava todo o seu cinismo e sarcasmo em cima de seu corpo imóvel e abalado. — Mas cada um deve saber lidar com suas escolhas. Com as consequências delas, principalmente.

A Velori abriu a boca, mas subitamente um barulho altíssimo tomou conta de todo o ambiente. Era como uma sirene de polícia, absurdamente desconfortável, que vinha acompanhada de luzes vermelhas que piscavam em grande parte das paredes de todo o complexo. Em sua mente, Jade formou um único pensamento: algo estava errado ali. E não demorou para que ela soubesse o que era.

Inúmeros guardas desceram pelas escadas, carregando várias armas, mas não atiraram em momento algum. Ela soube o porquê no instante em que pôs os olhos neles. Não reconheceu todos, mas retribuiu com medo o olhar angustiado e aterrorizado de Lullaby, a sereia que havia conhecido na reunião em Worden, um dia antes. Ela não estava sozinha, havia mais alguns com ela, correndo até o extremo oposto do hall, mas Jade não teve tempo para reconhecê-los também.

Nicholas virou-se para ela, disfarçando o olhar enraivado e agora com falso comedimento. Sua postura era séria, quase inabalável, mas ela sabia que, se pudesse, o homem a mataria ali mesmo. Talvez ele o faria.

— É realmente uma pena que isso tenha que acontecer assim, menina — ele balançou positivamente a cabeça e imediatamente todos os seus seguranças sacaram suas armas e apontaram para Jade, que não piscou ou saiu do lugar. — Mas esse é o fim da linha pra você.


Notas Finais


。。。✯ꜜespero que tenham gostado. eu não tenho um cronograma de postagem pra essa fanfic, mas planejo postar alguma coisa entre um capítulo e outro da minha outra história pra não ficar muito tempo parado.
。。。✯ꜜnovamente, parabéns emily, te amo. obrigado por ter criado a jade e ser essa pessoa maravilhosa, vei.

formulário: https://forms.gle/Jb2V9wP9T6dKk4nt7
jornal de aceitos de eoe [com os faceclaims]: http://fics.me/18638177
até a próxima <3


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