História Age of Kings (NoMin Vers.) - Capítulo 2


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Tags Abo, Fantasia, Gelo, Idade Média, Jaehyung, Jaemin, Jeno, Nomin, Renjun, Taeyong, Terra, Yuta
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Palavras 2.629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Incesto, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hiii, aqui é a Seven!!!

Fiquem agora com o primeiro capítulo dessa série, espero que gostem!! <3

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Age of Kings (NoMin Vers.) - Capítulo 2 - Capítulo 1

A viagem fora turbulenta e desagradável. O Anão Usurgu Ventofrio era um ótimo piloto, ele era mesmo! Tanto que os primeiros dois dias de viagem sucederam-se como o esperado, porém, ao se aproximar dos terrenos remotos do Sul, que as coisas se complicaram. Uma tempestade de neve quase os fez perder o curso. Entretanto, para tristeza de Jaemin -ele que, bem lá no fundo, desejava que o Capitão Ventofrio não fosse tão genial no comando de seu zepelim-, pousaram em segurança no ponto de desembarque da planície Montanhas de Gelo Celeste, ao noroeste do reino do Sul. 

 

A rampa do zepelim fora estendida, levantando um pouco de neve aos quatro ventos, nada que atrapalhasse o desembarque das infinitas bagagens do príncipe. Assim que suas botas de couro tocaram o solo congelado de Gelo Celeste, Jaemin encolheu-se de frio; não era como os invernos de Terra Brada, presenciava um frio avassalador. Seus dentes se chocavam um contra os outros enquanto abraçava os próprios braços, protegendo o peito de tamanho impacto congelante. Nem mesmo seu lobo poderia protegê-lo de tamanha queda de temperatura.  

 

Era noite, uma carruagem o esperava a poucos metros do zepelim. O príncipe praticamente correu para a carruagem, ignorando a recepção dos homens altos protegidos do mortal frio por casacos de peles de animais. Não era muito a favor de matar um animal para ter sua pele, no entanto, como Jaemin desejou ter um casaco desses no momento. 

 

— Eu sabia que iria se esquecer! – E como mágica, um casaco feito de fios de ouro e lã de ovelha-brada lhe fora depositado sobre o colo com o maior cuidado. Os olhos de Jaemin dobraram de tamanho, era Yuta o homem a entrar em sua carruagem.  

 

Seu anjo da guarda particular.  

 

— Pelos Deuses, Yuta! – O coração se aqueceu e não pode conter o impulso de abraçar seu servo. — Mas como? Eu... – Lembrou de não ter saído de seus aposentos em nenhum momento, sendo assim, não percebera a presença do serviçal.  

 

— Sua mãe convenceu o rei que sem mim, provavelmente o meu senhor atearia fogo no castelo de Zullämar. – Escondeu o sorriso com uma das mãos. Por outro lado, Jaemin não deixou de rir, realmente contente em meio a todo caos. — A propósito, que apresentação terrível aos guardas do rei, meu senhor. Tenho certeza que o geral Lobo-Cinzento não deixará sua audácia passar despercebida aos olhos de Vossa Majestade. – O caçula de Terra Brada revirou os olhos. Ele pouco se importava com a opinião do rei. Até seria bom, quem sabe não desistiram do tal casamento.  

 

A carruagem puxada por cavalos-morto-vivos passou a andar. Sem demora chegaram à muralha do castelo. A mesma feita de pedras encaixadas perfeitamente entre si, tão gigantesca como a do reino de seu pai. Contudo, extremamente assustadora. 

 

Zullämar mais parecia uma masmorra!  

 

Os Deuses pareciam insatisfeitos com a mudança de Na para as terras do Sul, pois enfrentavam uma forte tempestade de neve. Haviam guardas por todos os lados, tanto em forma humanoide como a de um lupus, eles mantinham os arredores do castelo protegido de ataques de metamorfos-renegados e outros animais perigosos da região congelada. Pois, nem de longe, a natureza do sul era acessível e receptiva como a do norte.  

 

O gigantesco portão de aço fora aberto para dar passagem a carruagem real. Do lado de dentro dos muros, um extenso jardim congelado foi a primeira paisagem captada pelas orbes brilhantes do príncipe. Nos limites do jardim, estava o castelo, erguido com o mesmo material da muralha; Jaemin contou, no mínimo, cinco andares de uma torre para a outra e quatro andares na região central do castelo. Gigantesco. Intimidador! A carruagem parou de frente para a porta de madeira, a mesma quatro vezes a altura do jovem príncipe.  

 

Encarou a superfície envernizada com o pescoço esticado aos céus. Neste momento engoliu em seco, intimidado. A realidade lhe atingindo em cheio; ele estava prestes a conhecer sua futura “família”. Prestes a conhecer seu futuro marido.  

 

— É... Aqui estamos! – Disse com falsa determinação.  

 

— É o que parece, meu senhor. – Yuta arqueou a sobrancelha púrpura, notando o tripudiar na voz do jovem. 

 

Havia um guarda de cada lado da porta, não tão estupidamente gigantescos como a superfície de madeira, porém, ainda sim, muito altos. O medo invadiu-lhe de maneira surpreendente. Ora, não se intimidava em desafiar um alfa de Terra Brada para combate com arco e flecha, mas tremia-se todo na presença dos guardas lupus de Zullämar. Que vergonhoso!  

 

— 'Tá legal, acho que eu esqueci uma coisa no zepelim. – Deu meia volta. — Será que podemos vol--– Fora impedido por apenas um dos braços fortes de Yuta, enquanto, atrás de si, a porta de via dupla se abria, acertando-lhe em cheio com um vapor quente. Daqueles aconchegantes, provenientes de uma desejável lareira capaz de espantar o gelo de seus ossos. Sem tirar o delicioso aroma de banquete, o mesmo fez seu estômago reclamar, ansiando por mais de onde vinha aquele aroma quase que divino. — É... Talvez não seja tão ruim dar uma entradinha. – Deu o braço a torcer, desfazendo-se do membro alheio, ele ajeitou seu traje de frio, por fim, sendo levado para dentro de um castelo espantosamente aconchegante do lado de dentro.  

 

Yuta sorriu, balançando a cabeça negativamente. Seria uma longa temporada. 

 

O hall de entrada possuía carpete vermelho, armas penduradas nas paredes, quadros das diferentes gerações de líderes do Sul, alguns móveis rústicos; de fato, um lugar bem decorado.  

 

Claro, só se fosse para um chalé do campo, pensou maldosamente.  

 

Do lado direito, avistou a sala de visitas, a mesma com alguns sofás dispostos, um bar amplo e algumas estantes de livros; do lado esquerdo, a porta estava entreaberta, mas não precisava ver para saber que aquela, definitivamente, era a sala de jantar. 

  

De frente para os seus olhos, avistou uma lareira quentinha, abaixo de um gigantesco quadro da família Lee. Sentado ao trono estava o rei, um homem diferente de seu pai, musculoso e realmente muito bonito com seus cabelos negros e olhos azuis; do seu lado esquerdo estava a rainha, uma jovem mulher de cabelos tão longos e negros quanto os de sua mãe, adornada por joias e tecidos de alta costura como toda rainha legítima; do lado direito, o primogênito, este Na conhecia bem, seu amigo de infância, Jaehyun, tão rebelde quanto ele próprio, adorava passar os verões em seu reino quando jovem; e, por fim, sentado no colo do pai estava o pequeno caçula dos Lee. Seu futuro marido retratado ainda na infância. Uma infância feliz, ao que parecia, ele sorria radiante. Um sorriso muito bonito, por sinal. 

 

— Perdão a minha completa displicência! – O mordomo da família real tomou a atenção para si, apoiado ao corrimão do andar superior, um espaço livre antes dos corredores superiores, no topo das duas escadas laterais a lareira, dispostas -uma- em cada extremo do cômodo principal. — Estou organizando os últimos detalhes para o solstício de inverno, já que a rainha se encontra presa no Monte-Geada por conta da tempestade. – Explicou o homem esguio, vestindo trajes formais, luvas brancas e sapatos muito bem lustrados. Ele desceu as escadas pelo lado direito, pondo-se de frente para o príncipe e seu fiel serviçal. — Chamo-me Taeil. Moon Taeil VII, mordomo da família real, conselheiro da rainha e costureiro nas horas vagas... Ao seu dispor, vossa majestade. – O homem se curvou. 

 

— Obrigado... Eu acho. – Na respondeu com um manear. — Bem... Taeil? Se não for pedir demais, eu realmente gostaria de acomodar-me em meus aposentos. Eu e meu servo tivemos uma longa viagem até aqui e eu gostaria de me banhar antes do jantar.  

 

— Oh, sim, mas é claro! Sigam-me por aqui. Eu tomei liberdade de pedir  aos lacaios que subissem suas malas. – Disse o homem, indicando o caminho feito por ele poucos segundos atrás. — O castelo parece meio vazio a princípio – Continuou o homem. —, mas é por razão da tempestade. Logo a sua realeza chegará para o banquete de boas-vindas ao senhor. – Explicou o mordomo, parando ao lado de uma das portas dos vários corredores do segundo andar. Graças aos Deuses não o colocaram no quarto ou quinto andar, pensou Jaemin. Um ponto para os Lee. — Aqui está, um quarto não muito longe das escadas, especialmente para que o senhor não se fadigue procurando pelo caminho correto. – Sorriu abertamente, entregando a chave do cômodo. — Acredite, é muito fácil se perder neste castelo! – Na não duvidaria do mordomo. — O banquete será servido às oito horas. Por favor, não se esqueça: o rei repudia atrasos a mesa... E em nome de minha rainha, espero que se sinta a vontade! – Disse por fim, deixando-o a sós com o seu criado.  

 

— Por que será que eu tenho um terrível pressentimento sobre esta família? – Na Jaemin perguntou ao metamorfo, do lado de dentro do quarto amplo, decorado da mesma maneira que em Terra Brada. Um presente da rainha para que Jaemin pudesse se sentir em casa.  

 

— Dê uma chance a eles, meu senhor – Aconselhou Yuta. — Pode ser que se surpreenda.  

 

— Hm! – Deu de ombros, seguindo ao banheiro, o que mais queria no momento era poder se livrar do frio que penetrava sua alma.  

 

Exatas sete e quarenta e nove da noite, Jaemin se encontrava na sala de visitas, fazendo como Chenlee gostava de dizer muitas vezes: o reconhecimento do local. E, que os Deuses lhe perdoasse, mas cada vez mais Jaemin se convencia que o castelo do Sul era uma cópia idêntica da casa do campo de sua família. Os animais empalhados na parede, armas de caça, suvenires de aventuras... Só faltava sua tia Penny aparecer vestindo seu casaco de estampa de onça-de-gola, fofocando sobre as damas ômegas estarem cada vez mais atiradas nos períodos de lua cheia.  

 

Percebeu certo movimento, a porta principal se abrira. Sem querer dar as caras antes de começar o banquete propriamente, Na espiou pela fresta da porta. Um grupo de jovens se desfaziam de suas vestes pesadas. Caçadores? Carregavam armas consigo. Mas não tinham a áurea de quem tinha acabado de caçar lebres do bosque... Em seus aspectos luminosos estava a sede por sangue. Na Jaemin sentiu com clareza. 

 

— Eu falei que seria moleza dominar aquela aldeia de betas nojentos – Disse o mais alto dos cinco.  

 

Os rapazes estavam todos de costas para si, então não pode ver o rosto de nenhum. A única certeza de Na era que seu futuro marido estava entre eles.  

 

— Agora esses malditos aprenderam a lição que não devem surrupiar nosso reino. – Um deles riu, gabando-se.  

 

O mais quieto dos cinco parou por um momento, farejando o ar e tomando atenção dos demais para si.  

 

— Mas que cheiro é esse? – Perguntou o rapaz loiro, confuso. Desnorteado. 

 

— Mas claro... – Bufou um deles, descontente. — Isso quer dizer que ele está aqui. – Rosnou. 

 

Como é? Ele? Quem ele pensa que é para se referir ao príncipe de Terra Brada com tamanha hostilidade? 

 

— Mas já? – O loiro pareceu surpreso.

 

  — Parece que o Rei do Norte não perdeu tempo para se livrar do lado mais fraco da família. – Continuou ele, cuspindo seu veneno.

 

Jaemin puxara as mangas para cima, pronto para se meter em confusão. Ora essa de onde saíra este blasfemador que ao menos o conhecia?! Queria xinga-lo, colocá-lo em seu lugar, entretanto, fora impedido por uma voz feminina que tomara a atenção de todos para si.

 

— Mas o que vocês estão fazendo aqui? – Uma linda mulher apareceu da sala de jantar, ela vestia um longo vestido vermelho, muito bem desenhado. Provavelmente aquela era a rainha, um pouco mais velha agora. — Vamos, o rei os aguarda! – Apressou os rapazes para o cômodo oposto ao que Jaemin se encontrava.  

 

— Suponho que devamos ir para a outra sala, meu senhor. – Sugeriu o servo.  

 

— Temos mesmo que ir? 

 

— Acredito que não tenhamos outra escolha. – Constatou o servo, tão incomodado quanto o príncipe.

 

Odiara a hostilidade do Sul. Era como diziam: a primeira impressão é a que fica.

 

O príncipe concordou com um manear, enchendo o peito de coragem, surpreendendo até mesmo Yuta. Ele caminhou até o mordomo, o mesmo lhe esperava do lado de fora da sala de jantar, Taeil lançou-lhe um sorriso satisfeito. Oito horas em ponto. Um ótimo começo para o príncipe, mostraria ao rei seu respeito e gratidão ao recebê-lo em suas terras.  

 

— Se me permite anuncia-lo... – Na concedeu a permissão com um manear, ajeitando seu traje real na cor de seu reino, dourado. — Apresento, vossa majestade, príncipe Na Jaemin. Primeiro em sucessão ao trono de Terra Brada. – A porta dupla fora aberta, revelando uma mesa longa, repleta por boa comida.  

 

Ao redor da mesma, haviam conselheiros do rei, duques e condes, acompanhados por seus cônjuges. Vestidos de maneira impecável para o evento, todos os presentes se levantaram de suas cadeiras, contemplando a chegada do príncipe do norte. De uma ponta da extremidade estava o rei, da outra a rainha. O frio fizera bem à beleza dos soberanos do Sul, pareciam tão jovens aos olhos do príncipe, combinando seus trajes na cor vermelha.  

 

— Príncipe Na! – Saudou o rei, estendendo os braços, receptivo. — Como está crescido... Lembro-me da última vez que o vi, era apenas uma pequena semente e hoje uma linda flor a desabrochar. – O rei se aproximou, simpático como sempre, bagunçou os fios castanhos com suas mãos tão gigantescas como as de seu pai. Neste momento sentiu-se acolhido, principalmente quando a rainha beijou-lhe o topo da testa e indicou o lugar ao lado do rapaz de fios negros e pele extremamente branca.  

 

— Creio que não se lembre de nosso filho... – Indicou a mulher e o rapaz se virou em sua direção. 

 

O coração de Jaemin bateu mais forte.  

 

— Este é o nosso filho, Lee Jeno. – Completou o rei, colocando-se atrás do caçula do sul, enquanto a rainha continuava atrás do caçula do norte. 

 

Os olhos azuis como gelo vieram de encontro aos olhos castanhos feito terra. Um perfeito contrastes. Jeno, agora crescido, tornara-se um rapaz alto, provido de músculos visíveis sem muito exagero, lábios rosados curvados em um sorriso diplomata. Na não sabia se era apenas impressão sua, mas o semblante enrijecido do outro príncipe de nada lembrava o encantador semblante do menininho retratado no quadro. No fundo dos olhos cristalinos, Jaemin enxergara sede por vingança e mais ao fundo, um rapaz perdido em amargura. Suas mãos, mesmo que limpas, exalavam o ferroso aroma carmesim.

 

Diferentemente dos pais, Lee Jeno não lhe passava um bom sentimento.  

 

Engoliu em seco, pareciam se encarar durante uma eternidade, analisando cada mínimo detalhe, como os trajes de caça de couro negro do filho do sul, em contraste a delicada seda dourada, costurada a mão, do filho do norte. 

 

Dois polos opostos, cruzando seus caminhos pela primeira vez.  

 

Jeno foi o primeiro a quebrar o contato, curvando-se minimamente em sinal de respeito. Na fez o mesmo.  — Seja bem-vindo – Escutou pela primeira vez a voz alheia, lhe causando arrepios por toda a espinha. Seu lobo reagiu de imediato, provocando oscilações em seus batimentos cardíacos. Diferentemente de Na, seu lobo parecia gostar do que via. E Jaemin não fora o único a constar o fato; o sorriso de Jeno se alargou, encantador. — Gostaria de me acompanhar? – O filho do Sul, muito cavalheiro, afastou a cadeira para Jaemin se sentar. 

 

— Que comece o banquete! – Bradou o rei, satisfeito com o que seus olhos viam. 

 

Mas para Jaemin, aquele era um mundo completamente desconhecido. E o desconhecido não lhe satisfazia em nenhum requisito, mesmo que, em tese, desejasse desbrava-lo. Por mais agradável aos olhos -principalmente aos olhos de seu lobo- que Lee Jeno pudesse parecer, algo dentro de si gritava por perigo.  

 

Pois superfícies de gelo são traiçoeiras, podem esconder crateras profundas, uma fina camada que leva a caminhos rodeados por frio e medo, escuridão e perigo. Duas terríveis combinações, dois terríveis destinos. 

 

E os olhos arregalados do ômega não deixavam mentir: preocupava-se com seu futuro.   

 


Notas Finais


Com um homão desses eu não pensaria em desconfiança, me jogava logo nos braços dele e já era... kekeke -msoq , que horror

E então, gostaram? Comentários, favoritos, pão de queijo são todos bem vindos com amor e chocolate quente, pq cai entre nós, tá frio pra porra! De qualquer forma, espero que tenham gostado e nos vemos no próximo! <3



Agora um pouco sobre os principais reinos de AoK:

Terra Brada: É continente onde fica o reino do Norte, conhecidos pro serem bem receptivos, festeiros, conectados aos espíritos da natureza, e muito, mais muito mesmo, ligados ao ouro; (por isso encontramos muitos anões por lá, eles vivem mais para os lados de Vale Voo-Doo, onde estão as minas);

Zullamär: É o continente onde fica o reino do Sul, conhecidos por serem rígidos, territorialistas, e um tanto quanto bárbaros, eles travam uma batalha constante com os renegados, que, no caso, mais tarde vocês vão saber mais, são os betas (por isso eles tem uma relação intima com a guerra, todos os alfas são guerreiros nesse reino... Ah e são os maiores no comercio de armamento)

Ao todo são oito continentes, mas esses ficam para uma próxima... <3


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