História Agente Tiger - Capítulo 2


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags Chaeyong, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Michaeng, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Twice, Tzuyu
Visualizações 44
Palavras 3.152
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii oncesss aí vai mais um cap pra vocês esse foi grande kkkk

Então sem mais delongas boa leitura , desculpe os erros de escrita.

Capítulo 2 - Cap 2


Fanfic / Fanfiction Agente Tiger - Capítulo 2 - Cap 2

Chaeyong Pov's On


Bom para começar minha história vou contar de quando eu tinha 15 anos. Eu tinha um diário,  que eu fiz para colocar os meus arquivos de casos.



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Diário:




Olá meu nome é Son Chaeyong, sou coreana , moro na Coréia e tenho 15 anos de idade bom eu sou como uma pessoa normal que vai para a escola e vive a vida mais tem uma coisa que ninguém sabe....


 Eu sou uma Agente secreta!!!


Bem, falando sério,  eu não se ou uma agente secreta de verdade, pois não trabalho para o governo, nem nada , mais já salvei o mundo de um montão de vezes das garras de gênios do mal e mestres do crime.

Eu sou muito boa em disfarces, invento minhas próprias ferramentas de trabalho  ( que, às vezes, funcionam) e estou acostumada a improvisar em situações complicadas. Acho que a vida de agente secreta é assim mesmo



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Quando era pequena , quase nunca saia de casa , eu não tinha muitos amigos.


Mais voltando...eu começar falando do meu primeiro caso como "agente secreta "


Chaeyong Pov's Off




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 14/01/2014



FLASHBLACK ON



Chaeyong Pov's On 




--Mais o que é isso que você está levando na mochila, menina?--perguntou minha mãe enquanto eu tirava com muito custo a mochila do carro e a colocava nas costas.  Estava superpesada , mais acho que ninguém notou, consegui disfarçar bem.


olhando de relance pela frestinha dos meus óculos escuros para analisar a reação dela.


--suas coisas?!-- respondeu minha mãe, fazendo cara feia e desconfiada. E pelo jeito como ela disse "coisas" eram aquelas, e porque eu tinha tantas coisas.


--Ai, mãe, só um monte de coisas chatas para a excursão da escola-- falei sorrindo, e corri em direção ao portão da escola.


Em caso de interrogatório, ser bem vaga é a melhor estratégia. Se minha mãe quisesse mesmo saber o que tinha na minha mochila, teria vindo atrás de mim e investigado. Mas eu já tinha enrolado um montão em casa, de propósito, pois sabia que ela estava atrasada.


Afinal, uma agente secreta precisa pensar em tudo, e com antecedência.
 


--Bom então aproveite --gritou minha mãe lá do carro, indo embora rapidinho.



Ufa!



Eu não podia contar para minha mãe que minha mochila estava cheia de coisas de agente secreta, ela ficaria uma fera. Quando você é agente secreta, não pode contar para ninguém, pois todo mundo fica megapreocupado  com você saindo por aí para salvar o planeta.



Principalmente minha mãe, que tem ataques quando eu vou a uma loja sozinha.



《》《》《》《》《》《》《》《》《》



O pessoal da minha sala já estava entrando no ônibus da escola para ir ao museu, então fiquei lá para trás e de olho na nossa professora, a senhora Yura, que estava conferindo o nome dos alunos na lista.



Eu já estava vigiando a senhora Yura havia uma semana e tinha certeza que ela era mais um gênio do crime  (ou gênia? ) posando de professora. Eu também sabia que algo aconteceria de muito suspeito no museu.



A senhora Yura planejou a excursão ao museu para o pessoal ver um tesouro famoso,  o " Diamonte Fantasma", um colar com o maior diamante do mundo.  Em geral, as excursões da escola eram educativas, mais o Diamonte Fantasma  não tinha nada a ver com nossas materias, então não fazia nenhum sentido esse passeio.



Então fui investigar a lista de retiradas da biblioteca da escola e descobri que a senhora Yura pegaria dois livros bem suspeitos.



FLASHBLACK ON



Lá estava eu indo em direção a biblioteca indo devolver os livros que tinha pegado para estudar, quando vejo a senhora Yura saindo da mesma carregando alguns livros e ela...,parecia apressada.



Ignorei e entrei na biblioteca e fui devolver os livros, e fui assinar no livro de retiradas da biblioteca  ( para saberem que devolvi o livro) e vi o nome da senhora Yura logo acima , ela tinha pego dois livros cujo os nomes eram ," Hipnotismo para iniciantes"  e "jóias e maldições malditas".



FLASHBLACK OFF



Isso estava me cheirando estranho, e  a segunda obra abordava um tema bastante estranho. Coincidência demais, não é mesmo?



Com certeza minha professora estava armado alguma coisa, e eu precisava descobrir o quê.



Quando chegou a minha vez de entrar no ônibus, a senhora Yura me barrou com sua prancheta.




--Son Chaeyong, pode tirar esses óculos escuros ridículos! --gritou, estridentemente, a senhora Yura, que o ônibus inteiro ouviu. Todo mundo caiu na risada.



Se a senhora Yura suspeitava de que eu fosse uma agente secreta, então mandou muito bem ao tirar a atenção dela para dirigir o foco a mim; isso é bem o tipo de coisa que um gênio do mal faria.



Tirei meus óculos escuros, e a senhora Yura bateu em minha mochila com a prancheta que tinha nas mãos.



-- E o que você trouxe nessa mochila? --indagou-- A pia da cozinha?



A galera do ônibus se matou de rir de novo, mais eu não estava nem aí.



--Meu lanche e meu casaco -- menti. Bom eu tinha mesmo trazido meu lanche,  mas não o meu casaco.



--Minha mãe me mandou trazer o casaco porque pode esfriar-- Quando um professor começa um interrogatório, aprendi que uma boa tática é jogar a culpa de tudo na minha mãe. Assim, eles não falam mais nada, tampouco se dão ao trabalho de ligar para ela confirmar a História.



--Óculos escuros e um casaco! -- repetiu a senhora Yura, dando um suspiro cansado e abrindo espaço para eu passar.


-- Son Chaeyong, você veio preparada mesmo!-- O pessoal riu de novo, enquanto eu procurava um lugar para sentar, no fundão do ônibus.


E falei bem baixinho:


-- É senho Yura, vim bem preparada mesmo -- Disfarcei e coloquei meus óculos escuros novamente.


《》《》《》《》《》《》《》《》《》



Alguns minutos depois que eu subi no ônibus a senhora  Yura conferiu se todos estavam no ônibus fazendo uma chamada.



Depois que fez a chamada olhou em volta e fez uma cara feia, que estava muito engraçada por sinal.




-- Alguém sabe onde está Myoui Mina ?-- fala a senhora Yura alto para que todos de ônibus possam ouvir, por conta do barulho dos mesmos.




-- AQUI!!! -- ouvimos alguém gritar do lado de fora do ônibus.




-- Onde a senhorita pensa que estava ?-- A senhora Yura a interroga fala quando a mesma desceu do ônibus e ficou de pé em frente a menina.



-- No banheiro professora  -- fala ela com  a voz em um tom baixo.



Todos que estavam dentro do ônibus ficaram olhando a menina.



-- Ok Myoui, que isso não se repita de novo -- fala frustrada a senhoraYura , e dá passagem para a menina entrar.




Observo a mesma entrando no ônibus e procurando um lugar para sentar.




Olho para o meu lado e vejo um lugar vazio , olho para ela e aceno para a mesma que vem em minha direção e se senta ao meu lado.


 -- Oi , meu nome é Son Chaeyong e o seu? -- falo e dou um sorriso na tentativa de ser amigável com ela.


Ela me olha tímida e sorri Também.


-- Meu nome é Myoui Mina --fala ela com uma voz bem baixa.


Parando para pensar agora eu nunca tinha visto ela na escola,  então resolvo perguntar se era ela era novata.


-- Eu nunca vi você por aqui, é nova na escola? -- falo para ela e a mesma concorda com a cabeça.


--Oh, então seja bem-vinda -- falo sorrindo e mostrando as minhas covinhas.


Ela dá uma pequena risada, que por sinal era muito fofa e olha para o lado de fora da janela observando a rua.



É então eu acho que é por aqui que acaba a nossa conversa, penso na minha mente.


《》《》《》《》《》《》《》《》《》


Lá no museu, fiquei de olho na senhora Yura e percebi que ela tinha trocado de sapato!


Ela calçava um par de tênis cor de rosa bem brilhante e esquisito, que não combinava com as roupas pretas e meio antigonas dela.



Eu nunca a vi usar tênis antes.


Ela sempre usava um sapato preto bem-comportado. 


Era mais uma pista de que ia rolar alguma coisa suspeita no museu, e eu deveria ficar alerta e não deixar minha professora perceber que estava de olho em cada movimento dela.



Caso contrário, ela poderia praticar suas atividades criminosas em outro dia....


-- Adorei o seu par de tênis senhora Yura -- elogiou Kim Yerim, que está sempre grudada nos professores. 



Eu não gosto da Yerim. Ela é metida e bem chata com quem não é famosa na escola como eu.



-- Ai, muito obrigada,  Yerim -- respondeu a senhora Yura. --Acabei de comprá-lo -- respondeu


--Combina com a senhora! -- disse Yerim, com o sorriso forçado. 



-- Você acha? -- sorriu a senhora Yura, dando uma piruetinha para que Yerim o admirasse. --Nós andamos muito nessas excursões, portanto conforto é essencial-- fala a senhora Yura.


--Ou importante para facilitar na hora da fuga -- sussurrei.


A senhora Yura levantou a abeça e olho para mim com os olhos bem apertados. Ops!


Ela mandou que a gente andasse e explorasse o museu, sozinhos ,  e disse para a gente se encontrar na lojinha de presentes, uma hora depois.


Após meu comentário sobre o tênis, eu sabia que ela ficaria de olho em mim , mas eu é que precisava ficar de olho nela, né?


Fui direto para o banheiro feminino e coloquei uma lixeira na porta para ninguém entrar.



Então, olhando no espelho, vasculhei minha mochila e tirei um vestido florido e uma peruca loira.


Coloquei o vestido por cima da minha roupa e vesti a peruca.



Terminei de me arrumar me olhando no espelho. 



Quando me convenci de que,  finalmente, estava bem diferente coloquei meus óculos escuros e fiz em direção à porta.



PAM!       PAM!       PAM!


Havia alguém do outro lado querendo entrar!


-- Son Chaeyong! -- chamava uma voz bem brava e alta.-- Eu quero entrar agora,  é uma ordem! --


Era Kim Yerim!  E pelo som das risadinhas, estava acompanhada de suas amigas chatas.


Ela deve ter me visto entrar.


Mas, com as janelas cheias de grade, não havia outra maneira de sair do Banheiro.


-- Eu preciso ir ao banheiro e tenho preferência, pois sou mais popul ar que você! -- berrava Yerim, que começou a chutar a porta.


Chequei meu disfarce no espelho de novo e fiquei pensando se resistiria a um exame minucioso. 


Às vezes, ser agente secreta requer pensamentos rápidos e correr riscos.


Então, arrumei minha postura, peguei minha mochila e abri a porta com tudo.


--  Até que enfim! -- resmungou Yerim, que ficou paralizada quando me viu.


-- Que menina mais mal-educada!-- berrei, engrossando a voz para parecer uma adulta.


Até medi Yerim de cima a baixo e apontei o dedo na cara dela, bem autoritária.


-- Acho que vou falar com sua professora! -- falei  e Yerim ficou de queixo caído, e as amiguinhas dela  olhavam para mim, espantadas.


Antes que elas percebecem o que estava acontecendo, saí como uma adulta, irritada. 


Elas não falaram nada e nem vieram atrás de mim.


Eu acho que consegui enganar todas elas direitinho, o que era ótimo, porque eu ainda tinha que ir atrás da professora,  para descobrir o que ela aprontaria.

Pensei: " Será que a senhora Yura quer roubar o Diamonte Fantasma?  Mas por quê? " Gênios do mal e mestres do crime só querem saber de dominar o mundo; então, quais eram as intenções dela, o que faria com um colar velho.

Quando achei a senhora Yura, ela estava saindo da lojinha de presentes com uma sacola marrom. Aquela atitude era estranha, pois ela havia marcado com todo mundo de se encontrar ali mesmo em uma hora.E outra: ninguém vai direto à loja. As lembrancinhas a gente sempre deixa por último, depois de ter passeado pelo museu. Como uma pessoa compra um souvenir de um lugar que sequer viu ainda? !


Eu me escondi atrás de um pilar até a senhora Yura passar por mim , e a segui mantendo uma distância segura ,  escondendo-me ou me jogando de peixinho no chão, e tentando me misturar na multidão. Bem como eu suspeitava, ela estava indo para a sala do Diamante Fantasma e ficou de olho pra ver se não estava sendo seguida.


Ainda bem que estou a seguir suspeitos;  ela não percebeu que estava lá. Na sala do Diamante Fantasma, fiz dois furos em um panfleto sobre o museu e fiquei escondida, marcando cada movimento da senhora Yura, que analisava a jóia. Dali a pouco, ela puxou conversa com o segurança, que estava lá para proteger o colar.


-- E por que o nome Diamante Fantasma? -- interrogou a senhora Yura como quem não quer nada.


Pressenti que ela já sabia a resposta é estava só ganhando tempo ou tentando distrair o segurança. Mais ele estava bem ao lado da redoma do colar, e ela não poderia fazer nada com ele por dentro.


O segurança explicou que, antigamente, se comentava que o centro branco da pedra era o fantasma de um espírito poderosíssimo, que prometia dominar o mundo com aquele que o libertasse do diamante.


UÓÓÓÓÓ!!( Esse é o som do " alarme " que disparou na minha cabeça.)


Ah-há! Meu instinto não falha nunca! A senhora Yura desejava mesmo dominar o mundo , e agora estava prestes a conseguir,  bastava alcançar o diamante do mal , a alguns centímetros de distância.


Enquanto eu imaginava tudo isso , percebi que a senhora Yura abria a sacola marrom e segurava alguma coisa nas mais. Mas, do local em que eu estava,  não conseguia enxergar nem o que ela fazia. Eu não queria me arriscar chegando mais perto;  então vasculhei minha mochila de novo e peguei uma das minhas invenções: o espelho no pauzinho, que pode parecer bem esquisito para um aparelho de agente secreta, mas já me livrou de várias situações perigosas.


Posicionei meu espelho para ver mais de perto o que a senhora Yura estava fazendo e vi que ela possuía uma cópia perfeita do colar com o Diamante Fantasma como pingente. Deve ter comprado a imitação na lojinha. Ela o estava balançando para lá e para cá, de um jeito peculiar....e suspeito.


Eu fiquei tão ocupada vigiando minha professora que nem percebi que o segurança havia parado de falar e estava  com os olhos vidrados no colar falso.


--Hipnotismo para iniciantes! -- chamava quase engasguei.


A senhora Yura virou para mim e me olhou feio , mais entrou em ação. Com o segurança hipnotizado, ela arrebentou a redoma do diamante com o cotovelo, trocou os colares e saiu em fuga, com o tênis cor-de-rosa. Enfiei o espelho na mochila e fui atrás dela , apesar de o vestido florido atrapalhar na corrida e  não conseguir enxergar bem com a franja loira da peruca caindo no meu olho.


A senhora Yura estava escapando!


Logo depois vi Kim Yerim plantada em frente à lojinha de presentes com as amigas. Ela era minha única chance de impedir a senhora Yura de fugir com o Diamante Fantasma e dominar o mundo.


-- Segura a professora! -- berrei o mais alto que pude.


Mas Yerim só deu um sorrisinho e empinou o nariz. Não tenho certeza se ela sabia que eu era ou se ela simplesmente não queria ajudar a adulta que a tinha enfrentado com um dedo autoritário , mas estava na cara que não tentaria parar a professora.


A senhora Yura estava cada vez mas perto da saída;  foi necessário pensar rápido.


Tirei minha mochila das costas , girei-a para ganhar mais velocidade e a arremessei com toda a minha força.


A minha mochila voou pelo ar......e caiu no chão, bem nos pés da professora. As alças deram um nó no parque de tênis cor-de-rosa novinho.


De repente, a senhora Yura se estatelou no chão, e deslizou no piso de mármore brilhante, como se fosse uma bola de beliche humana , indo direto em direção a Yerim e suas amiguinhas. As meninas estavam paradas, pareciam pinos em uma pista de beliche prestes a desabar.


CRASH!


Em uma derrapada ela parou. Aproveitei a ocasião para pegar minha mochila no meio daquela confusão, cheia de meninas resmungonas , e saí de perto.


De repente, todos os seguranças não hipnotizados foram para cima da senhora Yura e , como não sabiam o que havia acontecido, pegaram  Kim Yerim e suas amiguinhas também.


Quando você é uma agente secreta, não pode levar as honras por salvar o mundo, porque então todo mundo saberia quem você é e não teria mais nada secreto nessa história. Assim , na hora em que voltei do banheiro feminino, com minhas roupas normais e meu cabelo à paisana, a senhora Yura estava sendo levada pela polícia.


Todo o pessoal da minha sala estava esperando nos degraus em frente ao museu. Então fui de mansinho até kim Yerim e suas amiguinhas, e elas pareciam bem confusas


-- O que aconteceu? --  perguntei,  com a melhor cara de surpresa que consegui fazer naquele momento.


Umas das amiguinhas caiu no choro, e Yerim só olhou com cara de tédio.


--Uma mulher louca atacou a senhora Yura --  respondeu ela como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.


-- Ah!-- Eu disse -- então por que estão levando a senhora Yura embora? --


Yerim coçou a cabeça.


-- Acho que ela roubou alguma coisa da lojinha...-- ela falou, mas deu para perceber que estava tentando adivinhar -- Eu vi os guardas brigando com ela por causa de um colar, sei lá.  Ela ficou bem brava--


-- Ah, tá -- disse a ela.



-- A escola ligou para os nossos pais virem nos buscar-- complementou Yerim, que olhou para mim com uma cara feia. Ela levantou a mão e puxou um fio loiro bem comprido da minha cabeça.


Ops!



Pequei o fio de volta  e deixei o vento levar o cabelo loiro para bem longe.


Yerim me olhou com cara de poucos amigos e estava prestes a dizer algo, quando ouvi uma buzina familiar. Olhei para a rua e vi minha mãe abaixando o vidro da janela do carro e acenado.


-- vou nessa -- despedi-me, e fui embora rapidinho, antes que ela pudesse chegar a qualquer conclusão.


Joguei a mochila no banco de atrás do carro e me sentei. Vi que Kim Yerim  ainda estava de cara feia nos degraus do museu ,  tentando descobrir se o seu o que ela estava pensando seria mesmo impossível.


-- Que chato foi um passeio tão curto! -- comentou minha mãe, olhando para mim pelo retrovisor -- Deus para ver alguma coisa interessante? --


-- Nadinha ,viu-- respondi, olhando por cima dos óculos escuros.


-- E você ficou arrastado essa mochila enorme para nada -- complementou minha mãe, com tristeza. 



Pensei e , então,  sorri um sorriso secreto.


-- Ah, também não foi assim -- disse , fazendo um carinho na minha fiel mochila.






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