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História Agente Chan - Capítulo 2


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Notas do Autor


Mais um cap com os personagens principais Ji Chang Wook como Chan e Song Hye-Kyo como Yanke. Ao longo da história vou apresentando os personagens pra vcs. Agora vamos ler. Boa leitura!

Capítulo 2 - Ela voltou?


Fanfic / Fanfiction Agente Chan - Capítulo 2 - Ela voltou?

Entrei na cafeteria mais chique que tinha em Vancouver. Nem sei se Connor bloqueou meu cartão. Em minha última missão ele fez isso de sacanagem. Quase nos matamos quando nos vimos pessoalmente. Pedi um Expresso Grande para o caminho e aguardei. Enquanto a atendente preparava meu pedido, assisti aquela porcaria que eles chamam  reality show. Meu celular vibra. Checo meu celular. Droga. Algumas, quer dizer três mensagens do Dr. Connor. Hum…

— Senhor? Seu Expresso Grande.

— Obrigado.

Saindo da cafeteria, caminhei algumas quadras e parei em uma esquina. Meu carro estava estacionado do outro lado. A sensação de ser observado não me passou despercebida. Certo. Sendo observado ou não, vou dar o fora daqui senão vou congelar. Estava frio e acabei correndo para entrar no carro. Tomei um gole de café e quando estava prestes a tomar outro, escuto uma batida suave no vidro do carro. 

— Desculpe, senhor, mas não pode estacionar aqui. É vaga para deficientes.


Sério, Chan? Você se supera, meu caro...


— Desculpe, não vai acontecer de novo.

— Ótimo. Porque na próxima vez, vou te multar.

— Obrigado.


Ninguém merece…


Fui para o hotel em que eu estava hospedado, e acabei jantando no quarto. Já pronto pra dormir eu não parava de pensar em Yanke. Éramos inseparáveis. Éramos a melhor dupla de alunos da nossa mestre de Kung Fu, Dona Masako. E eu acabei me apaixonando pela filha da minha professora de Kung Fu...

— Você continua o mesmo idiota bobão de sempre. — Meu estômago gelou. Merda.

— Merda. O que você quer, Yanke?

— É bom te ver também, Chan.

Me sento na cama pra ver ela melhor. Ela estava com as mãos na cintura. Ficamos um tempo nos olhando até ela se aproximar. Ela está bem. Na verdade, muito bem. Melhor que da última vez que nos vimos. Estava mais gordinha. Eu gosto disso. Ela sempre foi muito magra. Seus pais não deixavam ela comer mais do que os mestre superiores recomendavam e isso a deixava, na maior parte das vezes, com fome. 

Caminhando até a beirada da cama, ela começa a tirar peça por peça de suas roupas. Engulo com dificuldade porque minha vontade era de eu mesmo fazer aquilo. Mas, eu precisava ser cauteloso. Estava em uma missão, e Yanke não estava do meu lado dessa vez. Todas as suas armas e apetrechos digitais foram sendo jogados à medida que ela se despia. Yanke ficou apenas de lingerie. Subindo na cama, ela se arrasta, ajoelhada até ficar próxima o suficiente para me beijar. Seus lábios me beijam tímidos.

— Me desculpa por ter sumido por todos esses anos. — suas mãos percorrem meu pescoço e ombros.

Seu toque era único. Seus braços envolveram meu pescoço num abraço apertado. Corri minhas mãos por sua cintura e pernas. Me lembro bem como é tê-la…

— Onde esteve durante esses anos?

— Shi!

— Não faz "SHI!" pra mim!

— Chan! — ela aponta para os apetrechos atirados no chão. — fecho os olhos, puto de raiva. Por um momento pensei que estivesse completamente só com ela.

— Tudo bem. Eu resolvo isso. — a empurrei pro lado e fui até os celulares e a parafernalha toda que ela tinha dentro dos bolsos da jaqueta. 

Fui até o banheiro, coloquei tudo no vaso e dei descarga. Ouvi passos descalços e meu nome sendo gritado. Voltei ao quarto e retirei num puxão minha camiseta.

— Escuta aqui, Yanke. Eu te perdi uma vez e levei quatro anos pra te encontrar de novo.

— Eu te encontrei.

— Tanto faz. O que eu quero dizer é que não quero e não vou deixar você partir de novo.

— Eu sei. Eu te vi na reserva.

— E o que te fez vir aqui?

— Não quero que se machuque. Esses caras pra quem trabalho são muito ruins.

Eu estava possesso. Além de estar me sentindo um adolescente idiota. Tirei meu abrigo, subi de volta na cama. Me encaixei entre suas pernas e me deitei sobre ela.

— Não, Yanke. Uma coisa que você não sabe fazer é mentir. Fala a verdade pro Chan. Vamos lá... Sabe que não pode mentir pra mim…

— Você é ridículo! Você colocou todos os meus pontos de contato fora! Seu babaca! — beijei seu pescoço e apertei sua bunda, hum…

— Ah, para… Você sabia que eu ia fazer isso. — seus pés me empurravam pra mais perto me dando o sinal perfeito.

— Ah… Chan eu te… odeio.

— Claro que odeia… e não se esqueça que o sentimento é mútuo, querida.

Meus dedos mergulham nela. Seu gemido foi algo lindo de se ouvir e eu estava amando ouvir cada um deles. Que merda eu tô fazendo? Eu tô fazendo uma grande merda, mas eu não consigo parar. Sei que amanhã ela não vai estar aqui. E vou perdê-la de novo. Mas, não quero pensar nisso agora. Quero aproveitar tudo o que posso com ela aqui. Só para mim.


Notas Finais


Favoritem, comentem e divulguem. 💖💖


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