História Agnus Dei - Capítulo 13


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Chichi, Goku, Kuririn, Raditz, Vegeta
Tags Bulma, Dragon Ball, Goku, Universo Alternativo, Vegeta
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Palavras 2.877
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


“quem obedece às suas ordens não sofrerá mal algum, pois o sábio saberá a hora e a maneira certa de agir.”

Eclesiastes 8:5

Capítulo 13 - Quod Absconditum


Kuririn se sentiu derrotado. Dois agentes federais a favor de Goku, e um deles vinha direto da Central, onde ficava Zen oh.

A muito contra gosto, entregou o distintivo e a arma de Goku e o colocou de volta no caso. Leu as instruções de Zen oh e deveria dar a Bulma acesso completo aos arquivos, provas, cena do crime, interrogatórios e o que mais fosse necessário.

Ele olhou para a mulher a sua frente, não parecia uma psiquiatra, muito menos uma agente federal, apesar de levar o distintivo pendurado. Usava um gorro cinza chumbo, uma camiseta do Ramones, calça jeans, que por sinal estava bem justa e tênis. Por cima de tudo isso, um cachecol e um casaco pesado, que ia até a altura do joelho, da mesma cor do gorro.

Parecia uma adolescente.

- Bom! – Bulma quebrou o silêncio – Quando posso começar a trabalhar? Zen oh quer resultados rápidos.

- Goku, mostre à agente Bulma as informações do caso, já que vocês são íntimos. – Kuririn falou com sarcasmo as últimas palavras – Estão dispensados.

- Obrigada chefe! – Goku ergueu a arma e o distintivo, provocando Kuririn.

 

Com exceção de Kuririn, todos que estavam na sala dele foram em direção à sala de reuniões.

- Vocês podem esperar só um pouquinho? – Goku não esperou respostas, puxou Bulma para a sala e a trancou.

Todos se olharam, mas resolveram ficar calados.

- Obrigada... – Goku abraçou Bulma apertado. Quando a soltou a pequena mão branca foi de encontro ao seu rosto.

- Isso é por ter trepado com Mai. – Goku alisava a face que ardia. Ela podia ser menor que ele, mas tinha uma boa direita.

- Me desculpe Bulma, por favor! Me perdoe! – ele acariciava seus cabelos.

- Eu sei que você está sob um intenso stress, mas isso não vai ficar barato. – ela cruzou os braços e o fitou – Você vai ficar um mês sem sexo.

- Um mês?! – Goku quase gritou.

- É para aprender. E se buscar fora você estará fora da minha vida também! – ela ergueu uma sobrancelha – Entendeu, agente Goku?

Ele a surpreendeu com um beijo, ela não resistiu á prisão de seus braços ao redor de seu corpo. Goku a beijava como se fosse a primeira vez, sempre. Era um beijo cheio de desejo, como se estivesse esperado por aquilo a vida toda.

- Entendi, chefe. – ele falou quando cessou o beijo e ela ainda estava de olhos fechados. Goku beijou a ponta de seu nariz e seus olhos. Bulma enfio o nariz no pescoço dele e respirou seu cheiro. Ela adorava o cheiro dele.

- Ótimo. Agora vamos trabalhar. Goku abriu a porta, a sua bochecha ainda estava vermelha, mas ele sorria, como há dias não o fazia. Estava mais do que óbvio para todos, mas ninguém comentou.

- Kami, pode me acompanhar por favor? – Goku ficou sério de repente. O outro concordou com um gesto de cabeça.

 

- Bulminha! – Whis correu para sala ao saber que Bulma estava lá. Eram grandes amigos.

- Oi Whis! – ela abriu um grande sorriso e se abraçaram. Apenas uma pessoa estava séria naquela sala.

Bulma e Whis conversaram brevemente. Whis foi para o lado de Vegeta e falou ao ouvido dele.

- Se ficar olhando Bulma desse jeito quem vai perder os olhos será você. – e deu um tapinha no ombro do agente, que não deixou por menos.

- Ela é minha ex mulher. – e voltou a olhar para Bulma, que o ignorava, pelo menos por hora, pois não falavam do caso.

Ela foi até o quadro onde estavam as fotos das mulheres assassinadas e os relatórios da perícia e legista.

 

Goku entrou no carro com Kami.

- Vamos para outro lugar. – deu a partida e desceu duas ruas.

 

 

“Vegeta puxou a mesa para perto de Blue. Ficou olhando para a bandeja, tentando decidir qual instrumento pegar primeiro. Havia diversos. Pinças, tesouras, bisturis, uma pequena serra, um afastador, agulhas de sutura, porta agulhas, um pequeno aspirador, trépano e uma rugina.

Blue apenas observava. Começava a suar. Vegeta pegou um bisturi grande.

- Você já viu nos filmes, quando os médicos ligam o rádio e uma música legal começa a tocar e eles começam a operar? – mais uma vez ele foi até o armário e tirou um rádio portátil, colocou no chão e plugou na tomada – Eu sempre quis fazer isso! – ele sorriu para Blue, um sorriso demoníaco.

Uma batida lenta começou, ao som de guitarra, um pouco sinistra, na opinião de Blue. Era Dream On, Aerosmith. Blue sabia inglês, ele entendia a letra. Estava distraído, olhando para o rádio, entendendo a música, não notou que Vegeta já não estava lá.

Apenas despertou do torpor quando sentiu uma dor lancinante. Seus tendões, no calcanhar haviam sido cortados. Vegeta foi rápido, um golpe em cada pé. O grito dele combinou exatamente com o de Steven Tyler, a música estava alta.

- Maldito! – ele cuspiu para Vegeta.

- É para garantir que você não tente fugir. – Vegeta foi novamente para trás dele, mas antes avisou – Eu vou fazer um corte no seu pulso, você vai sangrar bastante, mas não o suficiente para morrer, ainda. Se colaborar comigo, eu te deixo viver. – o mesmo bisturi cortou o pulso de Blue, ele se sacudiu na cadeira.

Não conseguia firmar os pés no chão. Sentiu o sangue escorrer pela mão. Era quente, viscoso. Vegeta foi para a cadeira. Sentou-se. Lembrou-se do que fizeram a Raditz.

‘- Furaram os olhos dele, cortaram a língua, as mãos e o crucificaram.  - o policial que estava ao lado do corpo descreveu - Sua boca foi colada.’

- Fale. – ele ordenou Blue. Baixou o som e esperou. Os dois de encaravam, a feição de Blue começou a mudar, ele começou a gargalhar histericamente – Qual a graça? – Vegeta perguntou sério, sem se alterar.

- Fui eu. Eu quem matei Raditz, eu quem  brincou com o corpo dele. Você deveria estar lá, foi um show espetacular! – Blue gritou – Ele se mijou todo, demorou para morrer, era forte. – voltou a gargalhar.

Vegeta fechou os olhos, apertou o bisturi na mão, a imagem de Raditz piscava em sua mente como se fosse um flash. Ele abriu o olhos e encarou o homem a sua frente.

- E como descobriu? Como soube que ele era policial? – ele girava o bisturi nos dedos.

- Você disse que ia me deixar viver seu eu falasse. É verdade? – Blue mudou novamente.

- Sim. – Vegeta respondeu firme, levantou e colocou o bisturi na bandeja e levantou as mãos em sinal de que estava desarmado.

Sentou-se novamente. Blue fechou os olhos e respirou fundo. Se contasse quem foi, Vegeta mataria a pessoa e o deixaria livre.

- Nappa. – ele falou rápido – Foi Nappa quem delatou Raditz. Nós tínhamos um caso e um dia ele bebeu demais e falou. – os olhos de Blue imploravam para que Vegeta o deixasse ir.

- E a família dele? Quem matou? – Vegeta continuava imóvel, mas por dentro estava prestes a explodir e destruir tudo que tinha ao redor.

- Ele fez aquilo. Para provar lealdade a meu pai. – Blue baixou a cabeça, em sinal de rendição e esperou.

- Eu já volto, não saia daí. – Vegeta sorriu e piscou para ele, aumentou o som e antes que Blue pudesse perguntar a porta já estava trancada.

Vegeta entrou na casa pela porta dos fundos, ouviu a televisão. Tinha que passar pela sala, não queria.

- O que você está aprontando agora moleque? – uma voz grossa soou.

- Não te interessa, velho. – Vegeta tirou do bolso da calça um envelope branco e jogou no sofá – Aí esta sua mesada, seu inútil.

- Me respeite Vegeta, ainda sou seu pai! – o homem, iluminado pela luz da televisão esbravejou.

- Infelizmente, você é, mas para mim, não passa de um monte de banha amontoada nesse sofá imundo, comendo e bebendo o dia inteiro. Bêbado, é isso que você é. Sempre foi. Eu tenho nojo de você e nenhum orgulho de ser seu filho, Vegeta. – tinha o mesmo nome que o pai e isso lhe deixava furioso. Mas fora a mãe quem escolheu em homenagem ao marido, que mais tarde se tornaria o maior pesadelo, dos dois.

Não quis esperar resposta. Ele já tinha o dinheiro, era o suficiente. Pegou uma garrafa de água na geladeira e gelo.

- Se você falar alguma coisa, eu mesmo volto aqui e te mato. – Vegeta avisou o pai e voltou para a edícula.

Abaixou o som.

- Você vai viver, segurou o rosto de Blue. Mas jamais se esquecerá de mim. – o sorriso do outro sumiu em um instante.

Vegeta bebeu água. Colocou novas luvas. Pegou um bisturi grande e segurou o rosto de  Blue.

- Sorria, você tem um sorriso tão lindo! – com muita agilidade ele cortou os dois lados da boca. Voltou para a bandeja e pegou uma agulha e linha de sutura. Costurou os cortes junto com os lábios. Um sorriso macabro se fez no rosto de Blue.

Vegeta se afastou, como quem contempla a obra. Voltou para perto do homem e abaixou-se. Tocou em seu pênis, por cima da calça.

- Você usa? – Blue balançava a cabeça e tentava falar, lágrimas começaram a cair – Vegeta abriu a calça e com uma pinça puxou o pênis dele. Foi rápido, quando Blue abriu os olhos seu pênis estava em um saco plástico com gelo. Vegeta estancou o sangue.

Voltou para a bandeja e pegou um bisturi pequeno.

- Fique parado, eu não quero ferir seus lindos olhos azuis. – Blue obedeceu enquanto Vegeta escrevia em sua testa, cortando fundo, a mesma palavra que escreveram em Raditz, ‘JUDAS’.

Atirou nos joelhos a queima roupa. Blue não aguentou, urinou e desmaiou. Vegeta rasgou sua camisa e grampeou no peito o saco plástico com o pênis. Depois usou o trépano para fazer uma pequena lobotomia.

Na frente de um hospital, ele chutou o corpo de Blue para fora do carro e saiu. O corpo ainda ficou uma hora inerte no chão até ser descoberto. Como prometido por Vegeta, ele não morreu.”

 

- Deixa comigo Goku, farei a análise e entro em contato com você. – Kami pegou um saco onde Goku havia colocado o copo encontrado na casa de Chichi.

- Por favor Kami, não fale com mais ninguém sobre isso... – Goku foi interrompido por uma pontada forte na cabeça. Levou as mãos até ela e fechou os olhos. Soltou um grito, sua visão escureceu de repente.

- O que foi Goku? – Kami se assustou. O amigo não falava nada, apenas segurava a cabeça com as mãos.

Alguns minutos, que pareceram uma eternidade, a dor foi diminuindo. Goku estava ofegante, pálido e gotas de suor se acumulavam na testa, apesar do tempo frio. Encostou a cabeça no apoio do banco.

- Goku? – Kami Sama tocou o ombro dele – Tudo bem? Precisa de alguma coisa?

- Estou bem Kami, obrigado. – ele falou de olhos fechados – Ouça, eu devo estar sendo seguido, mas ainda não sei por quem. Tome cuidado. – Goku abriu os olhos, a palidez começava a dar lugar a cor natural da sua pele. Deu a partida no carro e voltaram para o departamento.

Kami entrou direto para seu carro e foi embora. Goku ainda ficou dentro do Impala, sua cabeça doía levemente, mas a pontada que sentiu foi muito estranha. Sentiu como se tivesse sendo levado a algum lugar. Do outro lado da rua os repórteres permaneciam, esperando alguma novidade. Um flash piscava solitário em um canto, outro flash em outro canto.

O agente desceu do carro e parou em um degrau e acenou para eles. Eles correram, em uma disputa alucinada, para ver quem chegava primeiro.

- Agente Goku, alguma informação sobre quem matou Chichi? – uma bela mulher de cabelos castanhos e olhos avelã sorriu para ele depois de perguntar.

- Eu darei apenas uma declaração. – todos ficaram mudos, todos os microfones, celulares, gravadores, câmeras, estavam apontados para ele – Você não é Deus, porque você falhou. – o foco estava fechado no rosto de Goku – Um Deus que falha perde. Você perdeu e eu vou pegar você. Talvez agora você seja apenas um candidato a ir direto para o inferno, eu sei quem é você e eu vou te mandar direto pra lá. – Goku virou as costas e entrou.

Os repórteres logo trataram de enviar para as suas emissoras. Não demoraria para que esse aviso fosse se repetir ao longo do dia e da semana.

 

Goku aparece na porta da sala de reuniões. Olha para Bulma, ela sorri para ele.

- Tudo certo por aqui? – ele entra e se senta – E então doutora, o que conseguiu descobrir?

- Eu não descubro agente, eu analiso. – Bulma pegou o celular e digitou alguma coisa. Alguns minutos depois um homem de baixa estatura aparece na porta, ele estava com um case grande e prateado – Este é Monaca, meu fiel escudeiro e assistente. – ela fez um gesto com a mão - Venha Monaca.

O homem sério, de pele parda e cabeça grande seguiu até Bulma, sem desviar os grandes olhos negros dela. Colocou o case na mesa. Bulma tirou suas armas, a Glock G17 9mm e a Magnum .44 cano curto preto fosco.

- Vai caçar? – Vegeta perguntou irônico, olhando para a Magnum.

- Só se for necessário, para abater algum predador inoportuno. – ela falou séria.

Goku sorriu, a arma fora dada por ele.

- Hey Vegeta, vamos? – Goku iria até doutor Briefs.

Os dois levantaram.

- Voltaremos rápido. Whis, dê a Bulma os acessos que ela precisar e todo o arquivo. – Goku e Vegeta saíram da sala. Todos os olhares se voltaram para Goku, a sua declaração já circulava na internet.

- Então é você que está comendo a minha ex mulher? – Vegeta o encarou quando entraram no carro. Goku deu a partida.

- Eu não estou comendo Bulma, eu estou com Bulma há um tempo, e não é da sua conta. – apertou o play, Joey Ramone se apresentou com I believe in miracles, Ramones – E nunca mais se refira a ela dessa forma, ou antes de você terminar a frase eu estouro sua boca.

Goku aumentou o som e arrancou, fazendo fumaça com os pneus. Vegeta sabia que ele falava sério. Ele não estava com ciúme, perdera Bulma por conta própria, um erro que cometeu, imperdoável. Era um homem descontrolado, violento. Ele só não esperava que fosse Goku, apenas isso.

 

Doutor Briefs recebeu os agentes como sempre, simpático e sorridente e com seu cigarro pendurado nos lábios. Levou os dois até sua sala.

- O que tem para mim Goku? – ele soltou a fumaça.

Goku colocou o saco que havia tirado da lixeira do banheiro, na casa de Chichi.

- Como eu disse, é extra oficial. – ele abriu o saco – Eu peguei isso na casa de Chichi, veja, tem um preservativo e sêmen. Só que o sêmen foi jogado no papel. É possível identificar?

Briefs olhou para dentro do saco, tirou o cigarro dos lábios.

- Bom, isso pode ser um pouco difícil. O sêmen se liquefaz minutos depois se estiver no ambiente externo. Além disso, ele foi jogado sobre uma superfície absorvente. – ele parou para tragar o cigarro – Temos que considerar também a presença de bactérias e micro organismos que podem ter contaminado a prova.

Goku suspirou forte, passou as mãos nos cabelos.

- Mas eu vou tentar, quem sabe conseguimos alguma coisa. Talvez Kami possa me dar alguma dica. – ele bateu no ombro do agente – Tenha fé.

Fé. Uma palavra que fora excluída do vocabulário de Goku há tempos.

- E sobre Chichi? – Vegeta perguntou.

- Pobre garota... – Briefs baixou a cabeça e balançou negativamente – ela sangrou até morrer. Foi brutalmente torturada. Os pulmões estavam perfurados pelas costelas quebradas. As pálpebras dela foram coladas com cola instantânea. Alguns ossos da face também quebraram. Quem fez isso o fez por puro sadismo. Não há nenhum traço em comum com as outras.

Chichi não tinha família. Goku pediu a Briefs que avisasse quando liberasse o corpo. Ele iria cremá-la. Como ela queria. Os dois se despediram e Goku reforçou que as informações fossem passadas somente para ele.

No caminho ligou para Jaco e pediu para tirar os homens da igreja, pois era perda de tempo. Mas pediu que preparasse sua equipe, pois dali a dois dias seria a festa de aniversário de Satan City e ele poderia aparecer. Jaco concordou.

Pegaram o vídeo na padaria. Goku, Vegeta, Whis, Bulma e até Monaca, assistiram diversas vezes, mas não foi possível identificar o rosto. Ele usava capuz, as imagens eram de má qualidade e estava de noite. Um poste iluminava o lugar, mas não suficiente.

Os cinco ficaram até tarde da noite analisando o vídeo, mas acabaram desistindo.

Bulma foi com Goku para casa. Já era alta noite, os dois dormiam. Goku se remexia na cama, sua cabeça começou a doer. Ele abriu os olhos e um corredor escuro estava a sua frente. Ficou confuso, sentia-se puxado. Foi andando devagar, não enxergava quase nada. Uma porta se abriu, ele foi puxado para dentro e a luz se acendeu.

- Chegue mais perto, admire a obra de Deus! – Goku ouviu atrás de si. Ele deu alguns passos, aproximou-se da prateleira. Pares de olhos piscavam para ele, parecia código morse. Mas de repente sentiu seus próprios olhos embaçarem, arderem e secar. Tudo ficou escuro novamente. 


Notas Finais


Quod Absconditum – Provas Ocultas


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