História Agnus Dei - Capítulo 14


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Chichi, Goku, Kuririn, Raditz, Vegeta
Tags Bulma, Dragon Ball, Goku, Universo Alternativo, Vegeta
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Palavras 2.864
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


“isto é, o mistério que me foi dado a conhecer por revelação, como já lhes escrevi em poucas palavras.”

Efésios 1:17

Capítulo 14 - In Tenebris


Goku abriu os olhos, ainda era noite. Sua cabeça martelava dor e I believe in miracles do Ramones, ficava se repetindo. Olhou para o lado, Bulma dormia tranquila. Virou-se para ela, acariciou seus cabelos e seu rosto. Sua pele era tão macia e quente.

Foi a melhor pessoa que entrara na sua vida nos últimos meses. Principalmente depois da morte de Seripa. De repente Goku foi tomado de pavor, seu coração disparou e o ar faltou. Ele tinha que proteger Bulma, ela também era uma possível vítima, principalmente agora, que estava no caso.

Sua cabeça passou a doer mais com uma pontada aguda bem no cérebro. Ele gemeu de dor, segurando a cabeça com as duas mãos. Com muito esforço se levantou, não queria acordar Bulma. Saiu do quarto e fechou a porta. Cambaleava e sentia que poderia perder a consciência a qualquer momento.

Foi até a sala, acendeu a luz, mas ao fazer isso sentiu como se seus olhos fossem perfurados por agulhas. Apagou, a luz da lua iluminava com fraqueza. Sentou-se no sofá, os olhos apertados de dor, mais uma pontada, gemeu. Estava começando a suar. Tentava respirar fundo, mas sentia que o ar não entrava, como se seus pulmões estivessem obstruídos.

Pensou ter visto uma casa velha. Pensou estar ficando louco. Um zumbido começou em seus ouvidos, pareciam tão altos que ele não ouvia mais nada. Outra pontada na cabeça, a mais forte, ele caiu de joelhos, dessa vez não conseguiu conter o grito de dor, e tudo ficou silencioso.

 

“Era um corredor. Ele tinha a impressão de que não via com seus próprios olhos. Estava sendo puxado pela mão, estava escuro. O barulho de uma porta abrindo a sua frente, ele foi puxado para dentro. A luz acendeu.

- Admire a obra de Deus! – Goku se aproximou da estante, I believe in miracles tocava ao fundo, os olhos estavam fechados, todos, exceto um em que a pálpebra fora colada com cola instantânea. Os olhos se moveram na direção de onde vinha a voz, Goku virou-se, mas antes que pudesse ver, uma pancada em sua cabeça o fez desmaiar.”

- Goku! Acorde... – ele abriu os olhos, era Bulma.

- O que?... – ele sentiu seu cabelo molhado, levou a mão até lá, era o ferimento.

- Fique aqui, eu vou pegar algumas coisas. – Bulma levantou-se correndo, Goku ficou no chão, tentando entender o que acontecera. A maldita música ecoava no seu cérebro, sentou no sofá e apoiou a cabeça nas mãos, doía menos agora, mas estava pesada.

 

- O que foi que aconteceu? – Bulma se esforçava para cuidar dele no escuro, Goku ainda não conseguia olhar para luz.

- Eu não sei. Acordei com minha cabeça doendo muito, não queria te acordar. Quando cheguei aqui, doeu mais ainda. Eu apaguei. – ele não queria contar sobre o que vira, se é que vira alguma coisa ou apenas delirava.

- Eu ouvi seu grito, parecia aterrorizado. Acho que acordou metade do prédio. – ela terminou de fazer o curativo, segurou o rosto de Goku com as mãos – Você pode contar comigo, você sabe.

Ele encostou a testa na dela.

- Eu temo por você, saia do caso. Fique aqui comigo até tudo terminar. – ele segurou a nuca dela e beijou seus lábios.

- Não se preocupe, eu estarei com você o tempo todo. E depois, eu tenho a Magnum. – ela acariciou o rosto dele. Goku encostou-se no sofá e Bulma sentou em suas pernas.

- Eu não estava de castigo? – ele tinha um sorriso malicioso.

- É uma exceção, porque você se machucou. – ela lançou seus lábios sobre os dele, Goku a puxou mais para perto, segurou em sua nuca e invadiu a boca de Bulma.

Ela tirou a camiseta dele, que usava para dormir. Sobrou apenas a calcinha. Goku tomou conta dos seios dela enquanto apertava suas nádegas, fazendo com que ela se movesse em cima de sua pélvis e sentisse seu pênis, duro.

Bulma ficou em pé, arrancou a boxer e tirou sua calcinha. Moveu-se devagar, colocando-se novamente na mesma posição. Goku acariciava suas costas, seu pescoço, descendo lentamente pelo colo e colocando uma mão em cada seio.

Os dois gemeram quando Bulma se encaixou nele, sentando e em seguida se movendo. Os lábios se encontraram novamente, uma dança sensual das línguas, se tocavam, se acariciavam. Goku segurava o quadril de Bulma, levantando vez ou outra o seu próprio quadril.

Sentiu o corpo de Bulma ganhar um pouco mais de calor, ela gemia em sua boca, estremeceu. Soltou-se dos lábios de Goku, jogando a cabeça para trás, gozando um gemido delicioso. Goku não deu tempo a ela, segurou seu corpo e levantou, deitou Bulma no sofá.

- Gostosa... – ele sussurrou no ouvido dela e estocou forte. Ela gemeu. Goku deslizava dentro de Bulma com facilidade. Mais uma estocada forte, as unhas dela arranharam seus braços.

- Mais rápido... – foi a vez dela de sussurrar, tudo que ele queria ouvir. Goku grudou os lábios de Bulma nos seus e obedeceu a ordem. Ele gemia, trêmulo, ofegante. Respirou o cheiro dela no pescoço, beijou molhado. Ela ouvia o gemido dele, grudado em seu ouvido – Goku, goze para mim. – a voz aveludada soou sensual, excitante e Goku não pode segurar mais.

Seu gemido traduziu o que ele sentira. Só Bulma era capaz de fazer isso com ele. Eles voltaram para cama, Goku a levou, ainda encaixada nele. Não sabiam que horas eram, e nem queriam. Adormeceram, abraçados e tranquilos. Por hora.

 

Longe dali, em outro ponto da Capital do Oeste.

 

A sala era iluminada apenas pela televisão. No noticiário da madrugada, a repórter da principal rede de televisão do país, repetia, incansavelmente, a declaração de Goku.

 

“- O agente especial Son Goku, do departamento da homicídios do Distrito 59GVB, deu uma declaração esta manhã, após a descoberta do corpo da repórter Chichi Cutelo. Nela, ele deixa claro que irá pegar o assassino e que já sabe quem ele é. Ouça na íntegra.

‘- Você não é Deus, porque você falhou. – o foco estava fechado no rosto de Goku – Um Deus que falha, perde. Você perdeu e eu vou pegar você. Talvez agora você seja apenas um candidato a ir direto para o inferno, eu sei quem é você e eu vou te mandar direto pra lá.’

- Será que ele está blefando, ou realmente sabe quem é o assassino? – a repórter provocou – Nós iremos ficar de olho. – ela deu uma piscadela para a câmera – Vamos agora ao centro meteorológico...”

- Maldito!  - uma voz ecoou na sala vazia – Você não sabe quem eu sou, nunca vai saber! – ele gritou jogando a televisão no chão – Nunca! Eu vou te matar! – pisou na tela do televisor, abrindo um buraco e algumas faíscas pularam do curto circuito.

 

Dois dias se passaram. O corpo de Chichi foi cremado, como Goku havia prometido. Kami Sama não encontrou nada no copo, apenas marcas de Chichi. Doutor Briefs continuava trabalhando nas amostras que Goku havia lhe entregado, mas ainda não tinha conseguido nada concreto.

Nenhuma morte aconteceu desde que Chichi fora morta e isso era um mal sinal. O assassino estava esperando a poeira baixar. Desde a Capital do Oeste, passando por Satan City até as partes habitadas da Montanha Paozu, Monte Frypan, Ilhas Papaya e a Capital Central, estavam em alerta.

No departamento da homicídios, na sala de reuniões, os agentes analisavam repetidas vezes as provas, tanto do ano passado, como de agora.

Vegeta apertava uma caneta com mola, fazendo um barulho irritante. Tec. Tec. Tec. Bulma foi até ele e arrancou a caneta, sua expressão dizia “imbecil”. Vegeta riu. Ela voltou para o quadro.

- Ele segue um padrão. – Bulma quebrou o silêncio da sala, despertando a todos – Todas as mulheres que ele mata tem olhos azuis. Isso é necessário considerar.

- Mas e Seripa e Chichi? – Whis foi até ela.

- Ele as usou, para desviar a atenção para Goku. Nas duas vezes. – ela acendeu um cigarro e sentou-se na ponta oposta a Goku – Tem alguém que queira te prejudicar?

Goku olhava a foto de Seripa. Ela sorria, com os olhos fechados. Suas bochechas tinham covinhas. Ele passou o dedo pela gargantilha dela com o pingente de uma pequena cruz.

- Talvez seja Deus. – ele ergueu a cabeça – Fora ele eu não conheço ninguém. – Goku se levantou e saiu da sala. Whis ia atrás dele.

- Deixe-o, Whis. – Bulma falou, ela conhecia Goku tempo bastante para saber quando ele realmente precisava ficar sozinho.

 

Satan City

- Videl, quem é o pai? – Gohan se controlava para não perder a cabeça.

Videl chorava. Estava grávida, mas não sabia quem era o pai. Gohan havia descoberto mensagens no celular, que ela enviara para outro homem.

- Eu não sei. – ela respondeu de cabeça baixa, não conseguia olhar para o namorado.

- Por que, Videl? O que faltou em mim para que você fosse atrás de outro? – Gohan estava em um misto de raiva, decepção e tristeza. Um filho, ele sempre quisera, mas agora, sem saber quem era o pai, ele não estava disposto a criar um filho de outro homem, fruto de traição.

- Gohan... – Videl não conseguia falar.

- Tire. – ele ordenou.

- O que? – ela ergueu a cabeça, os olhos azuis marejados – Não posso... – levou as mãos ao ventre, protegendo o pequeno ser que começava a crescer dentro dela.

- Se quiser ficar comigo Videl, você terá que tirar. – Gohan estava sendo duro, estava transformado, não era o mesmo que Videl conhecera.

- Gohan, - ela pegou na mão do namorado – vamos esperar nascer, faremos o exame de DNA. – seus olhos suplicavam.

- E enquanto isso você quer eu dê apoio a uma criança que nem você sabe quem é o pai? – ele puxou a mão – Vai contar a ele também?

O semblante de Videl mudou. Tornou-se ainda mais triste e decepcionado.

- Eu já contei... – ela baixou a cabeça, Gohan ficou curioso.

- E o que ele disse? – ele cruzou os braços.

- Ele não disse nada. – Videl olhou para ele – Quer dizer, ele disse, “foda-se você e não me procure”.

Gohan aplaudiu, tinha um sorriso sádico nos lábios.

- Para comer você ele estava disponível, não é mesmo?! Você está de parabéns Videl! – ele começou a aplaudir cada vez mais alto e rápido.

- Pare! – Videl gritou e deu um tapa no rosto de Gohan. Ele ficou sério, na hora. Ela se assustou com o olhar dele.

- Eu não estou nem aí se seu pai é prefeito de Satan City, saiba que isso não me mete medo. – ele tirou a mão do rosto, estava vermelho – Peça a ele que arrume um pai para esse bastardo que você carrega. E quando ele crescer e perguntar do pai você diz: “eu não sei meu filho, eu era uma vadia naquela época.”. – Gohan virou-se e começou a andar, ia rumo ao festival de comemoração do aniversário de Satan City.

Videl sentiu o ar faltar, puxava com força, mas não vinha. Encostou-se no muro, estava pálida, as lágrimas caiam desesperada. Estava sozinha. Humilhada e sozinha.

- Senhorita, você está bem? – uma voz masculina soou. Videl ergueu a cabeça e o viu dentro do carro. Forçou um sorriso.

- Oi... – ela caminhou até a porta – Me ajude por favor. – entrou bem a tempo e sentou-se arfando - Que bom que você apareceu.

A porta se fechou e o vidro subiu. Os vidros do carro eram cobertos por insulfilme extremamente escuro.

- Não se preocupe, vou cuidar de você. – ele deu a partida no carro e foi em direção a saída de Satan City.

- Para onde vamos? – Videl ainda chorava.

- Encontrar Deus. – o homem olhou para ela e sorriu. Videl não teve tempo de reagir, levou uma coronhada forte na cabeça. Um corte se abriu e ela desmaiou.

 

Distrito 59GVB

Goku entrou em um bar. A placa dava nome ao lugar, “Sala do Tempo”. Era um bar que ele gostava de frequentar. Nunca fechava. Era um desses lugares cuidadosamente projetados, parecia que havia saído de algum filme. De um lado do salão mesas e cadeiras de madeira brilhante, envernizada. Do outro lado mesas de sinuca e uma junk box. Mas Goku gostava do balcão, era comprido, quase tomando a extensão toda do lugar, envernizado e brilhando, bordas arredondadas. Os bancos eram redondos, de metal e tinham apoio para os pés. E atrás do balcão uma prateleira repleta de bebidas alcóolicas, coloridas, transparentes, forte, fraca, doce, amargo, para tomar puro e para tomar com alguma outra coisa.

Goku olhava para elas, pensando em como podia haver tanta bebida assim. Algumas ele conseguia ver o nome, outras não, mas ele dava nomes a elas, o que ele achava que combinava.

- Dia ruim? – um copo achatado foi colocado frente a ele e um líquido cor de âmbar derramado devagar.

- Dias ruins. – ele virou a bebida toda e colocou o copo no balcão e logo foi preenchido novamente com o líquido âmbar – Você nunca se esquece, não é mesmo? – ele virou de novo, mas dessa vez segurou o copo.

- Eu não esqueço. – Goku ofereceu o copo novamente.

- Eu não sei o que fazer Dende, estou andando em círculos. Quando acho que estou perto vejo que estou mais longe do que imaginava.

- Goku, às vezes as coisas estão nos pequenos detalhes. – o homem do outro lado do balcão secava copos com um pano branco - Pare de olhar o todo, preste atenção aos detalhes. – Dede era filho de Kami Sama, durante um tempo trabalhou com o pai, mas não tinha estômago para isso. Resolveu abrir um bar, tinha essa vontade. Achava interessante em como as pessoas se abrem para um estranho no balcão de um bar.

Não era a bebida que dava a coragem, mas sim poder se abrir com alguém que não se conhecia, que não iria julgar e que poderia até aconselhar uma boa coisa. Ele olhou a foto que Goku colocou no balcão.

- Posso? – ele apontou para foto, Goku empurrou para ele. Dende olhava atentamente – Seripa... me lembro quando vocês vieram aqui comemorar o ingresso dela na faculdade. – ele sorria para foto, falava manso e devagar.

- Ela foi morta no dia seguinte. – Goku terminou a bebida, sacou um maço de cigarros e acendeu um.

- Quem a matou te conhece. Goku, essa pessoa está mais perto de você do que imagina. – Dende serviu mais uma dose – Abra os olhos. – nesse momento Goku sentiu a pontada na cabeça, segurou com uma das mãos. Dende apenas observava, ele tinha um sorriso discreto nos lábios.

Goku olhou para ele e Dende apenas acenou com a cabeça. Goku fechou os olhos. Foi levado novamente àquele corredor escuro, a porta se abriu, a prateleira com os vidros dos olhos, todos olhavam para um único local.

- Chegue mais perto, admire a obra de Deus! – Goku olhou para trás, ele não viu o rosto do homem, mas ele viu algo mais importante. A gargantilha de Seripa, estava no pescoço dele.

Goku voltou puxando o ar, como se emergisse de águas profundas. A imagem estava fresca em sua memória. Virou o líquido do copo e pegou a foto de volta.

- Obrigado Seripa... – ele sussurrou, olhou para Dende – obrigado Dende.

Deu para ouvir de dentro do bar o Impala rugir e seus pneus arranharem o chão antes de sair.

- Boa sorte amigo... – Dende sorria, ele sabia que Goku precisava ir mais além disso, mas ele já havia começado a andar pelo caminho certo.

 

Goku entrou no departamento da homicídios correndo. A sala de Kuririn estava vazia. Ele foi para sala de reuniões.

- Onde está Kuririn? – todos olhavam para ele.

- Está com o prefeito Satan, foi convidado para a festa de aniversário da cidade. – Whis deu os detalhes.

- Certo. – ele colocou a foto de Seripa no quadro – Vamos trabalhar direito. Whis, vamos traçar no mapa, os lugares onde os corpos foram encontrados. Quero outro mapa para marcar o endereço das vítimas.

Whis levantou e foi providenciar.

- Bulma, preciso que você trace a personalidade desse homem. Mesmo que superficial. – ele olhou para Vegeta – Vegeta, você foi da narcóticos, preciso que avalie com Whis o relatório de compras de cetamina.

Nesse momento o celular de Goku chamou. Era Pilaf, ele já tinha o relatório de compradores. Goku sorriu, pediu que Vegeta fosse com Whis buscar.

Ele olhou novamente para foto de Seripa, mais abaixo dela tinha uma de Chichi. Goku colocou as duas lado a lado.

- Continuem o que estão fazendo, mesmo que doa. Está dando certo. – ele tocou em ambas – Obrigado.

Ninguém entendeu nada. Mas Monaca olhava para Goku, sério, fixo. Ele entendeu.

 

Em outro canto da cidade, um carro entrava pelo portão lateral de um velho casebre. Foi para os fundos, onde não podia ser visto. Abriu o porta malas e tirou uma mulher de cabelos azuis. Levou para dentro e logo voltou para pegar Videl. Fechou a porta e trancou.

Um carro de polícia passou pela estradinha onde ficava o casebre, mas nada de suspeito foi visto. Era uma casa velha, caindo aos pedaços, abandonada á própria sorte. O que eles não sabiam, é que lá dentro, estava um pedaço do inferno, prestes a devorar duas mulheres inocentes.


Notas Finais


In Tenebris – No escuro


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