História Agnus Dei - Capítulo 16


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Chichi, Goku, Kuririn, Raditz, Vegeta
Tags Bulma, Dragon Ball, Goku, Universo Alternativo, Vegeta
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Palavras 2.832
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


“para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de calar e tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz.”

Eclesiastes, 3-1:8

Capítulo 16 - Tempus Enim Rex


Caos. Ainda assim, era pouco para definir o estado em que estavam as ruas de Satan City e da Capital do Oeste. Fora o aglomerado de curiosos e repórteres que estava em frente ao departamento de homicídios.

- Eu ouvi o tiroteio, parece que um policial foi morto. – um homem dava declaração a um dos repórteres.

- Parecia uma guerra, eles atiravam de lá e os bandidos daqui. – uma mulher apontou com a mão o lugar onde os bandidos supostamente se colocaram – Parece que três policiais foram mortos. – o repórter se certificou com o câmera man se ele estava gravando.

As transmissões estavam sendo ao vivo. 

 

Em Satan City, Kami Sama tentava trabalhar rápido, mas sem perder nenhuma pista. Sua equipe fora dividida em três, o que dificultava mais o trabalho. Um fotógrafo forense da policia militar o acompanhava.

A Tropa de Choque precisou ser chamada para intensificar a segurança e preservação do local do crime. Estavam orientados a afastar qualquer coisa que se movesse e tivesse olhos. Quase mataram um cachorro, que alheio ao protocolo, se aproximou do corpo de Videl, que jazia no chão.

As pessoas protestavam, incompetentes que eram os policiais. Gritavam por justiça. Queriam o maldito assassino para malhar, assim como o Judas. As redes de televisão gravavam tudo. Um fotógrafo arriscou-se, subindo o muro pela parte que não havia segurança. Chegou bem perto e o corpo de Videl estava por inteiro no foco. Clicou, registrou e saiu rápido. Essa foto sairia caro.

- Whis, - Kami Sama chamou – já está pronto para ser levado. Vamos para a Capital do Oeste. Videl foi ensacada e enviada para o Briefs.

- Maldição! – Whis praguejou.

 

 

Distrito 59GVB – horas mais cedo

- Whis! – Kuririn gritou indo em direção ao agente – Você vai assumir o caso junto com Vegeta. Aliás, onde ele está?

- Eu não sei. – Whis estava abatido, passara a noite em claro e pelo jeito não dormiria tão cedo – Já liguei no celular dele, mas cai na caixa postal direto.

- Jiren! – Kuririn gritou de novo, para desespero de Whis, que não suportava gritos – Você vai assumir com Whis.

- Nem a pau chefe! – o careca musculoso ficou pálido só de lembrar.

Kuririn passou as mãos na cabeça e respirou fundo.

- O que tem nessa porra de departamento? Baratas? Maricas? Ratos?

- Eu vou. – uma voz grossa, baixa e firme falou atrás de Kuririn.

- Hitto. Você já terminou seu treinamento? – Hitto era novo, entrara cerca de dois meses. Kuririn ainda estava acompanhando o treinamento dele.

- Você quer alguém treinado ou com coragem? – Hitto o encarou – Porque, pelo que vejo aqui, treinamento não é o forte. – ele olhou para Jiren e sorrio meia boca.

Jiren se levantou, estufou o peito feito um pombo arisco.

- Por acaso está se referindo a mim? Se quiser podemos resolver isso e tirar suas dúvidas. – Jiren parou na frente dele.

Hitto estava com as mãos nos bolsos do casaco. Permaneceu parado, encarando Jiren. O porte físico do outro não o intimidava, uma vez que sabia que ele não suportava ver cadáveres, sangue, pedaços de gente.

- Vamos resolver. – Hitto tirou uma das mãos do bolso, ela segurava o celular – Vou te mostrar uma foto de um cadáver, se conseguir olhar para ele por dois minutos sem vomitar eu retiro o que disse. – Whis riu, Kuririn teve que se conter e Jiren falou um filho da puta já virando as costas.

- Certo. – Kuririn se pronunciou – Whis e Hitto. Andem logo, não temos o dia inteiro. – chegando em sua sala Kuririn pediu a transferência de Jiren, alegando que o agente não possuía estrutura física e psicológica para atuar na homicídios.

Jiren foi transferido para o departamento de Assistência Social à Criança da Capital do Oeste, alguns dias depois. Se não servia para ver gente morta, ao menos iria intimidar homens ou mulheres que abusavam de seus filhos. Claro que antes ele ouviu um belo sermão do pai, que passou vergonha frente a Zen oh.”

 

Karin colhia algumas informações enquanto Yajirobe fotografava a cena do crime. O corpo de Bra em cima do carro da homicídios, com um tiro na cabeça. Conseguiu algumas digitais e fios de cabelo no banco do motorista. Encontrou uma carteira.

Não podia subir no veículo para analisar o corpo de Bra. Tentou pensar em alguma coisa, enquanto isso passou os olhos ao redor. Havia muita gente. Repórteres. Usavam aquele maldito pau de selfie para registrar a desgraça da pobre mulher.

- Karin? – Kami Sama o tirou dos pensamentos – O que conseguiu?

- Kami Sama, precisamos tirar o corpo logo, mas como vamos avaliar sem subir no veículo? – Kami Sama avistou uma escada, era de um técnico de uma empresa telefônica.

- Ali, - ele apontou com a mão – peguem aquela escada. – dois policiais militares abriram caminho entre a multidão e logo estavam de volta com a escada.

Karin subiu, enquanto eles seguravam, não podia encostar no carro.

- De quem é esse carro? – Kami perguntou a Whis.

- De Vegeta... – Whis tinha o controle dos carros, ele sabia de cór o numero de cada um e a quem pertencia.

- Ele está no departamento? – Kami perguntou apenas para constar no relatório, ele já esperava a resposta.

- Não. Ele saiu cedo ontem, antes de sermos atacados. – Whis verificou o celular, nenhum retorno de Vegeta – Ele não deu notícias e nem conseguimos falar com ele.

Karin terminara seu trabalho e o corpo de Bra finalmente poderia ser ensacado e mandado para o Briefs.

- Bom, - Kami deu mais uma olhada em volta, nada chamou-lhe atenção – nosso trabalho termina aqui, por enquanto. Assim que eu tiver os relatórios encaminho para Kuririn.

Nesse momento o guincho abriu espaço, apitando a ré e colocando-se perto do carro.

- Vamos levar para o nosso pátio, ele será liberado em breve. – Kami apertou a mão de Whis e fez um aceno para Hitto.

- É agora que a gente começa. – Hitto falou sério, enquanto observava o carro de Vegeta ser levado. A multidão começou a se desfazer, já não tinha mais o que ver. Assim que chegaram no carro uma onda de repórteres se aproximou, aos gritos, fazendo suas perguntas peculiares, os flashes cegando os agentes, apesar de ser dia.

- Onde está o agente Goku? – saiu de trás de todos a pergunta.

- Ele foi baleado ontem a noite, está vivo? – saiu da direita de Whis.

- De quem era aquele carro? Era de Goku? – gritaram no ouvido de Hitto.

- Whis, você foi parceiro dele no caso do ano passado, está de volta à ativa? – um homem que estava de frente com ele perguntou. Whis o encarou, não demonstrava qualquer sentimento.

“- Está de volta à ativa?”. Ele queria dizer que não, mas não disse nada.

- Entre. – Hitto chamou sua atenção, ele estava no volante. Whis deu a volta, mas se deteve no homem que fizera a pergunta.

“- Está de volta à ativa?”. Whis não tinha raiva dos repórteres, eram uns urubus, isso era certo, mas estavam fazendo seu trabalho. O homem encarou Whis, algo no olhar dele respondeu à sua pergunta. Ele fez um gesto com a cabeça e Whis sentiu-se liberado para partir.

Entrou no carro e puxou o cinto de segurança. Hitto deu a partida.

- Para onde encontraram o primeiro corpo. – Hitto olhou para o parceiro, algo havia mudado nele. Só não sabia o que era. Acelerou, queria chegar logo.

 

Capital do Oeste – muitas horas antes

- Mas vai doer. Vai doer muito. – Red fez um sinal e o homem que apontava a arma para a cabeça de Vegeta lhe deu uma coronhada. Vegeta apagou, foi colocado no banco de trás de seu carro, que foi levado por um dos homens de Red.

O carro parou em frente a um galpão de médio porte. Ficava afastado do centro da Capital. Eram galpões usados para guardar todo tipo de coisa, até corpos. O local pertencia a Red, ele alugava, principalmente, para gente do tipo dele. Ladrões, mafiosos, traficantes, assassinos e pessoas que eram tudo isso junto, no caso, ele mesmo.

A porta metálica subiu, acionada por um controle e os carros entraram. As luzes se acenderam e revelaram um lugar organizado, com sala, cozinha, banheiro, uma cela e ao lado uma porta de metal pesada. Era uma espécie de escritório, com divisórias que repartiam os “cômodos”.

A porta metálica foi aberta e Vegeta jogado com violência. Ainda estava desacordado. A porta foi fechada e trancada, deixando o corpo no escuro total. Uma câmera com visão noturna monitorava o cubículo.

- Faça como o combinado. – Red entregou a arma de Vegeta a Pilaf – Logo mais ele irá até você para pegar a arma. – Pilaf estendeu a mão com a palma virada para cima.

- Você não está esquecendo de alguma coisa? – levantou uma sobrancelha – Tudo tem um preço, Red.

- Não se esqueça que você está sob meus domínios Pilaf. – o homem de capuz ameaçou.

- E você não se esqueça que foi graças a mim que você o pegou. – Pilaf esfregou na cara de Red, que emitiu um grunhido por baixo do capuz – Eu mandei Shu atrás dele, todos os passos dele eram seguidos, até chegar em você. – Red acendeu seu charuto – Não tenho medo de você, se algo acontecer comigo a narcóticos em peso baixa aqui em minutos.

- Maldito! – Pilaf sorriu – Você é um traficante de merda, acha que me engana? – Red gritou, fazendo eco dentro do galpão.

- Quer testar? – o pequeno homem deu um passo na direção de Red, seu olhar era firme, fixo no escuro do capuz. Red fez um gesto para um de seus homens, ele saiu, mas logo voltou com uma maleta. Pilaf abriu, contou por cima, fechou e sorriu para Red – Foi um prazer fazer negócios com você. – virou-se indo em direção a saída, mas parou no meio do caminho e olhou por cima do ombro – Espero que nenhuma dessas notas seja falsa. Acho que fui bem claro. – e finalmente saiu.

Red cuspiu alguns palavrões e amaldiçoou toda a geração de Pilaf nos próximos dois milênios.

- Vegeta... – ele olhou para a porta – me custou caro, mas vai valer cada centavo. Acordem ele! – imediatamente dois homens desenrolaram uma mangueira, igual a dos bombeiros, um outro homem se posicionou na porta, com uma arma.

- Pode abrir. – o que estava com a ponta da mangueira apontada para porta deu a ordem. A porta foi totalmente aberta e a luz acendeu e um jato de água forte atingiu o corpo de Vegeta, fazendo com que ele rolasse no chão e batesse contra a parede. O barulho da água na parede de metal era alto, mas foi possível ouvir alguma coisa. O homem fechou a mangueira, Vegeta estava de joelhos, tossindo seu quase afogamento, um filete de sangue escorreu pela lateral direita da cabeça.

- Acordou, bela adormecida? – Red estava de frente para ele, sem o capuz, irreconhecível. Seu rosto parecia ter sido derretido e congelado, o couro cabeludo só tinha cabelo na parte de trás, seu pescoço era um repuxado de pele, como uma plástica mal feita. Aliás, a pele brilhava em algumas partes, parecendo ter sido plastificada.

- Parece que você passou pelo fogo do inferno. – Vegeta provocou – Como conseguiu sobreviver? – novamente a mangueira fora ativada, Vegeta gemia de dor com o jato forte, parecia que ia lhe partir ao meio. Red fez sinal, fecharam.

- Você não sabe o que é o inferno, agente Vegeta. – Vegeta estava novamente no chão, de quatro – Mas você vai saber. Eu mesmo lhe mostrarei. Tudo a seu tempo. – Red levantou a mão – Fechem! – a porta foi fechada e trancada, a luz apagou.

 

Vegeta não fazia ideia de quantas horas iam que ele estava naquele cubículo. Os dentes trincavam uns nos outros, estava quase congelando. O chão estava alagado. Seus olhos teimavam em fechar, mas não podia.

Hipotermia. O corpo esfria demais e pede descanso. Aqueles que se aventuram em montanhas geladas deveriam estudar isso, se não estiver devidamente preparado, morre dormindo.

Ele riu. O corpo humano é uma máquina perfeita. Ele pede, durma para economizar energia. Mas Vegeta não podia dormir, talvez morresse ali. Lembrou-se dos quatro X-tudo que comeu, pelo menos morreria de barriga cheia. Mais um riso. Tantas calorias ingeridas, talvez se ele dormisse elas fariam o favor de mantê-lo vivo.

Colocou-se de quatro e foi engatinhando até encontrar um canto oposto a porta. Encostou-se e puxou as pernas, dobrou os braços por cima dos joelhos. Mal abaixou a cabeça e um barulho ensurdecedor invadiu a sala. Eram gritos. Gritos de pavor. Gritos de dor. Alguém pediu pelo amor de Deus. Levou as mãos até as orelhas, achou que já havia morrido e estava no inferno, mas sentia frio. Seria frio o inferno? Puxou o gorro da jaqueta e colocou as mãos por cima.

O som era muito alto. Os gritos ensurdecedores. Apertou os olhos.

- Maldito! – pela câmera foi possível ver seus lábios mexendo. Red gargalhou, aqueles eram gritos de pessoas que ele torturou e matou. Ele sempre gravava.

Vegeta ficou imóvel, apertando os ouvidos com a máxima força que tinha naquele momento. Foram apenas dois minutos, mas pareceram duas horas. Quando terminou ele estava suando, sentia calor, mas não tirou a jaqueta, logo ele iria sentir o frio novamente. O sono havia ido embora, ao menos uma vantagem. Mas ele sabia o que Red queria e, definitivamente, ele não teria.

“- Você não sabe o que é o inferno, agente Vegeta. – Vegeta estava novamente no chão, de quatro – Mas você vai saber. Eu mesmo lhe mostrarei. Tudo a seu tempo.”

- Tudo a seu tempo... – Vegeta sussurrou para a escuridão. A câmera não capturou o sorriso que ele tinha nos lábios. Insano.

 

Capital do Oeste – Hospital Central

- Como estão os sinais vitais? – o médico cirurgião perguntou, olhando para o peito aberto de Goku. O coração pulsando, mostrando que ainda funcionava.

- Estão estáveis doutor Kaio. – a enfermeira assistente respondeu, depois de verificar nos aparelhos.

Mas bastou que ela terminasse a frase e começaram a apitar.

- Adrenalina. – o médico falou calmamente e continuou o que estava fazendo.

- Doutor, o coração dele vai parar! – a enfermeira avisou.

- Não esquente, se morrer a gente enterra! – ele olhou para ela e piscou. A mulher traduziu seu espanto arregalando os olhos e abrindo a boca – Foi uma piada, você não tem senso de humor? – e ele mesmo riu.

Aplicaram adrenalina e entubaram. O médico terminou a cirurgia e com cuidado retirou o separador que abria o peito de Goku. Com uma ferramenta moderna ele “grampeou” a abertura.

- Se precisar abrir novamente fica mais fácil. – ele explicou para alguns residentes que acompanhavam a cirurgia. Um deles perguntou como se tirava os grampos - É só usar um extrator grampos! – doutor Kaio colocou a mão na boca, rindo abafado.

Goku foi levado para UTI. Ele ficaria em observação por 72 horas.

Na sala de espera

Bulma dormia em uma poltrona. Monaca estava em pé, ao lado dela, fazendo a segurança. Imóvel, mudo. Bulma tinha um curativo no rosto e ainda estava com as roupas sujas de sangue.

A cirurgia de Goku durou horas, mas ela não quis sair do hospital. Alguém passou gritando pelo corredor e ela se assustou.

- Goku! – ela se levantou bruscamente e sentiu tontura. Foi aparada rapidamente por Monaca. Eles não comiam desde o tiroteio.

Doutor Kaio apareceu na porta, ela se levantou devagar, mas andou apressada.

- Como foi? Como ele está? – ela esfregava uma mão na outra.

- Ele vai viver. – doutor Kaio riu, Bulma olhou séria para ele – Ele teve muita sorte, quem atirou o fez para matar, mas a bala não acertou o coração. – Bulma respirou aliviada – Porém, acertou uma artéria muito próxima e importante. Nós conseguimos concertá-la, pois como ela não se partiu por inteiro, suturamos a parte separada uma na outra.

- E quando eu posso vê-lo? – seu coração estava disparado.

- Só daqui a 72 horas, ele está na UTI e esse é o prazo para sabermos se as partes vão aderir. – Kaio falava sério.

- E se?... – Bulma não quis completar a frase, mas o médico entendeu.

- Teremos de fazer outra cirurgia. Mas fique calma, deixe o tempo agir, às vezes é só disso que precisamos. – ele colocou a mão no ombro de Bulma. Mão leve, de quem lida diariamente com coisas delicadas que necessitam cuidado, atenção.

A mão que muitas vezes luta contra o tempo para salvar uma vida e que também é a mão que dá mais tempo àqueles que ainda não estão na sua hora.

Bulma sorriu e agradeceu. Dispensou Monaca e foi para casa. Estava tranquila. De algum modo aquele médico a deixou confiante. Ela não era de muitas rezas ou orações, mas ao chegar em casa agradeceu a Deus, por Goku.

E lá por dentro do peito grampeado, as partes começaram seu processo de junção. Seria lento, mas não à toa.

O tempo é o Rei e Goku, seu beneficiário. Por enquanto.

 


Notas Finais


Tempus Enim Rex – O tempo é Rei


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