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História Agorafobia (Fack) - Capítulo 17


Escrita por:


Notas do Autor


HI-YO, GUYS!🐰💜

SEI QUE VACILEI NA PROMESSA DOS CINCO DIAS MAS EU TAVA TRAVADA COM ESSE CAPÍTULO!
TINHA QUE FICAR PERFEITO E SINCERAMENTE: EU AMEI ESCREVÊ-LO!!! 😍💖✨

EM FINN!
BOA LEITURA, ESTRELINHAS!⭐

Capítulo 17 - O Mundo Era Nosso, E Ele é Meu Mundo


Jack Dylan Grazer

Eu estava acordado desde um certo tempo. De acordo com o relógio na cômoda eram oito e meia da matina, sendo assim, havia passado apenas pouco mais de uma hora que eu havia acordado. Eu devia ter ido pro banho faz tempo mas não dava… Eu estava quase que hipnotizado.

Fazia alguns minutos que havia sentado sobre o colchão fofo com as pernas cruzadas e observava o cacheado dormindo ao meu lado. Pra alguns pode até parecer uma cena um tanto psicopata mas eu não consigo parar de olhar, como se ele à qualquer momento fosse sumir e eu tivesse que decorar cada detalhe de si para guardar em minha mente.

Os cachos esparramados sobre o travesseiro, as sardas que pareciam estrelas que foram roubadas de galáxias distantes especialmente para enfeitar-lhe o rosto pálido, o respirar suave e as pálpebras que tremiam quase imperceptivelmente durante o sono… Tudo nesse garoto me fascina. Ele parecia estar tão em paz dormindo, a expressão serena. Dava pena acordá-lo e foi isso que acabei decidindo não fazer.

Sorrio ajeitando um cacho que caía sobre um de seus olhos e me me dirijo até o banheiro em passos lentos. Incomodava um pouco quando andava mas nada insuportável ou coisa do tipo. Fecho a porta e paro em frente ao espelho acima da pia, encarando meu reflexo atentamente. Xinguei baixo quando vi que em meu pescoço haviam marcas vermelhas que seguiam até minha clavícula juntamente com marcas de mordidas. Toquei o local e mordi o lábio, lembrando da noite passada. Quando guio o olhar pelo resto do corpo, vi que em minha cintura também havia uma marca de mordida e minhas coxas estavam também marcadas em tom de vermelho quase impercetível, mas quem visse diria coisas erradas.

Coisas erradas que na conclusão delas estavam certas.

Ri com esse pensamento e tratei de ir logo pro box para tomar um banho rápido.

[...]

Quando retornei ao quarto, lancei um olhar confuso até a cama vendo que Finn não estava mais ali. E nem pelo quarto já que procurei ele por cada canto e não o vi. Bufei frustrado com o fato e caminhei até o guarda-roupa pra procurar uma blusa que escondesse essas marcas. As garotas usam o cabelo ou maquiagem. Eu que não perderia meu tempo com isso. Não tinha o cabelo grande e maquiagem... Não tenho paciência para aquilo. Vou acabar estragando tudo. A saída vai ser dar um jeito de esconder com o moletom.

— Só pode ser pegadinha… — Murmurrei comigo mesmo enquanto ruminava as roupas, afim de achar algo que escondesse aquilo.

Imagina se minha mãe vê essas marcas? Ela vai me zoar pelo resto da vida dela e é perigoso voltar pra zoar mais.

Desenrolei a toalha da cintura e comecei a me vestir com toda a paciência do mundo. Não estava ligando para as horas e Finn já havia ido embora mesmo, então não havia motivo pra pressa.

— O que diabos você faz no banho pra demorar tanto, Baby Boy? — Dei um micro-pulo ao ouvir a voz rouca de Finn e olhei pra porta do quarto, onde o garoto estava encostado no batente enquanto segurava uma caneca com algo fumegante que deduzi ser café.

A roupa era diferente da que ele usava ontem. Usava uma camisa preta lisa e as calças eram da mesma cor e haviam All Star's pretos cano baixo em seus pés.

"Finn gótico…" penso comigo mesmo enquanto mordo o lábio e desvio o olhar.

Acho que no fim, não foi um banho tão rápido.

— Estava admirando a vista? — Termino de vestir a calça dando um certo impulso pra ela se ajeitar e fecho o zíper junto do botão enquanto comprimo os lábios. Com certeza estava corado, que droga…

— Nada que eu já não tenha visto… Mas não quer dizer que eu não possa mais parar pra olhar. — Sorriu com um leve deboche enquanto tomava um gole do café.

— Valeu por isso aqui. — Apontei para as marcas antes de vestir uma camisa qualquer.

— Você não ta muito no direito de reclamações, Little Jack. — Passou a língua sobre os lábios e deixou a caneca sobre a cômoda ao lado da porta, vindo em passos lentos até mim. — Sabe o quanto Nick me vaiou quando viu isso? — Abaixou a gola da jaqueta e eu pude ver algumas marcas vermelhas em seu pescoço que se assemelhavam com as minhas. — Ele vai me zoar pelo resto da vida. E bem, não estou reclamando. — Deu de ombros, sorrindo satisfeito.

Senti as bochechas esquentando e desviei o olhar pra janela enquanto passava um moletom azul pela cabeça, o ajeitando em meu corpo logo em seguida. A vergonha parecia me consumir naquele momento e não queria muito encarar o garoto presente ali. E seria até possível se ele não estivesse tão perto. Engulo seco e olho diretamente para seus olhos castanhos escuros que me encaram atentamente.

— Dói…? — Questionou em um tom baixo, a todo momento mantendo nossos rostos próximos sem desviar o olhar e franzi o cenho, um pouco confuso.

— O que…? — Um sorriso envergonhado nasceu em seus lábios rosados e eu senti o rosto esquentar enquanto ele ria. — A-ah… Só incomoda um pouco quando eu ando. Nada demais. — Respondi baixo enquanto Wolfhard me encarava divertido.

Negando com a cabeça enquanto sorri, o maior abaixa o rosto, roçando nossos lábios e quando estou prestes a quebrar a distância entre eles, dona Angela inventa de atrapalhar.

— Finn! O Jack morreu aí encima e você foi junto?! — Seu grito abafado viaja do andar de baixo até nossos ouvidos, nos fazendo nos separar na mesma hora.

— 'Saco… — Reclamo enquanto faço um bico.

— Relaxa, Jackie. — O maior me rouba um selar e caminha até a cômoda, pegando de volta a a caneca e saindo do quarto. Suspiro derrotado e tiro um tênis quaquer da sapateira pra ficar pronto logo de uma vez e descer pra tomar café.

A cozinha foi preenchida com risadas enquanto conversávamos sobre algumas coisas aleatórias. Finn contava os casos de problemas na escola e recebia às vezes uma leve repreensão da parte da minha mãe, apesar de não serem coisas ruins ou graves. Quando terminamos, vou pra sala e me jogo no sofá pra assistir TV enquanto mamãe e Finn conversam baixo sobre algo, ou talvez seja só o volume da televisão ofuscando o som de suas vozes mesmo.

— Querido, me faz um favor? — Ouço minha mãe me chamar e desvio o olhar da TV da sala para olhá-la escorada na porta. — Já que você está começando a sair de casa devidamente… Pode ir no supermercado comigo?

Pisco estático sentindo um leve pânico mas logo trato de deixar pra lá, assentindo fraco. Me ergo do sofá e sigo ela até a porta da cozinha onde fico esperando enquanto observo Finn lavando a louça suja. Dou de ombros e logo a mais velha segura minha mão, começando a nos guiar até saída. A olho confuso e paro um pouco, a fazendo me olhar por cima do ombro com o cenho franzido.

— O que foi?

— Finn não vai com a gente? — Perguntei como se fosse algo realmente assustador. E de fato era.

Eu não saía com minha mãe. Saía com ele. E ele sabia me acalmar de uma forma que eu continuasse seguindo e meu medo era ir com ela e ter surto e sem querer fazer ela passar vergonha ou coisa do tipo, já era o suficiente dar todo esse trabalho à ela…

— Não amor, Finn vai lavar louça. Ele é de casa, já está na hora de fazer algo útil e além do mais… — Riu fraco. — Ele quem se ofereceu.

— Mas… — Encarei seus olhos que tranpassavam diversos sentimentos. Pareciam falar comigo: "Vamos Jack, me dê uma chance.", "Vamos Jack, está na hora de deixar de ser um bebezão que tem medinho de sair de casa", "Vamos Jack, não vai poder depender de Finn para sempre."

Esse último realmente conseguiu me assustar.

O que vinha em minha mente, eram apenas palavras porque não conseguia sequer me imaginar sem ele. Minha vida seria monocromática e entediante. Solitária e repertória. Como se faltasse algo de extrema importância. E de fato faltaria se ele sumisse dela…

— Jack? — Senti um puxão em minha mão e acordei pra realidade, encarando os olhos preocupados da mais velha.

Suspiro derrotado e por um momento sinto vontade de ir na cozinha só pra ver Finn e ter certeza de que ele estava ali. Uma vontade momentânea que logo é expulsa pela sensatez.

— Vamos logo antes que eu fique maluco.

— Podemos comprar o que você quiser e…

Ela continuou a falar enquanto saíamos pra calçada. Mas minha mente estava um tempo fora de órbita. O fato de sair de casa com minha mãe pra ir no Centro de Derry, a avaliação que eu teria semana que vem, as perguntas que iriam fazer… Tudo isso estava me preocupando de forma alarmante. Mas procurei fingir que estava prestando certa atenção para não preocupá-la.

[...]

Quando volto prq casa e fecho a porta me recostando na mesma, um suspiro de alívio me escapa e uma sensação de paz me invade quando escorrego até o chão. Até o chão daquele local tão confortável para minha mente me fez certa falta. Olhei para as escadas e suspirei, me levantando na intenção de ir até o banheiro do primeiro andar antes de subir pro quarto. Deixei as compras sobre a mesa da cozinha e me encaminhei pro banheiro. Chegando no cômodo pequeno, abro a torneira e lavo o rosto, o secando em seguida com uma toalha que havia ali. Encaro meu reflexo respirando fundo e tento me acalmar.

Sair de casa com minha mãe me deixou agoniado no início. Mas quando chegamos no supermercado, se tornou uma situação que me dava calafrios. Meu coração disparava e minhas mãos soavam e tremiam em meio toda aquela gente. Tentava manter a calma em meio à todas aquelas pessoas falando e local amplo mas foi realmente difícil. O ataque de ansiedade foi grande a ponto de eu ter que sair do estabelecimento para tomar um ar e tentar ao menos me reconfortar com o pensamento de que logo logo iríamos voltar pra casa.

Deu certo em parte, mas demorou tempo o suficiente para mamãe surtar e ir atrás de mim. Nisso, a mais velha passou rapidamente as compras e fomos rumo ao lar. O estranho foi que, apesar do pânico de antes, assim que começamos a nos afastar do centro, a ansiedade e o medo e o desconforto foram embora, mesmo eu estando na rua...

Talvez em parte tudo isso estivesse dando certo. As tentativas estavam dando resultados positivos...

Mas claro que ia ter uma recaída aqui e ali.

Respiro fundo dando uma última olhada em meu reflexo e saio do banheiro. Mamãe disse que iria até a casa do Finn ver a tia Mary, então vou sozinho já que Finn provavelmente foi embora. Subo as escadas mentalmente cansado enquanto olho pro chão. Quando chego perto do quarto, dou um pulo pra trás quando Finn sai do quarto do nada, me assustando. Suas orbes estavam levemente arregaladas também pelo susto e me olharam de cima a baixo. Suspiro, tentando manter a calma e não gritar o dicionário inteiro de palavras de baixo calão com ele.

— Mas que porra, Finn! Não aparece assim do nada! — Briguei baixo enquanto empurrava seu peito com força.

— Desculpa, mas você também apareceu do nada. — Se pronunciou também em um baixo tom de voz.

— Mesmo assim! — Passei as mãos pelos cabelos, tentando me acalmar. — Pensei que tivesse ido embora…

— Não… — Deu de ombros enquanto encarava meus olhos. — Eu… Estava te esperando pra… — Pigarreou, movendo as mãos incessantemente. — Bem… Eu…

— Finn, você ta bem? — O olhei preocupado. — Por que está nervoso?

— Eu nervoso? — Riu sem humor. — Não sei, eu só… — Respirou profundamente e segurou minha mão, transmitindo seu calor e fazendo leves choques percorrerem meu corpo. — Eu preciso... Te mostrar uma coisa.

— Hm… Okay. — O fitei desconfiado e deixei que me guiasse até o quarto.

Meu coração dava leves falhadas por conta de uma pequena taxa de ansiedade que tomava conta de mim naquele momento, mas os apertos leves que o maior dava em minha mão me acalmavam, de certa forma. Eu estava com Finn, estava seguro. Nada podia me atingir quando eu estava com ele, eu sentia isso…

— Naquele dia que saí com minha mãe, comprei algo pra você...

O moreno entrou no cômodo logo atrás de mim, fechando a porta silenciosamente. Olhei para o centro do tapete de Rosa Dos Ventos e vi um globo colocado ali, ligado à um fio grande que ia direto para uma tomada ao lado da cama, onde estava conectado. Mordo o lábio e me viro para o moreno que estava ainda parado na porta, encostado na mesma me olhando fixamente.

— Por que não o liga, Jackie? — Perguntou enquanto sorria fraco com a mão sobre o interruptor de luz.

Assentindo brevemente, caminho até o globo e puxo uma pequena alavanca que havia ao lado de sua caixa que servia de apoio ao mesmo tempo em que o Wolfhard apagava a luz. Quando ergo o olhar, um suspiro em total surpresa e arregalo os olhos em puro êxtase. Mal percebi quando minhas mãos cobriram minha boca em tamanho espanto.

Nas paredes agora sem os mapas que o garoto havia tirado de seus lugares, estavam refletido uma cópia perfeita do mapa mundi inteiro em um tom amarelado como mapas antigos. As letras negas marcavam os países, estados e capitais de cada canto do mundo; alguns países e estados em um tom mais escuro de um amarelo que beirava à um dourado sem brilho, outros mais claros. Vários sentimentos me invadem enquanto giro lentamente observando tudo. Parecia tantas coisas… Parecia tudo… Era como se o mundo inteiro girasse ao meu redor e eu estivesse no centro de tudo. Me senti tão pequeno, mas não de uma forma ruim. Nunca de uma forma ruim.

Abrindo os braços, rodei rapidamente vendo o mundo inteiro me acompanhar, nem tão rápido, nem lentamente. Era tão perfeito que meus olhos lacrimejaram. Era como se o mundo inteiro estivesse comprimido no meu quarto, como se fosse um mundo somente pertencente à mim. Uma paz tão grande me tomou que eu me sentia capaz de sair para qualquer lugar, o mundo parecia pequeno demais à ponto de estar totalmente ali.

Parei de girar e olhei para o Wolfhard, que sorria genuinamente enquanto me observava com atenção. Seus olhos brilhavam e com certeza os meus também.

— Você fica tão mais bonito quando está feliz, Little Jack… — Sussurrou sem desviar os olhos dos meus e senti minhas bochechas esquentarem.

Estava prestes à correr até ele é abraçá-lo como se não tivesse amanhã, mas uma parte do mapa passou por seu rosto, e estava diferente das outras que vi. Era a Austrália… Mas não estava normal como os outros países.

— O que é isso? — Perguntei baixo para mim mesmo enquanto olhava.

Havia um papel cortado em formatos de letras, como se fosse um bilhete estranho. A luz amarelada do abajur-globo passava pelos espaços cortados refletindo palavras na parede. A acompanhei enquanto ela corria pela parede e meus olhos se arregalaram para em seguida ficarem molhados.

"NAMORA COMIGO, JACK GRAZER?", formavam as palavras comprimidas no mapa da Austrália que continuava a girar. Não conseguia parar de olhar aquilo até sentir uma presença atrás de mim. Me virei vendo o cacheado me olhar de forma ansiosa enquanto tocava sua mão gelada na minha e mordia os lábios em nervosismo.

— Não veio com defeito. — Soltou baixo e rimos juntos.

— Eu nem ia perguntar isso, de qualquer forma… — Sorrio fracamente antes de me inclinar um pouco e unir nossas bocas calmamente.

Tocando meu rosto com a mão livre já que a outra segurava a minha, toquei seus cachos em uma leve carícia enquanto o beijava com toda a paixão que havia em mim, tentando passar através daquele beijo tudo o que sentia por ele. O garoto retribuía na mesma intensidade, me trazendo aquela famosa e tão conhecida sensação de borboletas no estômago. Borboletas dançarinas e malabaristas que não paravam por um segundo, fazendo arrepios correrem por meu corpo como descargas elétricas.

Quebro o beijo minimamente, sem afastar os lábios dos seus e sem abrir os olhos, apenas apreciando a carícia que seu polegar fazia em minha bochecha.

— Eu amo você. — Confessei baixo e fitei seus olhos, que também me fitavam.

— E eu amo você muito mais, Grazer. Você nem faz ideia…

Neguei com a cabeça enquanto ainda acariciava seus cabelos e suspirei de forma abobada.

— Apesar de odiar surpresas, posso levar essa em conta. — Brinquei enquanto me afastava minimamente de si, observando o mundo ainda girando ao redor de nós dois. — Isso é tão perfeito que não acredito… Deve ser algum sonho idiota...

— Está confessando que sonha comigo, Jackie?

— Não sei, estou? — Sorrio mais ainda quando ele assente com a cabeça.

Observo suas mãos, vejo que em uma delas havia um anel. Franzo o cenho e o olho confuso, vendo o garoto menear com a cabeça em direção à mão que antes segurava. A ergui um pouco e vi um anel prateado no anelar que brilhava um pouco à luz do abajur que ainda girava. Deixo a mão cair ao lado do corpo e sorrio à um ponto que meus lábios doem, mas não consigo parar.

Esse garoto tinha o dom de trazer à tona o melhor de mim.

— Como agora você é meu namorado, você tem que usar isso, Baby Boy. — Brincou, colocando as mãos em minha cintura enquanto sorria orgulhoso.

— Ah, é? — O olhei de forma desafiante enquanto me aproximava mais, com os braços cruzados em falsa pose convencida. — E quando foi que eu disse "Sim"? — Sorrio de canto e ele sorri mais ainda.

— Você literalmente acabou de dizer. — Rio alto no momento em que as palavras saem de sua boca.

— Mas é, sim. — Joguei os braços ao redor do seu pescoço. — Sim, Finnie… É óbvio que eu namoro com você, seu idiota!

O seguro forte quando o garoto abraça minha cintura e me ergue, tirando meus pés do chão e girando comigo enquanto ríamos alto como crianças, ambos sentindo uma felicidade unicamente genuína que aquecia meu coração.

— Você é perfeito... — Sussurro eu seu ouvido como se fosse um segredo.

Porque embora meu amor fosse bruto, esse garoto tinha o dom de me fazer ser melhor com ele. Me fazia ter o dom de pronunciar palavras que eram um tanto quanto complicadas, mas fáceis e naturais ao serem ditas.

Não queria soltá-lo. Jamais iria querer isso. A única coisa que eu queria naquele momento, era manter Finn por perto ali, no nosso mais novo mundo.

Um mundo inteiramente e somente meu e dele, um mundo longe de todo tipo de dor, onde apenas onde somente nossos sentimentos um pelo outro existiam. Esse mundo era nosso, e Finn era meu mundo. Sempre seria.


Notas Finais


Eu chorei e tive Gay Panic Attack escrevendo esse capítulo 😭💖💘💕
Tentei não deixar ele clichê e tals. Eu fiquei nessa ideia do abajur de Globo com mapa mundi desde o primeiro beijo de Fack na fanficKKKKKK
AMO! 💜

GENTE! MINHAS AULAS VOLTAM DIA DEZ E NÃO ESTOU PRONTA! SOCORRO!!! AAAAAAAH!!!!!!!!
NÃO VOU TER MUITO TEMPO PRA FIC. TALVEZ POSTE UNS DOIS CAPÍTULOS TODO FINN DE SEMANA OU SLA KSKS AINDA VOU VER MAS ÓBVIO QUE NÃO ABANDONAREI VOCÊS PORQUE AMO VOCÊS ESSA FIC COM TODO O MEU CORAÇÃOZINHO DE BOIOLINHA STAN!!! 💖💙💜✨

EM FINN!
EU ACEITO SUGESTÕES E GOSTO DE MIMOS!!! ENTÃO SEM TIMIDEZ, OKAY?>^-^)>♡

Beijos e até o próximo (que talvez sai amanhã ou no domingo) Estrelinhas! 🐰💜✨⭐🎈


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