História Agressive - Capítulo 6


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Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Agressive, Drama, Fanfic, Hentai, Shawn, Shawnmendes, Shoujo, Stitchedx, Tragedia
Visualizações 54
Palavras 1.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sempre mt atrasada com tudo, inclusive o aniversário do nosso tão amado Shawnie
Feliz 20, mas vc ainda é um bebê kkkk

Capítulo 6 - He is trouble


Fanfic / Fanfiction Agressive - Capítulo 6 - He is trouble

— Você deve ser a Lanie. — disse o ruivo, descendo do cavalo. — Travor.


— Eu mesma. — apertei a mão do rapaz de sardinhas.


— Travor mora nos Estados Unidos, Lanie. É uma raridade receber sua visita. — a senhora Ruby comentou, ela olhava o neto com uma cara engraçada. — Vamos entrar, farei uma fornada de cookies.


Fui os seguindo até a casa da senhora Ruby, onde Bob, o velho border collie, repousava. A idosa adentrou pela porta telada e sorriu pela janela da sala. Segui Travor com o belo cavalo até o estábulo, lá havia uma vaca que não parava de mugir. Ao notar a nossa presença, ainda mais alto.


— Esta é a Sally, ela está prenha.


— E por que ela está mugindo tanto?


— É o que vamos tentar descobrir agora, senhorita. — Travor adentrou a baia onde estava a vaquinha, eu jamais teria dessa coragem com uma vaca prenha. — Lanie, poderia ir correndo avisar a vovó? O filhote da Sally está vindo. — ele sorriu.


Deixei o cavalo trancado em sua baia e saí correndo pela fazenda da senhora Ruby, até achar a casa da mesma.


— Senhora Ruby! — gritei. — Senhora Ruby!


— Sim, querida? — a idosa apareceu na varanda, trajando um sujo avental de farinha e logo o Bob levantou-se. — Está ofegante, sente-se.


— Não dá. O filhote da vaca Sally está para nascer.


— Irei levar toalhas úmidas, vá na frente com as luvas e ajude a mantê-la calma.


Mais uma vez, saí correndo para o estábulo, a porteira estava aberta e Travor estava ajoelhado no chão, ao lado do animal.


— Então, algo aconteceu?


— Nada ainda. Trouxe as luvas?


— Sim, aqui estão. — entreguei as compridas luvas de plástico ao rapaz, que as vestiu e foi para trás da vaca, onde amarrou suas pernas traseiras. — Preciso que me ajude, Lanie. Acha que consegue?


— Eu fui criada em uma fazenda, Travor. Eu já vi muitos animais nascerem! — gargalhei.


— Mas já fez o parto?


— Você já? — arqueei a sobrancelha, cruzei os braços e o encarei.


Travor riu anasalado e me olhou de rabo de olho.


— Bom, o que você acha?


— É… — rimos.


— Tudo bem, Lanie, precisamos ajudar a Sally. Fica perto do rosto dela e segura bem… — o ruivo puxou a minha palma e colocou sobre a barriga da vaca. — Aqui. Me avise todas as vezes que endurecer. Será uma contração.


Por longos minutos, a vaca levantava a cabeça, ou até mesmo tentava levantar-se. Acarinhava a bichana com calma, pois minutos depois, a senhora Ruby chegou com os tecidos úmidos.


O bezerro nasceu, negro como o céu sem estrelas. Tentava se levantar e dar seus passos com a ajuda da mãe, que o lambia por inteiro. Travor e a senhora Ruby sorriam, eu segurava a emoção na garganta.


— Agora que o bichinho nasceu, vamos relaxar com meus cookies e uma boa xícara de café?


— Tudo o que eu mais queria, vó!


— Lanie, telefone para os seus pais, avise onde está e que já a deixamos em casa.


— Certo. — eu disse.


Fui andando pouco atrás dos dois, telefonei para a casa de meus pais e avisei onde estava, sem grandes detalhes, para mamãe não tagarelar. Travor levou os panos sujos e fui ajudar a senhora Ruby a preparar o café. O cheiro dos cookies tomava conta da cozinha, estavam com as gotinhas brilhando.


Sentei à mesa com a mais velha, degustei dos biscoitos, que estavam crocantes e deliciosos. A senhora Ruby sempre fez deliciosos quitutes. Pouco depois o ruivo apareceu na cozinha, com os cabelos pingando e um conjunto de moletom verde musgo. Pegou uma enorme xícara no armário, a encheu de café, e sem um grão de açúcar, sentou-se conosco.


— Então, como é a nova escola? — a senhora Ruby quis saber.


— Bem diferente dos colégios daqui… Não sei muito o que dizer.


— Por que uma mudança tão repentina? — Travor questionou.


— Foi uma decisão da minha família, creio que seja bom, de certa forma, por ter mais oportunidades na cidade.


— Então está realmente se tornando uma menininha da cidade.


— Mas e você, Travor? Está nos Estados Unidos. Como é por lá?


— Bom, eu estudo veterinária em uma faculdade no interior, só vejo pasto, cavalos, vacas…


— Então você sabia o que estava fazendo! — eu ri. — Mas… Travor, quantos anos você tem?


— Vinte e dois. E você?


— Dezoito…


— De qualquer forma, crianças, está tarde e a velhota precisa descansar. — dona Ruby brincou. — Deixe a Lanie em casa, querido. E bem vinda mais uma vez, querida.


— Obrigada por todos os mimos, senhora Ruby. Boa noite.


— Boa noite, querida.


Travor já estava na porta a me esperar, o segui pelo caminho escuro, passando pela estrada e vendo toda a fazenda pela cerca.


— Como são os cidadãos da cidade?


— Depende. Tem os legais, tem os mais fechados, os mais antipáticos… em geral, entojados.


— Como é a escola?


— Bem grande, uma quadra verdinha, outras em terra e uma de corrida… as salas bem grandes e arrumadas. Acabei até virando líder de torcida.


— Uau! Mesmo? — ele riu.


— O que foi?


— Você fica como aquelas garotas dos filmes, dançando com uma roupinha engomada e apertada, sendo jogada para cima e fazendo um showzinho de dança?


— Exatamente isso.


— E onde há entretenimento nisso? Digo… para quê?


— Distrações. Bem, eu moro aqui. Obrigada por me acompanhar. — respondi secamente, logo vi meu pai na porta.


Entrei em casa sendo abraçada pelo mesmo, ele e mamãe estavam jantando na cozinha. A dei um beijo e fui para o meu quarto banhar-me. Deixei que a água lavasse todo o suor e a sujeira de terra da minha pele. Logo que saí, sequei o corpo com a toalha e penteei meus cabelos com um pente de madeira. Observei o celular sobre a pia e acendi sua tela. Nem uma simples notificação. O larguei na cama, coloquei o pijama e fui atrás dos meus pais. Minha mãe estava lavando as louças sozinha, a abracei por trás, o que acabou a assustando.


— Vou ajudar. — falei, tomando seu lugar.


— Como foi lá, que demorou tanto?


— A vaca da senhora Ruby teve um bezerro e fiquei ajudando, logo depois ela nos serviu de cookies de chocolate e café.


— Então alguém não vai dormir tão cedo. — ela sorriu, indo mexer nos meus cabelos. — E o que achou do neto dela, o Travor?


— Mãe, sinceramente, ele é idiota. — respondi. — E não me empurrem muito. — pedi.


— Desculpa, filha… Mas e a escola? Por que não conversou conosco sobre o passeio? Seria ótimo, hum?


— Está tudo bem, eu só queria vir para casa e ficar com vocês dois.


— E os amigos? As aulas? Soube que suas notas foram ótimas.


— Ainda não vi muitas notas, mas que bom. — sorri. — Os amigos… eles são incríveis, especialmente Lora e Ayumi. Sou do time de torcida com a Ayumi. Os rapazes são muito legais, especialmente John, Loui e Andrew.


— Hum, quem são?


— Namorados das minhas amigas, Loui não tem nada a ver comigo. Mãe!


— Tudo bem. Entendi! — levantou as mãos em rendição, logo riu. — Vou dormir, filha, hoje o dia foi longo para seus velhos pais. O que precisar, nos chame.


Ela deixou um beijo na minha bochecha, fez um carinho no meu rosto e foi para o quarto. Eu adorava esse carinho, estava doida de saudades. Comi uma torrada com manteiga, derretida e quentinha, um copo de suco e fui escovar os dentes. Peguei os fones na mala, peguei o celular e logo vi as chamadas perdidas de Lora. Milhares. Dela e de Ayumi.


Óbviamente eu as retornei em chamada de grupo.


— Apareceram, não é? Como foi de viagem?


Como foi a sua viagem? — Ayumi enfatizou e escutei Lora bufando.


— Ahn… Normal… — murmurei. — O que foi?


O Shawn, isso que foi. Ele é problema, eu já tinha avisado!


Lora! — Ayumi gritou do outro lado da linha e escutei o som de algo cair.


— O que aconteceu?


Amiga… Lora, eu disse para não insistir.


A Lanie tem que saber!


— Gente, dá para vocês contarem o que rolou? Estão me preocupando!


Notas Finais


Iiiih a cobra vai fumar
A onça vai beber água
Ou será que cabeças vão rolar?

See yall soon!
Fui!


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