História Ah... Não brinca. - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bottom!hoseok, Botton! Hoseok, Comedia, Híbrido, Hopev, Seoktae, Taeseok, Top! Taehyung, Top!taehyung, Vhope
Visualizações 374
Palavras 1.382
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei, mas estou aqui.
Amém Ju.

Capítulo 10 - Não se anime demais


Fanfic / Fanfiction Ah... Não brinca. - Capítulo 10 - Não se anime demais

- Hyung, não, ai não, hyung, por favor. Ah...Hoseok hyung. Eu não sou de ferro não. – soltei de novo, pela décima vez naquela tarde outro gemido sôfrego e involuntário. E sim, caso não saibam eu trouxe o meu hyung comigo para casa e estava com ele aqui. Pelo que eu soube, meu hyung e soldado regente estava se entendendo com a ameaça rosa e parecia que demorariam e muito. De um jeito desconhecido por mim ele fez com que o tal Jimin deixasse o meu híbrido comigo enquanto conversavam, alegando ele, que o Jung prestava atenção demais nas coisas e que era só um pouquinho fofoqueiro. Mas que calúnia, não? Esse hyung é tudo, menos fofoqueiro.

E bem, porque eu estava dizendo essas palavrinhas bem marotas? Querem saber do motivo? Meus caros, eu tenho um motivo pra isso, lindo motivo, fofo motivo, motivo mordível. Hoseok hyung estava sentado no meu colo, como se isso fosse uma coisa normal a se fazer, me beijando, as orelhinhas abaixadas, como quem quer aprontar e a cauda balançando animada. Um nenêm. E o que tem isso de mal? Lembra do que eu disse antes? Bem no começo de tudo? Do meu desespero todo? Pois bem, o Jung parecia ser daqueles que quando gosta de uma coisa quer sempre ela e somente ela. Então ele é meio que daqueles que quando pega em um vício não o larga por nada. Até que enjoe do mesmo ou coisa parecida, entenderam? É mais ou menos como ter aquela música favorita, que você escuta e escuta como se ela fosse sumir do mundo, até enjoar. E quando enjoa ainda escuta uma vez ou outra para não perder o costume.

Então assim era o meu hyung em relação aos meus beijos. Ele simplesmente tinha se viciado na minha boca. Mas o que tinha isso de mal? Tinha muito, muito mesmo. A grande questão era que ele não sabia coisas bobas, como por exemplo o que o meu pau não era tímido e que gostava de sambar por ai em busca de certas coisinhas para se meter. Eu não queria assustar o meu neném. Ele é inocente demais. Assim nós ficávamos nos beijos tímidos e simples, como dois adolescentes que não sabem o que fazem ou que estão aprendendo a beijar. Isso não era ruim, ruim era o fato de que ele sempre queria ficar no meu colo e que se mexia demais ali e que me excitava como nunca. E o quão estava difícil, ter o bebê que eu amo no meu colo, todinho fácil, pronto para me beijar e ser beijado, sem poder atacá-lo como ele merece? Por favor, é demais para um Tae só.

– Os fios bonitinhos que estão na sua nuca são tão macios TaeTae. Por que o Hobi não posso ficar brincando com eles? – disse docemente enquanto encostava seus lábios, que me deixavam arrepiado, próximo da minha orelha. Ele estava provocando e eu estava tão suado e ofegante, parecia que tinha subido e descido as escadas do prédio, no mínimo umas seis vezes. Mas isso era porque estava me segurando para não colocar as minhas mãos em outras partes.

– Porque eu fico todo arrepiado hyung. E seu cheiro está me deixando descontrolado. Eu não quero acabar por fazer uma coisa que não seja legal ou que você não queria. – disse sofrego, apesar de não entender porque o cheiro dele estava daquele jeito. E bem, se ele quisesse eu queria tudo que ele podia me dar.

– Como o que? – ele perguntou se endireitando, ficando com o rosto perigosamente perto do meu. E o fitar assim era um pecado. Aquele homem era bonito demais pra mim. Ô céus, esse híbrido tomou o que?

– Eu posso querer te beijar de um jeito diferente hyung… te apertar e te fazer sentir coisinhas diferentes. – disse baixinho, mais para mim do que pra ele, mas a sua audição e o fato de estarmos próximo o ajudou a ouvir bem. Além de que ele era um híbrido de cão, com os sentidos bem apuradinhos.

– Porque não beija TaeTae? O Jiminie não está aqui e o Hobi deixa. – puta merda, o que foi isso? Que voz e que jeito de dizer foi esse? O que estava acontecendo com o meu bebê. Com certeza isso era coisa do Park. Era sim. Sim, sim, sim. Aquela ameça rosa estava desvirtuando o meu neném. E o pior era que eu gostei.

Eu zerei a vida no momento em que ele colou de novo os lábios nos meus, daquele seu jeito doce e inocente demais, contanto eu estava nem um pouco ligando para o que meu hyung disse para mim por mensagem. Que eu deveria me comportar e que teria de provar que eu seria um bom dono. Assim tratei de colocar lentamente a língua dentro de sua boca, ele por sua vez fora me acolhendo aos poucos, ele sabia bem o fazer com ela, mas parecia que estava esperando por mim. Ai safadinho. Era perspetivável que ele estava sendo sincero em como não parecia entender o que eu queria ou faria. Mas pela primeira vez cedi aos meus instintos e o apertei mais contra mim.

O hyung se encontrava sentado no meu colo de lado, e eu quis e o outro pra mais perto, apenas para pode me afogar melhor e morrer logo naquele cheiro gostosinho e irresistível dele. Tão doce e inebriante que estava me deixando sem chão, sem ar. Todo dele.

E o ruivinho por sua vez, passou os braços ao redor do meu pescoço, enquanto mexia timidamente sua língua de acordo com os movimentos da minha. Ele estava me imitando e aquilo estava sendo muito bom, porque eu sentia que não o estava forçando, era mais uma aula diferente e muito gostosa, põe gostosa nisso. O Jung logo estava no mesmo ritmo que o meu, só que eu não sei se seu coração estava tão acelerado quanto o meu, que estava próximo a um enfarte. Eu estava quase morrendo ali, tudo em mim pulsava e eu estava me controlando para não apresentar uma ereção justo naquele momento.

Mas aquele corpo, aquele cheiro, aquela boca, aquele tom doce de acariciar meus cabelos, já que agora ele tinha uma das mãos entranhadas no meu cabelo, ou seja tudo. Absolutamente tudo estava contribuindo para que eu não soubesse mais o que estava fazendo. Tudo o que eu registrava era aquela boca.

– Tae… – nossa, agora que eu morro mesmo. Ele gemeu na minha boca, chamando meu nome. Ele gemeu. Gemeu, ge-me-u. Não sabe o que aquilo causou em mim, ainda mais quando ele, magicamente começou a se mover, a fim de mudar as posições. Separando sua boca da minha minimamente, isso porque o ser queria e fez o seguinte, sentou de novo no meu colo, mas com uma perna de cada lado dessa vez.

Sentando bem em cima do meu membro, que coitado, já não sabia mais se morria comigo ou se ficava mais duro do que já estava. E lá estávamos nós, nos beijando de novo, no ritmo dele e do jeito dele. Com as línguas brincando uma com a outra, sentindo a cavidade quentinha e aquele peso gostoso dele em cima de mim. Minhas mãos estavam em sua cintura enquanto ele brincava com os meus fios loiros, fazendo uma espécie de carinho excitante demais para ser considerado um carinho. E a cada gemidinho que ele soltava eu entendia que eu estava próximo da minha morte, só podia ser. Ainda mais quando senti sua ereção começar a despontar. Puta merda, meu hyung estava excitado e ainda comigo? Comigo? Comigo mesmo? Com Kim TaeHyung? Com a minha pessoa? Serio isso? Não, eu não acredito. Parecia um céu, estava bom demais para ser verdade.

– TaeHyung! – quase que dei a luz a uma criança tamanho o susto que eu tomei quando o meu amado irmão chegou assim do nada. – Que pouca vergonha é essa aqui? Larga já desse híbrido que não te pertence. – delicadamente eu fiz com que o hyung e seu biquinho irritado descesse do meu colo e encarei meu irmão. – Você sabe que tem que devolver ele para o dono, Tae. Você vai já devolver ele agora.

– Ah, não vou devolver ele nunca mais. Não mesmo. – era guerra que o meu irmão queria, era guerra que ele iria ter. 


Notas Finais


Alguém aqui ama amasso vhope mais do que eu?


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