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História Ainda estou aqui, por você - Capítulo 3


Escrita por: Luanesbarreto

Notas do Autor


Olá meus amores como vocês estão, sei que estou sumida e atrasada com as atualizações da fic, mas vou voltar com as atualizações mais rapidas.

Adoraria agradecer a @Ella_sants com uma grande ajudar durante esse capítulo, você foi incrível meu bem.

Capítulo ainda não betado, verifiquei algumas vezes, mas sempre passar alguma coisa desculpem.

Capítulo 3 - Capítulo 3: A volta para casa


Fanfic / Fanfiction Ainda estou aqui, por você - Capítulo 3 - Capítulo 3: A volta para casa

Hinata, tinha deixado o hospital junto com seus familiares, depois de todas as recomendações e pedidos.

— Menina, você é tão linda, não deixe que a tristeza turve seu coração e mente, sei que você pode ser uma guerreira — falou a enfermeira enquanto retirava o soro.

— Obrigada pelas suas palavras, eu venho tentando já algum tempo superar tudo que me aconteceu, mas não estou conseguindo como você pode vê — revelou triste.

— Eu te entendo, você não consegue se abrir com sua família por ter medo de magoá-los e por isso que se fecha ainda mais dentro de você — respondeu atenciosa.

— Talvez seja isso mesmo, ou por que tudo que aconteceu comigo foi cruel demais e eles poderiam não entender o quanto eu estou quebrada por dentro — sussurrou.

— Já terminei aqui, mas acho que você deveria muito ir ao um grupo de apoio para transtornos pós-traumáticos — ofereceu a enfermeira.

— A tia Hiromi, me obrigou a aceitar ver uma psicóloga essa semana ainda, você acha que isso poderia me ajudar? — perguntou sincera.

— Bem, eu não conheço muito a sua história,  mas tenho certeza que uma psicóloga vai encontrar maneiras de ajudar você a lidar com isso — falou sorrindo.

— Você já está pronta, minha princesa? — perguntou Hiromi entrando.

— Sim e não, eu realmente não sei como vou lidar com tudo tia, eu só não sei — respondeu sincera levantando da cama.

— Estaremos aqui para você, tenho certeza que juntos vamos superar isso — falou a abraçando.

A governanta da mansão Hyuuga, fizera todos os empregados se concentrarem em uma única coisa naquela tarde, tudo tinha que sair perfeito para a volta de Hinata.

— Marina, eles já estão chegando, tudo está pronto não e, quero que a minha filha se sinta bem — pediu Ayandra.

— Sim senhora, espero que a menina goste da arrumação do quarto, coloquei algumas flores e fizemos tudo que ela mais gosta — afirmou Marina.

— Ayandra, chegamos querida — falou Hiashi.

— Não é bom estar em casa, irmãzinha? — perguntou Hanabi sorrindo.

— Claro, posso ir para o meu quarto, fizeram tudo isso para mim? — falou entrando em casa.

— Claro que sim, você é muito importante para todos nós, e eu sinto muito ter feito você não sentir isso — falou Ayandra abraçando a filha.

— Desculpa, mas estou tão cansada que eu só quero ir pro meu quarto, daqui a pouco eu volto para essa festinha — pediu emocionada.

— Como você quiser, que tal tomar um banho na banheira no quarto da mamãe eu poderia cuidar de você — ofereceu animada.

— O que você está tentando fazer, acho melhor eu ir para o meu quarto — falou, na defensiva.

— Você é minha filha, e quero mimar e cuidar de você — afirmou.

— Está bem então, vamos para seu quarto — falou surpresa.

— Vou está no escritório, fazendo algumas ligações — falou Hiashi sorrindo.

— O que vocês duas vão fazer por enquanto eu vou estar com a Ayandra? — perguntou curiosa.

— Vamos está no quarto, vai para lá depois está bem — falaram as duas.

Enquanto isso com Hiashi: 

Hiashi agora conseguira respirar tranquilo, sua menininha havia finalmente acordado e ele tinha certeza que tudo ficaria bem. Contudo ainda estava preocupado por quais motivos ela tinha feito aquilo e isso tirava seu sono, todavia tinha ainda que se concentrar nos negócios a fusão com os Uchihas estava em sua etapa final. Pegou o cartão de Fugaku, e discou o número esperando ouvir a voz do seu futuro sócio. 

— Meu caro amigo, você recebeu os últimos papéis assinados pelos acionistas, eu não pude ir ao escritório — perguntou ansioso.

— Sim, os documentos já foram todos revisados e estão todos perfeitos, por mim a fusão já foi finalizada — afirmou do outro lado da linha.

— Precisamos comemorar a finalização da fusão, também tenho outros motivos para comemorar — revelou Hiashi.

— Também acho isso meu amigo, já pedir para minha linda e talentosa esposa começar organizar uma recepção — falou sorrindo.

— Vou passar o telefone da minha esposa, ela vai adorar ajudar — falou Hiashi.

— Certo, vai ser ótimo nossas mulheres se conhecerem, meu amigo, preciso ir agora, meu primogénito acabou de chegar — Fugaku desligando.

Enquanto isso com Hinata:

— Não precisa fingir, só estamos nós duas aqui — retrucou.

— O que aconteceu, eu quero a verdade? — mandou Ayandra.

— Porque, sério, eu não consigo entender — perguntou surpresa.

— Eu sou sua mãe, mas porque você disse que não, isso me magoou — falou triste.

— Você...você, nunca foi minha mãe, eu passei a minha vinda tentando conseguir sua atenção, mas nem um elogio eu ganhava — falou chorando.

— Não é assim, minha filha, eu quero que você se supere a cada dia, eu estou muito orgulhosa da mulher que você está se tornando — afirmou.

— Uma mulher quebrada, pois é isso que estou me tornando, e você tem uma parcelas bem grande disso, por isso eu te agradeço, mas eu não acredito mais em você — falou saindo.

— Volta aqui, eu preciso saber o que aconteceu com você, eu quero te ajudar — pediu.

— Já me ajudou o suficiente, é eu mesmo disse que não vou falar para vocês esse foi o acordo que eu fiz ao sair do hospital — falou Hinata.

Enquanto isso do outro lado da cidade: 

O cassino de Konoha estava lotado, nessa noite, porém não sei se por conta do frio ou por conta de estarmos em uma temporada que estranhamente sempre atrai mais turistas.

— Hoje vai ser meu dia, tenho certeza que vou ganhar — falou animado.

— Claro querido, gostaria de alguma bebida, ou cigarro? — perguntou provocante.

Por volta das 2:30 da manhã um homem com em torno de uns vinte e quatro anos, esse possuía cabelos brancos como sal. Ele seguiu em direção ao caixa e troca uma quantia razoável, que agora se resumia em fichas. Passando entre as mesas estavam cheias e tinham um leve cheiro de nicotina presente no ar, a garotas rodando com seus vestidos justos e bandejas nas mãos. 

— Querida, traga o melhor uísque, eu só bebo o melhor — pediu, galante.

— Claro senhor, temos só o que é de melhor aqui — falou sorrindo.

— Estou vendo, princesa — sorrindo de lado.

Os caças-níqueis, estão lotados de pessoas de idades variadas, tem jovens bêbados e como em todo cassino os viciados demais para parar mesmo com poucas moedas em seus bolsos já vazios.

Ele segue ignorando a maioria das pessoas presentes naquele lugar, escondido dos homens da lei, sem dúvidas até mesmo sem moral alguma. 

Ao chegar à mesa de poker texas hold'em LN, onde há 4 homens vestidos cada qual com ternos que dizem muito a respeito de suas personalidades, afinal quem usa um terno roxo? 

Mas, voltando ao recém chegado, ele puxa uma cadeira que fica na ponta e coloca suas fichas que atraem logo a atenção de todos na mesa.

— Faz um longo tempo que não te vejo aqui, estava me perguntando por onde estaria — proferi o cara à direita.

— Não vai dizer que sentirá minha falta, Henrique — O tom veio com uma falsa doçura que era descartada ao ver a malícia nos olhos do nosso amigo de cabelo salgado e olhos de gelo.

Nesse meio tempo o cara dá ponta oposta a sua, coloca duas fichas a frente definindo o valor da aposta mínima e coloca as cartas viradas para cima,  Henrique pega a maior carta, ficando com a posição de dealer.

— O que te traz de volta? — o cara de terno peculiar pergunta. Enquanto esse coloca a metade da aposta mínima que foi definida e o cara à sua esquerda colada duas.

— Algo que é meu e pretendo ter de volta, não faz ideia como é complicado viver sem sua dama — Falara diretamente. 

— Se bem me lembro, sua dama não gosta desse tipo de divertimento — indagou surpreso.

— Realmente não, mas ela sempre volta aos meus braços, vamos continuar o jogo — pediu se concentrado.

E o dealer começa  a embaralhar o baralho. Por na mesa uma carta para cada no mesmo sentido das apostas, repetindo esse processo logo em seguida.

E só assim as apostas começam é notável que eles têm uma experiência mediana, mas nada que impressione ou chame atenção o que não quer dizer que as apostas sejam baixas. 

Nosso jogador por exemplo encontra-se com menos da metade do que quando entrara naquele jogo de azar. Estava nervoso e era claro para todos na mesa.

Que ele mesmo com sua expressão fria, era possível notar os tiques: a forma como sempre olhava para o jogo, o fato de não mais está recrutando as pequenas implicância. 

E não demora muito depois de perder saindo de lá irritado, batendo a porta que antes tratava com tanta gentileza. 

Do lado de fora, depois de respirar o ar frio daquela noite de inverno, e se acalmar minimamente, sacou seu celular e discou um número que pela velocidade dos dígitos era muito usado. Não demorou muito para uma voz suave e doce diga

— Querido, a quanto tempo a que devo a honra da sua ligação, ainda mais nesse horário? — Ele fora rude e claro.

— Preciso de mais dinheiro — ele escutará o suspiro do outro lado da linha. 

— Você já gastou tudo que eu lhe dei, é por isso que está me ligando. Sabe que nem sempre vai poder — ele a cortará sem se importar com o discurso dito e dessa vez sem enrolar.

— Ou me dar o que quero ou logo todos vão saber o que você fez — Depois disso ele desliga o celular e segue noite adentro até sua casa onde toma uma rápida chuveirada, antes de ir para sua cama.



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