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História Ainda não tenho um nome definido. - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Um começo, ou um recom...


Observando o espelho com atenção, a mulher que nele estava não era mais a que chegou na cidade, estava mais fria? Calculista? Sem sombra de dúvidas sabia de mais coisas. Arrumando o único fio de cabelo que estava saindo por rebeldia, ela se olhava atentamente, o batom vermelho que havia passado, a maquiagem que havia feito, antes de se virar e caminhar em direção a escadaria com passos firmes que ecoavam o salão, as portas foram abertas, Alina cruzou as mesmas parando na entrada enquanto observava a felicidade que em breve se tornaria em espanto, remorso e arrependimento, a jovem sorriu sarcasticamente e caminhou calmamente em direção dos seus cúmplices que a aguardavam curiosos pelo espetáculo que estava por vir.



Um ano antes


Na estrada, havia apenas um A3 sedan, negro como a noite quase invisível se não fosse os faróis seria como se ele não estivesse ali. Alina dirigia com pressa, afinal não era sempre que recebia uma chamada de emergência do seu lar. Estava a mais de 180km/h quando cruzou a placa da cidade aonde havia crescido, e sentiu um aperto repentino no coração, oque a fez instivamente olhar para Daniel que dormia tranquilamente na cadeirinha atrás, ao seu lado estava sua guardiã Hati uma husky siberiana que eles haviam resgatado quando o menino completou 5 anos.

Alina gradativamente diminuiu a velocidade conforme ia chegando perto da pequena cidade de Flood Rest, a dor que havia sentido em seu peito agora estava um pouco mais forte oque a fez questionar se estava mesmo bem, rindo baixo após o pensamento e desligando seus pensamentos de tal besteira, observando atentamente a cidade que começava a se formar Alina diminuiu mais ainda a velocidade ao se aproximar do centro, o observava com curiosidade e atenção enquanto ia passando pelo mesmo, alguns trabalhadores que já estavam se encaminhando para seus locais de trabalho observavam o carro, sabiam não só pela placa mas pelo estilo que aquela pessoa não pertencia ali, mas Alina não estava se importando pois afinal quem se não ela filha da lua vermelha abençoada pelas bruxas de Salem seria mais merecedora daquela cidade? Tal pensamento fez a mesma agarrar com força o volante e acelerar em direção a mansão antiga, afinal Benson a esperava com notícias não muito agradáveis. Assim que cruzou o portão ela observou que na escadaria da mansão estavam Benson a esperava juntamente com Garcia e a senhorita Katherine, mal bem ela estacionou e Garcia já estava ao seu lado abrindo a porta do carro.

-Seja bem vinda Senhora Bauer. 

Alina riu ao ouvir Garcia, e saiu do carro colocando a mão em seu ombro o esperando olhar pra ela.

-Garcia, primeiramente que ainda sou senhorita, e segundo... Você me viu crescer, desde quando existe tanta formalidade entre nós? Cadê meu abraço? 

A menina nem esperou a resposta do amigo, apenas o abraçou e observou que atrás dele estavam Katherine com os olhos cheios de lágrimas e Benson como sempre com a pose de homem sério. Ela sorriu os observando e assim que Garcia a soltou caminhou até a Katherine a beijando no rosto e a abraçando com força.

-Como eu senti sua falta Kath... Não acredito que você não mudou nada! Como pode? 

-A senhorita é gentil, mas eu mudei muito, estou mais velha, tenho rugas e..  

Alina cortou a velha amiga, segurando suas mãos e a olhando firmemente.

-Ei, você está maravilhosa! E sempre vai estar! 

Katherine sorriu para a menina, enquanto Alina passava as mãos em suas bochechas limpando as lágrimas que haviam escorrido, ela olhou para Benson que agora já estava com um olhar diferente, Alina soltou as mãos de Kath, dando pequenos passos em direção ao seu mais antigo, e mais fiel funcionário. Com um sorriso maroto que ela fazia desde que era um bebê, ela o abraçou, sabia que que Benson não gostava de abraços, e nem contato, mas sabia também que ela era a única que ele permitia tal envolvimento, aproveitando o momento, ela o abraçou forte enquanto inalava aquele perfume familiar, o perfume que sempre sentia quando recebia as cartas que ele insistia em mandar, mesmo a menina explicando que um e-mail era mais rápido e prático. Benson a essa altura mesmo que negasse deixou escorrer umas lágrimas enquanto abraçava a menina.

-Eu senti sua falta, meu velhinho... Quantos anos não? 

Ela falou baixo para que apenas ele a ouvisse, afinal esse era um apelido entre os dois, quando ela o chamava de velhinho, ele a chamava de...

-Minha criança... Como eu esperei este dia.

Benson a apertou contra si, fechando os olhos enquanto afegava seus cabelos negros como a noite. Mas este momento não furou muito, já que ele brevemente a afastou retomando a sua postura impecável, Alina riu enquanto o observava inclinando a cabeça um pouco.

-Benson, você não muda! Jamais. Mas...

Alina se virou em direção ao carro, caminhando até o mesmo, abriu a porta de trás, observando o menino que ainda estava dormindo sorriu, olhou para seus amigos.

-Eu gostaria, que vocês conhecessem alguém... Daniel. Daniel Bauer, meu filho.







Notas Finais


Ainda não está terminado, muito pelo contrário. Sei oque escrever mas estou em conflito em como, peço paciência.


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