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História Ainda sou eu - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


LEIAM AS NOTAS FINAIS TAMBÉM!!!
Oioi pessoas!! Tudo bem com vocês? Espero que sim! Bom, aqui está o primeiro capítulo da minha fanfic. Espero que gostem muito, fiz com muito carinho que está guardado no meu coração.
Sobre a fanfic: o casal Naruhina vai demorar muito para eles se conhecerem, ok? Também vão demorar para se relacionarem. É uma breve observação que estou dando a vocês.
Sobre a fanfic Metonímia, eu vou publicar o primeiro capítulo, tá? Ainda estou escrevendo ele no meu caderno de escrever minhas fanfics. E tenho que passar tudo para o capítulo e tenho que corrigir alguns erros de português.
Sobre a fanfic Devil Side (Bbrae [ Mutano + Ravena {pra quem não sabe }] ) bom vou escrever AINDA o primeiro capítulo, não se preocupem.
Para a surpresa de vocês, tem uma outra fanfic de Naruhina nos meus rascunhos do Spirit. Retrata sobre logo depois o ataque de Pain à Vila da Folha. Por enquanto, não vou publicá-la.
Perdoem as repetições. E MAIS uma coisa sobre o capítulo, não citarei os nomes dos personagens. Quero que vocês adivinhem quem é quem.
Sem mais delongas, boa leitura!! E fiquem com essa imagem GOSTOSA do Naruto KKKKJKKK KKK KKKKKKK

Capítulo 2 - I. Noite


Fanfic / Fanfiction Ainda sou eu - Capítulo 2 - I. Noite

I. Noite 

Já era noite e muitas pessoas já iam embora para suas respectivas casas; já outros iam para alguns bares locais. Já se passavam das 20:00pm e tinha um grande congestionamento no caminho de volta. Gerava uma frustração nas pessoas e descontavam nas buzinas. Também causava uma tremenda dor de cabeça. 

Olhou mais uma vez seu relógio um pouco tenso, agora eram 20:15pm. Apertou um pouco suas mãos no volante e suspirou. Queria voltar pra casa  e ficar ao lado de seu querido filho sem ouvir as zoações de seus irmãos ou as reclamações de Dona Kushina. 

Ter uma família grande lhe trazia um sentimento de afeto. 

— Isso está demorando-ttebayo! 

Ele estava prestes a dormir em cima do volante se não fosse os outros carros buzinando atrás de si. Tomou um pequeno susto e pôs o carro a se movimentar novamente. 

— Que susto-ttebayo, isso parece o meu despertador tocando. Ou parece a Dona Kushina gritando no pé do meu ouvido — falou com um sorriso de canto — Não vejo a hora de chegar em casa... O que aconteceu aqui? 

Diminuiu a velocidade do carro. Era uma batida de carro bem feia. Um caminhão e um carro. Havia uma ou duas ambulâncias paradas em uma certa distância atrás da outra. Ele só conseguiu distinguir que um dos paramédicos estavam tentando reanimar uma mulher e logo mais a frente um homem e uma adolescente. 

— Espero que eles fiquem bem. — murmurrou. 

No caminho, tinha dois corpos cobertos e malas de viagem aberta revelando algumas mudas de roupa. 

— A coisa foi bem séria. 

Deu um suspiro e acelerou os movimentos do carro. Agora o trânsito estava calmo e silencioso até demais. 


              ㅤ 

Cansaço. 

Era o que definia seu estado físico e mental. Voltara de viagem da Austrália junto com sua família. Olhou para seu relógio que marcava um pouco mais de 19:40pm e só conseguia pensar em chegar em casa e ir direto pra cama. Sentia falta de seus travesseiros e de seus lençóis. Resumindo, sentia falta de seu quarto. 

Mesmo com o seu pescoço doendo, virou a cabeça para o lado, viu seu primo dormindo com a cabeça apoiada no encosto do banco de boca aberta — através dos postes iluminando a rua, via a baba escorrendo no canto dela — e viu sua irmãzinha jogando um jogo no seu celular. 

Fitou o banco do motorista e do passageiro. Seu pai dirigia tranquilamente enquanto sua mãe falava. 

— Que tal nós irmos comprar um McDonald's para nós jantarmos em casa? Estou sem forças para cozinhar, nem que seja um lámen pra gente comer. 

— Podíamos simplesmente comer alguns dangos que tem na caixa térmica no porta-malas. Podemos pedir pro Neji pegar  alguns pra nós.  — comentou o pai concentrado na estrada. 

— Não adianta, sabe que o Neji tem um sono bastante pesado. — deu um riso nasalado 

— A quem será que ele puxou? 

— A mim que não foi. 

Ambos riram. 

A filha mais velha sorriu pra eles e voltou para sua antiga posição no banco e apoiou sua cabeça em seu braço. Finalmente estava em casa. Finalmente podia ver seus queridos amigos. Os amava assim como amava seus pais, seu primo e irmã. 

Ter uma família grande lhe trazia um sentimento que a fazia ser uma pessoa feliz. 

— Que droga, a bateria descarregou. — bufou de raiva e guardou o celular na sua pequena bolsa 

— Em casa você pode carregá-lo. — falou a irmã em um tom baixo

— E depois vai pra cama dormir, mocinha. — acrescentou a mãe

— Não estou cansada. 

— Então quem foi a pessoa que ficou dormindo e até roncou, hein? 

— Está bem, você venceu. 

— Nem mesmo dormindo não consigo sossego, Ave Maria — falou bocejando e se espreguiçando.

— Quando chegar em casa pode descansar à vontade. — falou o pai avançando o sinal verde 

A família não viu o caminhão vindo. 

O carro capotou várias e várias vezes até que ele enfim parou. 

Sua cabeça doía tanto. 

Não sentia nada além dos braços, o que fora suficiente para se arrastar até um de seus parentes, mas foi praticamente impossível. Tentou buscar oxigênio, mas não conseguiu. 

Ela se sentia tão impotente. 

Em um minuto, estava junto com sua família. No outro, não se sentia pronta para perdê-los. 

Deus, aquilo era uma despedida? 

Permitiu-se chorar ali mesmo e pediu ajuda várias vezes. 

Ninguém ali estava para ajudá-los. 

Desfaleceu ali mesmo, naquela estrada fria e na escura noite. Apenas ouvira barulhos de carros, sirenes e sentira pessoas ao seu redor. 




Notas Finais


Bem tenso, né?! Olhem, tentei explicar como foi a terrível dor da nossa querida personagem sofreu. Adivinharam quem são? Espero que sim. Também quero perdoá-los pelo capítulo curto, pois isso serviu como uma introdução da fanfic.
Fiz esse capítulo com muito carinho. Mas também tive uma ajuda com essa linda música:
Mr. Sandman do SYML.
O link está logo abaixo:
https://youtu.be/DbPsIWto5PY
Comentem o que acharam.
Até a próxima.


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