História Ainda temos tempo! - Capítulo 1


Escrita por: e Kakaw-chan

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga)
Tags Anos Depois, Comedia, Drama, Fanfic Especial, Kakaw-chan, Lemon, Plot Doado, Romance, Sope, Yoonseok
Visualizações 189
Palavras 5.999
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se houver mais de um capítulo, não se preocupe, a ADM chamará no privado para perguntar quais serão as notas dos capítulos seguintes assim que postarmos cada capítulo.
Primeiro eu quero muito agradecer a toda equipe do projeto por aceitar a minha fanfic e por terem trabalhado nela tão bem, vocês foram uns amores comigo e eu estou muito grata.

Segundo, eu quero agradecer aos leitores do projeto que tem lido as minhas fanfic's e dado muito carinho, espero que continuem apoiando o projeto!!!

Essa fanfic é toda especialzinha para minha amada Belz, primeiro porque ela inicialmente me doou o plot e segundo porque é meu presente atrasado de aniversário, hihihihi. Eu espero que você goste, meu amorzinho, eu amei escrever essa fanfic e ela foi escrita com muito carinho para você!

No mais, espero que todos se divirtam!!

Capítulo 1 - Mesmo com oito anos de atraso


Normalmente, as pessoas não esperam que na sua vida adulta você trombe com um coleguinha da turma do prezinho 1, aquele que saiu no fundo da foto que a sua mãe tirou no seu primeiro dia de aula na vida, aquele mesmo que você sequer lembra o nome, talvez nem lembre da existência. E quais seriam as chances de vocês trombarem, acabarem iniciando um diálogo e, por algum motivo, falassem do prezinho 1 e descobrissem que estudaram juntos? Na minha humilde opinião, essas chances são nulas, mas tem aqueles que acreditariam no 0,00001% de chance e eu não os culpo, afinal o 0,00001% pode ser conhecido por andar lado a lado com o fodido do universo e, normalmente, o universo sempre está conspirando contra todos nós e se você acha que eu estou errado, vou te contar a minha história.

Quando eu tinha treze anos, eu era daqueles garotos que gostava de jogar videogame, sair com meus colegas da escola ou da minha rua, mas havia um garoto de quem eu era muito mais próximo. Seuu nome é Jung HoSeok. 

Na época, ele era o meu vizinho e estávamos sempre juntos, estudávamos também na mesma escola, mas não na mesma turma, já que ele é um ano mais novo que eu, ainda assim, éramos praticamente inseparáveis, eu sei, isso significa que nos conhecíamos mais do que aquela pessoa do prezinho 1, mas, mesmo assim, quando HoSeok sumiu “de repente”, achei que nunca mais o veria.

Não, ele não sumiu de verdade, o que aconteceu foi que, naquele verão, os pais de HoSeok resolveram mandá-lo para um acampamento de verão, eu também tentei convencer os meus pais, mas meus pais não tinham tanto dinheiro quanto os de HoSeok e o acampamento era em outra cidade e acabou que eu não pude ir e ele foi. Só que a questão é: ainda naquele verão, os pais de HoSeok se divorciaram, o acampamento era só um pretexto para que, tanto HoSeok quanto a irmã dele, não ficassem no meio do fogo cruzado entre os pais deles, então o que aconteceu é que eu nem cheguei a ver HoSeok voltar para casa, o pai dele ficou, mas a mãe foi embora e, muito provavelmente, ficou com a guarda dos filhos.

Eu não vou mentir, ainda esperei que HoSeok voltasse, nem que fosse para visitar o pai, porém a minha esperança não durou mais que dois meses, quando o pai dele também se mudou da nossa rua. A casa não foi parar a venda, mas foi alugada por um casal que tinha três filhos, SeokJin, o mais velho, que é um ano mais velho que eu, o do meio, que se chama NamJoon, ele tinha a mesma idade de HoSeok e, por fim, o mais novo, TaeHyung, três anos mais novo que eu. Os três novos vizinhos também eram muito legais, mas eles não eram HoSeok.

Eu fiquei mais próximo a NamJoon, SeokJin tinha uma namoradinha e, na escola, ele só ficava com ela, quando não estava na escola ele: ou estava com ela também ou conversando com ela por mensagem ou ligação, bem aquela coisa de adolescente apaixonado pela primeira vez, mas, ao mesmo tempo, ele era bem responsável e dava bons conselhos. 

Acho que me aproximei mais de NamJoon porque ele gostava de quase todas as mesmas coisas que eu, tipo as mesmas músicas e filmes, e também dos mesmos jogos de videogame, embora ele sempre perdesse pra mim. Já TaeHyung, ele tinha a turminha dele, uns colegas de turma, eu acho, mas quando não estava na escola, ele sempre tentava grudar em mim e em NamJoon, o que funcionava muito bem porque a gente não ligava de deixar ele jogar conosco, ele era até melhor que NamJoon e, nos jogos online, isso ajudava bastante.

Eles eram legais, mas, como eu disse, eles não eram HoSeok. Jung era especial para mim. Na época, eu não sabia o porquê, mas hoje eu sei muito bem que, o que eu sentia por HoSeok, era justamente, a mesma paixãozinha que Jin tinha pela primeira namoradinha dele do colégio, a diferença era que eu gostava de um garoto e ele não morava mais do lado da minha casa, nem conseguimos manter contato porque HoSeok não tinha celular, os pais dele achavam que ele era muito novo para ter celular e diziam que só dariam a ele quando ele tivesse 15 anos, assim como a irmã dele só ganhou com 15 anos. Eles diziam que o celular iria atrapalhar o desenvolvimento do cérebro dele ou sei lá o que, os pais de HoSeok eram ricos estranhos, com manias estranhas e sem sentido nenhum para mim, mas eles eram os pais e ninguém podia fazer nada. Além disso, não darem um celular a HoSeok não os fazia pais ruins, só pais estranhos.

Voltando ao verdadeiro ponto, quando o verão acabou, eu sofri o baque de ter a confirmação de que ele não iria mais voltar, eu chorei muito porque estava sentindo coisas nunca antes sentidas, eu sentia muita saudades dele e também tinha medo de ser esquecido. É um sentimento muito ruim o de achar que alguém importante para você nunca mais vai lhe ver e vai conhecer pessoas novas e te substituir e eu não queria ser substituído por HoSeok, eu queria permanecer na vida dele, nem que fosse apenas em suas lembranças, mas eu não tinha o poder de permanecer na cabeça dele, então, em algum momento, eu apenas me conformei e decidi que tinha que continuar a vida, fazer novos amigos como sabia que ele faria facilmente. Vida que segue.

E a vida seguiu, eu não podia dizer o contrário.

Quando eu tinha meus dezenove anos, TaeHyung estava com dezesseis, eu já tinha terminado a escola, estava na faculdade e não estava mais morando com os meus pais, mesmo assim eu sempre mantive contato com os meus três vizinhos e TaeHyung foi o que se manteve mais perto de mim. Eu não me importava em ter como amigo um colegial e muito menos um namorado, o que acabou rolando. O Kim mais novo é lindo e ninguém pode negar. Além disso, ele é carinhoso e atencioso, fizemos um bom casal enquanto durou. 

Foi ele quem se declarou para mim, disse que gostava de mim a muito tempo, mas que esperou ter mais idade para que eu não o rejeitasse. Na época, eu nunca tinha pensado na ideia de namorá-lo, pedi pra pensar no assunto e, quando pensei durante uns dois dias, eu percebi que não iria me fazer mal algum tentar, eu o conhecia muito bem, sabia que ele era uma boa pessoa, então aceitei seus sentimentos e, sinceramente, eu nunca me arrependi, mesmo que, no fim, a gente tenha decidido por terminar, foi bom e especial enquanto durou, mas queríamos coisas diferentes e decidimos seguir caminhos diferentes.

Conto essa parte da história, não por ser muito relevante com o fato da re-aparição de HoSeok, mas para que saibam que, por mais sinceros que fossem os meus sentimentos de infância por HoSeok, eu realmente segui em frente, porque ele havia, de certa forma, ficado para trás e é comum o mesmo medo que eu tinha de que ele conhecesse alguém novo e me esquecesse poderia ser o medo dele, afinal, nós dois crescemos e não podíamos ficar presos a uma amizade que não tinha meios de prosseguir, ele tinha ido embora e eu não parei a minha vida. Eu tive novos amigos e novas paixões, assim como eu sei que ele também.

No dia de nosso reencontro eu tinha decidido ir visitar os meus pais, era sábado e eu não tinha nenhuma atividade extra da faculdade, nem provas e, felizmente, nenhum trabalho. Dia perfeito para encontrá-los, comer a boa comida da minha mãe e ouvir o meu pai falar de como está orgulhoso de mim por estar estudando direito, oportunidade que ele não teve quando era um rapaz - é algo que ele fala até hoje. 

Tudo sairia conforme o planejado se certo assunto não tivesse surgido logo um pouco depois que eu cheguei. Fora a minha mãe a abordar o assunto enquanto eu estava sentado, a observando cozinhar e tagarelar sobre vários assuntos aleatórios.

— NamJoon te contou que os pais dele se mudaram?

— Ah, não, ele não falou sobre nada disso.

— Já faz um mês. — Franzi o cenho, era bastante tempo. Eu via NamJoon todos os dias na faculdade e ainda éramos como melhores amigos.

— Nossa… E quem está morando lá agora?

— Ninguém.

— Eu não vi nenhuma placa de aluga-se ou vende-se quando passei na frente.

— É porque não colocaram. — Minha mãe riu, dando de ombros.

— E por que os pais de NamJoon se mudaram?

— Falaram algo sobre quererem morar na ilha de Jeju.

— Isso é sério?

— Sim, bem sério. Eles disseram que queriam aproveitar mais da vida, já que os três filhos já não moram mais debaixo do teto deles.

— Por que eu estou sentindo que a senhora não abordou esse assunto sem propósito algum, mãe? — Ela riu novamente, dessa vez mais alto.

— Não te escapa nada, não é YoonGi? — perguntou retoricamente — Você está certo, não é sem propósito, seu pai e eu estamos pensando em tirar uma férias também.

— Vocês querem se mudar? — minhas sobrancelhas se ergueram em questionamento e ela negou com a cabeça.

— Não somos tão precipitados, gostamos daqui de Daegu, não se preocupe. O que queremos realmente são férias. Seu pai tem algumas férias acumuladas e eu trabalho para mim mesma, então pensamos no assunto. Você já não mora conosco, trabalha e não precisa totalmente de nós, então queremos passar alguns meses fora. 

Eu não pude fazer nada além de sorrir em aprovação para eles, estava feliz que, com tantos anos de relacionamento, eles estavam pensando em tirar um tempinho para eles e eles mereciam muito um descanso e uma “segunda lua de mel”, mesmo que eles não nomeassem assim.

— Isso é ótimo, mãe! Espero que a senhora e o pai se divir…

Naquele momento a minha frase foi camuflada pelo som da campainha tocando, eu não me levantei e nem minha mãe saiu da cozinha, meu pai estava na sala, lendo o jornal, e sabíamos que ele não se incomodaria em atender a porta, mesmo assim, tanto eu quanto minha mãe, permanecemos em silêncio, esperando ouvir alguma coisa, o que não aconteceu, ou estavam calados ou falando muito baixo.

— Querido, quem é? — Minha mãe cedeu a curiosidade.

Ouvimos a porta bater e os passos do meu pai mais os de outra pessoa. A cada passo mais próximo, dava-se para perceber a animação na voz do meu pai, que falava algo com a pessoa ainda não identificada.

— Vocês não vão acreditar em quem veio bater na nossa porta. — Meu pai entrou primeiro e eu olhei para a entrada com certa curiosidade, e um rapaz alto, cabelos ruivos e pele levemente bronzeada entrou. Ele sorria, um sorriso um pouco envergonhado, o que condizia com o rubor em suas bochechas. Naquele momento, ele já me parecia levemente familiar, mas eu não poderia dizer com certeza quem era.

— E quem seria? — A minha mãe estava abaixada, tirando do forno o lombo assado que ela estava preparando, então ela não estava vendo o rapaz.

— Jung HoSeok. — Acho que eu levei uns dez segundos, pelo menos, para processar a informação e, quando o fiz, eu arregalei levemente os olhos e quase caí do banquinho que estava sentado.

Minha mãe colocou a forma em cima da bancada, própria para coisas quentes, e então se virou sorrindo, ela logo se apressou em se aproximar do rapaz, visivelmente mais alto do que eu, ela nem hesitou em o abraçar.

— Minha nossa, HoSeok, como você cresceu! Quanto tempo faz desde que te vi a última vez correndo pelo quintal com YoonGi. Como está Iseul, sua mãe?

— A minha mãe está bem, tia. — Ele olhava para ela, sorrindo, mas eu estava concentrado no timbre da sua voz, estava mais rouca, mais madura. Ele olhou para mim. — Olá, YoonGi. — Minha mãe o soltou e ele mesmo veio até mim e me abraçou. Eu estava meio sem reação e não consegui retribuir direito, foi um abraço estranho e desengonçado já que eu continuei sentado. — É bom te ver novamente, hyung. — Ele sussurrou em meu ouvido antes de se afastar. — É bom ver todos vocês bem. — Ele deu uns dois passos para trás e se virou na direção dos meus pais.

— Desde quando está na cidade? Por que não veio antes? — Minha mãe, ligeira como sempre.

— Eu, na verdade, cheguei hoje, deixei minhas coisas no hotel e vim ver a casa, aproveitei para dar um oi, não sabia se vocês ainda estavam morando aqui…

— Você veio para ficar? — Dessa vez foi o meu pai que perguntou.

— Eu não tenho certeza, a casa era do meu pai, agora está no meu nome, não sei se irei alugar, vender ou morar. — Ele falou e pareceu um pouco incomodado ao falar do pai, talvez ele tivesse algum ressentimento pela separação dos progenitores.

— Ah, e como anda o seu pai? Desde que todos vocês foram embora não soubemos mais nenhuma notícia.

— Meu pai… Faleceu fazem dois meses. — HoSeok falou com pesar e vi meus pais constrangidos com o inconveniente.

— Nossos sentimentos, HoSeok. — Minha mãe falou e ele assentiu.

— Obrigado… Ele já estava doente fazia um ano, teve câncer.

— Não deve ter sido fácil… — Meu pai.

— Não foi, mas estamos conformados, fizemos tudo que pudemos… — Um silêncio incômodo pairou na cozinha. Eu abaixei o olhar para minhas próprias mãos, eu já havia processado a informação de que Jung HoSeok estava bem na minha frente, mas eu não estava conseguindo entender as minhas reações internas, o meu coração acelerado, minhas mãos suando, eu queria falar com ele, mas ainda não tinha palavras.

— Você já almoçou? Por que não fica para almoçar conosco? — Minha mãe ofereceu e eu levantei o olhar.

— Ah, não precisa se incomodar, senhora Jung.

— Incômodo algum, querido, eu insisto… Além disso, os melhores amigos eram você e YoonGi, tenho certeza que vocês têm muito a conversar.

— Acho que sim… — HoSeok olhou para mim, sorrindo.

— Façam isso, ainda vou demorar um pouco para terminar. — Quase que em movimentos robóticos e automáticos, eu me levantei.

— Vamos para a sala conversar um pouco. — Falei já seguindo o caminho. Atravessar a cozinha até a sala não era grande coisa, mas eu me senti como se estivesse em câmera lenta, demorando uma vida e desejando que demorasse duas, já que eu não sabia o que falar. Me sentei no sofá e HoSeok sentou-se ao meu lado. Reparei que meu pai não veio junto e isso me deixou um pouco mais seguro.

— E então, hyung, você ainda está morando com seus pais? Está fazendo faculdade? — Seu tom era empolgado, lembrando-me muito o HoSeok de oito anos atrás.

— Não, eu moro sozinho no centro da cidade, estou cursando Direito.

— Uau, hyung! Sempre achei que você seria mais independente do que eu! Eu ainda estava com minha mãe, ela… Se tornou um pouco dependente, sabe? — Falou cuidadosamente e eu só podia imaginar o que “dependente” queria dizer. — Mas eu comecei a cursar medicina veterinária, estou tentando pedir transferência para uma faculdade aqui caso eu decida me mudar, realmente.

— Eu… Espero que você consiga… — Falei incerto. Não tinha tanta certeza se realmente esperava por isso. Mais silêncio constrangedor, HoSeok se aproximou mais e segurou a minha mão.

— Eu realmente senti a sua falta, hyung… — Ele repetiu o assunto, me fazendo ter o coração acelerado mais uma vez, ou talvez fosse a sua mão segurando a minha, ou os dois.

— Também senti a sua, HoSeok.

— Você não imagina o quanto eu chorei quando o ônibus me deixou em Gwangju e não aqui em Daegu. Minha mãe explicou o que estava acontecendo e eu só conseguia pensar em como nem tínhamos nos despedido de verdade, eu só disse “Nos vemos no fim do verão, hyung, não morra de saudades”, e depois fui embora. — Eu lembrava perfeitamente disso, lembrava também que respondi “não se iluda, eu não vou sentir sua falta”, uma completa mentira.

— Eu lembro, HoSeok, e sei que não foi sua culpa…

— Eu não tinha como te ligar, minha mãe trocou de número e os antigos não ficaram salvos, então eu não podia ligar do celular dela para os seus pais e nos falarmos. Só fui ganhar um celular com quinze e não tinha seu número. Foi muito difícil convencer ela a me deixar ter redes sociais. Ela insistia no quão perigoso era, mas, quando fiz, eu te procurei e não achei nenhum Min YoonGi.

— Ah… Minhas redes sociais estão como AgustD… — HoSeok franziu o cenho, intrigado, mas não perguntou o motivo do nome ser esse.

— Então, quando eu não te achei, perdi todas as esperanças de te encontrar novamente, eu não tinha como vir visitar meu pai, então desde aquele dia eu nunca mais apareci em Daegu, até hoje… — Eu assenti, muitas vezes me perguntava como HoSeok estaria já adulto, agora ele estava bem aqui me dizendo como foi todo esse tempo longe de mim e continuava sem saber o que fazer.

— HoSeok, eu… Isso tudo é muito estranho para mim, eu estou surpreso em estar te vendo novamente, sabe? Eu também pensei que nunca mais te veria, eu esperei todo o verão, e depois disso também, mas quando os novos vizinhos chegaram eu soube que você não voltaria e fiquei muito mal com isso… Mas é passado, entende? — O olhar dele dizia que ele estava um pouco confuso.

— Está dizendo que não podemos mais ser amigos?

— Não, claro que não, o que estou dizendo é que, você me contou toda essa história como alguém se sentindo culpado e eu quero dizer que não precisa se sentir assim.

— Oh, entendi… Eu ainda o considero como um amigo, hyung, ainda somos, não é? — Um sorriso pequeno e inocente surgiu em seus lábios e eu o retribuí.

— Claro que sim, dissemos que seríamos melhores amigos pelo menos até o SNSD dar disband, elas podem estar em hiatus, mas não debandaram. — Ele gargalhou e eu ri o acompanhando.

— Você lembra disso? 

— Claro, HoSeok, eu lembro de tudo que envolve você. — Falei e ele parou de rir, só então eu notei a idiotice que tinha falado. — Quero dizer, não é bem assim, eu…

— Também lembro de tudo que envolve você, hyung… — Sua mão pressionou a minha com um pouquinho mais de força e eu estava a ponto de ter um colapso com o seu olhar tão penetrante contra o meu.

— Garotos, o almoço está  pronto. — Minha mãe falou alto lá da cozinha.

Salvo pelo gongo. Ou não, porque eu não tinha certeza se queria ser salvo.

HoSeok soltou minha mão e eu senti falta da sua, me senti um completo idiota pelo sentimento, me levantei junto ao mais alto e começamos a caminhar para a cozinha novamente onde meus pais nos esperavam. HoSeok vinha mais atrás e ouvi uma risadinha baixa sua.

— Hyung, esqueceu de crescer? — Perguntou fazendo meus pais rirem junto a si.

— Esqueceu de me respeitar? — Bufei.

— Hahaha, eu não podia perder a oportunidade. Quem era que sempre me chamava de tampinha? — Quando éramos crianças eu era mais alto que HoSeok e sempre o chamava de tampinha. — E agora, quem é o tampinha? — Brincou novamente e minha resposta foi dar um tapa em seu braço, como eu fazia quando éramos crianças e ele me irritava.

— Haha, parecem as duas mesmas crianças de antes. — Minha mãe falou assistindo a nós dois, ela sorria feliz, meu pai também e notei que havia em mim também um sorriso embora mais disfarçado.

Naquela tarde, durante o almoço, conversamos sobre muitas coisas, mamãe fez questão de contar coisas vergonhosas que aconteceram depois dele e falou um pouco sobre meus novos amigos, já meu pai, repetiu toda a história de estar orgulhoso de mim, por estar estudando e aproveitando a chance que ele não teve na vida dele. Já HoSeok, também nos contou um pouquinho mais sobre si, sobre sua paixão pelo curso de veterinária, que sua irmã estava estudando medicina em Gwangju e que a família estava bem, falou sobre os amigos que fez e de que realmente estava pensando em vir morar novamente aqui, mas nada era certo. No fim, trocamos número, mas eu não esperava que ele fosse realmente me ligar.

Havia sido uma surpresa para mim reencontrar HoSeok, eu não esperava, muito menos que todas as lembranças voltassem e os sentimentos fossem relembrados. Quando cheguei em meu apartamento,de noite, eu só queria pegar o celular e ligar para ele, mas não conseguia ter essa iniciativa, não queria que ele pensasse que sou um desesperado, uma vez que tínhamos passado a tarde juntos com minha família. Então eu me contive, apenas fui tomar um banho relaxante e depois me deitar para dormir.

Mas, antes que eu conseguisse dormir, o celular tocou e na tela tinha o famoso “Seok-Seok”, que era como eu o chamava na infância. Meu estômago deu uma pequena cambalhota antes que eu aceitasse a ligação e, quando estendi minha mão, ela estava levemente trêmula, eu estava me sentindo um idiota, mas não conseguia evitar. Atendi.

— Alô? — A linha estava silenciosa. — olá? — Tentei ouvir melhor e dessa vez fui capaz de ouvir sua respiração, estava um pouco acelerada, não por nervosismo, mas como se fosse cansaço. — HoSeok?

— Hyung… — Ele puxou o ar com força. — Me dá um minutos. — Soltou o ar com força.

— HoSeok, você está bem? — estava deitado, mas me sentei preocupado. Ele deu mais algumas ofegadas.

— Estou, eu só precisava respirar um pouco.

— O que estava fazendo?

— Correndo.

— Correndo? De quem? Pra onde?

— Yoonie… Eu precisava ter te dito… Eu realmente senti a sua falta e…

— Eu sei, HoSeok, também sen…

— Deixe eu terminar, hyung. Senti muito a sua falta, pensei que nunca mais te veria, todos os dias eu tentava alimentar alguma esperança, mas o tempo foi passando e os dias se tornaram anos. Mas você sempre esteve em minha cabeça, em meu coração, entende? E hoje… Te ver tanto tempo depois… Isso despertou aquela mesma esperança que eu tinha no passado, não a de te reencontrar, mas a de ficar com você. — Ele se calou, eu estava tentando processar tudo que falara e me perguntava se estava realmente entendendo tudo certo, foi um tipo de declaração? — Hyung, você ainda está aí? — Só então eu reparei que estávamos a muito tempo calados.

— Estou, só não sei se estou entendendo direito.

— Quando éramos crianças, tudo era muito novo, cada coisa que eu sentia em relação a você era desconhecido, eu não sabia definir, muito menos explicar e, quando eu fui embora, eu só via tudo isso crescer de forma desproporcional e que eu não sabia controlar. Naquela época eu não sabia, mas hoje eu sei e talvez eu tenha uma nova chance.

— HoSeok, você está tentando me dizer que gosta de mim? — Meu coração estava mais acelerado do que quando o vi novamente. Eu estava um pouco assustado, mas ansioso para que ele me respondesse que sim.

— Não. O que eu estou querendo dizer é que eu sou perdidamente apaixonado por você, hyung. Sempre fui e, provavelmente, serei pra sempre. Eu sei, isso pode ser assustador, mas eu só quero uma chance de não sair nunca mais da sua vida. — Eu já não saberia descrever os meus sentimentos nesse momento, eu queria chorar ao mesmo tempo que queria rir, tudo confuso e se esclarecendo ao mesmo tempo. — Hyung?

— Você promete?

— Prometer o que?

— Que nunca mais vai sair da minha vida?

— Sim, eu prometo, hyung, a última coisa que eu quero é sair da sua vida.

— Então sim, eu quero muito te dar uma chance.

— Isso é ótimo, ou então eu seria muito idiota.

— Por ter se confessado?

— Por ter corrido tanto até aqui.

— Corrido até onde?

— Você poderia abrir a porta? Estou falando no celular, mas olhando para essa porta, como se fosse você, e tudo que eu quero é te abraçar. — Eu precisei de mais uns segundos pra entender.

— Você está aqui? — Perguntei um pouco afobado, me levantando e correndo para frente do espelho para conferir a minha cara de sono e as roupas velhas de ficar em casa. Eu estava um caos! — Como achou a minha casa?

— Sua mãe… Você vai abrir? — Bateu um certo desespero, mas não tinha o que ser feito, eu nunca iria achar uma roupa decente em segundos, então saí do quarto com o blusão e o short que estava vestido e abri a porta do apartamento.

Aquele momento foi meio idiota. HoSeok e eu nos olhamos intensamente, os celulares foram afastados de nossos ouvidos e eu desliguei a chamada. Eu estava um trapo, mas HoSeok estava uma bagunça. Os cabelos ainda úmidos pela corrida, colados em sua testa, já não ofegava como no inicio da ligação, mas respirava lentamente pela boca.

— Oi. — Murmurei e ele sorriu, vindo na minha direção, me abraçando em seguida, dessa vez sendo muito bem retribuído por mim com toda saudade que ambos sentíamos.

Eu puxei a porta fechando-a e, depois, passei a chave, trancando-a. Nosso abraço foi desfeito, mas não nos afastamos de verdade. Trocamos mais um olhar, até HoSeok ser o primeira a desviar, direcionando seu olhar para os meus lábios e, por impulso, eu passei de leve a língua pelo lábio inferior e olhei para os seus. Eu queria sentir os lábios de HoSeok contra os meus, descobrir qual o sabor, a textura, saber tudo que eu tinha perdido nesses oito anos.

— Hyung, eu posso te beijar? — Ele perguntou em um sussurro e eu apenas deixei que meu sorriso ficasse ainda maior.

— Acho que você já esperou tempo demais por isso.

Os lábios de HoSeok finalmente uniram-se aos meus, a maciez fazendo com que eu me derretesse todo, por sorte, os seus braços em minha cintura conseguiam manter-me em pé. Daí em diante, tudo aconteceu como deveria ter acontecido, como ambos ansiávamos antes mesmo de tornarmos a nos encontrar. 

Eu tinha uma necessidade de HoSeok que, até então, eu desconhecia, mas que, no primeiro momento que nossos lábios sentiram um ao outro, tudo em mim despertou e eu sabia exatamente o que eu queria.

Nos distanciamos após o beijo e eu segurei sua mão, entrelaçando nossos dedos. Eu sabia que não estava levando as coisas rápidas demais, afinal, havíamos conseguido guardar todos esses anos os sentimentos que tínhamos um pelo outro, agora eram sentimentos que queriam fluir por nós dois de uma forma mais pessoal e carnal. 

Dei as costas à ele, sem soltar nossas mãos. Comecei a nos conduzir para o meu quarto, não andávamos com pressa, a noite inteira era nossa, para suprirmos a falta um do outro desses oito anos que se passaram.

Ao chegarmos em meu quarto, eu me virei novamente para ele, meus dedos da mão livre foram para seu rosto, tocando sua clavícula, um toque simples e cheio de carinho. Eu queria tocar cada pedacinho do corpo de HoSeok. 

Quando éramos crianças, a nossa paixão era prematura e inocente, mas agora já não havia mais isso, somos dois adultos, com o desejo aflorado. 

Aproveitando do toque, HoSeok segurou com sua mão livre em minha cintura e me puxou contra o seu corpo, fazendo com que nossos corpos colidissem sem muita força, para, então, voltar a me beijar.

Agora já não havia calma alguma, não era um contato simples e muito menos carinhoso, beijávamos com voracidade, como se nossas vidas dependessem disso. 

Soltei sua mão, levando a minha aos seus cabelos e puxando com força moderada, a outra mão, por sua vez, eu adentrei em sua camisa para sentir a sua pele e HoSeok já estava quente, parte, provavelmente, pela corrida até aqui, mas eu sabia que a cada segundo que passava ele fervia por mim, pois era exatamente assim que eu estava por ele. Comecei a levantar a camisa de HoSeok e ele quebrou o beijo para que terminasse o serviço, aproveitando para fazer o mesmo com a minha camisa.

Não havia sido apenas em altura que HoSeok havia mudado, além de estar mais alto do que eu, seu corpo evidenciava que ele provavelmente fazia algum exercício, talvez passasse algum tempo na academia, porque, caso contrário, Deus havia sido muito gentil com ele, uma vez que ele não era mais o garoto magrelo que eu conheci na infância, agora era um homem com um corpo fabuloso, não era cheio de músculos, era completamente proporcional, braços fortes, abdômen durinho e com pelo menos dois gominhos leves. Eu estava sedento para ver o restante do pacote.

O sorriso sacana de HoSeok fez meu baixo ventre vibrar em excitação. Levei minha mão até a barra de sua calça, mostrando que não estava aqui para hesitar ou voltar atrás, comecei a abrir o botão do fecho e, de repente, senti ele empurrar meu corpo, que, felizmente, foi direto na cama. Caí sentado e um pouco surpreso, mas ele continuava com o mesmo sorriso sacana, logo fazendo o serviço de tirar sua calça, sapatos e meias e voltou a vir na minha direção. Me afastei, indo ainda mais para o centro da cama e, para me alcançar, ele teve que subir também, o que era exatamente o que eu mais queria.

— Hyung, você prefere estar por cima ou por baixo? — Ele perguntou enquanto se aproximava. 

No geral eu não tinha uma preferência, mas vendo HoSeok só de cueca, na minha frente, com esse corpo perfeitamente escultural, coxas grossas e firmes, os braços também fortes, como já citado, e o restante, me fazia querer estar completamente à mercê dele.

— A posição não importa desde que você esteja me fodendo.

Ele soltou um riso baixo e avançou em mim, se pondo entre minhas pernas. Ele veio me beijar ao mesmo tempo em que eu fui deitando o meu corpo, o resultado era: ele praticamente deitado sobre mim, mas seus braços ficaram cada um de um lado do meu corpo e ele tratou de sustentar o seu peso dessa forma, bem próximo a mim. Esperei pelo beijo que não veio, uma vez que ele apenas perpassou os seus lábios sobre o meu e se abaixou indo primeiro em meu pescoço. HoSeok inspirou o meu cheiro e isso fez um pequeno arrepio passar por meu corpo, o que só piorou quando ele desceu mais um pouco e senti os seus lábios em meu mamilo esquerdo.

Fechei os meus olhos, tentando apreciar o máximo de cada sensação que surgia em meu corpo causada por ele. Jung tratou de chupar meu outro mamilo e meu corpo reagia instantaneamente, quando ele o prendeu entre seus dentes em uma mordiscada eu não pude segurar o primeiro gemido de muitos que viriam a seguir.

— Não precisamos fazer isso apenas uma vez hoje… Vamos deixar as preliminares de lado, Seok, eu quero muito te sentir. — Ele olhou-me nos olhos, pareceu acatar e logo senti HoSeok descendo o meu short e cueca juntos, sem nenhuma hesitação.

— Você vai me sentir, hyung, não se preocupe, eu vou garantir que me sinta de diversas maneiras possíveis.

Começou a beijar as minhas coxas, indo para a parte interna dela, subindo por minha virilha e eu já sentia a ansiedade me consumindo, ele estava claramente me provocando e eu estava já chegando no limite de paciência.

— Seok, se você não for me foder agora mesmo, eu que vou te foder. — Tá, era da boca pra fora, só queria ver se ele agia de uma vez.

Ao invés do que eu estava esperando, o mais novo apenas riu soprado contra minha ereção, o que me causou uma reação de arrepio na parte inferior de meu corpo, e ele percebeu, já que fez questão de assoprar contra a minha glande e o ar friozinho me fez arquear levemente as costas e resmungar em uma reclamação que quase saiu como gemido. 

Eu abri a boca para soltar um palavrão em reclamação, mas o palavrão ficou entalado na garganta quando ele, finalmente, colocou todo meu membro em sua boca. Eu ainda estava com uma pré-ereção, mas, conforme ele me abrigava em sua boca, eu ia endurecendo mais, até estar completamente ereto e pulsante em sua boca.

— Seokie… — Lhe chamei entre um ou outro gemido, ele me olhou sem desgrudar seus lábios das minhas bolas, eu não respondi, apenas me estiquei até a cômoda ao lado da minha cama e peguei um tubo de lubrificante e o entreguei à ele. — Me prepara, por favor.

HoSeok assentiu e ficou de joelhos entre minhas pernas, eu as abri mais e ele me fez dobrar os joelhos, lhe facilitando a visão para o que precisava ser feito. Assisti, ansiosamente, ele derramar o lubrificante em sua destra e espalhá-la, depois trouxe-a até mim e senti um de seus dedos rodeando a minha entrada, como provocação, felizmente não durou muito, ele logo colocou seu primeiro dedo em minha entrada e começou a movimentá-lo, de um passou para dois facilmente e, um tempo depois, haviam três, mas não era suficiente, eu queria muito mais.

Eu me sentei, já havia passado muito tempo a mercê de HoSeok e de como ele queria as coisas, agora era a minha vez de fazer como eu queria. 

Prendi as pernas em sua cintura, para me dar um pouco de equilíbrio, e levei minha mão até seu membro ainda coberto pela cueca, o apertei sem muita delicadeza e ouvir o seu arfar surpreso foi uma delícia, mas ele revidou enfiando mais seus dedos dentro de mim e eu soltei um riso, porque parecíamos crianças novamente, como se fosse uma competição. Puxei sua mão de dentro de mim, descruzei as pernas de sua cintura e o empurrei com força o derrubando de costas contra a cama.

— É a vez do hyung brincar.

Puxei sua cueca rapidamente, peguei o lubrificante e derramei diretamente em seu pau, fazendo uma pequena massagem para espalhar o conteúdo, mas, principalmente, para lhe provocar um pouco também. Sentia o caralho de HoSeok pulsar em minha mão e o ouvir gemendo sôfrego me fez sorrir um pouco sadista. Mas essa brincadeira acabou no momento em que eu mesmo me vi mais do que sedento de enfiar o seu membro teso dentro de mim, por isso, subi em cima dele e, aos pouquinhos, fui me sentando em seu pau.

— Porra, HoSeok… — Murmurei satisfeito em ser preenchido por si. HoSeok era grande, ele havia me preparado e não era como se eu, às vezes, não brincasse comigo mesmo, mas, sentir ele dentro de mim era totalmente diferente. Muito mais gostoso.

HoSeok murmurou algo, mas eu não consegui entender e não me dignei a pedir que repetisse, eu apenas espalmei minhas mãos em seu peito e comecei a rebolar em seu pau, soltando ofegos e gemidos junto ao mais novo. 

Jung segurou em minha cintura, tentando comandar, e eu, na verdade, não vi problema, deixei que ele me ajudasse com o sobe e desce,eu me curvei na sua direção procurando seus lábios e ele me deixou beijá-lo.

A verdade é que, apesar da transa um tanto prematura pelo reencontro recente, ou apesar das brincadeiras, nós nos amamos muito naquela noite, pois cada toque era especial e me trazia sensações nunca sentidas. É claro que ambos já havíamos tido momentos com outras pessoas, mas para mim e provavelmente para HoSeok também tudo o que tínhamos um com o outro parecia algo novo e excepcional.

— Sei que parece bobo mas… Você quer namorar comigo?

— Eu esperei oito anos por esse pedido, hyung, é claro que eu quero.

— Eu preciso te conhecer novamente e você também precisa me conhecer, mas eu não sinto como se isso fosse errado. — Ri, deitando a cabeça em seu peito. Estávamos cansados da foda, mas eu não queria dormir, queria aproveitar cada segundo dessa noite.

— Nós temos tempo e com certeza eu vou amar conhecer o hyung de agora tanto quanto amo o hyung de antes.

Sua frase era um pouco assustadora, obviamente nenhum de nós dois éramos os mesmo de quando crianças, mas eu sentia que estava tudo bem, que poderia confiar nele, tínhamos tempo para nos descobrirmos.


Notas Finais


Meus sinceros agradecimentos especiais a:
Equipe de ADM's do projeto. @Yimy-He que fez essa maravilhosa capa, ela está perfeita, eu estou muito apaixonada por ela e não consigo parar de admirar! @Tratie_is_life que fez a betagem da faanfic e com certeza deve ter tido um trabalhinho, hihihi, muito obrigada por sua dedicação!! @Belz que me doou o plot e sempre muito maravilhosa comigo!!

Se gostaram da fanfic favoritem e deixem um comentário, muito obrigada por terem lido!


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