História Ain't My Fault - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Haechan, Jaehyun, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Taeyong, Winwin, Yuta
Tags Jaehyun, Jaeyong, Kpop, Nct, Neo Culture Technology, Smtown, Taeyong
Visualizações 218
Palavras 2.968
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então, essa fanfic eu fiz baseada numa música da Zara Larsson, e digamos que tem uma letra sexualmente forte, entretanto eu quis fazer algo meio a meio, porém puxado a algo mais bonitinho, então fugiu bastante do contexto.
Boa leitura, xuxus!
Qualquer erro ortográfico, me perdoem, eu reviso, mas nunca é fácil detectar todos.

Capítulo 1 - Não é minha culpa, é sua!


Fanfic / Fanfiction Ain't My Fault - Capítulo 1 - Não é minha culpa, é sua!

Não é minha culpa se eu me derreto por você ter aquela voz doce quando está conversando comigo.

Também não é minha culpa se fico excitado quando te vejo sair todo suado do treino de futebol, com uma camiseta colada ao abdômen e os cabelos grudados sobre a testa.

Mas principalmente, não é minha culpa a gente ainda ser melhores amigos. Isso sim é culpa sua e dessa sua lerdeza em perceber que eu sou loucamente apaixonado por você.

“— Se eu ganhar hoje, o que me dá de recompensa?”

Eu havia te perguntado na arquibancada do campo de futebol, horas antes de entrar ali.

Hoje minha equipe jogaria contra a escola da região sul de Seul e eu só conseguia pensar em ganhar aquela partida para te ver gritando meu nome da arquibancada. Queria fazer você gritar meu nome por outro motivo, mas um “Jaehyun, você consegue!” já está perfeito.

“— Que tal se eu te comprar comida?”

Você, todo lerdinho, sugeriu. Minha vontade era dizer “Por que eu tenho que comprar se você é de graça e feito só pra mim?” mas não, você nem sequer entenderia que eu estou tendo uma queda por ele. Nem mesmo quando treinamos futebol juntos e eu passo todo o tempo do treino, no gol, apenas esperando vir até mim e chutar a bola, quando na verdade eu sempre a agarrava e o deixava chateado por eu não permitir que ganhasse uma vez sequer, então tentava roubar a bola de mim e acabávamos deitados no chão, olhando para o céu azulado, ainda rindo. Por um tempo ficava tudo silencioso e eu te olhava. Acho que você sempre percebia, pois no segundo seguinte se levantava e dizia alguma desculpa boba de “tenho que terminar meus trabalhos, vou indo! Obrigado pela partida, Jae.”

E então saía todo suado, e eu olhava, claro.

“— Não mesmo, quero algo melhor.”

Eu havia dito, cansado de escutar coisas que desviassem das minhas intenções de beijá-lo.

“— Tipo?”

“— Me encontra aqui no vestiário, depois que todos saírem.”

Disse meio apreensivo que você não discordasse por ter sacado que eu queria ficar a sós contigo. Mas na verdade foi totalmente o oposto, você disse que sim e nem demonstrou uma expressão de surpreso ou algo do tipo. Acho que sua lerdeza havia se ativado outra vez. Era até mesmo fofo quando eu não me irritava com sua lentidão em processar meus passos.

E por último, eu já havia entrado no campo, estava no centro, te olhando sentado na arquibancada ao lado dos nossos amigos, dentre eles eu vi Jungwoo conversando todo feliz ao lado do namorado. Imagina um dia eu com o meu, andando de mãos dadas e sorrindo assim um pro outro.

Isso se você, Taeyong, não fosse tão lerdinho. Eu olhei mais uma vez para o casal ali, Yukhei sorrindo de volta também, então logo ergueu as mãos quando me viu os olhando, num ato de torcida para mim, ou talvez para os outros meninos em campo.

— Chamou ele pra sair? O Taeyong? — Kun se aproximou, ajeitando a camisa do time no corpo.

— Mais ou menos isso. — Disse rindo nervoso e me concentrei no amigo ao meu lado.

— Ele ainda não parou de te olhar, já notou?

— Não... Sério? — Perguntei e me virei para olhar ao garoto e foi quando notei que também me observava, então acenei, recebendo seu sorriso e outro aceno de volta.

Não é minha culpa eu ficar feliz só de te ver sorrindo.

— Tá na hora, gente. — Yuta, capitão do time, se aproximou e nos tirou daquela conversa.

Começamos a fazer fila para cumprimentar os outros jogadores e começar logo a partida. Só precisava ganhar e eu comemoria, tirando todo meu medo de falar ao outro que o amava.

Quando começamos o jogo, meu coração estava acelerado — claro que nós tinhamos um psicólogo pra ajudar a controlar as emoções, mas eu não fui fazer uma consulta pra como se controlar pra quando vai se confessar ao garoto que gosta —, estava com medo de não ganhar aquela partida e meu plano ir por água abaixo. Além de que faria o time inteiro perder.

Eu realmente estava distraído nos primeiros minutos, até ouvir o apito do juiz e olhar Sicheng no chão com a mão na canela e uma expressão de dor, quanto que o jogador da outra escola sorria por ver ele caído no chão.

— Tá louco, cara? — Yuta aproximou-se todo nervoso, já pra cima do jogador enquanto eu ia ajudar Sicheng a se levantar e Kun já ia segurar o japonês esquentadinho.

Os dois já estavam quase brigando ali, por sorte Kun chegou e puxou Yuta de perto dali, enquanto o juiz se aproximava e dava cartão amarelo aos dois.

O treinador pediu tempo e logo começou a falar algumas coisas para Yuta, então foi ver a perna de Sicheng.

— Qual é, cara?! Se controla, você é o capitão, tem que se esforçar pra manter a confiança pra gente. — Johnny pediu enquanto suas mãos estavam sobre a cintura.

— Ele fez de propósito. Viu a cara dele?! — Disse enquanto arregalava os olhos.

— Deu pra ver. — Comentei baixo, mas todos puderam ouvir. — Mas precisamos nos concentrar em ganhar deles de maneira limpa.

— Tá certo. O Sicheng volta pro banco e chama o Donghyuk pra jogar. Vamos ganhar esse troféu.

Quando disse aquilo, nos animamos outra vez, então olhei para a arquibancada e vi Taeyong preocupado com o time, era fofo. Segundos depois, já estávamos em campo de novo, passávamos a bola com velocidade, perdendo-a às vezes para os outros jogadores rivais, mas logo recuperávamos como perfeitos jogadores novatos do ensino médio. Me aproximava cada vez mais do gol, driblando qualquer um que chegasse perto. Passei a bola para Donghyuk perto de mim, então ele quase havia feito gol, porém a bola bateu na trave e veio em minha direção. Apenas a recebi e fiz a famosa “bicicleta” em direção ao gol. Todos corremos juntos para comemorar e eu ia em direção à arquibancada onde Taeyong estava sentado.

Ele gritava e batia palmas junto aos outros, então quando passei em sua frente, apontei a ele, simbolizando que o gol que havia feito era em dedicação ao menor, vendo ele sorrir orgulhoso.

Apesar de todo estresse, ao final, ganhamos de “3 x 1”, sendo dois gols meus e um de Yuta.

A gente foi carregando o troféu pelo campo, enquanto o outro time olhava derrotado. O jogador que havia derrubado Sicheng, agora se aproximava do mesmo no banco dos reservas e estendia a mão para cumprimentá-lo, talvez como forma de se desculpar.

Tudo terminou bem…

Bom, na verdade, ainda não tinha terminado, faltava uma coisa.

Eu estava no vestiário, com a toalha enrolada apenas sobre a cintura. Fiz questão de demorar para tomar o banho, apenas para ganhar mais tempo com Taeyong. Só esperava que ele realmente viesse.

Escutei a porta do lugar se aberto e já saía da parte de trás dos armários para olhar ao meu amor, porém não foi bem assim.

— Wow! Cara, você podia andar com mais coisas se cobrindo. — Yukhei disse, cobrindo os olhos de Jungwoo. — A gente vem aqui dar parabéns e encontra um ator pornô.

— Isso é um vestuário, não uma igreja, licença. — Disse em um tom descontente por não ser quem eu esperava, então peguei meu desodorante enquanto os olhava.

— Relaxa, a gente sabe quem deveria estar aqui. Só queríamos vir antes mesmo. Boa sorte. — Jungwoo disse sorrindo, já tirando a mão do namorado de frente dos olhos.

— Vou precisar. E se ele não entender o que eu quero dizer? — Perguntei nervoso.

— Mostra pra ele então. — Yukhei deu de ombros.

— “Mostrar pra ele” o quê? — Aquela voz familiar e doce perguntou, aparecendo por detrás do casal e olhando para nós com uma confusão, mas percebi que seu foco estava na minha falta de roupas.

— Ah, temos que ir. Parabéns pelo jogo, hyung. — Jungwoo puxou Yukhei junto dele e foram até onde haviam entrado antes, fechando a porta do lugar.

Taeyong olhou estranho para o fato de que haviam nos deixado ali dentro com tudo fechado, mas então eu fui me aproximando devagar dele.

— O jogo foi muito legal, hoje. Jogou bem. — Ele disse sorrindo largo.

— Foi porque você estava lá me apoiando. — Disse ao retribuir o sorriso dele, abaixando a cabeça rapidamente e voltando a encará-lo.

— Que nada! Você joga bem em todas as posições, nem precisava do meu apoio.

Uma coisa ele estava certo: eu jogava bem em todas as posições, sendo elas de duplo sentido ou não.

Mas ele estava errado quando dizia que eu não precisava do apoio dele.

— Os dois gols foram pra você. — Acrescentei e ele sorriu.

— Nosso aniversário de amizade nem é hoje, mas já aceito como presente. — Comentou e eu suspirei, me virando frustrado. — Que foi?

Coloquei minhas mãos sobre a cintura enquanto pensava e mordi o canto do lábio inferior.

— Você ainda não entendeu, não é? — Perguntei sem o olhar. Então escutei ele responder um não.

— Não sei do que está falando.

Foi quando lembrei das sábias palavras de Yukhei sobre “mostrar a ele” minhas intenções.

Rapidamente virei meu corpo em direção ao seu, agarrando sua cintura e colando em mim, notando o olhar dele de surpreso. Fui levando ele até a parede dos armários o prensei ali, colando uma das mãos ao lado do seu rosto e aproximando meus lábios devagar, mas não o suficiente para que Taeyong tivesse alguma reação, por exemplo fugir do beijo.

— Eu quero você pra mim.

Disse rente aos seus lábios e voltei a beijá-lo. Taeyong até podia ter tentado negar, podia ter tentado fugir, podia ter chutado entre minhas pernas e acabado com nossa amizade pra sempre, mas não. Ao invés disso, ele correspondeu ao beijo. Agora o surpreso era eu.

— Já tava na hora de dizer hein. — Disse disse com um sorriso nosso rosto que me fez ficar sem acreditar.

— Sério? Você sabia??? — Perguntei, parando de beijá-lo, então sentindo seus braços rodearem meu pescoço.

—Óbvio. Qualquer idiota perceberia. Mas eu queria ouvir de você e não dos outros.

— Agora eu quem me sinto o lerdo. — Comentei ainda incrédulo.

— Vai me beijar ou vai ficar falando que não acredita que eu já sabia?

— Te beijar é melhor. — Antes mesmo de falar qualquer outra coisa, segurei a cintura dele e o suspendi até meu colo.

Taeyong entrelaçou suas pernas em minha cintura enquanto eu continuava a pressioná-lo contra aqueles armários gelados, sentindo o mesmo vez ou outra erguer as costas por conta do frio.

— Tenho uma ideia. — Disse próximo ao ouvido dele, carregando o menor em direção a uma das cabines de banho do vestuário. Coloquei o mesmo dentro de uma e ele ficou me encarando confuso.

— O que vai fazer? — Perguntou e mais uma vez eu mentalmente o chamei de lerdo.

Antes que ele perguntasse algo a mais, deixei que a toalha caísse da minha cintura, então vi que agora sim seus olhares tinham um destinho bem abaixo, como eu esperava.

— Você me excita também, sabia? — Perguntei, já me aproximando, outra vez suas mãos voltavam ao meu pescoço e colávamos nossos lábios, iniciando um beijo mais caloroso.

Eu já estava começando a passar minha mão por dentro da blusa dele, sentindo seu abdômen se contrair com um arrepio. Teria continuado se eu não tivesse escutado a porta de metal do vestiário ser aberta e ranger.

— Ainda tem alguém aqui??? — Escutei a voz do treinar na entrada.

Eu olhei para Taeyong e ele olhou para mim da mesma maneira, nervosos. Ao mesmo tempo podia ver que ele queria rir por estar em uma situação como aquela.

— Droga… — Murmurei baixinho, abaixando a cabeça e tirando a mão de dentro camisa do mais baixo. — Tem sim, treinador Kim. — Respondi alto e me virei, pegando minha toalha e me cobrindo.

— Ah, okay! A gente tem que ir embora, já estão fechando o colégio. — Respondeu de volta e eu suspirei, não me importaria nem um pouco de ficar preso naquele lugar com Taeyong, seria bem divertido, porém agora o treinador sabia que eu estava ali e não deixaria que eu ficasse.

— Okay, já irei! Só vou terminar o banho. — Respondi e olhei para trás, onde Taeyong ainda estava encostado na parede, segurando a risada, então dei uma leve piscada a ele e sorri.

— Vou esperar você na entrada. Venha logo, tem quinze minutos. — O treinador gritou e logo escutei a porta fechar outra vez.

Voltei a olhar para o menor e fiz uma expressão triste por não poder continuar o que mal tínhamos começado.

— Sua bunda é muito bonita, sabia? — Taeyong disse rindo enquanto ajeitava a blusa.

— Queria poder ter visto a sua, assim teria algo pra te dizer. — Digo, sorrindo ladeado e começando a sair do box de banho. — Até faria uma rapidinha, mas o treinador é chato quando se trata de horário.

— Podíamos nos encontrar à noite, sei lá, dar uma volta por aí.

— Que tal a gente ir ao cinema? Depois conheço um lugar com uma vista linda pra te levar.

Comentei enquanto o observava sair do box e eu começava a vestir minhas roupas de dentro do armário.

— Gosto da ideia.

Ele respondeu e então nós dois sorrimos. Saímos do colégio logo depois e então quando cheguei em casa comecei a recordar de tudo que havia acontecido aquele dia. Primeiro ganhar a partida de futebol contra uma escola que costumávamos odiar — isso até hoje, após o jogo, quando fizemos as pazes.

Segundo foi saber que Taeyong também estava interessado em mim. E eu pensando que ele era um lerdo que só queria minha amizade.

Quando anoiteceu, eu terminei de me arrumar e já havia mandado mensagem ao outro para que me esperasse na casa dele que eu já estava indo. Tinha emprestado a moto de um amigo para ir buscá-lo.

A gente havia escolhido um filme de comédia para ver; rimos bastante o filme todo. Houve um momento em que ele encostou sua cabeça na minha e ficamos de mãos dadas no cinema. Eu lembro que sorri quando nossas mãos se entrelaçaram, então mais fiquei pensando no quanto estava apaixonado por ele do que prestando atenção no filme.

Lee Taeyong, não é minha culpa se você me distrai.

Não é minha culpa se você chama minha atenção mais do que outras coisas.

É até mesmo engraçado quando eu lembrava das cantadas que eu lançava a ele, então apenas o via rir, mas sempre dizia no final: “— Se você tivesse um namorado, ele amaria essas cantadas.”

Eu tinha vontade de responder: “ — Poderia ser você, mas tá difícil né.”

Além de que ele nunca me abria mais espaço para avançar qualquer coisa que fosse. Queria mesmo saber quando foi que ele começou a perceber que eu estava falando sério e por que não havia tentado nada também. E mesmo depois de conhecê-lo, eu ainda me surpreendia.

Quando o filme acabou, eu o levei aonde havia prometido. Era uma montanha onde tinha uma cafeteria, o lugar era lindo de dia, porém à noite era incrível. Jantamos ali e logo depois fomos para um lugar mais privado. Eu havia trago um pequeno pano para colocar no chão e mais umas pequenas almofadas. Nos sentamos ali e ficamos olhando a lua à nossa frente.

Estávamos em silêncio total, apenas escutando a gente respirar. Eu estava sorrindo feito bobo sempre que lembrava das palavras dele no vestiário. Podia-se ver o quanto eu estava apaixonado por ele, até se mencionassem o nome dele eu sorriria exatamente como agora.

— Jae.. no que está pensando? — Ele perguntou com suas mãos abraçadas ao joelho. Taeyong estava sentado um pouco mais atrás de mim.

— Em você. Tipo quando você tá sorrindo, ou quando fica com vergonha, quando está feliz. Você me faz ficar pensando em ti o tempo todo.

— Não é minha culpa!

— Claro que é! Você é incrível desse jeito e eu, todo perdido, encontrei você, então acabei me apaixonando assim, dessa maneira platônica. A culpa é sua sim. — Retruquei e ele riu, balançando a cabeça em modo negativo. Logo me deitei sobre suas coxas e ao invés de observar a lua, eu era quem o observava. — Eu devia te pedir em namoro.

— Tão rápido assim? — Ele perguntou rindo enquanto ia acariciar meus cabelos com uma de suas mãos.

— Rápido nada! A gente é amigo faz tempo, se eu demorasse um pouco mais eu morreria.

— Não seja dramático, okay! Eu tava brincando. Pode me pedir em namoro quando quiser. — Senti algo macio sobre minha testa e nem tinha notado que na verdade Taeyong havia acabado de dar um beijinho ali.

— Eu queria fazer algo bonitinho, mas já aproveitando esse 'não' piquenique e essa lua maravilhosa, aceita ser meu namorado? — Pergunto apenas erguendo minha sobrancelha e começando a sorrir quando notei que o menor fazia o mesmo.

— Claro que quero. — Respondeu de maneira simples, então me sentei ao lado dele e segurei sobre sua cintura, puxando ele para meu colo enquanto já colávamos nossos lábios num beijo calmo.

Fui me deitando com ele devagar sobre o pano ali no chão, sem soltá-lo do beijo. Quando ficamos sem ar, ele encerrou o beijo com alguns selinhos e logo se deitou ao meu lado. Olhamos para o céu juntos, enquanto eu deixava mais alguns beijos na testa dele.

— É, talvez a culpa seja mesmo minha. — Escutei o menor falar enquanto me olhava. Eu ri, encarando seus olhos brilhando à luz da lua. Como não sorrir com ele me olhando daquela forma??

Sim, minha total paixão por ele não era minha culpa, e sim culpa dele por ser perfeito de tal forma para mim, eu o amava tanto ao ponto de me sentir fora desse planeta apenas pela sensação de paz que ele me trazia.


Notas Finais


Se quiserem, rola um extra (parte 2)
Beijos e até a próxima, xuxu!
Perdoem os errinhos.🌷🌜❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...