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História Ajoelhe-se comandante! - Capítulo 1


Escrita por: Curious-girl

Notas do Autor


Essa é uma história BDSM, tudo é consensual e saudável.

Espero que gostem!!!

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Ajoelhe-se comandante! - Capítulo 1 - Capítulo único

Marco entrou no quarto e viu Ace sentado na cama, calças macias, pés descalços e um bracelete de couro. Depois de tanto tempo juntos ele sabia exatamente o que isso significava, e também sabia o porquê de Ace assumir a postura dominante.

Descendo com um joelho ao chão ele se curvou respeitosamente, mantendo a cabeça baixa.

- Comandante Ace – Cumprimentou solene, também caindo no personagem.

Eles fizeram isso tantas vezes, esse mesmo ritual.

Algumas vezes as coisas se tornam demais para Marco. O posto de comandante, e segundo em comando do imperador, era no mínimo exaustivo. Assumir a responsabilidade de cuidar de todos os seus irmãos e do próprio pai era uma honra, Marco amava, mas isso não significa que ela veio sem custos.

Nesses dias Marco quer apenas desligar, estar livre de decisões e aproveitar ser cuidado ao invés de controlar.

Existem dias em que ele não consegue conviver com os próprios erros, momentos em que a dor é bem vinda e desejada. Em momentos assim ele não hesitava em entrar em um bar, procurar uma briga e se deixar apanhar sem sequer revidar.

Com Ace ele pode ter o que precisa de maneira segura.

Em algum momento discutiram cada desejo e fantasia, e com a confiança incondicional que têm um no outro estabeleceram os limites.

Ace é, em sua essência, uma pessoa gentil, ele não sente prazer em causar dor, ele sente prazer por saber que Marco sente prazer. Então ele fará isso pelo namorado, que depois de tantos anos sendo intocável encontra na dor uma fuga.

Quando ele vê os nervos de Marco levarem a melhor durante o dia, se tornando cada vez mais hostil, Ace se prepara. Ele vai tomar banho e se limpar, vai colocar o bracelete de couro e relaxar na cozinha. Quando estiver pronto ele vai entrar no quarto deles e começar a preparar a cena. Depois de pronta ele vai andar de um lado para o outro por alguns minutos, repassando em sua mente o planejamento da noite, meticuloso, inteligente, e apenas então vai chamar por Marco.

Geralmente Marco irá vê-lo em algum momento da preparação, assim que avistar o bracelete entenderá o que está acontecendo, se quiser isso ele vai esperar o chamado de Ace no quarto ao lado, o quarto do comandante da segunda divisão, que passa a maior parte do tempo vazio, se não, ele irá interromper ou apenas retirar o bracelete do amado. Qualquer opção está bem, Ace faz isso por Marco, toda a cena é para ele, e sempre será sua decisão, e embora seja raro, houve momentos em que Marco declinou.

Essa noite Marco estava tão estressado que não cruzou com Ace até então. O encontrou sentado na cama, de pernas cruzadas, calmo e já em sua postura dominante, cair de joelhos é a forma de Marco de aceitar, e mostrar sua submissão.

- Se aproxime Marco – Disse em voz calma.

Ao lado da cama foi colocado um cobertor e vários travesseiros.

(Marco ficou curioso quando Ace os comprou, quem precisava de tantos travesseiros? Eles aparentemente. Seu namorado é muito cuidadoso)

Marco se ajoelhou sobre um, sabendo que mesmo tendo objetivo de causar dor, Ace não permitiria um desconforto acidental. Ele não fala, não tem sentido tentar controlar a cena, tudo que Marco deseja agora é desistir do controle. Então ele aguarda o comando de Ace de cabeça baixa.

Ace não diz nada por um minuto, certamente avaliando o quanto Marco precisa. Ele dirá quando for a hora.

Marco espera.

Um toque no queixo levanta seu rosto, agora ele olha em olhos cinzas e uma expressão neutra.

- Qual é o fim Marco? – Ace faz a verificação, ele está perguntando sua palavra segura, Marco não hesita.

- Tempestade. – essa era a palavra segura dos dois, no início eles acharam que apenas “Pare" seria suficiente, e que não diriam no meio de uma cena a não ser que desejassem parar. Isso estava certo, mas em outros momentos, momentos mais leves, foi dito “pare" como um pedido para parar uma provocação, e continuarem se amando, mas a palavra foi o fim de todo o clima.

Então “tempestade” foi a escolhida, mas se ele disser “pare" Ace sem dúvida responderá.

- Sim, me avise se a tempestade se aproximar. – Continuou segurando o rosto de Marco. Esse início, apesar de repetitivo, é o que alcança Marco, o ajudando se libertar.

- Sim senhor. – um pequeno sorriso de aprovação apareceu no rosto de Ace. Enquanto ele acariciava o rosto de Marco com o indicador.

Uma vez... duas vezes... Ele segurou o queixo entre o indicador e o polegar e apertou.

- De pé, tire sua roupa, devagar. – A voz de Ace ordenou, dura e sem emoção, entrando totalmente no papel, passadas as verificações.

Marco demora um momento para obedecer, hesitante.

- O que está acontecendo Marco? Eu te dei uma ordem. – A voz é dura, mas Marco houve seu Ace, sua chama, por trás dela.

“Você está bem? Quer continuar?”

Ele quer muito, e sequer sabe porque hesita.

Então se levanta e dá alguns passos para trás, fora da coberta macia ele deixa a camisa escorregar pelos ombros lentamente, a antecipação torna o deslizar do tecido erótico enquanto a pele se arrepia. Cada peça cai lentamente, conforme foi ordenado e ele aguarda. Hoje Ace parece disposto a fazê-lo esperar.

Pouco depois Ace se levanta, finalmente, e circula seu corpo, as mãos ao lado do quadril abrem e fecham em antecipação, sem dúvidas Ace nota.

- Ajoelhe-se Marco. – Ele comanda, menos áspero dessa vez.

Marco o faz imediatamente, não querendo hesitar novamente, ansioso para agradar. Ele sabe que se desobedecer será repreendido, apenas isso, não se trata de punição, Ace não pune, a dor que ele causa é diferente. Se Marco desobedecer continuamente a cena acaba e eles conversam sobre isso, é frustrante as vezes, porém necessário.

Ace se ajoelha atrás dele, e puxa seus braços para as costas até que ele segure seus cotovelos. Marco não tinha visto a corda, ela devia estar emaranhada no cobertor. Pela textura era a de couro, muito mais rígida e áspera que as outras que eles têm, quando ela era usada não era apenas para conter, mas também para causar dor. Os braços foram ligados, em seguida Ace alcançou a mesa de cabeceira e retirou o bracelete de Kairouseki que mantinham lá, colocando no pulso de Marco, onde ele reservou um espaço para isso.

Marco sentiu a força ser drenada, não tão ruim como seria com as algemas do governo, mas o suficiente para inibir a fênix e diminuir sua força.

Uma mão sobre por suas costas, o toque leve, acaricia seu pescoço e se emaranha em seus cabelos, onde segura firmemente e puxa, Marco ofega, as costas agora em um arco e a garganta exposta. Ace faz um som apreciativo, antes de lamber uma faixa em sua garganta, logo abaixo de sua orelha ele chupa um hematoma. Marco agora geme alto.

- Senhor... – Ele choraminga.

- O que foi Marco? – A voz soa baixa, perigosa em seu ouvido, a mão em seu cabelo aperta mais e puxa com força, simultaneamente a outra mão agarra o quadril nu em direção ao próprio pau duro, coberto pela calça.

- Ahh... – Nada coerente sai de sua boca, além de pequenos gemidos necessitados, e sem pensar ele empurra os quadris para trás.

- Tks... – Ace faz um som de desaprovação em sua língua e antes que pudesse pensar o que estava acontecendo o rosto dele foi empurrado na coberta, o aperto doloroso em seu cabelo o prendeu lá. Agora, com o rosto e peito no chão, a bunda no ar, ele estava totalmente exposto e vulnerável, seu próprio pênis duro e pesado entre as pernas, Marco queria fecha-las por algum atrito, queria mover os quadris para trás até estar tocando Ace novamente, qualquer coisa.

Ele fechou os olhos com força e esperou, ofegante e necessitado.

- Isso é muito comandante? – Ace perguntou com um toque se sarcasmo no nome, eles chamavam um ao outro de comandante em cenas, Marco sabia que estava sendo repreendido por tentar assumir o controle. Mas bem abaixo da superfície ele podia ouvir a preocupação sincera de Ace.

- Não senhor – respondeu ofegante.

A mão em sua cabeça diminuiu o aperto, e Marco notou agora o travesseiro em baixo do seu peito, tão perfeitamente posicionado, Ace sabia que isso aconteceria.

- Você está pronto para desistir do controle Marco? – A voz dele tinha uma finalidade, esse era o último deslize da noite.

Marco não se atreveu levantar os olhos para ele, ainda observando o cobertor próximo aos seus olhos.

- Sim senhor, me desculpe. – E aí estava, o tom submisso em sua voz.

Ace estava esperando por isso, Marco podia senti-lo respirar fundo e levantar o corpo, sua mão deslizando da parte de traz do pescoço.

- Você só precisa ser bom pra mim agora, Marco. – Ele acariciou suavemente suas costas e seus ombros. – Você vai ser?

- Eu vou senhor.

- Huum..., me diga, como você prefere fazer isso? No meu colo ou como você está agora? – perguntou Ace.

- O que você preferir senhor, eu farei como quiser. – Disse ofegante, já desesperado para sentir a dor que Ace estava o fazendo antecipar, a ponta de seu pênis estava molhada e fria, enquanto pré sêmen vazava.

Ainda assim o toque dele não mudou, nada além do aperto leve em seu quadril e a mão entre suas omoplatas, que apenas estava lá.

- Você é tão bom pra mim, querendo agradar – O elogio subiu quente no estômago de Marco – Mas eu realmente quero uma escolha.

- Seu colo, eu prefiro seu colo Comandante.

Ace se deslocou, levantou o corpo de Marco pelas mãos amarradas, se ajoelhou e o puxou para o seu colo, agora ele estava com o peito e estômago nas pernas de Ace, um travesseiro foi puxado para apoiar a parte superior do peito e cabeça para que não ficasse desconfortavelmente pendurada, agora o rosto estava virado de lado na direção contrária ao tronco de Ace, assim ele podia ver seu rosto e Marco não via o dele. Para surpresa de Marco um travesseiro também foi colocado sob os quadris, apenas roçando seu pênis necessitado, e Marco precisou conscientemente evitar moer contra ele.

- Obrigado por me dizer lindo – o moreno disse, enquanto acariciava o homem no seu colo – Hoje você foi tão rude com seus irmãos Marco, o dia todo – continuou, com a voz dura agora – Você estava implorando pela minha atenção não era? Precisando tanto ser punido.

- Sim senhor – Marco estava ofegante, a antecipação o matando.

- Você não precisa se preocupar com nada lindo – o sussurro dominante fez a pele de Marco se arrepiar – Apenas fique aqui enquanto eu cuido de você. Eu vou ser duro com você hoje Marco – ele avisou – exatamente como você precisa. Então conte pra mim.

Nada poderia ter evitado o gemido carente que saiu dos lábios de Marco com a sucessão de três golpes em sua bunda, não muito fortes, enquanto Ace o avaliava.

- Ahh um, dois, três... – Ele contou, sentindo o agradável formigamento, não doía de verdade, ainda não.

Essa antecipação insuportável continuou até o vinte e cinco, com Ace lhe dando golpes firmes em toda sua bunda e coxas em uma sequência rápida e eficaz. Agora ele sentia alguma dor, mais por ter o mesmo lugar atingido repetidamente do que pela força de Ace, porém ele estava, principalmente, muito excitado, dolorosamente excitado, suas pernas tremiam com o desejo de se mexer, conseguir algum atrito contra o travesseiro em seus quadris, a fronha inesperadamente áspera. (Ace definitivamente planejou isso!)

A resistência de Marco para dor era muito alta e Ace era um amante observador, ele aprendeu muito rápido sobre as necessidades de Marco de desistir do controle, como a dor o ajudava a desmoronar, deixar ir. E como homem inteligente que era, descobriu várias formas de fazer isso, muito mais satisfatórias do que apenas a dor. Ele descobriu que deixar Marco vulnerável, submisso, sempre o deixava mais frágil, mais fácil de quebrar. E Marco precisava quebrar, se lembrar que era permitido desmoronar, ser humano.

Ace sempre estaria lá para segura-lo, protegê-lo e reconstrui-lo.

Depois de uma pausa Marco sentiu a carícia em seu cabelo, enquanto a outra mão de Ace tocava as nádegas já quentes e avermelhadas. Ele se sentia pequeno, delicado até, precioso nas mãos de Ace, que mesmo no meio de uma cena de dor e impacto ainda era gentil.

- Você está indo tão bem lindo – elogiou Ace, Marco sorriu, o peito se aquecendo com o elogio – continue sendo bom pra mim Marco.

- Sim senhor. – sussurrou.

Marco se assustou com o toque repentino em sua entrada, mas respirou fundo se acalmando.

O indicador lubrificado de Ace provocou a borda de seu buraco um pouco antes de entrar, apenas até a primeira junta.

Era impressionante como Ace não precisava mais desfaze-lo, não, ele se desfazia sozinho agora. Marco sabia que não precisava buscar seu prazer, Ace cuidaria disso, então ele apenas se deitou e tentou ficar parado, enquanto cada troque o enlouquecia. A antecipação crescia a tal ponto que a mente dele se perdia, meio nublada. Ele estava se aproximando daquele ponto que buscava desesperadamente. 

Seu pênis fazia uma pequena poça de pré sêmen no travesseiro.

O dedo afundou completamente duas vezes, fazendo Marco gemer de prazer, antes de se retirar. Marco se sentiu vazio e choramingou, e um momento depois ele foi atingido por um tapa na nádega esquerda, forte o suficiente para fazê-lo perder o fôlego e os olhos lacrimejarem. O aperto em seus cabelos deixava claro a advertência, ele esqueceu de contar.

- Vinte e seis senhor, vinte e seis.

O aperto retornou para uma carícia, enquanto Ace o goleava mais três vezes, a cada impacto seu pênis esfregou o tecido da fronha. O dedo retornou profundamente, a mistura de sensações reduzindo Marco a gemidos, cada vez mais altos e carentes, e números estrangulados. Mais um tapa, definitivamente imbuído em Haki, e o dedo retornou, acompanhado por um segundo alguns momentos depois. Agora os gemidos de Marco já eram um som constante que apenas alternavam de intensidade, enquanto o comandante alternava entre toques e tapas.

Os tapas se aproximavam dos cinquenta e as lágrimas escorriam pelos olhos de Marco, assim como pequenos soluços, mas ele estava próximo, apenas pelo impacto e a sensação de seu pênis na fronha.

- Você pode gozar quando quiser agora - sussurrou Ace em seu ouvido, mas parou totalmente os toques dentro dele. – Apenas mais cinco lindo, você não precisa contar mais.

Marco estava chorando, mas apesar da dor dos golpes, na verdade por causa dela, ele tinha tudo o que queria, se sentia livre, bagunçado, excitado e vivo.

No terceiro golpe ele estava gozando, um grito alto rasgou em sua garganta e durou um bom tempo, Ace acariciava sua pele maltratada o tempo todo, claramente aliviando os últimos dois tapas. Marco se perdeu um pouco, quando voltou da neblina do êxtase seus braços estavam desamarrados e Ace massageava seus ombros e bíceps.

O comandante jogou o travesseiro sujo na outra extremidade da sala e trouxe Marco em seus braços. Elogiando, dizendo o quanto ele foi perfeito, quão bonito ele era. Depois de alguns minutos ele parou de chorar, e se permitiu ser mimado pelo namorado, que entre beijos o alimentou com suco, frutas e chocolate.

- Você está bem meu amor? – Perguntou carinhoso e preocupado.

- Estou ótimo minha chama – respondeu, satisfeito e relaxado, embrulhado em cobertores macios e deitado nos braços de Ace.

- Você acha que eu posso tirar a pulseira agora? – perguntou acariciando a tatuagem em seu peito.

Eles aprenderam que se retirassem a pulseira imediatamente após a cena, Marco seria forçado de volta do espaço de satisfação que entrou, arruinando todo o princípio.

- Ainda não – respondeu manhoso, ainda tinha algo que ele queria. – Eu quero fazer amor com você primeiro.

- Ainda com a pulseira? – pediu a confirmação com carinho, Marco sabia que Ace não queria machuca-lo, e retirar a pulseira garantia que ele estivesse totalmente recuperado.

- Sim, eu me sinto tão vulnerável agora – E ele queria estar assim para Ace, totalmente a sua mercê.

Então com uma última carícia ele levantou Marco nos braços, e o depositou na cama delicadamente, de lado para diminuir o atrito em sua pele sensível.

Ele apenas se recostou, abraçando levemente o travesseiro e dobrando uma perna, dando total acesso a Ace, permitindo sua chama beijar seus ombros, pescoço, descer pela sua nunca e pela sua espinha, o tempo todo acariciando sua pele sensível. Esse amor, tão delicado, permitia que seu cérebro lembrasse o quanto era amado, e que tudo que haviam feito era para ele, porque Ace o amava, e valorizava cada parte dele. Mas também era para Ace, ele precisava ter certeza que Marco estava bem, que não tinha machucado o namorado de verdade.

- Você é tão lindo Marco, meu amor. – falou em seu ouvido, a voz grossa e profunda, antes de morder o lóbulo da sua orelha com carinho – retirando gemidos e arrepios dele – Ahh... você é tão sexy assim, gemendo e se contorcendo pra mim – e é claro, isso só o fez choramingar ainda mais necessitado.

Ace seguiu seu caminho beijando seu trapézio e descendo pela omoplata, beijos molhados e carinhosos enquanto uma mão massageava seus braços, descendo até segurar sua mão.

- Tão forte, você é um homem incrível Marco – sua voz era sincero e admirada, como se contemplando um sonho distante – Perfeito, e confiável, eu entrego minha vida à você sem pestanejar. – Ele se interrompeu para beijar sua espinha, até a parte superior das suas nádegas. Os lábios que eram sempre quentes, por causa da sua fruta, estavam em uma temperatura bem abaixo do normal, então Marco olhou para as mãos entrelaçadas, o pulso dele propositalmente sobre a pulseira, cortando seu poder e evitando aquecer a pele machucada.

Marco amava esse homem.

Se Ace não era o homem mais perfeito e adorável que já existiu, Marco não sabia quem era. Ele trouxe a mão ao lábio e a beijou, interrompendo o contado de Ace com a pulseira. Quando ele olhou em seus olhos por cima do ombro de Marco deixou claro que queria o calor do seu amante, e a leve queimadura que vinha com isso.

- Você cuida tão bem de mim Ace, um amante tão cuidadoso, tão bom.

O que ele respondeu subindo, se recostado atrás de Marco e beijando seus lábios. O ângulo era estranho, mas ninguém se importava, sua mão estava na nuca de Ace, e a dele segurava seu rosto também. Enquanto seu membro negligenciando empurrava contra Marco, ainda coberto pela calça macia, e recebeu um rabugento “tira" de Marco.

Ace se afastou do beijo apenas para retirar a peça e voltou a colar seus corpos, beijando o namorado com paixão. Sua mão puxou a perna de Marco sobre a sua, o mantendo em uma posição aberta e desavergonhada, Deus, tão excitante. Uma mão passou por baixo dele, colando seu corpo nas costas de Ace enquanto ele provocava o abdômen e beliscava seus mamilos, a outra desceu pela perna, agora aberta, até a virilha, segurando seu pênis, muito interessado e totalmente ereto novamente. Já o pênis de Ace estava aninhado entre suas nádegas enquanto ele balançava suavemente contra a pele quente e maltratada.

Marco gemia novamente, ansioso, quase desesperado, para sentir Ace dentro de si.

- Ahh, por favor... Ace! – ele implorou – por favor amor... preciso tanto de você.

- Tão gostoso você implorando por mim, você pode ter tudo passarinho, eu vou te dar o que você quiser bebê.

Então Ace afastou o quadril para se lubrificar e posicionar seu membro contra a entrada preparada. Assim que a cabeça passou pelo anel de músculos ele tirou a mão e segurou a de Marco, dedos entrelaçados enquanto ele abraçava Marco apertado e entrava em um único movimento lento e profundo. Segurando os corpos colados e imóveis.

Os dois gemeram alto, Ace abafando o som com uma mordida em seu ombro. Marco arqueou as costas, trazendo o pênis do namorado ainda mais fundo.

Tão profundo, tão grande dentro de Marco, ele estava enlouquecendo, rebolando e gemendo pela sensibilidade da sua bunda e do orgasmo recente. Ace não parecia disposto a soltar sua mão para deter seu movimento.

- Ace, se mexa... – Se interrompeu para gemendo quando ele esfregou contra sua próstata – Deus... aaahh... por favor...

- Impaciente – Disse, saindo e entrando lentamente – meu amor é exigente – Disse gemendo em seu ouvido – Eu vivo para dar tudo que você quiser.

Então Ace começou a se mover seriamente, ajustando o ângulo para que cada investida lenta esfregasse aquele lugar maravilhoso dentro dele. Não demorou para se perderem em gemidos necessitados, Ace cumprindo sua palavra, dando tudo que Marco solicitava.

Mais forte...

Mais rápido...

Não pare...

Mais... Mais... Mais...

Ele chegou no seu máximo segundos depois de Ace, se derramando na mão dele, puxando os cabelos negros e gritando alto, algo que renderia olhares estranhos no refeitório amanhã.

Ace o segurou e beijou até ficarem sem fôlego depois disso. Soltando para iniciar sua rotina pós cena.

Retirou o bracelete e verificou seu corpo após chamas azuis lamberem sua pele, com um pano úmido, e aquecido pelo seu poder ele limpou as evidências do ato amoroso, depois ele limpou e secou todo corpo de Marco, com um beijo ele envolveu o corpo dele com um cobertor macio, se limpou e depois o trouxe em seus braços.

- Como você está se sentindo Passarinho?

- Calmo e desossado – murmurou manhoso, recebendo um riso baixo e um beijo na bochecha – Eu te amo Ace.

- Não mais do que eu te amo Marco. Descanse meu amor.


...





Notas Finais


Eu espero que tenham gostado!

Beijos


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