1. Spirit Fanfics >
  2. Ajude-Me A Viver >
  3. 4. Um Caminho Difícil A Seguir...

História Ajude-Me A Viver - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Sim... Demorei e sinto muito! Pensei em Desistir? Com Certeza! Mas Aqui estou tentando mais uma vez.
Boa leitura <3

Capítulo 4 - 4. Um Caminho Difícil A Seguir...


Fanfic / Fanfiction Ajude-Me A Viver - Capítulo 4 - 4. Um Caminho Difícil A Seguir...

“Busca a cura era uma caminha difícil... Ela e cheia de curvas siga a seta... Rumo a vitória.”

   

   Narração Pela autora, Suzhen e Camus:

         Flashback:

  

         Suzhen Olhava Camus atentamente ela sentia seu coração bater mais forte aquilo era tão errado seu coração não batia daquele jeito a mais ou menos três anos aquele homem a salvara mesmo assim era tão errado aquela sensação se bem estar.

-Da alma ao coração!? – Indaga ela tentando busca o significando daquilo.

-Oui significa que para se chega ao coração é preciso curar a alma. – Respondeu o Francês olhando a morena. – Você quase danificou sua alma de forma irreversível sinto muito pelo tapa, mas você precisava para desperta.

-Não precisa desculpa, provavelmente eu precisava daquele tapa a muito tempo. – Fala ela sentando na cama.  – Eu sinto muito ter lhe causando tantos transtornos.

   O silêncio se fez presente mais uma vez Suzhen se sentia realmente cansada ela havia se levado aquele estado deplorável de forma que ela temia que isso pudesse causar dor não somente para si, mas para sua família também.

-bien petit... você está entre amigos agora, mas para te ajudarmos você precisa se ajudar também. – Fala ele sorrindo se agachando diante dela. – vamos te ajudar a voltar a sorri Suzhen...

-Obrigada Camus...

 

Flashback off:

 

            Três dias fazia três dias que desde aquela conversa entre mim e Camus desde então eu passava a buscar forças em sua presença ele conseguira me trazer de volta a realidade, mas ainda não era o suficiente para me retorna ao caminho certo. Milo estava sempre a minha volta as vezes saia do trabalho no estabulo para me vê Saori e o tal Shaka reversavam para que eu consegui me abrir, abrir meu coração e minha alma em uma dessas sessões a crise de pânico se fez presente.

- Eu preciso respira... – Exclamou com dificuldade fechando os olhos apertando os braços da poltrona.

- Shaka, precisamos ir devagar. – Escuto Saori se pronunciar tocando minha testa. – Meu Zeus ela estar soando frio.

-Esse é o processo Saori, ela não tem asma ou qualquer doença respiratória. – Escuto aquele loiro frio explicar. – Ela está em um síndrome de pânico quanto a pressionamos em um ponto especifico ela entra em pânico o que dificulta o processo.

   Eu estava tentando respira minha cabeça girava meu corpo parecia pesado o ar não estava sendo o suficiente senti Saori se levantar escutei algo se abrir provavelmente a porta.

-MII! Traga um copo de água com açúcar rápido. – Escuto a voz de Saori se elevar um pouco.

   De repente senti mãos frias em meu rosto o acariciando com ternura era como se tudo a minha volta ficasse menos opressivo a voz de Camus chegou ao meus ouvidos como um corda que me puxava do fundo do poço.

- Abra os olhos petit, eu estou aqui com você. – Fala ele fazendo movimentos circulares em minhas bochechas. – Respire devagar isso assim mesmo agora abra seus olhos bem devagar.   

- Eu... Eu não vou consegui Camus. – Falou com lagrimas descendo pelo meu rosto. – Tudo me apavora, eu perdi tanta coisa....

-Claro que vai princesse*. – Diz-me ele com um sorriso que nunca antes tinha visto. – Você está no caminho certo diga tudo estar preso aqui. – Incentiva Camus levando a mão ao lado do meu coração.

   Shaka apenas observa tanto ele como Saori se estivessem surpresos sabiam disfarça bem eu conhecia a fama de Shaka como medico terapeuta, era um espécie de terapia diferente ele soterrava tudo que havia escondido na alma fazendo com que aquilo saísse para que a superação fosse completa... Mas como supera a dor de que além de perde o homem que amei eu jamais poderia ser mãe.

-Sente-se Camus! Talvez sua presença seja essencial nas sessões. – Olho para ele talvez fosse verdade a presença de Camus me acalmava.  – Saori o que acha?

-Bom, eu diria que Shaka tem razão, por algum motivo Suzhen confia em você, talvez pelo fato de você a tê-la salvo. – Concorda a noiva de meu irmão.

       Era verdade eu olhei melhor para aquele homem que apesar de mão frias parecia ter o coração quente, eu me perguntava constantemente quem era a garota do quadro era tão família a passagem as coisas a volta será que era namorada dele? O tempo passou tão rápido que quando me vi estava contando até minha dores mais secretas no fim da sessão Shaka parecia satisfeito e Saori não parava de sorrir.

-Bom, estar liberada Suzhen a próxima sessão será apenas daqui a dois dias veremos se com tudo que você colocou para fora seu coração esteja mais leve. – Fala o mesmo e Saori nos acompanho até a porta.

  Do lado de fora o silêncio era constrangedor eu não acreditava que havia dito tudo que estava preso em minha alma na frente de Camus o aquariano me olhava de forma indecifrável.

-Bom, O que acha de darmos uma volta pela fazenda? – Me indaga ele com um leve sorriso. – Pedirei a Mii que avise Milo para ele não entra em pânico.

-Eu adoraria! – Respondo com um sorriso radiante. – Só vamos me manter longe de rios, lagos e derivados.

- De acordo! Acho que até eu quero distancia de lagos. – Escuto ele dizer piscando pra mim.

      Depois de pedir a Mii que avisasse a Milo sobre meu passeio com seu melhor amigo Camus me entregou um casaco mais pesado o clima em Aquarius só caia cada dia que passava eu estava assustada com pensamentos de o que aconteceria se eu tivesse que volta a Munique? Eu cada dia me apagava mais a presença de Camus.

     Do lado de fora a vista era muito linda mesmo o rio era inebriante, eu estava viva e tudo graças ao homem ao meu lado eu me perguntava qual seria a profissão dele que o permitia fica tanto tempo em um lugar ou viajar livremente.

 - Veja Suzhen mesmo com o frio essa parte do campo continua com flores e algumas borboletas.  – Escuto a voz dele me tira dos devaneio. – São flores de inverno no frio elas desabrocham lindamente e no verão murcham.

     Sorriu olhando aquele lugar parecia em muito com o do retrato no quarto que eu estava, lembrei de quando estive em aquário aos 15 anos naquela época era verão e tinha outro campo igual aquele porém era totalmente diferente.

-É lindo! Esse lugar me traz paz! – Falou me virando pra olha novamente o lugar. – Sua esposa vem muito aqui?

-Não sou casado! – Responde ele com um riso discreto. – Nunca me casei, achei que Milo havia lhe dado minha ficha completa.

-Milo está ocupado nos últimos tempo. – Falou sorrindo lembrando a proximidade do casamento do meu irmão. – Você irá ao casamento dele não é?

-Sou um dos padrinhos daquele desmiolado. – me responde Camus. – Mas soube que você recusou ser uma das madrinhas.

- Eu... Bom... – Respirou fundo tentando encontra a resposta pra aquela afirmação.

-Você deveria ir, Milo é seu irmão não deixe que um trauma a afaste de seus familiares. – Escuto ele me fala. – Você está no caminho certo, mas essa é batalha que você decidi sozinha!

-Você estaria lá? – indagou deixando minha franja cobrir meus olhos. – você iria comigo ao casamento do Milo?

      Não Escutei resposta como eu era tola por que um homem incrível como Camus perderia seu tempo com uma garota insegura e com crises existenciais? Quem iria querer fica do lado de uma mulher quebrada... Eu pensava nisso até sentir a mão dele segurar a minha.

-Sim eu irei como você! – Respondo segurando a mão de Suzhen. – Se você aceitar ser Madrinha de Milo eu serei seu par no casamento e não sairei do seu lado.

     Vê-la sorrindo daquele jeito aqueceu meu coração gelado, eu era conhecido como Iceberg, pois sempre fui extremamente frio e fechado poucas pessoas tinham acesso ao meu lado mais humano e Suzhen era uma delas mesmo só tendo nos conhecido pessoalmente a alguns dias eu conhecia por toda a minha vida. Logo foi preciso que voltássemos para casa principal ao entramos Suzhen se virou para mim se apoiando em meus ombros e se erguendo um pouco dando um beijo em um lado do meu rosto sorrindo ao se afastar.

-Obrigada pela tarde de hoje Camus. – Fala ela dando um passo pra trás. – E obrigada mais uma vez por me salva.

      Eu estava mudo e estático vendo a garota sair correndo em direção a cozinha chamando pelo irmão e logo depois o grito de alegria de Milo provavelmente ao escutar a notícia de que a irmã iria a seu casamento como madrinha. Me encaminhei para o meu quarto ao entra fechei a porta sorrindo igual um idiota por um simples beijo no rosto... Caminhei até o cômodo pegando um livro especial em cima da cabeceira o abrindo tirando de lá uma foto... A única foto que eu tinha de Suzhen olhando a escrita atrás.

- De l'âme au cœur! – Sorri comigo mesmo.

Continua...     



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...