História Akai Itto - Capítulo 1


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Categorias One Piece
Tags Luffy, Zolu, Zoro, Zoro X Luffy
Visualizações 243
Palavras 1.319
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


NÃO, NÃO SOU BOA PARA EDITAR IMAGENS, mas até que gostei um pouquinho dessa capa.
Deixa quieto :v

OLÁ, segunda fic ZoLu de hoje LKHADKJHA
D O S E . D U P L A ♥
Essa é mais curtinha, mas ainda sim espero que gostem.

Como sempre não revisei bagaça nenhuma, porém isso não é problema né? lacjlkaj
Nos vemos lá embaixo! ♥

Capítulo 1 - Capítulo Único - Akai Itto


Fanfic / Fanfiction Akai Itto - Capítulo 1 - Capítulo Único - Akai Itto

Zoro nunca foi de acreditar no amor. Ele via as pessoas se apaixonando e deixando de se apaixonar tão facilmente quanto o vento leva uma folha. Casais prometendo amar eternamente e divórcios para todos os cantos, e um dos maiores motivos: traição. Trabalhando como advogado tinha amigos que tinham exatamente este dever: quebrar juras matrimoniais depois que o amor esfriou.

Tinha desenvolvido a teoria de que tudo era simplesmente explosões passageiras de carência. As pessoas querer atenção e carinho, um parceiro, e quando encontram alguém tão carente e necessitado, se juntam iludindo a si mesmo e ao outro com a maior mentira inventada pelo homem: amor. Depois quando a rotina chega, a paixão se esfria e eles percebem que não era nada daquilo, tentam forçar a mentira até onde explodir, ocasionando as maiores histórias de traição que já foi obrigado a escutar várias e várias vezes.

Porém um dia, tudo mudou.

Não na sua filosofia, claro. Parecia que continuaria na entediante rotina de ler papéis e mais papéis de um caso que felizmente estava se findando, porém quando saiu para tomar seu precioso café no estabelecimento tão familiar à esquina, um vento forte carregou quase tudo a sua volta, inclusive sua pasta. Mas antes que pudesse praguejar, sentiu algo imprensado contra seu corpo.

Um chapéu de palha.

Olhou em volta tentando entender de onde diabos aquilo tinha vindo, mas aparentemente era o único que estava na rua. De alguma forma não quis jogar fora, então segurou forte numa mão e foi atrás da sua pasta que tinha rolado por aí, mas agora estava parada, pois o vento forte cessou.

 

 

Quando chegou em casa, foi fazer a janta, mas estava com muita preguiça para isso, então pegou o telefone e ligou para um restaurante qualquer pedindo algo que não o desagradasse por completo e deitou-se no sofá de forma displicente.

Olhou o chapéu.

Era estranho o fato de querer ter guardado aquilo consigo e não simplesmente ter deixado na rua. Queria entender o que tinha dado em si mesmo para ter feito algo como aquilo, mas isso ia requer pensar e a dor de cabeça que Zoro sentia deixava claro que isso não iria acontecer. Deixou pendurado e o esqueceu quando percebeu que sua comida tinha chegado.

Assim voltou a sua rotina: foi comer, rever documentos, ficar até tarde acordado trabalhando, dormiu, acordou xingando o despertador, tomou banho, se arrumou e preparou um café forte para mais um dia.

 O que tinha de diferente era exatamente aquele chapéu. Confessava que tinha esquecido a existência desse, e tomou um pequeno susto ao ver algo diferente no seu caos costumeiro e cômodo. E foi isso que o fez pegar e o levar para o trabalho — tentaria descobrir o que fazer com aquilo durante o dia.

Mas quando saiu de casa teve que piscar várias e várias vezes para acreditar no que estava vendo, pois seu lado racional estava recusando com todas as suas forças.

O que caralhos?

Além da rua estar muito mais movimentada que em qualquer outra vez que o Roronoa se lembrasse, como se o destino tivesse pregando uma peça, todas as pessoas que via estavam com fios vermelhos amarrados nos dedos mindinhos com a outra ponta amarrada a outra pessoa.

Akai Itto.

Já tinha escutado essa história uma vez, mas confessava que sempre considerou algo infantil — aquelas história de ninar que se conta aos filhos —, mas ele tinha certeza que conseguia enxergar claramente ali. Não entendia o porquê e nem como aquilo começou, mas teve a comprovação de que era real quando olhou para a própria mão e o viu ali, delicadamente amarrada e tão verdadeira que podia tocar.

Suprimiu a vontade de ir atrás de sua metade, estava atrasado — era a desculpa que deu a si mesmo.

Seguiu seu caminho diário ignorando fortemente a sua nova “característica” e como muitas das pessoas estavam juntas, mas seu fio as ligava a outras. Riu-se irônico enquanto chegava no seu local de trabalho.

— Sr. Zoro, a reunião com o Sr. e a Sra. Kozuki está marcada para daqui a dua… — Tashigi interrompeu a própria fala ao perceber o Mugiwara na mão de seu parceiro, mas como o rosto dele indicou “sem perguntas”, prosseguiu. — Duas horas, e o Sr. Smoker está vindo aqui.

— Aquele juiz maldito vai encher meu escritório de fumaça de novo. — reclamou, mas ela sabia que Zoro gostava das visitas do homem.

Aquele trio foi o responsável por acabar com muitas figuras ilustres do crime, e eram um tanto quanto famosos. E de tanto dar a cara a tapa (ou virar alvo de balas), acabaram formando uma estranha amizade.

Foi por causa disso que Zoro percebeu um fator importante sobre sua nova habilidade: ela só funcionava enquanto estivesse segurando aquele chapéu, e somente ele podia ver.

Descobriu na conversa, pois tinha deixado o Mugiwara na mesa, e quanto Tashigi apareceu novamente, não estava mais com o fio. E quando Smoker o pegou (porque ele tinha que ser zuado pelo fumacento) não falou absolutamente nada sobre fios. E quando Zoro retornou a encostar foi automático: via claramente o fio ligado a ponta dos dedos de seus amigos. O melhor foi que eles estavam ligados.

Teve que suprimir a risada irônica.

Depois quando tinha resolvido tudo que precisava por aquele dia, milagrosamente um tanto mais cedo, pegou o chapéu de palha decidido. Aquilo não podia ser mais chamado de coincidência. O chapéu tinha vindo até si por algum motivo, e a maior pista era exatamente o final do seu fio.

Seguiu pela cidade um tanto quanto perdido em pensamentos, já que não sabia exatamente como agir quando encontrasse a pessoa certa para si. Não sabia nem se era homem ou mulher, e com certeza a abordagem seria diferente nos dois casos.

“Você poderia por favor colocar a mão nesse chapéu?”

Estava pensando seriamente em começar o diálogo com essa pergunta com o completo sentido (para ele, claro), mas quando chegou ao parque, percebeu que tinha se preocupado atoa. Ali tinha uma pedra com dizeres simples, mas que confirmavam que era ali o fim de seu fio.

Aqui jaz Monkey D. Luffy

Riu da própria desgraça. Então a pessoa que o faria acreditar no amor estava morta?! Era bem a cara dele mesmo. Porém, para alguém que passou tantos anos acreditando que viveria melhor sozinho… Por que tamanha decepção.

Resignado, decidiu voltar para casa, quando o inesperado aconteceu. Foi pego numa armadilha, vingança por ter colocado alguém na cadeia. Só que Zoro não era qualquer um, mesmo sendo advogado (engravatado tem a fama de ser o mais fraco) conseguiu nocautear todos os sete bandidos, mesmo com um tiro no abdômen, no ombro e na perna esquerda.

— Aqui é da delegacia, qual a emergência?

— Kuina… — ligou com o último fio de consciência. Não ia deixar esses caras escaparem. Se iria para o inferno, eles iriam viver o inferno da Terra primeiro. — Estou no beco entre as ruas Shinjuku-ku e Yamabukichoo. Rápido.

A melhor amiga de infância entendeu o recado, principalmente pela fraqueza que a voz demonstrava. Então ligou para uma ambulância e mandou as viaturas para o endereço torcendo para que der tempo.

Mas não daria e Zoro sabia. Tanto que olhou o chapéu ao seu lado e sorriu. Diferente do esperado, não era irônico, mas sim verdadeiro. Não tinha mais o controle de nada, mas também não se arrependia de absolutamente nada.

— Será que eu vou te conhecer do outro lado?

Perguntou e fechou os olhos.

 

 

Quando abriu os olhos novamente estava preso numa espécie de cruz com os braços amarrados e uma fome desgraçada. De certa forma fazia sentido, ele tinha procurado aquilo, não?

Levantou a cabeça para ver um garoto aparentemente mais novo que si com cabelos pretos, um sorriso gigante e uma cicatriz embaixo do olho esquerdo. O mais familiar que fez seu coração palpitar, foi o chapéu de palha.

— Estive te esperando, Zoro.

— Sim, capitão.


Notas Finais


E então foi isso pessoal o/
Mais uma ideia relâmpago LJHSAKJHA

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