História Akai Tenshi - Anjo Vermelho - Capítulo 16


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens All For One, Dabi, Katsuki Bakugou, Personagens Originais, Shouto Todoroki, Stain, Tomura Shigaraki, Toshinori Yagi (All Might)
Tags All For One, Aventura, Bnha, Drama, Midoriya, Shigaraki, Vilões
Visualizações 10
Palavras 3.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Shounen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Submersa.


Fanfic / Fanfiction Akai Tenshi - Anjo Vermelho - Capítulo 16 - Submersa.

✩ Lado Norte da Cidade da Colina ✩

✩ Primavera de anos atrás ✩

✩ Nublado, 16h 52m 49s, Temp. 25C°✩

Infância 1/4 — Primavera

★ Narrador★

AS NUVENS SE JUNTAVAM NO CÉU, a tempestade se aproximava da Cidade da Colina trazendo um vento forte e o cheiro de terra molhada junto a ela. Metade da primavera já tinha passado, todas as flores já haviam desabrochado e quase todas as tardes uma chuva forte regava o solo. E mesmo sabendo que possivelmente choveria nessa tarde também, os dois irmãos entraram na floresta, subiram em direção a colina e não se importaram com o som dos trovões. Duas crianças pequenas que gostavam de fugir para a floresta quando as coisas em casa eram ruins, quando o pai brigava ou a mãe discutia com ele e o clima ficava pesado de mais para permanecer lá. A colina era um refúgio, um escape, uma brincadeira dos dois para ver quem chegaria ao topo primeiro. Correndo em meio a terra e árvores eles subiam ofegantes, mas determinados, aquele caminho tortuoso que fizeram até o topo.

— Me ajuda a subir, onii chan! — A garotinha estendeu a mão para o irmão, enquanto se segurava em um galho com a outra para não cair. — Meu pé não alcança mais aaalto.

— Claro que não. Você é baixinha de mais. De a volta. — Ele virou as costas para ela, apertando as mãos ao lado do corpo para se segurar e não ajuda-la.

— Nãããoo! Me ajudaaaaa! — Ela se puxou para cima e apoiou a mão na terra, tentando colocar o pé em algum galho para subir escalando e não ter que dar a volta pelo caminho mais longo e reto. — Eu faço, sozinha, você vai ve-

Como a terra estava úmida e não firme o bastante para suportar tanto peso, o galho que era nada mais nada menos que uma raíz morta, se partiu, deixando a garotinha sem nada para segurar. Ela então, escorregou e começou a cair para trás, morro a baixo.

— AAAAAH!

O grito da garotinha precedeu um trovão que ecoou pela colina inteira, assustando até os pássaros da floresta. O único que ouviu sua voz de medo foi o irmão, que estava perto quando a raíz se partiu. Ele, esperto e rápido como era, conseguiu se jogar na terra e segurar o braço da irmã antes que ela caísse do morro e acabasse machucada de mais para continuar a brincadeira. Com uma mão ele agarrou uma das raízes mais grossas, para não cair junto com a garotinha, com a outra ele segurou o braço dela, fazendo tanta força que seus dentes rangeram quando ele tentou puxa-la para cima.

— N-não me deixe cair...onii chan...

— Sua idiota...eu disse... para...dar a volta!

Ele puxou ela usando toda a força que tinha, ela agarrou o galho e subiu com a ajuda dele. Ambos cansados, assustados, caídos no chão e sujos de terra, olharam um para o outro e agora que o perigo tinha passado, riram. Com um surspiro exausto o garoto se levantou e bateu a terra da capa de chuva que usava. Ele olhou para o morro onde sua irmã quase caiu e chutou uma pedra de raiva, que rolou ladeira a baixo. A irmã, que já estava de pé ao lado do garoto, segurou na mão do irmão e subiu o resto do caminho com ele. Dessa vez, ambos foram pela estrada de terra ao invés de tentarem escalar.

— Porque o papai odeia tanto a cidade? — Perguntou a garotinha.

— Eu não sei. — Respondeu ele para ela. — Talvez sejam as pessoas.

— A mamãe também não gosta muito de lá. — Olhando para cima, a garotinha viu um pássaro voar sobre eles, penas azuis em contraste com as nuvens cinza. — Você gosta de morar aqui, Onii chan?

— Uhum. É tranquilo. Não tem ninguém. Só nós. E a floresta.

O garoto olhava para frente e, embora houvessem muitas flores e animais escondidos nas folhagens, era como se ele não enxergasse nada disso. Seus olhos não focavam em nada especificamente, ele sequer parecia prestar atenção no ambiente, era um garoto quieto e pensativo. Sua imaginação era maior do que a de uma criança normal, para ele isso bastava, as vezes criar seu próprio mundo era melhor do que olhar o real, era assim que ele pensava.

— Olha, dá pra ver o topo daqui! — disse a irmã animada. — Aposto que chego lá primeiro.

— Se eu quiser você não chega. — respondeu ele virando o rosto para ela, a tempo de vê-la fazer uma careta.

— Então vamos ver... — disse ela, se preparando para correr — Um...dois...

E saiu correndo antes de dizer o "três". O irmão suspirou desanimado e chutou um galho quebrado, então sorriu para si mesmo e olhou para a irmã a frente dele, correndo em direção ao topo da colina.

— Três. — Disse ele antes de partir.

O topo arborizado da colina estava quieto, com exceção dos pássaros que cantavam ansiosos pela chegada da chuva, as folhas das árvores que balançavam com o vento e de vez em quando, um trovão. Ofegantes e cansados, os irmãos sentaram nos degraus de um pequeno templo antigo que havia ali. Era confortável, em forma de círculo com um telhado azul e sinos pendurados em volta. Eles observaram os sinos tocarem, imaginando se era apenas o vento ou se algum espírito estava ali, como diziam as histórias.

— Seria legal se fossemos espíritos, não acha? — disse a irmã olhando o sino menor balançar.

— Seria estranho. E assustador.

— Eu gostaria... iria voar por toda parte...

— Hum.

— E ganharia de você nas corridas.

— Espírito ou não, você continuaria perdendo pra mim.

— Isso não é justo, só porque você é alguns minutos mais velho não significa que será melhor em tudo!

— Significa sim.

— Você vai ver, quando nossas individualidades aparecerem eu terei a mais legal e serei a melhor!

— Se aparecerem....

O silêncio entre eles se seguiu por longos minutos, porque ambos sabiam que havia aquela possibilidade. O garoto se levantou e saiu do pequeno santuário, olhando para cima ele só ouviu os passos da irmã na terra, não precisava virar para saber que ela o seguia. O pensamento sobre o assunto foi tão profundo que a garotinha ficou paralisada olhando para o irmão a sua frente, ele que, embora fosse seu gêmeo, era mais alto que ela, e a encarava com um olhar misto de medo e resquícios de indiferença. Não queria que ela fizesse perguntas sobre aquilo ou começasse a pensar demais no assunto. O garoto fechou a mão ao lado do corpo, apertando tão forte que suas unhas machucaram a pele, ele sentia raiva de si mesmo, raiva por ter deixado aquele olhar triste nos olhos de sua irmazinha. Com os dentes trincando ele segurou os ombros da irmã e apertou firme, olhando-a nos olhos, o coração tão rápido quanto o dela.

— Escute aqui, nós temos chances muito altas de ter alguma espécie de dom. Então não se preocupe com isso, ta bom? Você ouviu o papai e a mamãe, eles sempre vão nos amar, com dom ou não.

— E se tivermos algum dom... perigoso?

— Isso não vai acontecer.

— Como você sabe?

— Porque a única coisa que torna um dom perigoso são as intenções da pessoa que o tem. E você e eu somos pessoas boas, certo?

— Sim! Nós somos. — ela sorriu e fechou os olhos por um momento. — Você é muito inteligente, onii chan. — mas a calmaria e admiração passaram num estante quando outro pensamento veio a mente dela. — Mas e se... e se acontecer alguma coisa ruim e nós ficarmos ruins?

— Bobagem.

— E se, onii chan?

— Já disse, é bobagem. Agora esqueça isso.

— E. Se. ?.

Ele não respondeu a pergunta dela. E nem precisou. Eles sabiam entender o olhar um do outro, sabiam sentir o que o outro estava sentindo quando estavam próximos assim, e acima de tudo, eles sabiam quando era hora de não falar mais nada. Ela, ainda pensando no assunto, estendeu o braço na direção dele e segurou sua mão, estava gelada, os dedos brancos e frios do garoto se dobraram sobre os dela em um gesto sutil de gentileza. Ela então o abraçou, o mais apertado que pode, porque eles sentiam a mesma dor, lá no fundo ele se preocupava da mesma forma que ela. Porque ambos tinham pesadelos reprimidos dentro de si. Porque seus corações sangravam com os medos que as histórias de parentes distantes que sucumbiram as trevas colocavam neles. Porque, no fundo, eles sabiam que só tinham um ao outro, caso alguma coisa desse errado. Porque as palavras de sua mãe, que não sabia que eles a ouviam quando disse que eles poderiam se destruir no futuro, essas palavras, os assombravam. O rosto do irmão já estava molhado quando a chuva começou a cair sobre eles.





✩ Atualmente ✩

✩ Litoral Oeste da Cidade de Oymashu ✩

✩ Horário: 18h 27m 01s. Nublado. 24C°✩

★ Yamamoto Akane — Número Sete ★


A ÁGUA ESTAVA POR TODO LADO, INCLUSIVE EM MEUS PULMÕES. Não tive tempo de entender o que estava contecendo, mas não previsava de muito para saber que era um ataque. Meus olhos ardem com o sal presente na água, mas suporto a dor e os mantenho abertos, procurando o lado certo para a superfície. Sinto as ondas me rodearem e me jogarem de um lado pro outro, como se estivesse presa na correnteza de um rio, na tempestade do mar aberto. O golpe das ondas era forte e certeiro, batiam em meu estômago fazendo o resto de ar que eu segurava sair. As bolhas me mostraram a direção certa, o que para mim era a esquerda, na verdade era a superfície. Movi as pernas e os braços tentando desesperadamente chegar até ela para respirar, sentia meus pulmões arderem como se eu tivesse corrido pela praia toda sem parar, minha mente estava em completo estado de alerta e confusão. Preciso sair daqui. Preciso sair ou vou me afogar.

— Respire, monstro. — Pensei ter ouvido a água dizer.

De repente minhas pernas conseguiram me fazer chegar até a superfície, a cabeça para fora das ondas. Puxei o ar tão desesperadamente que comecei a tossir, cuspindo água e sentindo a pressão no peito diminuir. Meus músculos estavam doloridos, minha pele ardia conforme eu tentava reviver a lava. Olhei em volta procurando uma forma humana, um responsável, algum alvo para acertar. Nada. Ergui uma mão e ativei o calor latente do magma em minhas veias, a lava saiu, junto de um monte de fumaça que se espalhou para todo lado. Pedras de magma duras caindo da minha palma, a água não deixava a lava ficar em seu estado líquido. Ela solidificou e virou rocha magmatica. Trinquei os dentes de raiva, tentando outra vez, a pele na palma da minha mão começou a endurecer. Vi a lava brilhar na linha das minhas mãos e então ficar preta, rocha.

— Já chega. — A voz estranha disse outra vez.

Á minha frente uma onda enorme se formou e veio para cima de mim. Prendi a respiração antes dela me atingir e me jogar para o fundo do mar outra vez. A corrente de água me rodeava, brincando de levar meu corpo de um lado para o outro. Eu parecia não ter força nenhuma ali, nadar era inútil e toda lava que eu tentava criar virava rocha imediatamente por conta da água. As vezes eu odeio a natureza, e isto é, quase sempre.

— Eu poderia te matar... — A voz da água, não, a voz na água. Alguém que eu não conseguia ver estava fazendo aquilo, tinha que ter alguém ali. Mas onde? — Na verdade eu não posso, mas queria.

As ondas me levaram para a superfície novamente, fui jogada contra um rochedo. Senti meus braços arderem com cortes que a rocha fez na minha pele conforme eu subia nela, tentando sair da água, escapar, mas não fugir. Eu tossia mais do que respirava. Escalando as rochas escorregadias sem parar, cada vez que eu segurava em uma pedra outro corte rasgava meus braços. Me levantei, olhando para os lados freneticamente procurando meu alvo, louca para ataca-lo e revidar tudo isso. A praia estava distante de mais, não consigo ver nada do que está acontecendo lá. Nem ninguém. O sol começou a se pôr no horizonte. 

— Chega de ar. — Aquela voz... era sutil e parecia ser de alguém com sono. Ou talvez só entediado mesmo. — Afunde.

Caminhei pela pedra e deixei a lava sair por todos os lados. Gritei quando meu cabelo queimou em chamas e magma, fumaça saindo do meu corpo e sangue manchando o chão, tudo junto de uma adrenalina insana. A onda veio para cima, o tipo de onda que derruba prédios e tudo em seu caminho. Fiz a minha onda também, lava pura fervilhando com a minha raiva e avançando contra a onda de água. Senti o choque de ambas em cada centímetro do meu corpo, a lava se endurecendo enquanto eu me esforçava para deixá-la liquida. Fumaça começou a contornar o céu acima de mim, respingos de lava e água para todo lado. Eu empurrava a lava contra a onda, e ela devolvia a força aumentando o impacto. Concentrada na batalha das ondas a minha frente, não vi a que estava atrás de mim se aproximar. Ela me arremessou no mar, apagando a lava, então, me afundou. Minha pele começou a petrificar, eu sentia uma camada de rocha se formar em volta das minhas mãos e braços, quanto mais eu tentava queimar mais eu era petrificada. Mas isso era melhor do que nada, isso era tentar fazer alguma coisa, era não desistir, não hesitar mesmo que me mate no fim. Eu fui criada para isso. Não hesitar.

— Um monstro de fogo nunca vencerá um de água. — A voz das ondas, dessa vez, mais firme e desperta.

Foi quando olhei para cima que comecei a ver algo estranho na água. Mesmo segurando bem o ar para não me afogar, algumas bolhas escaparam e subiram até a superfície. Na mesma direção uma onda começou a tomar uma forma diferente, algo mais humano, com pernas e braços e dorso e rosto... era assutador e fascinante. Dos cabelos a água saia e cercava tudo em volta, inclusive a mim, ali era a origem das correntes de água que me prendiam no fundo do mar. Mas uma das duas coisas que mais me chamou atenção foi os olhos, brilhantes e mortos ao mesmo tempo. Ela tinha olhos que controlavam toda aquela maré contra mim, e as vezes, eles pareciam opacos e sem vida, como seu rosto. A outra coisa que me chamou a atenção foi a marca negra gravada em seu pescoço, eu reconheceria essas letras em qualquer lugar, E.V.I.L. A escrita era rústica e tremida, como se tivesse sido feita por uma mão tremula ou cheia de dor, mas era clara e óbvia, ela marcava alguém e eu sabia seu significado.

— Monstro, lembre-se que eu sempre perseguirei você. Seja na chuva. No vapor de uma xícara de chá. No gelo do inverno. Na poça de água em uma rua. Até mesmo na gota de orvalho em uma planta... eu posso estar em qualquer lugar, lembre-se disso, Número Sete.

A vontade de gritar foi mais forte que a racionalidade de segurar o ar, então eu gritei. Mas diferente da voz da cobaia de água a minha era abafada e sem calma nenhuma. A forma humana que antes parecia estar sentada sumiu, tornando-se totalmente água e se fundindo ao mar. Em seguida, um impulso cruel e forte o bastante para arrancar uma cabeça me atingiu em cheio. Fui jogada para cima, girando no ar e caindo como uma boneca de pano. O impacto foi pior do que imaginei, porque não foi na água, foi na areia. O chão duro e cheio de grãos de areia machucaram ainda mais minha pele, mas eu não estava ligando muito para isso. Meu nervoso era por ter sido tão vulnerável e inútil. Numa tentativa ridícula de tentar me levantar foi que percebi, que a dor aguda e latejante que eu sentia não era só por conta dos cortes e arranhões na minha pele, ou mesmo porque a lava parecia ter endurevido dentro de mim também. Não, a dor real era porque, desde o pé até meus ombros, os ossos estavam todos quebrados. Minhas roupas mal podiam ser chamadas de roupas, a lava queimou quase tudo e as ondas destruiram o resto. Senti a água tocar meus pés, o céu estava escurecendo, a maré estava subindo, e eu, morrendo. Mas isso não era novidade. O pior de tudo aquilo, foi ouvir passos na areia em minha direção. Alguém estava correndo. Alguém estava vindo. Alguém queria me salvar. E eu queria matar esse alguém. Quando os passos pararam abri os olhos para ver quem era o infeliz que estava ali, e como se para me irritar ainda mais ou só uma piada estúpida do universo, vi os olhos vermelhos daquele que me fez queimar outra vez. Instantaneamente a lava em mim reviveu e eu senti o calor do meu corpo subir, repelindo cada gota de água reduzindo ela a vapor.

— Você..... — praticamente rosnei para ele.

— Garota você é estúpida por acaso?! Como ousa tentar morrer sem antes terminarmos a nossa luta? — Ao menos a voz dele era grave e alta, bem diferente da voz nas ondas.

— Ha! Estúpido é você, seu desgraçado. Precisa de muito mais do que isso pra me matar. — Senti o rosto doer com meu sorriso de escárnio, e algo estava errado com minha visão também.

— Que seja. — Bakugou abaixou e estendeu a mão na direção dos meus braços. — Vem, anda logo.

— Não ouse.

— Você não vai sair dai sozinha, vulcãozinho. E já disse que não vai morrer sem antes acabar a nossa luta. — Ele segurou meus ombros e depois fez uma careta, soltou um palavrão e olhou em volta.

— Que foi? Quente de mais pra você, princesa? — Minha voz estava ficando abafada, alta de mais na minha própria cabeça. Algo está errado. Não sinto mais as pernas, então frias.

Você esta literalmente quebrada, não posso mover você assim. 

— Fracote. 

— Cala boca! — Ele gritava perto do meu ouvido, e ainda assim parecia estar longe. 

— Odeio praias... — Meus olhos ficaram pesados, de repente. 

— Hey fique acordada! — Bakugou ficou embaçado e sua voz distante. — Akane! Acorda! Ac...

Mas não adiantou. Nem os gritos dele eram altos o bastante para que eu ouvisse. No frio da dor eu comecei a entrar na cidade da morte. A unica voz que eu ouvia era da cobaia de água, a voz calma e mansa, entediada e direta. Eu seguia essa voz atrás de vingança. Eu seguia ela mesmo com outras gritando para eu voltar. 










PLUS ULTRA!!!


Notas Finais


Sinto muito ter sumido, mas acontece.
O importante é continuar postando, certo? Hahaha
Em relação a ordem das "lutas" eu literalmente joguei dois dados no chão para ver quem seria o primeiro. E, infelizmente ou não, os dados deram 7.
Vou jogar de novo e ver quem é o próximo dos Yamamoto que vai entrar na Cidade da Morte.

PS: olhem a imagem do capítulo novamente agora.


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