História Akatsuki high School - Capítulo 18


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hidan, Itachi Uchiha, Kakuzu, Kisame Hoshigaki, Konan, Obito Uchiha (Tobi), Pain, Sasori, Zetsu
Tags Akatsuki, Colegial, Naruto
Visualizações 46
Palavras 1.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Luta, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa a demora ;u;

Capítulo 18 - Lágrimas


Fanfic / Fanfiction Akatsuki high School - Capítulo 18 - Lágrimas

Passados alguns dias dês da viagem...

Deidara narrando

Depois que voltamos da viagem, fizemos aquelas malditas provas que nos aguardavam, eu e a gangue nós damos bem até, talvez eu realmente esteja fazendo amigos, e isso me incomoda.

Pode não parecer, mas sim, eu me importo com as pessoas, sim, eu me preocupo se elas estão bem ou não, posso não demonstrar, mas eu me preocupo.

Não dá mais, não posso mais machucar ninguém, não posso mais fazer isso de novo, não dá... Depois de me mudar para um novo colégio eu percebi... Eu percebi que não é isso que eu sou, eu não sou uma máquina assassina, eu não sou um monstro, eu sou... Apanas um ninguém... Uma pessoa qualquer, e assim como a pessoa qualquer eu também tenho sentimentos, eu também sinto medo, e é oque eu sinto agora. Medo...

Você se pergunta oque eu tô fazendo agora? Bom eu tô no meu quarto, no canto da parede, chorando em silêncio, não quero incomodar o velhote ou a minha irmã, eu não tô bem, eu sei, mas eu não quero incomodar ninguém, falei pra eles que eu iria dormir, menti, obviamente, isso já faz quase uma hora, e eu ainda estou no mesmo lugar, chorando, sem parar.

Escuto alguém bater na porta, uma, duas, três vezes, então escuto uma voz, era kurotsuchi

Kurotsuchi: Deidara? Tá acordado?

Não respondo, apenas fico escutando

Kurotsuchi: o vovô teve que sair, e eu não queria ficar sozinha sem fazer nada, quer assistir um filme, sei lá?

Mais alguns minutos de silêncio

Kurotsuchi: eu sei que você tá me ouvindo, posso entrar?

Naquela hora eu já estava pouco me fudendo pra tudo, se ela entrasse, se ela não entrasse, tanto faz

Não vou mentir, eu queria que ela entrasse, eu queria conversar com alguém, mas também não queria que Ela me visse daquele jeito

Kurotsuchi: vou entrar tá? 

Abaixei a cabeça de novo, ela entrou e acendeu a luz

Kurotsuchi: Deidara, você tá bem?

Não respondi, de novo, ela se aproximou de mim se ajoelhando na minha frente

Kurotsuchi: ei... Olha pra mim

Ela ergueu meu rosto devagar, quando me encarou nos olhos percebeu oque estava acontecendo, meus olhos levemente inchados de tanto chorar, meu moletom molhado de lágrimas, olhar vazio...

Ela começou a chorar na hora e me abraçou, droga, não queria que ela me visse assim, mas confesso, eu precisava daquele abraço, demorei um pouco, mais retribui

Kurotsuchi: oque tá acontecendo?

Eu dou um último aperto antes de soltar daquele abraço

( Autora: mesmo se são os personagens narrando, fica os nomes normal tá? )

Deidara: desculpa... Não queria que me visse assim...

Kurotsuchi: calma, eu tô aqui, me conta oque tá acontecendo

Ela enxugava minhas lágrimas com a manga da blusa

Deidara: não dá mais... Eu tento evitar não ter amigos pra não machucar ninguém...eu não quero... Eu não posso machucar mais ninguém...

Kurotsuchi: calma, como assim? Você não vai machucar ninguém, porque você tá dizendo isso?

Deidara: eu já matei pessoas inocentes... Eu não posso continuar vivendo sabendo que essa pessoas estão mortas por minha causa... isso me assombra...

Kurotsuchi: não diga isso

Deidara: eu sou um assassino... por minha causa, pessoas inocentes morreram

Kurotsuchi: você não é um assassino, você não tem culpa... Não era você, eu sei disso, aquele não era o meu irmão

Encarei ela de novo 

Kurotsuchi: esse aqui é...

Disse apontando pra mim

Deidara: esse idiota chorando?

Kurotsuchi: você não é idiota

Deidara: não é?... Eu sou oque então?

Falei voltando a chorar

Kurotsuchi: você é meu irmão, e meu melhor amigo * sorri *

Deidara: obrigado...

Ela me abraça de novo e eu retribuo

Kurotsuchi: não sofra sozinho... Nunca se esqueça, eu tô aqui com você

Eu realmente não sabia oque dizer, eu só consegui chorar mais ainda

Kurotsuchi: quer assistir alguma coisa?

Deidara: acho que agora não

Tentei limpar as lágrimas com alguma pequena parte do moletom que ainda não estivesse totalmente molhada

Kurotsuchi: tá bom, vou ficar aqui com você

Ela se sentou do meu lado encostando a cabeça no meu ombro, ficamos em silêncio por um tempo, mas admito, fiquei feliz por ela estar ali comigo

Kurotsuchi: então... Você não me contou muito como foi lá no Brasil

Deidara: normal... A gente conheceu a prima do Itachi, fomos dar uma volta, em algumas noites a gente ficou até às 4:00 da manhã vendo filme ou jogando videogame.... É, foi normal

Kurotsuchi: nada de interessante no outro lado do mundo?

Deidara: a cultura lá é diferente e tals

Kurotsuchi: diferente como?

Deidara: a comida lá é bem estranha, arroz, feijão, ovo e farinha tudo no mesmo prato

Kurotsuchi: meu rikudou...

Deidara: isso quando eles não fritam uma porrada de coisa

Kurotsuchi: você comia oque então?

Deidara: a cozinheira sabia fazer pratos daqui, não ficava igual, mas tava bom...

O silêncio voltou, pensei na primeira coisa que veio na minha cabeça pra poder quebrar aquele silêncio

Deidara: e você? Sentiu minha falta

Kurotsuchi: pois é, senti

Deidara: mesmo, ou só tá falando isso pra mim me sentir melhor?

Kurotsuchi: mesmo, sei lá, a casa fica meio vazia sem você

Deidara: ah... tá...

Kurotsuchi: tô falando sério!

Passamos pelo menos as duas horas ali, conversando e rindo 

Realmente aquilo me fez me sentir melhor, ônoki chegou com duas caixas de presente

Ônoki: para vocês

Deidara: ok.... É alguma data que eu esteja esquecendo?

Ônoki: recebi boas notícias sobre você na escola

Deidara: sobre mim??

Ônoki: sim, a diretora falou que você tem tirado sempre notas altas, além de que seu comportamento mudou, estou feliz em ouvir isso

Olhei para kurotsuchi, nem ela estava acreditando

Ônoki: e para você mocinha, por ter recebido um certificado de melhor aluna

Kurotsuchi: como sabe?

Ônoki: a escola me ligou

Eu e kurotsuchi trocamos olhares confusos, não acreditávamos que realmente ganhamos presentes por isso, era como, quando o pai dá presente pro filho por ele ter se comportado no passeio

Ônoki: estão esperando oque? Abram

Kurotsuchi: meu rikudou! É os tênis que eu queria, obrigada vovô!

Ela realmente estava empolgada, rasguei o papel dando de cara com um bilhete " vê se cuida disso, não foi nada barato! " Esse velhote... Terminei de tirar o papel e vi a coisa mais linda da minha vida, um celular novo

Deidara: mentira...

Ônoki: verdade

Deidara: você comprou a vista?

Ônoki: sim v-v espero que cuide 

Deidara: valeu velhote

Kurotsuchi: vai querer assistir um filme agora?

Deidara: que horas são?

Kurotsuchi: * olha o relógio * falta vinte

Deidara: deixa pra depois então, tenho que ir logo

Kurotsuchi: posso ir com você dessa vez?

Pensei um pouco antes de responder

Deidara: tá, mais vai rápido, pega o capacete

Kurotsuchi: tá

Fui pro meu quarto e troquei o moletom, coloquei outro, um preto, peguei os tênis, chave da moto e o capacete

Deidara: kurotsuchi! Vamos!

Kurotsuchi: tô indo!

Kurotsuchi narrando

Descemos as escadas e fomos

Chegamos lá no horário que o Deidara costuma chegar, onde estávamos? No cemitério, Deidara vem aqui toda semana, no mesmo dia, no mesmo horário, calor ou frio, chuva ou sol, ele sempre vem visitar os pais dele

Geralmente vem sozinho, achei um pouco estranho ele ter deixado eu vir junto, não falamos nada enquanto andávamos, não tinha quase ninguém hoje. 

Deidara: chegamos...

Ele colocou o buquê de flores em frente a lápide com o nome do pai dele, e outro na lápide da mãe

Ele estava muito quieto, eu sabia que ele estava chorando, decidi não incomodar

Dês do funeral dos nossos pais ele vem aqui, quando criança, ele vinha escondido, dizia pro vovô que ia andar de skate na rua, mas na verdade ele vinha pra cá, o vovô começou a estranhar que era sempre no mesmo dia da semana, no mesmo horário, então decidiu seguir ele um dia, e acabou encontrando ele sentado em frente ao túmulo dos pais, chorando, quando Deidara viu meu vô se aproximar se levantou tentando explicar, mais meu vô simplesmente ignorou, e abraçou ele, dizendo que entendia, e que não tinha necessidade de esconder

Dês daquele dia até hoje, ele vem aqui, sempre, nunca deixou passar um único dia, menos quando teve que viajar para o Brasil, mais agora ele está se desculpando com os pais por causa disso

Fico em silêncio, não quero incomodar, eu sei oque ele está sentindo, e sei que quer um pouco de paz

Deidara: acha que eles me perdoariam?

Kurotsuchi: eu acho que sim, você é uma boa pessoa

Deidara: será?

Kurotsuchi: é sim, você só não percebeu ainda...

.

.

.

Continua...










Notas Finais


Yeeeeeee mens! Curtiram??
Desculpa essa tristeza toda, eu tava inspirada hj :3


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