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História Akatsuki Love - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Capítulo 1- Deidara


Fanfic / Fanfiction Akatsuki Love - Capítulo 1 - Capítulo 1- Deidara

A mudança foi mais fácil do que pensei. Não houve resistência nas fronteiras, por isso conseguimos chegar de madrugada à costa. A nossa instalação na casa também foi rápido, visto que nenhum de nós tinha muita carga. A parte mais complicada foi quando descobrimos que teríamos que partilhar os quartos em pares…

-Eu disse que devíamos ter escolhido o esconderijo do Orochimaru na fronteira da Vila do Raio! Os seus esconderijos têm milhares de quartos!- Exclamou Hidan.

-E como seria se o Orochimaru aparecesse lá Hidan?- Konan tentou acalmá-lo.

-Pff, ele não vai lá há anos. Poderíamos muito bem ficar lá até deixarmos de sermos perseguidos que ele nem descobriria.- Retorquiu Hidan.

-Lamento Hidan, mas nem todo mundo queria ficar trancado em um labirinto subterrâneo, e além do mais, as minhas marionetes se estragariam com a umidade.- Argumentou Sasori.

-Lamento Sasori, mas to me lixando para a merda dos teus bonecos!- Reclamou Hidan.

-Não são bonecos! Seu idiota religioso!- Gritou Sasori enquanto preparava a marionete na qual estava dentro para atacar Hidan.

-Do que é que me chamaste?!- Perguntou Hidan com raiva na voz. Simultaneamente, tirava sua arma das costas quando Pain interrompeu a confusão:

-Chega! Há cinco quartos e somos dez, ou seja, cada par de trabalho vai partilhar um quarto, entendido?

Ninguém falou. Todos permanecemos calados e cada par dirigiu-se a um quarto. Segui Sasori até ao andar de cima da casa, onde entramos em um corredor comprido em que se situavam os cinco quartos: Dois quartos do lado esquerdo, dois quartos do lado direito e um no fim do corredor, que ficou para Pain e Konan, não só por ser o maior e Pain ser o chefe, mas também porque era o único com cama de casal. Todos os outros quartos possuíam duas camas individuais e simétricas. Infelizmente estas camas não se encontravam em seu adequado uso, pois tal como o resto da casa, estavam cobertas de teias, poeira e tinham um cheiro de mofo que nos causava náuseas. Apesar de toda a sujeira, apenas deixamos nossas coisas no chão e nos dirigimos ao andar debaixo.

Sasori saiu de dentro da marionete antes de descer. Fiquei a admirá-lo. Estava com o manto da Akatsuki aberto, por isso, os meus olhos focaram-se em seu tronco de marionete. Os outros membros da Akatsuki o acham muito estranho, e principalmente o Hidan, gosta de fazer pouco dele devido ao seu corpo. Claro que o Sasori não liga, mas eu não o acho esquisito, pelo contrário, acho o seu corpo genial! Não sei se é por já ser parceiro há algum tempo e ter me habituado, mas o acho tão… Sexy… Ele fechou o manto e os meus olhos direcionaram-se ao seu cabelo bagunçado e aos seus olhos castanho avelã. A verdade é que eu adoro tudo nele.

-Vamos?- Inquiriu Sasori no momento em que reparou que eu o fitava.

-Sim, hum.- Respondi um pouco envergonhado.

Descemos e chegamos a uma parte da mansão que julgo que fosse a sala, onde estava toda a Akatsuki reunida.

-Pronto, já chegaram todos.- Falou Pain- Então é o seguinte, onde nos encontramos é a sala e aquela zona ali...- Apontou para o outro lado do hall onde havia uma porta para outro cômodo.- É a cozinha. Também temos uma cave cuja entrada se situa debaixo do tapete.- Fez sinal para um monte de pó que estava sobre o chão. Tapete? Aquilo deveria ser um tapete? Pareceria mais um tapete se eu o explodisse.

-Okay, obrigado pelo reconhecimento da casa… Agora podemos ir? Tenho sacrifícios para fazer.- Disse Hidan.

-Hidan, estamos aqui para nos escondermos. Não pode andar por ai a matar pessoas das aldeias próximas para os teus sacrifícios. Não podemos chamar atenção.- Respondeu Konan.

-Esses cômodos, incluindo os três banheiros, dois lá em cima e um aqui embaixo...- Prosseguiu Pain, tentando manter a calma.- São cômodos que todos vão precisar usar, por isso vamos colaborar na sua reconstrução. Os quartos cada par fica encarregado do seu em específico.

-Muito bem, então vamos todos começar com as arrumações?- Indagou o Zetsu Branco com o seu sorrisinho falso. Argh, odeio o Zetsu.

-Deidara- Sussurrou Kakuzu ao meu ouvido.- Te dou isso se arrumar por mim.- Mostrou-me uma nota de 100 ienes. O que?? Kakuzu a dar dinheiro? Okay, alguma coisa está errada. Tirei a nota de sua mão e a investiguei.

-Kakuzu...-disse- A porra da nota é falsa! Achas que sou tão idiota ao ponto de não reparar, hum? Katsu!

Explodi a nota e Kakuzu atirou-se em meu pescoço.

-Como te atreves a explodir o meu dinheiro falso?!

-Era… arr… f-falsa...- Respondi com um pouco do ar que tinha.- Qual… é… o… arr… p-problema?

-Ia usá-la para enganar o Tobi!- Gritou Kakuzu.

Itachi saiu de perto do Kisame, que estava a morrer de riso ao presenciar o meu estrangulamento, e separou-nos. Konan aproximou-se de nós e deu a cada um uma vassoura, uma pá e um esfregão.

-Vamos começar a limpeza- Disse ela.- Dividam-se em grupos! Quero quatro na cave, o resto fica neste piso e deixamos os quartos por último.

-Mas então onde vamos dormir?- Perguntou Kisame.

Konan fitou-o com olhar de ódio e disse:

-Não dormem até tudo estar arrumado.

Kisame ia responder mas ao ver o ódio na expressão de Konan desistiu e começou a limpar o chão.

Fui na direção de Sasori para ficar a trabalhar no pé dele, mas o Tobi apareceu na minha frente e inquiriu:

-Vamos para a cave Deidara-senpai?

-Ah… Pode ir Tobi, eu vou já lá, hum.- Respondi com um pequeno sorriso na cara

Tobi deslocou-se até o ¨tapete¨ e o retirou, gerando uma nuvem de poeira que preencheu a casa. Abriu a porta de um pequeno alçapão e desceu por umas escadas de pedra que levavam a cave, seguido de Zetsu e Kisame. Continuei a ir na direção de Sasori até que o alcancei:

-Então… Quer ir para a cave ou…?- Indaguei.

-Precisam de mim para reconstruir coisas aqui em cima, a cave fica para depois. Mas vai lá, talvez haja ratos para explodires.- Declarou num tom de gozo.

Ignorei sua ironia e desci até a cave. E eu que pensava que os quartos cheiravam mal… Na cave não dava pra respirar, foi preciso deixar a porta do alçapão aberta para ninguém morrer sufocado. Tobi e Kisame já estavam a limpar a poeira e as teias de aranha que cobriam a mobília que continha, enquanto Zetsu terminava de trocar uma lâmpada do teto que permitia a iluminação total do lugar, para além da iluminação que vinha do alçapão aberto. Peguei na vassoura e pá que Konan tinha me dado e comecei a limpar o chão.



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