História Akatsuki: Rise of the Damned - Capítulo 28


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Guren, Hidan, Itachi Uchiha, Kabuto, Kakuzu, Kisame Hoshigaki, Konan, Madara Uchiha, Nagato, Obito Uchiha (Tobi), Orochimaru, Pain, Sasori, Zetsu
Tags Akatsuki, Amegakure No Sato, Guerra, Revelaçoes, Suspense
Visualizações 19
Palavras 876
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 28 - Reféns


Tudo o que Pain precisava para fazer o interrogatório com Kabuto era de uma sala escura com uma única lâmpada no centro da sala, uma cadeira para colocar aquele que sequestrou (melhor dizendo, mandou sequestrar) e uma corda para amarrar o seu refém. Fora isso, ele também tinha seis corpos para cercar e amedrontar o interrogado.

Mesmo assim, ele sorria para Pain.

- Acha que isso vai me convencer a dizer o que sei? – o ninja médico de Otogakure começou a rir sozinho, encarando as expressões frias nos rostos dos Pain’s. – Orochimaru me treinou para aguentar todo o tipo de interrogatório e torturas imaginadas pelo homem, e algumas até mesmo que ele não é capaz de imaginar. Então vá em frente, Pain... Faça o que tiver que fazer. Coloque a ilusão que quiser dentro da minha cabeça, mas mesmo assim eu não irei dizer absolutamente nada. – avisou Kabuto.

- Seu mestre não lhe preparou para bater de frente com o Rinnengan. – sussurrou o Caminho de Deus. – Você irá contar toda a verdade, ou então terá a alma arrancada. Agora me diga: - antes que o jovem de cabelo branco pudesse falar mais alguma coisa, ele esticou a mão e fez com que Kabuto levitasse no ar, tendo o pescoço sufocado por uma força maior do que ele. – Quais são as intenções de Orochimaru?

Kabuto se sentiu sufocado com aquilo, tentando levar a mão ao pescoço, como se aquilo fosse aliviar a pressão sobre eles e o faria recuperar o ar perdido, mas acabava não dando nenhum pouco certo, levando-o a mexer as pernas, o que fez Pain perceber que o pânico já estava tomando conta da sua mente.

- Não tem nada para nos dizer...?

- Vai... Se... Ferrar! – xingou o braço-direito do líder de Oto.

- Você quem sabe. – desfez a técnica, vendo Kabuto bater com a bunda na cadeira. – Agora me diga: vale tanto a pena assim arriscar a sua vida por um homem que não dá a mínima para os seus subordinados?

- Tenho a impressão de que vocês usam esse tipo de discursos o tempo inteiro. – Kabuto riu novamente. – Vocês não possuem outra coisa para dizer além disso?

- Temos sim... – o Caminho Humano deu dois passos para frente. – Pode dizer o que sabe ou podemos arrancar a sua alma. O que você decide?

- Faça o que tiver vontade. – sussurrou Kabuto.

Não demorou nem dois segundos após a sua resposta e o Caminho Humano já impôs a sua mão direita sobre a cabeça de Kabuto, mantendo os olhos abertos e fazendo um selo com a mão canhota, conseguindo, em pouquíssimos segundos, ler a mente do seu interrogado,  causando uma dor tremenda na cabeça de Kabuto, mas vindo a descobrir todas as informações necessárias para entender as ambições de Orochimaru.

Kabuto berrava intensamente durante o ataque mental de Pain, que fazia aquilo de propósito, somente para provocar dor em seu inimigo. Ao fim do mapeamento de sua mente, Pain se afastou.

- Então é isso... – o Caminho de Deus sussurrou. – Seu mestre lhe preparou para esse tio de interrogatório, Kabuto?

- Desgraçado... – ele sussurrou, recuperando o fôlego com bastante dificuldade. – Orochimaru irá dizimar todas as suas esperanças. Ele odeia vocês mais do que tudo nessa vida, mais do que o seu falecido mestre. Ele ainda viverá em um mundo onde todos vocês estarão mortos! Eu acredito nisso!

- Você fala demais... Mas para a sua sorte e da sua colega, sua vida ainda vale alguma coisa. Por isso... – ele golpeou o canto do seu pescoço, o levando a desmaiar.

 

 

Longe dali, Orochimaru dava um murro tão forte em sua mesa que ela se quebrava, causando um certo arrepio na nuca dos mensageiros que tiveram que dar a infeliz notícia de que Kabuto havia partido com alguns homens para Amegakure no Sato.

- O bastardo fez tudo isso pelas minhas costas... Quem esse maldito pensa que é? – o Sannin falava sozinho, andando de um lado para o outro. – Tem certeza do que acabou de me contar?

- Sim, Orochimaru-sama! Ele partiu para a vila faz quatro horas e até agora não voltou. Ninguém que foi com ele também voltou. Parecia que ele estava preparado para fazer um ataque surpresa e retornar, ou recuperar alguém que foi perdido no meio da guerra. Mas achamos que... Eles falharam.

- Entendo... – sussurrou Orochimaru. – A essa altura, Pain já deve estar interrogando Kabuto e arrancando informações sobre a nossa operação. – falou sozinho novamente, mas logo virou o rosto para os dois homens na sua frente, chegando a assustá-los. – Convoque todos! Aqueles que podem lutar, até mesmo aqueles que estão feridos. Todos irão participar desse último ataque, mesmo que tenham que entregar as suas vidas ao deus da morte. Preparem todas as armas, todas as invocações e todas as armadilhas. Em doze horas, partiremos com todas as nossas forças para Amegakure no Sato, e garantir que não sobre ninguém.

Os dois saíram da sala de Orochimaru rapidamente, deixando-o sozinho com os seus pensamentos. Ele caminhou para a janela e ficou olhando para o horizonte, deixando que arrogância lhe tomasse conta.

- Em doze horas, a Akatsuki será apenas uma nuvem passageira, e Amegakure no Sato será mais uma vila para a minha coleção. – disse com um sorriso maléfico.



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