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História Além das Fronteiras dos Jardins da Razão - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Capítulo 3



Estou caminhando em direção ao elevador com Brigitte e me roendo por dentro pensando na pergunta louca que fiz a doutora. Por que diabos perguntei aquilo? O pior é que aquela pergunta saiu impulsivamente, pulou da minha boca. Mas tenho que confessar que me mantive bem firme até pelo menos o final de tudo. Confesso que das vezes que olhei para ela, mesmo que pouco, meu coração acelerou e até mesmo fiquei um pouco tensa.
Agora entrando no elevador, vejo as ações de Brigitte e quando a porta se fecha e o elevador começa a subir me pego lembrando dela de novo. A roupa que ela estava usando, o jaleco a deixava tão modesta porém, as suas pernas cobertas por uma fina meia preta e os saltos a deixavam com um ar sensual. Seu corpo menor que o meu mas é um monumento aos meus olhos. Vi nela, todo o momento que passamos juntas nesse tempo fazendo o exame e o teste, uma figura reconfortante, acolhedora e, por mim, desejada.
O elevador para e a porta se abre, saio logo atrás de Brigitte e vamos andando para o escritório do Winston. Nesse trajeto penso, que droga estava pensando. Mal a conheço e já estou pensando nela desse jeito? O que será tudo isso, será que realmente eu... Não não, impossível eu estar sentindo alguma coisa por ela, somos apenas parceiras.
Chegamos, Brigitte abre a porta e me dá passagem. Me aproximo de Winston.
¬ Ah, soldado Zarya, bem vinda de volta. E Brigitte, obrigado pro trazer ela novamente.
¬ De nada Winston.- Brigitte vira e se retira da sala.
¬ Então soldado, como foram os testes.
¬ Foi tudo ok. Foi apenas um exame clínico e um teste ergométrico.
¬ Ótimo, então está com o laudo?
¬ Sim, está aqui.- entrego o laudo a ele.
¬ Perfeito. Agora vou chamar a Tracer para lhe mostrar o que precisa saber da sede, por enquanto.
No interfone:
~ Tracer, preciso que venha ao meu escritório.~
~ Aahhh Winston, fala sério.~ 
~ Do fundo do meu coração.~
~ Ai, tá boom. Já já chego aí.~
Se passam alguns minutos e Tracer abre a porta.
¬ Estou aqui grandão.
¬ Então, você poderia mostrar o que, no momento, ela precisa saber da sede? 
¬ Claro, vai ser um prazer.
¬ Ótimo então. Obrigado.
¬ Vamos nessa então, soldado Zarya? Tem bastante coisa para te mostrar.
¬ Ok.
¬ Estamos indo, Winston.
¬ Ok, Tracer. Sem pressa por favor.
Nos retiramos da sala e vamos novamente em direção ao elevador. Após Tracer ter me mostrado cada ala da sede e o meu quarto do dormitório, eu continuei andando, passeando entre elas. 

            
                                               * * *


Uma  semana depois
São seis e meia da manhã, me levanto e vou para o banheiro. Lá tomando meu banho penso no quanto essa semana foi corrida. Muitas coisas ainda tinha pra se fazer, na verdade ainda tem.
Termino o banho, me seco e boto somente minhas roupas íntimas. Saio do banheiro vou em direção a cama e me sento. E começo a pensar no que tenho que fazer hoje.
Dou um pulo da cama quando lembro que hoje é dia da minha consulta, confesso que estou ansiosa mas tenho que me manter sã.
Começo a me vestir correndo colocando uma regata verde neon, um short preto com duas listras verde na lateral e uma jaqueta branca com detalhes verdes, e corro para a ala clínica. Chegando lá fico pensativa, "Será que a doutora está ocupada? Será que posso bater e entrar?" Tomo coragem vou até a sala da doutora e bato a porta. Logo ouço dizer que entre.
Entrando vejo aquela figura linda a um ponto colossal recostada a cadeira com as pernas cruzadas. Eu acho que realmente essa mulher está mexendo comigo. Ela descruza as pernas, se vira e se debruça na mesa com um sorriso doce no rosto.
¬ Bom dia, Zarya. Chegou cedo para a consulta.
¬ Sim, tomei um susto lembrando que era hoje e vim correndo sem pensar duas vezes.
¬ Haha, que bom. E como está se sentindo hoje? Melhorou do pigarro?
¬ Sim estou bem. E não, ainda sinto mas é somente a noite.
¬ Ah, isso vai ser normal até que sua coluna esteja ok.
¬ ...
¬ Então vamos lá. Marquei a consulta para hoje por causa, apenas, da sua coluna. Então se ainda estiver, nem que seja, um centímetro desalinhada, mandarei que volte semana que vem, de novo, ou até antes. Até por que você, no momento, está sendo minha prioridade.
¬ Tu- tudo bem, doutora.
Eu juro que corei e que ela viu e por isso falou essa última frase. Não é possível que ela esteja me provocando. O teste vai ser feito hoje, eu não vou deixar passar.
Enquanto penso nisso ela se levanta da cadeira e pede para que eu retire somente a parte de cima, a jaqueta e a regata. Ela chega perto de mim, tira o esteto do pescoço, o coloca no ouvido para auscultar minha respiração. Dava para ver que sua temperatura estava subindo pela pele de seu peito ficando rosada transparecendo no decote. Era nítido no movimento do seu tórax ver que estava ofegante e tudo isso estava me deixando estranha, quando por fim ela muda de posição e vai para as minha costas repetir o processo. Então o aparelho se afastar e logo sinto o toque das suas mãos em minha nuca e dava para perceber que ela esta abusando dos toques. Ela tateia cada músculo meu, descendo aos poucos e a cada centímetro eu tento me concentrar ao máximo para não me arrepiar quando a mão dela se afasta por dois segundos e tomo um susto quando sinto os seus braços entrelaçados na minha cintura. Por impulso os seguro com força para tirar mas logo relaxo. Quando sinto um arfar dela.
¬ Por favor, só me deixa aqui um pouco.- ela aperta um pouco os braços. Então eu aperto o punho novamente aos dela, desfaço o laço e a puxo para minha frente a agarrando pela cintura, as nossas respirações ofegantes.
Trocando olhares, ela empurra o corpo contra o meu me fazendo passar para trás até que caio sentada em um cadeira a frente da mesa do consultório, sendo obrigada a soltar sua cintura. Ela se senta no meu colo, apoia uma mão em meu peito e com a outra puxa o decote para baixo.
¬ Sabe, eu fiquei essa semana toda pensando e repensando se deveria investi em você. Mas hoje quando te vi entrar por aquela porta cheguei a conclusão de que se eu não fizesse isso ficaria maluca.
¬ Doutora...
¬ Shhh, nada de doutora por agora, me chama somente de Angela, somente o meu nome.
¬ Angela, tem certeza disso, alguém pode aparecer.
¬ Ninguém vem aqui hoje, só tinha você marcada. Adiantei os outros ao longo da semana. Esqueceu que falei que você, no momento, é minha prioridade? Boba.
Ela tira o jaleco e o joga de lado voltando, colocando suas mãos em meu rosto e me puxando para um beijo quente, cheio de fervor. Agarro sua cintura novamente com mais ânsia e involuntariamente ela começa a mexer delicadamente, quase imperceptível, o quadril para frente e para trás. Vou deslizando e descendo a mão direita para a sua bunda e a esquerda solto sua blusa a puxando para cima e adentro-a, percorrendo  em carícia até seu seio o massageando com pressão a fazendo desfazer o nosso beijo, arrancando suspiros quentes da caldeira que já era o seu corpo. Então ela segura a mão em seu seio.
¬ Calma, meu bem, assim eu não vou resistir muito tempo.
¬ Você não tem noção de como eu esperei por esse momento, eu acabei perdendo o controle.
¬ Mas já?
Ela faz um leve carinho no meu rosto e deslisa suas mãos para trás da minha cabeça agarrando e puxando levemente meu cabelo fazendo minha cabeça levantar. Então ela se aproxima do meu pescoço deslizando seus lábios pelo próprio e vez ou outra dando leves selinhos e/ou mordiscadas me fazendo arrepiar. Ela solta desliza uma das mãos pelo meu ombro e descendo pelo meu braço direito e em meio a suspiros abro os olhos.
¬ Armgh, chega...- a seguro em meu colo levantando e vou em direção a uma maca que tem no canto da sala a colocando deitada e ela dá um sorriso malicioso.
¬ Humm, agora está ficando interessante.
¬ Angela...- retribuo sorrindo da mesma forma._ Você trouxe uma muda de roupa.
¬ Como assim?
Ela olha para a Valkiria no outro canto da sala e sigo o olhar dela. Volto o olhar para ela, pego firme em sua blusa de forma que pegasse junto ao sutiã e em um puxão rasguei os dois fazendo com que seu lindo corpo ficasse a mostra e seus fartos seios pulassem para fora. Confesso que aquilo fez correr uma flash energizante em meu corpo, parando e se concentrando em minha virilha.
¬ Está explicado o por que da minha pergunta, Angela?
¬ Si- sim, Aleksandra. 
Olho, fixo em seus olhos, tão azuis quanto o céu aberto. Coloco meus dedos, indicador e médio, em sua boca, segurando e levantando sua cabeça deixando totalmente amostra o se pescoço. Me aproximo soltando suaves beijos em sua pele branca a fazendo arfar entre meus dedos. Vou descendo soltando mais beijos até chegar em seu seio. O beijo de leve e abocanho seu mamilo com fome o chupando forte e moderadamente e intercalando com suaves mordiscadas. Com isso Angela se contorce e arfa de tesão soltando um gemido alto. Ela tira minha mão de sua boca.
¬ Alessandra, jesus cristo, que fome é essa? 
¬ Por enquanto estou somente nos aperitivos, meu anjo.
Desço, deslizando as mãos pelo seu corpo apreciando cada curva sua chegando por fim em sua saia. Encaixo os dedos e a puxo para baixo deixando a mostra somente um linda calcinha de renda preta. Jogo a saia de lado e volto a fazer carícias em seu corpo quando ela olha suplicante para mim.
¬ Anda logo com isso, eu estou queimando por dentro, vou acabar explodindo.
¬ Hum, depois eu que sou a apreçada não é, anjinha.
Ela pega a minha mão direita e empurra para baixo a colocando em sua intimidade. Isso é um sinal de que realmente ela está em delírios.
Passo minha mão para dentro de sua calcinha e sinto sua vagina extremamente molhada não penso duas vezes, tiro sua calcinha e me ponho a frente de sua intimidade. Analiso o quão linda consegue ser.
¬ Anda Aleksandra, me chupa logo, você tá me deixando maluca.
¬ ...
Então me ponho a lamber com gosto e vontade o seu clitóris, vez passando a língua nela toda de baixo para cima, vez focando somente ele. Ela agarra meu cabelo e puxa minha cabeça, arcando seu corpo todo para trás gemendo alto.
Essa mulher parece uma cadela no cio, está enlouquecida, gemendo incessantemente sem medo de alguém passar por aquela porta e a ouvir. Ela está totalmente envolvida pelo prazer, pelo tesão que a consome. Ela é tão linda, tão maravilhosa.
¬ Aleksandra, por favor, não para.- ela puxa com a mais força rebolando no meu rosto. Então a olho dali como um aviso de que eu vou aumentar a pressão das coisas e ela entende sorrindo e jogando a cabeça para trás.
Então eu penetro dóis dedos de uma vez e começo devagar indo até o fundo e voltando, quando ela solta um grito de prazer eu aumento a força e a velocidade.
¬ Ahmm meu Deus, Aleksandra. Eu vou... AHMMM CARAALHOOO EU TO GOZANDOO.- ela grita arcando o corpo.
A maca trepidava, o barulho do ferro no chão, a maca já havia se movido do seu lugar anterior. Agarro sua coxa com força e afasto meu rosto quando na mesma hora ela solta um esguicho e de imediato volto e o bebo todo. Ela relaxa o corpo o deixando cair na maca, fazendo barulho. Ela me puxa para cima dela.
¬ Haha, santo Deus, o que foi isso mulher?
¬ Sexo? Haha.
¬ Isso não foi sexo, foi uma foda muito bem dada. 
¬ É isso que eu faço com meninas mal criadas como você.
¬ Hahaha, você é maravilhosa Aleksandra. Mas e você? 
Me levanto e mostro meu short molhado na região da virilha.
¬ Se estiver bom pra você, então estamos quites.
Ela ri e eu rio em resposta. Ela se levanta da maca um pouco trêmula, a puxo pelo braço e dou beijo de supetão, nos distanciamos e ela sorri. A solto e ela vai em direção a Valkiria para vesti-la. Eu pego minha regata e jaqueta e as visto também. Quando terminamos, ela vai para trás da mesa do consultório e se senta a cadeira.
¬ Se quiser, pode se sentar, vou notificar seu laudo e te dar uma cópia.
¬ O que vai escrever nele? "Paciente se encontra em ótimo estado, apta para praticar sua foda esportiva." 
¬ Hahaha, não. Vou escrever que a paciente Aleksandra Zaryanova do setor de soldados da retaguarda, se encontra apta para praticar sua foda matinal com a Dr. Ziegler, chefe do setor Clínico.
¬ Que? Haha, assim é melhor. 
Ela começa a anotar com um sorriso de graça no rosto e eu somente a admiro quando penso, a hora do teste é essa.
¬ Sabe Angela? Eu estava pensando, fazem quatro anos que nós nos conhecemos, mesmo não conversando muito temos muito contato. Eu admiro você por demais, você me encanta de uma forma impressionante.
¬ Zarya, vai logo ao ponto, não me deixa ansiosa.
¬ Tudo bem, perdão.- me debruço na mesa e olho nos olhos dela- Então, o que você acha de namorar comigo?
Ela arregala os olhos e o silêncio mata o ambiente.
¬ Meu Deus, eu juro que não estava esperando por essa pergunta. Quero dizer, eu estava, mas não que ela fosse feita hoje. Eu estou em choque, não sei o que falar, eu estou nervosa.
¬ Calma Angela, respira fundo e só responde sim ou não. Se quiser pensar e me responder outro dia, tu...
¬ Sim.
¬ Oi?
¬ Eu só não pulo em cima de você e te encho de carinho e de beijo por que tem uma mesa entre nós duas. No mais, sim eu acho uma ideia muito boa, haha.
Eu juro que meus olhos brilharam e sei que ela percebeu, mas eu não ligo. Eu estou a mil por dentro.
Ela se levanta da cadeira com a cópia do laudo na mão e vem em minha direção, me levanto e a pego pela cintura. A beijo com paixão, o beijo dura pouco. Nos desfazemos do beijo e olho nos olhos dela acariciando seu cabelo.
¬ Pode deixar que eu vou fazer valer a pena. Eu te quero e nada nesse mundo vai mudar isso.- Me afasto, pego o laudo e o analiso.
¬ Tenho que entregar essa laudo para o Winston? 
¬ Não não, esse é para você, o original vai ficar comigo. Depois peço a uma das meninas para entregar a ele.
¬ Tudo bem então.
Guardo o papel no bolso da jaqueta, me viro e vou em direção a porta, chegando a abro e olho para trás.
¬ Ah, e antes que eu esqueça, guarde esse laudo com carinho. Te amo.
¬ Também te amo, Angela.- mando um beijo para ela e saio da sala.
Lembrei do que ela havia dito. O laudo é meu e que teria que guardar com carinho. O peguei desdobrei e o li.
"Eu Dr. Ziegler declaro a paciente Aleksandra Zaryanova apta a continuar suas "atividades matinais" com meu auxilio. Qualquer dúvida ligar para o número 567-522-523. Com carinho Dr. Angela Ziegler. 
Ps: Se cuida minha ursinha de pelúcia siberiana."

Confesso que corei. Guardei o "laudo" e caminhei de volta ao meu quarto.


                                                         * * *


Eu nunca pensei que conseguiria ela para mim. Estou feliz demais e eufórica em saber que a mulher que tanto desejava para a minha vida, agora é minha de verdade, só minha.



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