História Além do Destino - MarkSon - 2Jae - YugBam - Capítulo 25


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Categorias Got7, Sensational Feeling 9 (SF9)
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Taeyang, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Comedia, Drama, Got7, Jinyang, Lemon, Markson, Romance, Yaoi, Yugbam
Visualizações 286
Palavras 1.818
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


:)

Capítulo 25 - 2.25 - Descobertas


Fanfic / Fanfiction Além do Destino - MarkSon - 2Jae - YugBam - Capítulo 25 - 2.25 - Descobertas

25º Capitulo - Descobertas

MinYona acabara de esvaziar a mamadeira dada pela Hawy, estava dando a hora da pequena dormir mas não estava nem um pouco sonolenta. Hawy então resolveu sair um pouco de casa talvez assim ela se distrairia e pegasse no sono rapidinho. Cobriu o pequena com uma mantinha mais quente pois não queria que sentisse frio, avisou Matthew que estava de saída e logo saíram de casa indo em direção uma praça que não era muito longe de onde estavam.

_ Daqui a algum tempo você também vai poder correr e brincar como essas crianças Min – Hawy comentou rindo enquanto se sentava em um banquinho sob uma sombra de arvore, e observava algumas crianças brincando.

 

* * *

Ligação ON

_ Alô?

_ Ela acabou de sair de casa, disse que não foi muito longe em uma pracinha aqui perto, agora você se vira. Eu já estou saindo de casa.

_ Pode deixar

 

* * *

Já estava ficando tarde e as luzes das ruas já haviam começado a acender, Hawy se levantou do lugar onde estavam com a pequena que dormia tranquilamente, como a mais velha queria. Pôs-se a voltar para a casa caminhando pela calçada do lado de algumas lojas que já estavam fechando.
Sentiu um breve frio percorrer seu corpo e então apresou o passo para casa, mas foi surpreendida ao sentir alguém lhe segurar o braço com brutalidade e sentir um cheiro forte em seu rosto a fazendo perder a consciência em poucos segundos.

 

Minutos depois...

 

O carro balançava com frequência o que fez Hawy despertar aos poucos, focou sua visão onde estava e logo percebendo ser um camburão do que parecia ser uma van, estava escuro mais ainda sim visível. Correu seus olhos pelo local limitado e viu a pequena MinYona sobre a mesa dormindo sobre um berço de mão, tentou avançar para segura-la mas suas mãos estavas presas a uma corda que também estava presas a cadeira onde, agora, percebeu estar sentada. Sentiu seu coração acelerar, e alguns pensamentos rondaram sua mente, mas foram atrapalhados pela voz de dois homens que a fez prestar atenção no que diziam.

_ Você viu se ela carregava algum celular? – um dos homens perguntaram, mas ninguém que pudesse reconhecer a voz.

_ Pensei que você tinha tratado disso – rebateu.

_ Não, não tratei. Faz o favor de recolher logo antes que a gente se ferre ainda mais.

Nesse instante ela retirou o celular do bolso da calça com um pouco de dificuldade e colocou dentro da bota um pouco alta que usava, não era um SamSung J7 Pro e assim conseguiu esconder. O homem adentrou o camburão a vendo já acordada e ela se assustou.

 

_ Olha só quem acordou – ele disse se aproximando.

_ Quem são vocês e por que eu estou aqui? – perguntou tentando ao máximo parecer firme com sua fala.

_ Você só tem direito de saber disse mais tarde, agora me da aqui seu celular – estendeu a mão em sua frente.

_ Eu não estou com celular – respondeu.

_ Não mente para mim, não em faça pegar com as minhas próprias mãos – suspirou.

_ Não ouse encostar em mim, e por que eu mentiria? Isso é um sequestro tem a vida da minha neta e minha em jogo aqui – disse seria se encostando na cadeira.

_ Não me faça perder a paciência – suspirou cansado.

Ele se aproximar para verificar se ela dizia mesmo a verdade, por estar sem celular, mas o carro fez uma parada brusca o fazendo cambalear para trás rapidamente.

_  Chegamos – o outro homem diz abrindo uma das portas de trás.

Então um deles desamarrou a corda da cadeira e guiou Hawy para fora do camburão, enquanto o outro trazia o berço. Já estava de noite mas algumas luzes da rua aluminava a casa que entravam com rapidez o que não deu tempo de verificar se havia numero. Adentraram a casa e voltaram a amarrara-la em uma cadeira dessa vez com MinYona em sua frente onde se aliviou por poder tomar conta da mesma, mesmo o mínimo que fosse.

_ Vocês tem certeza que não se enganaram de pessoa, não tem por que eu estar aqui... – ela voltou a perguntar.

_ Tenho certeza sim, agora... sem gritos ou tentativas de fugir que será pior para você e para ela – apontou para berço e ela se calou.

Eles saíram da sala e a deixaram por alguns minutos observando a neta se perguntando como que em meio toda aquela situação ela conseguia apenas dormir. O barulho de algo se abrindo se fez presente como o portão de uma garagem, tentou pegar seu celular novamente e chamar a policia ou ate mesmo ligar para Matthew mas agora suas mãos estavam presas com mais precisam, suspirou derrotada.

Voltou ao presente e observou a casa, e de novo nada que a fizesse ter noção de quem havia planejado tudo aqui, era uma casa normal não uma casa aos pedaços como pensava ser um sequestro. Ouviu a porta da frente abrir por la entrar alguém que ainda não havia passado por sua mente.

_ Oi Hawynnie saudades? – observou a mulher que agora estava de cabelos escuros e curtos, parecia mais magra ate, mas a personalidade ainda a mesma.

_ SoMin? – a olhou incrédula, mas não assustada, sabia que ela seria capaz de fazer isso alguma hora – você já não faz o bastante na minha vida não, me explica o por que disso tudo? – medo era algo que não estava em questão nesse momento, Hawy sabia do que aquela mulher era capaz mas teria que manter sua postura.

_ Surpresa – ela sorri cinicamente – você me jogou naquela prisão por quatro anos e meio, acha mesmo que eu vou deixar isso como está?

_ Quatro anos e você não aprendeu nada não é? – provocou – e como você me encontrou? – indagou.

_ Tenho meus contados, eu fiquei de olho em você nesses quatro anos, não pensou que seria fácil de livrar de mim... – observou MinYona no berço adormecida e passou os dedos pela sua bochecha – sua neta é muito linda...

_ Eii tire suas mãos dela... O que você quer de mim, não tenho nada que interesse a você...

_ Nada de mais, fazer você passar o que eu passei naquele lugar, é mais que o bastante... você tirou o TaeHyung de mim, e por que não tirar mais alguém não é?

_ O TaeHyung sofreu um acidente de carro a mais de sete anos SoMin supera isso de uma vez – disse já exaltada mais se conteve para não acordar a pequena – você que se eu pudesse ter ele comigo hoje por mínimo que seja as chances eu não teria? Esquece isso de uma vez, esquece o TaeHyung, me esquece pelo amor Deus.

A porta de entrada se abriu novamente, dando entrada agora a um homem alto, de cabelo castanho e vestia roupas brancas, roupas pelas quais Hawy conhecia muito bem.

Ela queria se desgrudar daquela cadeira e se beliscar ate conseguir acordar daquele pesadelo, não podia ser real.

_ M-Matthew? – pela primeira vez sua voz saiu falha e se sentiu comovida – o que você esta fazendo aqui? – ela tinha muitas perguntas como ‘’ O que faz com ela? ‘’ ou ‘’ como conhece ela? ‘’ mas sua mente estava cheia de mais para pensar melhor em suas palavras.

_ Mais uma surpresa... – a mulher de cabelo escuro voltou a sorriu, se aproximou do homem se selando os lábios por um milésimo.

_ Eu não posso acreditar – sussurrou – serio que eu fui engana durante esses quatro anos? – sentiu seus olhos marejarem enquanto ligava os fatos e se negava a acreditar que todos faziam sentido.

_ Ótimo, já que esta tudo resolvido eu vou resolver outros negócios – SoMin disse por fim saindo da sala, deixando os dois sozinhos.

Hawy mantinha os olhos baixos deixando as finas lagrimas caírem sobre seu  colo, não de tristeza ou medo mas sim de raiva, não aceitava bem essa de ter sido enganada por tanto tempo, ela de fato amou aquele homem e ouvir tudo aquilo foi como ter algo brutalmente arrancado si.

Ela levantou o olhar vendo o mais alto na sala a sua frente um pouco desorientada, ela precisava ouvir.

_ Você fez mesmo isso? – ele a olhou sem expressar reação nítida – você se casou comigo, por um plano idiota daquela mulher? Acreditaria em mim se dissesse que de fato eu te amei eu dediquei quatro anos inteiros da minha vida construindo uma vida do seu lado e termina assim? – as lagrimas ainda escorriam o que dificuldade olhar seu rosto de forma clara.

_ Não, eu não queria ter começado nada disso – ele de inicio puxando uma das cadeiras da mesa e colocando a sua frente do lado do berço – eu precisava do trabalho, so não sabia qual era... quando me dei conta eu já fazia parte da sua vida e sem saída eu apenas continuei.

_ Nada... nada teve significado para você? – disse baixo e ele desviou o olhar.

_ Me desculpa, mas...

_ OK, eu já entendi – ela o interrompeu, ele se aproximou novamente insinuando segurar sua mão mas a mesma se afastou – não encosta em mim.

Ele saiu do local e ela deixou novamente as lagrimas ganharem força tentando mais uma acordar daquele pesadelo. Devaneios interrompidos quando sentiu seu celular vibrar contra sua perna, mas nada que fizesse conseguiria atender.

 

* * *

_ Gente? – JackSon adentrou o quarto onde Mark e Weggie ainda conversavam – terminamos as gravações.

_ Ah, vocês foram muito rápidos – a garota suspirou lamentando fazendo os outros rirem.

_ Acho melhor a gente ir, vamos buscar a Min – Mark se levantou da cama onde sentara – até outro dia Weggie – beijou o rosto do garota.

_ Foi ótimo passar esse tempo com você Mark – ele sorriu.

Se despediram de Henry e foram para o carro enquanto JackSon contava o que havia feito no meio tempo em que gravavam.

Chegaram casa de Hawy, mas a porta estava aberta e a casa vazia, ambos estranharam. Mark ligou para seu celular, mas tudo que ouviu foi a mulher anunciando a Caixa Postal. Resolveram esperar um tempinho, ela poderia ter saído e certeza que logo chegariam.
Ok, não foi o que pensaram que aconteceu. Já haviam se passado mais ou menos trinta minutos e nada, ao menos uma ligação. Foi então que resolveram ir para casa, a possibilidade dela ter levado a pequena para sua casa existia, ou ter precisado de algo também.

Descartaram a possibilidade logo que chegaram em casa, vazia como a outra. Mark estava preocupado sim, mas sabia que sua mãe era demasiada responsável.

JackSon ligou para todos os meninos, mas todos negaram ao perguntar se sabiam onde estavam, se entreolharam e uma tensão pesada tomou conta de seus corpos, interrompida pelo som da companhia seguida de uma batida na porta. Mark caminhou ate a mesma e a abriu, tendo surpresa como primeira impressão.


Notas Finais


Zuei o Samsung mesmo kkkk gente aquilo é uma parede kkk

Até mais ~


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