História Além Do Horizonte. - Felipe Neto. - Capítulo 1


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Categorias Felipe Neto
Personagens Felipe Neto, Personagens Originais
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Palavras 1.435
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey!! Nova Fanfic na área... Que novidade, né?
Essa daqui eu PROMETO DE DEDINHO, que vai para a frente... Eu já tenho mais 4 capítulos prontos.

BOA LEITURA E BEBAM LEITE!

Capítulo 1 - Prólogo.


• 🌻 Além Do Horizonte 🌻 •

— Vamos Catarina.. Você vai se atrasar se continuar deitada nesta cama. - Minha avó disse entrando no meu quarto e começando a abrir as janelas. -

— Vó... É sexta-feira. Não quero ir.

— Você nunca quer ir, Cat. Não importa qual seja o dia. Você nunca vai querer ir para a escola. - Ela se virou para mim e cruzou os braços. - Vamos, levantando. Quero ver você na mesa daqui a 20 minutos.

— Saco... - Minha avó saiu do meu quarto, fechando a porta. -

Me forcei a levantar, ficando sentada na cama. Olhei o dia pela janela e sorri.. eu posso dizer que sou adepta do ar livre e quando o dia nascer feliz e bonito, é um convite para que eu passe mais tempo do que o normal lá fora.

*

— Muito Bem, querida.. - Disse minha avó entrando na cozinha e me vendo sentada no banquinho da cozinha, tomando meu café da manhã. - Você vai ter que ir com a Érica, eu vou precisar ir para o trabalho.

Minha avó trabalha como diretora de um orfanato e ela está neste cargo a mais de 25 anos. Eu costumo passar a minha tarde ajudando ela, às vezes. Já que eu não suporto ficar sozinha em casa ou em qualquer lugar que seja, me dá medo.

— Eu vou vir para casa depois que sair do colégio, não se preocupe. - Limpei o canto da minha boca com o guardanapo, e desci do banquinho - O laço está certo, Vó? Eu nunca consigo pôr isso direito.

Minha avó balançou a cabeça rindo. Caminhou até mim e se abaixou para ficar do meu tamanho. — Calma, Querida. Não se cobre tanto... Você apenas não consegue e isso é normal. - Ela arrumou meu laço e sorriu - Prontinho. Agora vá escovar os dentes e arrumar sua mochila, a Érica irá chamar daqui a uns minutinhos.

— Beleza..

Sai da cozinha e fui até meu quarto, entrei em meu banheiro e escovei meus dentes. Passei meu gloss de morango, sai do banheiro e arrumei minha mochila.. mas deixei cair o porta retrato que portava uma foto minha com a minha mãe.

— Ó, me desculpe mãezinha... - Me agachei e peguei a foto, me sentando no tapete. - Hoje é meu último dia de aula, mamãe. Queria que você estivesse aqui para me ajudar a preparar as coisas para minhas férias. - Passei meu dedo, acariciando o rosto da minha mãe. Senti uma lágrima descer pelo meu rosto e pingar na foto.

— Cat! Cadê você? A Érica está chamando. - Ouvi minha avó me chamar. -

Limpei as pequenas gotas de lágrimas que escorriam pelo rosto. Me levantei e arrumei a saia do meu uniforme, guardei a foto dentro da gaveta da minha cômoda. Coloquei a mochila nas costas e sai do meu quarto.

— Tô aqui, vovó. - Disse chegando na sala e vendo minha avó na porta, conversando com a Érica. - Já podemos ir..

— Tome a sua merendeira e boa aula, meu anjinho... - Ela me depositou um beijo na testa e arrumou meu casaco, me deixando ir logo em seguida. -

Entrei no elevador onde os cinco filhos da Érica já estavam. Sim... Ela tem 5 filhos. São 3 meninas e dois meninos, e sim, ela tem televisão.. por menos que pareça.

— Bom Dia, Cat. - Desejou Luiz ao me ver entrar - Dormiu bem?

— Bom Dia, Lu. Dormi sim e você? - Falei me sentando a seu lado. - O que foi? Você parece menos feliz que ontem.

— Ah, não é nada. Meus pais que não param de brigar... - Disse ele - Deixa para lá, deve ser coisa de gente grande, não é?

— Sim. Adultos tem sempre um monte de problemas! - Demos risada - O que você vai fazer nas férias?

— Minha mãe disse que nós vamos viajar, só não disse para onde vamos. - Ele balançou a cabeça negativamente - Acho que a Renata sabe, a mamãe conta tudo para ela.

— Mas mesmo se ela souber, nunca que ela vai dizer para a gente. Ela vai dizer que não é da nossa conta! - Cruzei os braços emburrada -

Luiz é o filho do meio. Ele tem 8 anos igual a mim e é meu melhor amigo, depois do mar claro, a gente conta todas as coisas um para o outro... Acredita que ele já roubou a boneca da Elisa e colocou a culpa no Joaquim?

— Vejo que vocês 6 estão animados hoje.. - Tia Érica falou ao entrar no elevador e apertar o botão para o térreo -

— É claro que a gente vai ficar animado, mamãe. Hoje é o último dia de aula! - Exclamou Beatriz - Tem coisa melhor?

— Tem! - Falou Elisa -

— Duvido. O quê então?

— Bonecas novas!

— Eu mereço viu... - Balancei a cabeça rindo, junto a Luiz. - Eu acho que nessas férias eu e minha avó vamos visitar minha tia.

— Que legal! Você vai andar de avião. - Disse ele batendo palminhas - Você não tem medo?

— Ah, claro que não! Eu já grandinha e forte, tá achando o quê? - Dei língua para ele, que revirou os olhos. - Bobão!

O elevador parou e nós dois nos levantamos. Ajeitei minha roupa e caminhei até o carro da Tia Érica. É um carro bem grande, já que ela tem tantos filhos. Ao todo são 5 e todos moram com ela e o Tio Jonas.

A Renata é a mais velha. Ela tem 12 anos e se acha a adulta, mas eu sei que ela gosta de assistir desenho de "criancinha" como ela sempre fala. Ela tem cabelos curtinhos, mais ou menos na mesma altura que os ombros dela, são loiros com mexas rosas.

Depois dela vem o Joaquim. Ele tem 10 anos e passa a vida toda jogando videogame... Não sei qual é a graça que ele ver nisso. Ele tem cabelos arrepiados e de cor loira, assim como a Renata! Mas isso nem importa tanto, já que ele passa todo o tempo de touca.

Elisa é a terceira. Tem 9 anos e é a bobona da tropa... Cabelos longos de cor castanho claro, ela é apaixonada por bonecas e adora histórias em quadrinhos. Às vezes eu chamo ela para ir a meu apartamento e a gente fica assistindo filmes da Disney, principalmente o da Rapunzel que é o nosso preferido.

Luiz é o quarto. O penúltimo. Tem 8 anos que nem eu e é meu melhor amigo no mundo.. assim, como pessoa porque o mar ganha para todos. Ama fazer travessuras, na maioria das vezes eu sou sua cúmplice e nós dois damos o que falar. Tem cabelos castanhos, estilo tigelinha, é tão fofo... Ele odeia que falem do cabelo dele e eu, como uma ótima amiguinha, amo falar do qual velho ele parece com esse cabelo.

Beatriz é a mais nova, tem 5 anos e é a mais madura. A criatura já sabe ler e escrever direito... Eu fui aprender a escrever meu nome sem olhar com 6 anos, maldade. Posso dizer que ela também é a minha melhor amiga, mas o Luiz é mais. Tem cabelos longos e de cor loira, ama cantar... Mesmo que esse não seja o seu dom.

*

— Não acredito nisso, Luiz! - Gritei ao ver que ele havia roubado minha batata frita - Isso é sagrado. Tua mãe nunca disse isso? Palhaço.

Estávamos almoçando no refeitório da escola. Após o almoço nós já poderíamos ir para casa e isso é muito legal!

— Calma! O que aconteceu? Você está diferente do que ontem. - Ele me olhou -

— Hoje antes de vir para cá, eu deixei cair o porta retrato onde estava uma foto minha e da minha mãe... - Falei de cabeça baixa. O Luiz sabe que esse é um assunto que eu não gosto de falar. - E eu fiquei triste...

— Cat.. Você sabe que a tua mamãe foi morar com papai do céu, não sabe? - Balancei a cabeça positivamente - Mas ó, ela tá sempre contigo, mesmo que seja de longinha.

— É que, todas as crianças tem mãe e e eu não. - Levantei a cabeça olhando para ele -

— Sim, eu sei. Mas tu tens a tua vovó... E nem todas as crianças, tem vó. - Sorri deixando aparecer meus dentes que estavam faltando - Então... Se eu te der as minhas batatinhas, você deixa de ficar triste?

— Deixo.


Notas Finais


Aí gente... Eu já amo a Catarina.
O que acharam deste pequeno prólogo? Me conte nós comentários.

Vejo vocês no próximo capítulo!


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