História Além do Jardim - Fillie - Capítulo 2


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Categorias Stranger Things
Personagens Eleven (Onze), Mike Wheeler
Tags Fillie, Jardim, Strangerthings
Visualizações 24
Palavras 1.079
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Os destinos sempre se encontram


Millie On

Terça - Feira ( Manhã)

  Depois do chá, quando fui ao banheiro chorar, tive uma crise, começei a chorar como uma criança quando perde seus pais. Então eu apenas dormir a noite inteira, depois de uma péssima briga que mecheu com meu meu coração da pior forma, eu só queria ser feliz, é pedir muito? Eu me perguntava todas as vezes que me sentia um lixo.

     E eles sempre tem que fazer isso? Pensar na felicidade que eles acham que é melhor pra mim, e não na que eu realmente quero e que me faz feliz? - Millie pergunta a si mesmo.

Depois da pior noite da minha vida, tudo iria ficar pior ainda! Era meu 1 dia de aula. É, eu sei que no começo eu disse que gostava da escola, mais eu gosto mesmo é de sentar nos bancos e levar livros o intervalo inteiro, ou até nas aulas vagas, todo mundo de lá é escroto, pessoas que se acham superiores as outras, pessoas que sofrem por comentários negativos e que não podem se defender por medo, a educação pode ser a melhor do mundo, com os livros mais caros, os uniformes mais caros, os melhores passeios, mais conviver com pessoas desse jeito, é o fim do mundo.   

     Mais apesar da noite ter sido horrível, eu tinha uma grande idéia em mente, mais pra isso, eu precisava de ajuda com várias coisinhas. E além disso, eu precisava faltar aula, haha.

    E como eu disse no começo, eu sou teimosa e destemida, e lhe apresento, Millie Bobby Brown, a menina que chora a noite e ri de manhã, haha!

     O meu plano tinha que dar certo, então arrumei minha bolsa, coloquei nela: bastante papel, canetas, e liguei pra algum dos meus seguranças pedindo que eles alugassem um carro sem meus pais saberem, depois eu conseguia o aumento do salário, esse era o único jeito de tudo dar certo.

     O carro chegou, e nele estava um dos meus seguranças e motoristas prediletos, Colin. Ele sempre me ajudava nas fugas do bem!

     Pra onde vamos moça? Ele me pergunta.

    Vamos para o Campo, mestre! - Eu respondo ele.

A viagem durava aproximadamente uma hora, no máximo! Depende do trânsito, e o campo não era como um interior, era como uma metade da cidade diferente, e não era só a paisagem, eram as pessoas também! Elas eram incríveis, e mesmo com pouco sempre estavam alegres e simpáticas! Aaaah, eu estava tão animada para aquilo!

    

   O que está planejando hoje moçinha? Colin me pergunta com Sarcasmo.

    Quero fazer uma viagem ao campo, vê do que as pessoas necessitam, doações, conhecer pessoas novas, fazer eles se sentirem felizes. Quero mostrar pra mais país que minhas idéias podiam sim ser maravilhosas e úteis. Millie responde.

Estava faltando 10 minutos pra chegarmos, eu estava chorando de tanta emoção que eu sentia, eu estava feliz, era tão bom, eu já fui e sou ainda muito feliz, mais naquele dia, eu sentia que algo incrível iria acontecer, eu não sei o que, mais eu sentia, sentia o amor vibrando dentro de mim!

    Chegamos querida! Disse Colin.

   Eu o agradeçi com um abraço.

  Se cuida - Colin diz e vai embora.

E corri o mais rápido que pude para alcançar uma vila principal daquele campo, era perfeito, cada detalhe, cada flor, cada decoração das casas, as árvores, eu sentia amor puro naquele lugar! Era incrível! Eram quase 9 horas, e mais de 100 casas, mais eu iria em todas elas e em mais mil se possível.

Finn On

O dia era uma bosta! Uma bostaaaaa! Fazia exatamente 7 anos que meus pais haviam morrido, eu tinha 16 anos e eles haviam partido quando eu tinha 9, eram 7 anos sem aqueles sorrisos? Aquelas brigas porque eu sempre ganhava as corridas, eu sentia tanta falta deles, eu tinha minha tia, mais era diferente. Eu quase nunca falava com ela, ela não tinha minha idade pra entender algumas coisas, Ela quase nunca me abraçava, ou conversava comigo, mais afinal de tudo, ela era minha tia, ela lutava por mim, a única.

     (Ouço crianças gritando na rua)

   Saio na varanda pra vê o que está acontecendo.

E quando me surpreendo, pelo incrível que pareça são crianças correndo com seus pais, felizes, e com uma família. Eu tentei segurar meu choro diante daquilo, mais eu não me aguentei, eu começei a me lembrar de tudo, exatamente tudo, cada palavra, tudo.

  Meu mundo desabou, eu estava tendo uma crise, eu só precisava de alguém naquela hora, alguém que me abraçasse e me dissese que tudo iria melhorar. Eu só queria alguém, simplesmente alguém.

Millie On

Chego em uma das últimas casas, mais me deparo com uma Fazenda, eu até pensei em ir lá ver o que faltava pra poder ajudar, mais me deparo com o fim do mundo bem na minha frente.

  Vejo um garoto chorando muito, a cara dele mostrava medo, tristeza, muita tristeza. De longe, eu olhava seus olhos brilhantes implorando por alguém, eu tentei não ir lá pensando que iria incomodar, mais é isso que as pessoas sempre fazem, ignoram. E eu não era todo mundo.

    Vou lá! - Digo a mim mesma na rua.

  Oi .... Você está bem? Digo a ele.

    O que você acha? Ele responde.

  

  Olha, eu sei que sua vida anda muito difícil, na verdade, tudo é muito difícil, mais eu acabei de enxergar em seus olhos a tristeza e dor que vejo em mim todas as vezes que me olho no espelho e me sinto fraca pra continuar qualquer coisa. Então se quiser me contar, eu entenderei, eu estou aqui!  - Coloquei a minha mão em cima da dele.

 

  Ele começou a me explicar tudo, durou cerca de 7 minutos. Os meus olhos estavam cheio de lágrimas, eu não aguentaria um terço do que ele aguentou.

   - Vai ficar tudo bem - Eu disse a Ele.

   Posso te dar um abraço? - Perguntei

   

    Ele me olha com os olhos cheios de lágrimas e eu logo entendo a resposta.

  Aquele abraço foi tão profundo, eu sentia que já havia sentido aquilo, mais talvez, eu só estivesse sonhando.

Eu tinha amado aquilo, tudo aquilo, as palavras, e tudo foi perfeito naquele dia, Eu não me importaria com nada, E me culparia pelo resto da vida se não fosse ajudar aquele garoto.

 

(Buzina de carro)

  Era meu motorista, já era hora de voltar pra casa, eu corri até o carro, entrei e nem consegui me despedir dele ...


     

 

    


Notas Finais


O próximo capítulo vai ser espetacular! ❤


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