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História ALERT: Possessive - Capítulo 35


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Capítulo 35 - Segunda Temporada: 16


Fanfic / Fanfiction ALERT: Possessive - Capítulo 35 - Segunda Temporada: 16

××× 3 semanas depois ×××

~Solange Urrea~

— Olha aqui menino, dá pro senhor por favor me dizer o que houve com a minha menina? — ouço a voz de Maria atrás da porta.

— Eu não sei, desde que saiu daquele maldito quarto ela tá assim. 

Ótimo, agora a culpa é da minha mãe por ela estar lá, sendo tratada como uma louca, demente.

— Sol... O doutor Henrique está aí. — Maria diz e eu respiro fundo e continuo deitada.

— Solange abre a porta, eu não quero ter que por ela à baixo. — Christopher diz e eu rolo os olhos.

Você liga? Pois eu não.

Que jogue toda essa bagaça no chão. Desse quarto não saio até ter certeza de que minha mãe vai sair daquele inferno.

Tampo os ouvidos com o travesseiro, ainda assim ouvi o barulho da porta caindo no chão após algumas tentativas de arrombo.

— Isso, mete o pé no seu cú também, idiota! — bufo baixinho.

— E aqui está a pirracenta Henrique. — Christopher diz e puxa meu cobertor. — Vamos querida, está um sol maravilhoso lá fora, não que tu não seja um mais sai dessa deprê. 

Apenas virei o rosto para o lado oposto sem dizer nada, sabe o momento em que você não quer encarar nem falar com ninguém? Estou passando por isso.

— Ela está com olheiras profundas, Vélez. O que fizeram com essa menina? 

— Nada, ela teve febre, começou a delirar... Antes eu e Maria cuidávamos dela até a lindinha se trancar aqui e não aceitar mais nossa ajuda. 

— Senta a paciente, verei o que posso fazer. — Henrique diz e Christopher me ajuda a sentar, mesmo eu tentando o fazer sozinha.

— Como você está? — Maria pergunta se sentando ao meu lado.

Virei o rosto demonstrando desenteresse na conversa.

— Olha aqui Solange, eu sei que está me ouvindo, não vem dá uma de demente que eu te conheço, o que está pegando.

Respiro fundo tentando manter a calma e desvio o olhar para a porta do quarto.

— O que foi? Sua febre aumentou? Tá passando mal? — ele pergunta e eu volto o olhar para o local de antes.

— Aaaaargh, eu odeio me sentir uma inútil! — exclamo impaciente.

— Você não é inútil, só precisa aceitar a ajuda das pessoas. — Maria dos e eu suspiro derrotada. — Você tem à mim e Christopher. 

— Maria, aceitar ajuda das pessoas não vai salvar a minha mãe. — mordo os lábios prendendo as lágrimas. — Ninguém pode tirar ela de lá, a quem eu tô querendo enganar? Nem eu sei mais o que estou fazendo. — me levanto e saio do quarto.

Deixo os três lá dentro, me sento na poltrona do corredor e abaixo a cabeça e me permito chorar.

— Ótimo, agora são duas loucas! 

— Leila... — levanto a cabeça. — O que faz aqui? — pergunto secando o rosto.

— Eu vim ver meu filho e o pai dele. — ela sorri debochada. — E você como sempre deve estar bancando a sofrida, seduziu o homem que eu amava, virou dona de metade de tudo isso aqui e me tirou meu Arthur... Agora so5 ouço: Solange isso, Solange aquilo... Eu estou me cansando da Solange! — ela praticamente cospe na minha cara. — Quando eu ajudei Christopher a jogar sua velha naquele poço sem fundo eu imaginei que ficaria mal, más não á ponto de virar uma mendinga. Porquê é isso que está parecendo, uma mendinga. — ela diz com repugna. 

— Você colocou a minha mãe naquele inferno? — pergunto sem acreditar.

— Sim, e assim que Christopher me ligou dizendo que foram ver a nojenta da Wendy arrumei um jeito de voar para cá, precisava ver a sua cara ao rever a débil mental daquela cachorra.

— Você... Fez isso com a minha mãe? — pergunto ainda sem acreditar.

— Tá surda maluca? Sim, fui eu e tratei pessoalmente de escolher os medicamentos mais fortes para ela. 

Não me aguentei e na força do hábito levantei já a atacando, tirei força não sei de onde mais a dei uma voadora tão forte que a mesma foi ao chão, pulei sobre ela e agarrei seus cabelos, bati a cabeça dela contra o piso umas três vezes seguidas.

— Vaga... bunda... Eu... Te.. mato! — exclamo a estapeando. — Eu te odeio... Desgraçada, infeliz!

— SOLANGE, PARE JÁ COM ISSO! — Christopher me tira de cima da vagabunda que se levanta rapidamente.

— Para...? Ela me provoca, essa porra jogou minha mãe naquele forno!

— Sol, se acalma por favor. — Maria pede.

— Chega Maria, eu estou cansada de ser a trouxa dessa porra toda. Eu perdi anos da minha vida com um cara que só me fez sofrer, puta que pariu! Vão se foder, todos vocês! 



















{...}


Notas Finais


Good Night 🌜😴


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