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História ALERT: Possessive - Capítulo 66


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Capítulo 66 - Segunda Temporada: 47


Fanfic / Fanfiction ALERT: Possessive - Capítulo 66 - Segunda Temporada: 47


— Posso saber por quê estás tão muchinha assim? — Maria de senta ao meu lado na mesa.

— Não sei viu Maria, desde cedo que eu tô com um mau pressentimento, não é nada com a bebê, eu tô bem... Tô com medo do que possa ser. — suspiro cansada, não aguento mais esse aperto no peito. — Tá doendo aqui dentro Maria, eu tô com medo.

— Amor, vou encontrar com os meninos no boliche. 

— Christopher pelo amor de Deus, se cuida... — o abraço. — Tem certeza que precisa sair hoje? 

— Relaxa está bem? Não vai me acontecer nada, fica calma. — ele beija o topo da minha cabeça. — Já comeu? — assenti. — Então tenta dormir. Maria, faz um chá pra ela?

— Pode deixar filho, eu faço sim. — Maria caminha até a cozinha.

Christopher me dá um último beijo e sai, a sensação não aumentou mas também não me abandonou por nem um segundo, que desgraça é essa?

— Deus proteja meu marido, amém. 

Sol... Venha cá! — Maria me chama colocando a xícara de chá sobre a mesa, me sento novamente e abaixo a cabeça. — Toma um pouco de chá, vai te fazer bem.

— Você pôs calmamente aqui, não pôs? — pergunto após ver umas bolhas no chá.

— Só toma, Sol. 

Tomei o chá e não demorou para o sono me vencer, pelo menos assim vou ficar calma.

}•{ }•{

Acordei com a claridade da janela batendo direto no meu rosto, me espreguiçou e passo os olhos pelo quarto vendo meu bebê saindo do banheiro, puta que pariu, chega a dá um tesão do caralho aqui.

Nem ver homem sem camisa mais a assanhada pode, que já quer dar. Tomar banho viu, gravidez é osso.

Hm... — passo a língua nos lábios.

— Que bom que acordou princesa, achei que estava com febre, está muito suada. — Christopher beija minha testa. 

— Já chegou, amor? — pergunto coçando os olhos. — Quantas horas?

— 4:45 da tarde, na verdade eu nem fui, quando estava chegando lá Maria me ligou e disse que você caiu num sono pesado, voltei o mais rápido possível.

— Você é muito fofo sabia? — dou um selinho nele. — Lamento ter estragado sua tarde com os meninos. — me deito no seu colo.

— Não atrapalhou em nada, você é prioridade. — ele diz passando a mão no meu cabelo. — Só desmarquei e marquei para outro dia.

— Eu adoro seu cafuné. — sorrio. — Dormi muito? 

— Não... Umas duas horas, eu acho. — ele dá de ombros. — Vem, pedi para a Maria fazer um lanche especial para você. 

— Vou só me lavar, olha como estou toda suada. — arranco minha blusa.

Pego minha toalha e vou para o banheiro, me lavo rapidamente e coloco uma camisola leve, vou voltar a dormir mesmo.

Sinto minha barriga roncar e faço cara de poucos amigos, estou comendo demais esses dias.

— Boa tarde Maria. — beijo sua bochecha e me sento. — Tudo isso é para mim? — percorro o olhar pela mesa farta.

— Hoje pode. — Christopher se senta ao meu lado. — E aí? Mais calma?

— Ainda estou com mau pressentimento. — digo cabisbaixa. — Eu tô com muito medo amor.

— Espera só um minuto, vou pegar Arthur na van. — ele diz ao ouvir a buzina do lado de fora.

— Sabe o que isso me parece? Amarração. — Maria diz se sentando ao meu lado. — Devem ter jogado seu nome na correnteza, macumba forte filha. 

— Como sabe disso? — pergunto curiosa.

— Bom, digamos que em uma certa parte da minha vida passei por isso, uma mãe de santo me avisou mas não sei ouvido, por isso não sou casada a anos. — ela suspira desanimada. — Bom, mas não me dê ouvidos, não deve ser nada disso, esquece. 

— Não Maria, agora eu quero saber, fala. — puxo seu braço para ela continuar sentada. — Você perdeu seu marido para uma macumba? Então o bafo é forte. Eu não posso perder Christopher, sofri demais para agora simplesmente perder ele para uma macumba.

Ela começou a contar toda sua história de amor e como perdeu o marido para uma macumba, até chorou, coitada.

Cara, ainda bem que eu não sou Maria.

— Me explica como me livro disso Maria, eu amo meu marido. — digo desesperada.

— Em alguma parte da sua vida ouviu algo relacionado a macumba? 

— Não... — flashes passam por minha cabeça.—Pera aí, SIM! — exclamo assustada. — Alexia... — cochicho para mim mesma. — É isso Maria! Você é um gênio! — me levanto. — CHRISTOPHER, VAMOS A UMA BENZEDEIRA! — grito ao ver ele adentrar a sala. — Descobri o meu mau pressentimento, macumba! 

Eu tinha certeza, minha intuição nunca falha, essa vagabundo fez amarração com meu nome, só pode.












{...}


Notas Finais


Pequeninho porque está trovejando muito, tô com medo galera, desculpa. Amanhã escrevo mais.


ESQUEÇAM OS ERROS, FIZ CORRENDO MESMO!




Good Night 😴🌜


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