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História ALERT: Possessive - Capítulo 67


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Capítulo 67 - Segunda Temporada: 48


Fanfic / Fanfiction ALERT: Possessive - Capítulo 67 - Segunda Temporada: 48

— Espera Sol, do que você está falando? — Maria pergunta desentendida.

— Alexia, uma prima dele, quando estávamos na Yenny ela disse algo sobre mexer pauzinhos "com meu primo você não fica"... 

Credo.

— Maria, a gente precisa ir rápido, se Alice chegar com Sophia diz para nós espera,ok?

— Pode ir tranquila.

•••

Eu nunca havia entrado em um lugar tão macabro, um cheiro forte de vela preta, me arrependo de ter caçado uma benzedeira.

— Brrr... Vocês... — uma voz veio do fundo da escuridão na sala. — Tem uma energia negativa muito pesada vindo daí. — uma mulher sai de dentro da sala, eu e Christopher nos entreolhamos.

— Nós? — perguntarmos juntos.

— Isso, mesmo. Tem algo muito pesado planejado para vocês, você em especial. — Ela me aponta, juro que se fosse desenho animado meus olhos iam saltar do rosto. — Eu sei oque veio fazer aqui, mas antes de mais nada, até o próximo sábado vai aparecer um saquinho preto cheio de areia na sua casa, em qualquer canto, com cuidado você vai pegar ele e jogar na correnteza. — a mulher diz passando uma espécie de erva ao redor do meu corpo, caralho eu tô muito traumatizada. — Tente ao máximo não encostar, qualquer pessoa pode encostar, você não e... Evite ao máximo aquela pessoa que você sabe de quem eu tô falando. 

Porran... Jesus é mais!

Do nada uma vontade forte de chorar me bateu, encolhi nos braços de Christopher e chorei, não sei por quê, mas simplesmente chorei.

— Chorar lava a alma querida, está tudo bem. — a moça tenta tocar meu cabelo mas eu afasto bruscamente, foi automático, não sei por quê mais não confio muito nela. — Bom, era só isso mesmo? Querem se banhar? Leitura de mão...

Amor, me leva embora daqui,por favor... — peço me apertando mais em seu abraço.

— Vai ficar tudo bem! — a moça diz assim que nós voltamos as costas para sair do local.

Tenho certeza que a energia negativa desse lugar me prendeu, porra eu tô péssima, uma vontade imensa de chorar.

— Eu nunca mais quero ver aquela Alexia na minha vida. — digo cabisbaixa.

— Ahn, falando nela... — Christopher diz pegando o celular que estava tocando.

— Nem sonha! 

Tomo o telefone na mão dele e retiro o chip, o quebro no meio e jogo pela janela do carro, Christopher só vai ter contato com Alexia se eu quiser.

— Alexia né? Manda essa oferenda voltar pro mar. — digo reiniciando o celular. — Se eu souber que você tem contato com ela, vou enfiar esse celular num lugar onde tu nunca mais vai tirar. — devolvo para ele.

— Parece que ela até sabe que a gente saiu daquele lugar agora. — ele faz cara de poucos amigos. — Credo!

— Vai ficar tudo bem, tá? Eu vou achar esse saco e vamos jogar ele na correnteza mais forte que encontrarmos, não foi isso que ela fez com meu nome? Pois bem.

}•{ }•{

___Três Dias Depois___

Foram três benditos dias sentindo um baita peso nas pernas, a vontade de chorar não passava, estava perdendo as esperanças do saquinho preto, cheguei a pensar que aquela mulher tinha era me feito outra macumba, até que me deu uma vontade enorme de urinar e lá vai Solange, na hora da descarga oque acontece? 

— MARIA, CORRE AQUI! — grito me afastando da privada. — MARIA! 

— Oi filha, o que está acontecendo? Pra que todo esse desespero?

— A descarga entupiu, sei lá o que aconteceu mais a água tá voltando. 

— Vamos ver o que é... — ela tira a tampa da descarga. — Hm... Filha, venha cá. — neguei com a cabeça. — Não precisa ter medo. 

Me aproximei da privada e o que estava dentro da descarga? O maldito saquinho preto, um arrepio percorreu meu corpo, me senti até tonta.

— Maria, eu tô passando mal... Gente, eu não posso passar umas coisas assim não. — digo me sentando no chão do banheiro mesmo.

— Fica calma, eu vou pegar uma luva e uma máscara para retirar essa maldição daí. 

— Não me deixa sozinha, por favor. — peço me encolhendo toda. — Eu tô com muito medo Maria.

— Sol, fica calma. — ela me abraça. — Filho, que bom que chegou, pega uma máscara e uma luva descartável lá no armazém de limpeza para mim.

— O que houve? — Christopher pergunta se aproximando.

— Não faz perguntas jumento, VAI! — grito impaciente.

Christopher saiu correndo e logo voltou com a máscara e a luva, Maria retirou o saquinho e jogou dentro de uma sacola amarrando ela fortemente, agora sim posso respirar em paz.

— Pesadinho viu, Christopher meu filho, sua prima é das bravas. 

— Volta pro mar oferenda. — faço crucifixo com as mãos. — Onde vamos jogar isso? 

— Podemos jogar naquele riacho a três quilômetros daqui. — Christopher diz e eu assinto.

— Ótimo.

Descemos para a garagem e entramos no carro, Maria colocou a sacola no porta-malas e o fechou.

Christopher deu partida e eu deitei a cabeça no encosto.

— Tá mais calma? — ele pergunta tocando minha coxa.

— É um alívio. 

Menos de uma hora chegamos ao riacho, Christopher pega a sacola e arremessa o mais longe possível, ficamos olhando a praga ir embora cortando todo o riacho.

— Eu vou matar a sua prima cara. 

— Já passou está bem? Esquece ela, pensa na nenê.

É o que eu espero, que esteja tudo bem.

Nunca senti tanta raiva de uma pessoa como sinto dessa Alexia, e olha que eu tenho ranço é de muita gente.

— Até a nenê está comemorando, olha.v— coloco a mão dele sobre minha barriga.

— Essa caos todo atingiu até ela, né? — assenti.

— Ela estava quieta demais, senti tanto medo por ela...

— Já passou, ela está bem, você está bem... Vamos volta para casa. 

Voltamos para o carro e eu finalmente pude sorrir sem sentir medo, até o peso nas pernas passou, me sinto leve.

— Vamos tomar sorvete? 

— Morango ou chocolate?

— Flocos com nutella, podemos comprar um pote de cada e fazer a mistura em casa. — lambo os lábios.

— Eita que hoje tem. — ele sorri e acelera.












{...}



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