História Alex vai para Hogwarts - Capítulo 5


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Categorias Harry Potter, Os Feiticeiros de Waverly Place
Personagens Alex Russo, Alvo Dumbledore, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Cedrico Diggory, Cho Chang, Daphne Greengrass, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Gregory Goyle, Harper Finkle, Hermione Granger, Justin Russo, Lilá Brown, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Max Russo, Minerva Mcgonagall, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Pansy Parkinson, Severo Snape, Theodore Nott, Vincent Crabbe
Tags Alexrusso, Corvinal, Crossover, Dracomalfoy, Dransy, Grifinória, Harrypotter, Hermionegranger, Hogwarts, Lufalufa, Pansyparkinson, Ronweasley, Slytherin, Sonserina
Visualizações 28
Palavras 1.911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção, Magia, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A imagem acima eu montei para "ilustrar" os personagens apresentados e como eles são no primeiro ano. São respectivamente Theodore Nott, Draco Malfoy, Blasio Zabini, Gregório Goyle, Pansy Parkinson, Vincent Crabbe, Stevie Nichols, Alex Russo e Daphne Greengrass. Como disse é apenas uma forma de facilitar a vizualização no momento da leitura, espero que gostem.

Capítulo 5 - Travessuras


Fanfic / Fanfiction Alex vai para Hogwarts - Capítulo 5 - Travessuras

Os corredores estavam quase vazios, era hora do intervalo e a maioria dos alunos estava no pátio ou na biblioteca. Perto da escadaria um jovem de cabelos escuros e trajes da Corvinal se encontrava em pé com uma postura impecável como se estivesse de guarda, era Justin Russo exercendo seu novo cargo de monitor ao lado de Percy Weasley. A alguns metros dali seis bruxos do primeiro ano, um deles com uma grande sacola conversavam entre si enquanto observavam o movimento ao redor.

-Ok galera o plano é o seguinte, precisamos decidir um alvo- Theodore falou

-Que tal Hermione Granger?!- Pansy sugeriu animada

-Ué, que felicidade é essa?! Não era você que não queria perder os pontos da casa e blablabla?!- Theodore retrucou

-Já estou aqui mesmo, então é melhor ter alguma vantagem com isso- Ela deu de ombros

-Acho que seria mais legal atingir um professor- Alex afirmou

-Melhor não mexer com professores- Blásio contrapôs

-Cadê o Draco?!- Pansy perguntou do nada mudando de assunto

-O Malfoy não quis vir, disse que era perda de tempo e mais um monte de baboseira- Theodore respondeu

-E ele tá certo!- Pansy retrucou

-Você vai amarelar Parkinson?! Tá com medinho?! Vai lá com seu amiguinho covarde- Theodore a desafiou

-Eu não tenho medo de nada! E o Draco não é covarde, você tem inveja dele-

-Chega! Calem a boca! Pansy, se vai ficar aqui é melhor não atrapalhar- Stevie argumentou zangada

-Já sei, olha aquele babaca ali- Theodore apontou na direção de Justin –Fiquei sabendo que é o novo monitor, a gente podia jogar nele e naquele outro ruivo folgado. Acredita que ele brigou comigo por correr no castelo?!-

-Aquele é meu irmão- Alex o interrompeu

-Ah... Então deixa pra lá...-

-Não! Essa foi a melhor ideia que eu já ouvi!- E com a mão direita Alex arremessou a primeira bomba seguida de Nott e Stevie que riam freneticamente do desespero dos garotos

-Zabini, Daph, peguem aqui- Nott estendeu a sacola para os dois colegas que também atiraram as bombas contra Justin e Percy respectivamente –E você Pansy?! É pegar ou largar-

-Eu achei que a gente tinha um plano pra não ser pego, não sair por ai atacando em plena luz do dia-

-Eu tinha um plano, mas assim é mais divertido- E assim Theodore deu uma bomba na mão dela.

     No momento em que Pansy Parkinson atirou a bomba a professora Minerva apareceu quase sendo atingida por um triz.

-O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?!- Ela perguntou furiosa. Ninguém disse nada, apenas a olhavam boquiabertos-EU FIZ UMA PERGUNTA!-

-Essas crianças... são monstros professora! -Justin exclamou tremendo e ofegante –Levem eles para Azkaban, são delinquentes mirins, terroristas, loucos...-

-Os seis me acompanhem! AGORA!- Ela se referiu aos sonserinos – E vocês dois vão se limpar, depois conversamos!-

     A professora Mcgonagall conduziu os alunos até a sala do diretor Dumbledore.

-Com licença diretor- Ela falou ao entrar na sala

-Boa tarde Professora, o que a trás aqui com todos esses alunos?!- Ele respondeu calmamente

-Bom, eu estava indo para minha sala na hora do intervalo quando escutei um tumulto e ao cruzar o corredor me deparo com esses seis jovens atirando bombas de... o senhor sabe, em dois alunos monitores, Justin Russo e Percy Weasley-

-E eu posso saber o motivo disso?- Ele perguntou olhando nos olhos de cada aluno-Ninguém vai dizer nada? Vou ter que chamar pelo nome? Muito bem, senhorita Russo, já que uma das vítimas em questão foi seu irmão quer começar a explicar?-

-Foi só uma brincadeira diretor- Ela respondeu de cabeça baixa

-Isso foi um ato de vandalismo e uma atitude muito desrespeitosa para com seus colegas, não posso deixa-los impunes, vocês serão castigados- Dumbledore afirmou calmo porém sério

-O senhor vai nos expulsar?! Não, por favor, não faz isso diretor, foi ideia dele, ele me obrigou, eu não queria, desculpa...- Pansy Parkinson suplicava enquanto apontava para Theodore Nott

-Senhorita Parkinson mantenha a compostura por favor. Os seis participaram dessa brincadeira de tremendo mal gosto, portanto os seis serão punidos. E não, vocês não serão expulsos, dessa vez! Profesosra Minerva chame o professor Snape, o professor Flitwick e os alunos Russo e Weasley por favor-

-Sim senhor diretor- E assim Minerva saiu da sala para convocar os outros dois professores

-Mas diretor, Pansy tá certa as bombas eram minhas, eu pedi pra eles me ajudarem a jogar, foi tudo ideia minha senhor- Theodore confessou a culpa

- Como você conseguiu essas bombas Theodore?-

-Bem... eu comprei dos gêmeos Weasley-

-Viu só?! Esses dois também precisam ser punidos, estão traficando essas porcarias inúteis pela escola, isso é contra as regras e...-

-Senhorita Parkinson obrigada pela sugestão, mas em relação aos Weasley o assunto não lhe diz respeito, tratarei o que tiver que tratar diretamente com eles. -

     Nesse instante a professora Minerva retornou a sala seguida por Severo Snape, Filius Flitwick, Justin Russo e Percy Weasley.

-Mandou nos chamar diretor? Algum problema?- Severo Snape questionou assim que viu seis alunos de sua casa diante de Dumbledore

-Bom, mandei chamar todos vocês aqui porque houve um problema envolvendo alunos das casas Sonserina, Corvinal e Grifinória-

     E assim Dumbledore explicou para os dois professores a situação que acabara de acontecer. Ele pediu para que Minerva contasse o que havia visto e deu chance para que Percy e Justin também expusessem suas versões do que havia ocorrido antes da professora aparecer.

-Com todo respeito diretor, isso foi um atentado, essas crianças estão fora de controle, as normas precisam ser mais rígidas e alguém precisa parar esse Theodore Nott enquanto há tempo...- Percy falava freneticamente

-Senhor Weasley, obrigada por nos contar sua versão da história- Dumbledore o interrompeu-Agora que temos os fatos creio que o castigo deverá ser decidido pela professora Minerva e pelo professor Flitwick, já que o alvo dos alunos foram os monitores de suas casas- Dumbledore concluiu

-Quero uma pesquisa de 10 metros de pergaminho de cada um sobre tipologia de feitiços, para a semana que vem!- Professor Flitwick foi o primeiro a fazer sua exigência.

-E você Professora Mcgonagall?- Dumbledore questionou

-Bom, primeiramente acho que os alunos devem limpar a bagunça que fizeram. E por falar em limpeza a biblioteca também tá precisando de uma, que tal usar os próximos três sábados para fazer uma faxina por lá?! E claro, menos 100 pontos para Sonserina- Ela concluiu olhando para o professor Snape

-Ótimo. Professor Snape, você que é o diretor da casa desses alunos, tem algo a contrapor em relação às punições escolhidas?- Dumbledore o olhou por cima dos óculos de meia lua.

-Não senhor. Peço desculpas pelo ocorrido e garanto que nada do tipo tornará a acontecer-

-Caso encerrado. Agora ao trabalho, vocês tem uma escadaria para limpar. Ah, os pais de vocês serão notificados do que aconteceu hoje, espero que isso não se repita. Fui claro?-

-Sim senhor- Eles responderam juntos

     O zelador Filtch logo tratou de arrumar as vassouras, panos, baldes e produtos de limpeza para que os alunos limpassem a sujeira que fizeram. A maioria deles não sabia o que fazer com aqueles objetos, primeiro porque eram bruxos e em todo serviço doméstico que presenciaram na vida havia o auxílio da magia. Segundo porque vinham de famílias ricas e nunca precisaram efetivamente limpar algo. A única que manuseava tudo com facilidade era Alex já que crescera no mundo dos trouxas e desde muito nova ajudava seus pais a manter uma lanchonete que era “o ganha pão” de sua família.

-Como você consegue fazer isso?!- Daphne a questionou indignada.

-É a força do hábito. Faço esse tipo de coisa desde meus 9 anos-

-Isso tudo é culpa sua Nott. Você com essas ideias idiotas de criança fizeram a gente vir parar aqui. Esperto é o Draco que não participou dessa estupidez- Pansy o acusava enquanto tentava entender como funciona um esfregão

-Eu não te obriguei a nada garota. Você foi porque quis. Devia ter ido com Malfoy ficar perseguindo Harry Potter o dia todo, é só isso que ele faz da vida. Pelo menos eu sei me divertir- Nott retrucou

-Limpar o chão agora é diversão?! Poupe-me Nott, você é um delinquente e além de tudo é burro porque não sabe nem sequer fazer algo tão simples sem ser pego-

-Pansy não fala isso- Daphne tentou defender Nott

-É, calma Pansy, também não precisa falar desse jeito- Alex interviu percebendo que a amiga estava começando a passar dos limites.

-Calma?! Você é quase tão culpada quanto ele, foi a primeira a tacar aquelas porcarias e ainda no próprio irmão. Depois eu que sou a malvada do grupo-

-Você não conhece o Justin, se passasse uma semana convivendo com ele ia querer jogar muito mais que umas bombinhas de brinquedo-

-Não liga não Alex, essa daí é assim mesmo, ela faz as coisas depois joga a culpa no primeiro que vê e abandona o barco. É por causa de gente igual você que a Sonserina é odiada pela escola inteira Pansy- Theodore falou fazendo com que Pansy se calasse

-Por que a gente não termina logo isso ao invés de ficar discutindo igual idiota?- Blásio perguntou já de saco cheio daquela conversa fiada

-Boa Zabini. Até que enfim uma ideia sensata- Stevie concordou

     Quando terminaram a limpeza já era hora do jantar. Essa noite seria a festa do dia das bruxas. Os alunos foram para a sala comunal, cada um tomou um bom banho e se arrumou. Quando chegaram na mesa da Sonserina encontraram Draco, Crabbe e Goyle conversando com uma garota de cabelos castanhos e pele clara, ela era do primeiro ano mas tinha aparência de ser no mínimo do terceiro já que era bem alta e rechonchuda para a idade. Seu nome era Emília Bulstrode, as meninas já a conheciam e haviam falado algumas vezes com ela, Pansy, Alex e Stevie a tratavam bem apesar de não se aproximarem tanto. Já Daphne tinha medo da garota visto que em uma aula de voo a mesma a tinha derrubado da vassoura apenas com um empurrão e ela jurava de pé junto que Emilia o havia feito de propósito.

-Olha só quem chegou, os faxineiros de Hogwarts- Draco apontou para os colegas rindo

-Cala a boca Draco- Nott respondeu de cara amarrada

-Nossa, ficou ofendido?! Eu só falei a verdade-

-Por que você não vai engraxar os sapatos do Potter, Malfoy?!- Alex perguntou sarcástica.

-Cala a boca-

-Nossa ficou ofendido?! Eu só falei a verdade- Ela ironizou

-Não liga pra eles Draco, são uns imbecis, você fez certo em não ir. Dá próxima vez fico aqui com você- Pansy tentou defender e consolar Draco ao sentar-se do seu lado na mesa. –Olá Emilia-

-Oi Pansy, fiquei sabendo que vocês vão ter que limpar a biblioteca-

-Graças ao gênio aí- Ela apontou para Theodore que nem se quer olhou

-Isso são nozes?! Eu odeio nozes- Daphne comentou sobre o jantar servido

-Oi Daphne, olha só eu consigo quebrar essa noz com uma mão- Emilia disse sorrindo falsamente para Daphne enquanto apertava a casca da noz que se quebrou depois de alguns segundos. –Um dia espero conseguir fazer isso com ossos humanos- Ela concluiu com um olhar ameaçador

-Ah... é... legal haha- Daphne respondeu mal conseguindo disfarçar o medo em sua expressão

-É brincadeira sua boba- Ela riu alto, uma risada grossa, rouca e estranha

     O jantar corria normalmente quando o professor de Defesa contra artes das trevas  Quirinus Quirrell abriu as portas do salão principal e entrou desesperado gritando

-TRAASGOOO-


Notas Finais


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