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História Algemas - Capítulo 1


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Notas do Autor


As imagens foram encontradas na internet, elas NÃO me pertencem, portanto, não foram usadas com NENHUM fim nem intenção lucrativa. Caso lhe pertença, me avise eu eu removerei.

A estória é inteiramente minha, então não copie e cole pois isso é crime.

   Apenas leia e se divirta ❤

Capítulo 1 - Único!


Fanfic / Fanfiction Algemas - Capítulo 1 - Único!


     Edo estava calma e isso era sinal de problemas para o vice comandante do Shinsengumi, Hijikata estava desconfiado de que o Yorozuya estivesse aprontando alguma já que não os tinha visto em lugar algum fazendo bagunça.

  Já não bastava Sougo estar mais estranho que o normal, era como se ele estivesse pensando em fazer alguma coisa e aquilo não era bom de forma alguma, talvez ele estivesse pensando em uma nova forma de tortura ou simplesmente estivesse confuso sobre matar Hijikata a cortes ou a tiros.

   Bom, Hijikata estava certo em pensar que o Yorozuya estava aprontando alguma coisa, como sempre.

— Gin-chan, eu juro que não fui eu aru! — Kagura cruzou os dedos atrás das costas enquanto jurava falsamente à Gintoki que a acusava de ter comido todo o chocolate que ele havia estocado.

— Kagura-chan, não jure falsamente, é feio! — Ele acusou-a. — Eu sei que sempre que alguma coisa some aqui nessa casa é você a culpada!

— O quê?! — Ela fez cara de ofendida. — Saiba que quem comeu seu chocolate podre foi o Megane!

Bom di- Eu o quê?! Mal cheguei! — Shinpachi jogou a socola que trazia no chão, indignado.

— Shinpachi-kun! — Gintoki ironizou. — Meu chocolate, devolva imediatamente!

  Kagura sorriu satisfeita ao ver a culpa sair de si e ser jogada contra Shinpachi.

— Eu que comprei os chocolates! Não são seus!

— Estavam na minha geladeira, então sim, são meus!

  Kagura esgueirou-se por eles pegando seu guarda-chuva e saindo dali rapidamente antes que eles percebessem que estavam brigando com a pessoa errada.

  Montou em Sadaharu e passou por Otose, que já subia as escadas pronta para cobrar o aluguel que nunca seria pago.

  Viu Shinpachi sair de dentro do lugar com fogo nos olhos e percebeu que era direcionado a si todo aquele ódio.

— Sadaharu, corre! — E assim o cão enorme atendeu, Kagura olhou para trás vendo Shinpachi correr atrás deles enquanto gritava altas e boas, chamando a atenção das pessoas e de alguém em especial.

  Sougo olhou de cara feia para os dois sabendo que ele que teria que acabar com a confusão, eles eram os culpados por acabar com a sua paz. Desembainhou a espada e apontou para Kagura e Sadaharu que corriam em sua direção sem nem frear, sabia que a China Girl não iria medir esforços para passar por cima de si.

— Pare agora em nome da lei. — Falou entediado vendo que ela ainda corria em sua direção. — Certo, então. — Estava pronto para cortar a mesma, mas ela foi mais rápida o acertando com o guarda-chuva.

— SAI DA FRENTE, MALUCO!

  Sougo não teve chances de pensar antes de receber o guarda-chuva de uma Yato diretamente no queixo, o fazendo "voar" para cima.

   Se fosse uma pessoa normal, teria morrido.

Mas Sougo não era normal, e muito menos se deixou apanhar gratuitamente.

  Segurou no rabo de Sadaharu antes que caísse atrás do mesmo e num pulo só montou atrás de Kagura, pondo a espada afiada no pescoço da mesma.

— Quem deixou você subir aí aru?!

— Pare essa besta gigante antes que eu mesmo a pare!

— Você não manda em mim, seu idiota! — A China Girl tentou de alguma forma dar um chute para trás, mas Sougo conseguiu desviar a tempo de ser acertado no estômago.

— De que diabos está fugindo, sua maluca?!

— Shinpachi! — Ao pronunciar estas palavras, Kagura rapidamente olhou para trás a procura do mesmo, mas o encontrou sorrindo satisfeito enquanto apontava para ela e falava com Hijikata.

  Filho da mãe!

   As sirenes da polícia chiaram pelas ruas e Okita arregalou os olhos percebendo a encrenca que havia entrado.

   A gargalhada que Kagura deu ao perceber o desespero do mesmo foi impagável.

— A polícia está atrás de você aru!

Maldita! — Ele ralhou.

  Sadaharu saltou afim de que Sougo caísse, mas o mesmo era duro na queda e não se deixaria perder ali mesmo. Kagura gritou para que Sadaharu fosse mais rápido e o mesmo obedeceu, correu e entrou no primeiro beco que encontrou, desabando no chão, de cansaço.

— Você foi bem aru! — A Yato tirou um sukonbu do bolso e ofereceu ao mesmo. O Cão-deus olhou-a indignado e bateu a pata naquele "lixo", mas Kagura desaprovou totalmente aquela ação. — Como pôde? Que cão ingrato!

     Ela calou-se repentinamente quando sentiu algo frio rodear-lhe o pulso, desviou o olhar do cachorro e encarou o objeto em seu braço.

— O que acha que está fazendo aru? — Questionou o Okita, que havia colocado uma algema no braço da mesma, a outra, ele prendeu no próprio.

— Te prendendo, tapada.

— Está alucinando se acha que vou para a cadeia.

— Ah, vai sim, tapada. Agora mesmo, tapada.

— Tapada é a sua mãe aru! Quer me desafiar? — Apontou a ponta do guarda-chuva para ele, ameaçando atirar. — Nessa distância eu não erro!

— Vou fatiá-la primeiro!

   Estavam prestes a sair no tapa quando alguém os interrompeu com um grito estridente e fino.

— ELES ESTÃO AQUI!

— Yamazaki! — Sougo tentou interferir. — Já peguei ela!

— 'Tá louco?! Você está comigo nessa, se eu for pega, você também vai! — Ela o olhou maligna. — Anpan aru!

Yamazaki! — O dito cujo corrigiu a garota.

— Sougo? — Hijikata apareceu olhando para eles sem entender nada.

Mayora! Sougo entrou no crime, me algemou, ele pensa que sou alguma das vadias sadomasoquistas que ele encontra em prostíbulos aru!

   Hijikata por alguns segundos ficou surpreso com o palavreado da pequena, mas logo abriu os olhos para o que ouviu e fixou seus olhos em Sougo.

— Ela está mentindo!

— Está mentindo, China?

   Kagura forjou lágrimas e logo pôs seu drama em ação, apontando a mão trêmula para Sougo, acusando.

— Como pode dizer isso depois do que fizemos?! — As lágrimas escorriam pelos seus olhos e, para Hijikata, que sempre acreditava no que a mesma dizia, aquilo foi o cúmulo.

— Ainda se diz homem?! — Ele desembainhou a espada e apontou para Sougo.

— ESSA MALDITA ESTÁ MENTINDO!

— SOUGO! — Hijikata correu até ele, e Sougo também correu.

    Em outra direção.

   Saiu arrastando Kagura enquanto corria, Sadaharu num instante levantou, e os jogou nas costas com a cabeça.

— Sadaharu, não o leve também! Sadista, me solta disso!

— Nem se eu quisesse!

— O quê?! Como assim?!

— Perdi a chave. — Ele abriu um sorriso sarcástico.

— Ora seu..! — Kagura não devia ter olhado para trás.

     Sadaharu sequer pensou quando deu um "tapa" na primeira pessoa que entrou em seu caminho, e para o azar deles, era um membro da Yakuza. Os outros vendo aquilo enormemente aborrecidos roubaram o carro de um pobre e agora Kagura e Sougo tinham o Shinsengumi e a Yakuza atrás deles.

— Viu o que você fez?! — Sougo urrou.

— Eu?! Foi o Sada-

  Ela não pode terminar, o estalar de tiros cortou o vento e os dois olharam desesperados para trás, a chuva de balas só aumentou quando o Shinsengumi começou a atirar contra a Yakuza.

      Kagura aproveitou essa chance para virar a primeira esquina que viu, Sadaharu freou abruptamente antes que eles batessem contra uma lambreta bem conhecida, Shinpachi estava ali, com a espada de madeira em mãos e nos olhos ele carregava fogo.

  Sadaharu deu meia volta, mas atrás deles estavam a Yakuza e o Shinsengumi.

   Kagura começou a pensar nas próprias ações e lembrou que aquilo tudo começou por causa de um maldito chocolate.

Megane-A mesma pensou. — Shinpachi, eu estou redondamente arrependida! — Ela pensou que era a hora perfeita para usar a palavra que havia aprendido num mangá shoujo que leu.

  Sougo cravou os olhos em si e a mesma tentou ignorar e continuar falando.

— Foi para o seu bem aru! Eu me arrependo, me leve de volta aru!

— É tarde, Kagura... — Seus óculos brilharam quando ele os ajustou no rosto.

— A PUNIÇÃO PARA VOCÊ É SEPPUKU! — O grito vibrante de Hijikata chamou a atenção deles.

— VOCÊS AMASSARAM NOSSO OYABUN, MALDITOS! VÃO PAGAR POR ISSO! — Os membros da Yakuza apontaram armas para eles e os dois se viram sem saídas.

  Naquele momento já haviam descido de Sadaharu, que observava tudo afastado e preparado para engolir as cabeças de quem resolvesse atacar sua dona.

   Kagura e Sougo trocaram olhares furtivos e ficaram um de costas para o outro, em posição e defesa, a tensão sambou no ar e a única coisa que podia se ouvir era a respiração ofegante de Sadaharu. Sougo e Kagura se olharam brevemente uma última vez antes de tiros ressoarem em seus ouvidos, mas os dois já não se encontravam no mesmo lugar, haviam pulado alto, Kagura havia levantado o pulso algemado, praticamente jogando Sougo para cima fez o mesmo com ela, só que direcionando a mesma para o teto de uma loja de Yakisoba. Ela o puxou antes que o mesmo caísse e agora corriam pelos telhados, feito gatos fujões.

  Sougo puxou-a pela algema e a mesma o fez também, ambos pensavam em fugir por lados diferentes, mas foi vão, por causa das algemas em seus braços.

  Kagura foi mais forte e o puxou para a direção que ia, praguejando-o.

— Por que você teve que colocar essas malditas algemas, desgraçado?!

— Por que você é uma criminosa e isso é o meu trabalho, tapada!

   Os dois correram pelos telhados e cortaram caminho, Kagura avistou a ponte perto do rio de seus olhos brilharam, se esconder ali seria uma ótima ideia, mas pular dali com Sougo provavelmente o machucaria.

  Espera, por que ela estava pensando na saúde daquele sadista?! Desde quando ela se importava?! Que se dane, ela pularia e ele que se quebrasse todo no processo. Mas, se ela pulasse e ele se machucasse, como estavam algemados juntos, ele se tornaria um peso morto a carregar.

   No que ela estava pensando? Era Sougo ali, ela simplesmente avisaria antes de pular e o faria, ele ficaria bem!

—Vamos para ali aru! — Apontou para a ponte e não pensou mais, apenas pulou.

    Ouviu o Okita praguejar quando chegaram ao chão, mas continuaram correndo até chegar na ponte, se enfiando em baixo da mesma. Respiraram ofegantes quando sentiram as costas encontrarem a madeira fria da ponte, baixaram a guarda por poucos segundos, até passos serem ouvidos por cima.

— Eles passaram por aqui, tenho certeza! — Mais e mais passos, quantas pessoas tinham ali?

  O som dos pneus arrastando pelas ruas foi ouvido também e eles não ousaram checar quem era, tinham certeza de que era a Yakuza.

   Os dois soltaram um suspiro quando tudo silenciou, após o ato, se encararam.

— Tudo sua culpa. — Sougo começou mais uma discussão infantil e sem rédeas.

— Problema seu, se não tivesse se intrometido, não estaria nessa aru. — Ela coçou o nariz sem pudor com um sorriso irônico.

    Sougo não se importou com toda aquela ignorância e enquanto encarava aqueles grandes olhos azuis, que lhe encaravam de volta, mas um tanto aborrecidos, ele começou a pensar nas palavras da mesma em relação à Shinpachi.

   Pensou em uma forma de formular todos aqueles questionamentos que tinha em sua cabeça em uma pergunta só, mas para lidar com o gênio da China, teria que ser indireto.

— O que aconteceu para fugir daquela maneira? — Pensou em ir no X da questão, talvez se perguntasse o que aconteceu no início, ela não desconfiasse do que ele realmente queria saber.

— Ah, pensando nisso agora, sinto pena do Megane aru! — Apesar das palavras, a mesma soltou uma gargalhada.

  O que ela teria feito a ele?

— Por que estava fugindo dele? — Se arrepende de quê? Era o que realmente queria perguntar.

— Ah, eu não estava fugindo! — Mentiu.

— Não? E por que seu cão monstro corria tão rápido enquanto ele seguia vocês? Estavam brincando de pega?

— Talvez estivéssemos, Shinpachi e eu gostamos de brincar de pega-pega às vezes aru.

  Talvez tivesse sido a mente maliciosa de Sougo, mas as palavras da Chinesa se tornaram "redondamente" -como diria a mesma, impuras, na cabeça do Okita.

   Talvez Kagura e Shinpachi finalmente estivessem juntos depois de tantas pessoas os achar um belo casal.

     Ou talvez aquilo tudo fosse fruto da sua imaginação, e era essa a opção que mais o atraía, se necessário, se apoiaria naquela opção para continuar com o interrogatório com Kagura.

— Estou falando sério. — Tentou parecer o que dizia. — Vocês brigaram ou algo assim?

— Na verdade não, ele foi o único que brigou. Falando assim, ele que me deve desculpas? — Perguntou para si mesma.

— O que aconteceu afinal?

— Eu joguei a culpa nele por algo que eu fiz.

  Aquilo fez Sougo suspirar internamente. Não sabia o porquê de se sentir tão aliviado se já sabia a verdade.

— Você é tão babaca. — Ele riu em escárnio.

— Maldito! — Ela fez menção de dar-lhe um soco, mas levantou a mão que estava presa às algemas.

— Ah, isso. — Sougo sorriu internamente por ter "perdido" as chaves.

— Me solta, seu sádico.

— Perdi as chaves, lembra?

— Pois é, porque é inútil! Como pode perder uma coisa que está sempre com você?!

— Espere, shh! — Fez um sinal para que permanecesse em silêncio.

— "Shh" uma ova! Se não tivesse que ficar carregando você de lá para cá, já teria feito o Mayora vir para o meu lado e obrigar Shinpachi a me perdoar por ter comido os chocolates!

— Pela careca do seu pai, cale a boca um minuto!

— Olha como fala da careca do papi!

— ELES ESTÃO ALI!

    Os dois desviaram os olhos para onde a voz vinha, Sougo bateu na testa, estava cansado de fugir, e agora Kagura compartilhava do mesmo pensamento.

   Levantaram destemidos e encararam quem quer que estivesse atrás deles, encontrando a Yakuza enfurecida.

— Vocês têm ideia de onde se meteram, moleques?!

— Na bunda do seu Oyabun! — Kagura respondeu rudemente, fazendo com que a Yakuza atacasse sem pensar duas vezes.

  Agora a dupla de monstros, mais conhecida como Kagura e Sougo, teriam que lutar algemados contra mais de 10 homens, o que não foi muito trabalhoso.
 
     Não era surpresa para ninguém que aqueles dois formavam um par incrível quando lutavam lado a lado, era raro de se ver, pois os dois ficavam mais ocupados em brigar entre si. A teoria era que esse é o motivo: se conhecerem tão bem no campo de batalha e saber se apoiar tão bem era consequência das brigas diárias.

    Depois de deixar vários homens inconscientes, correram por muito tempo antes de Souto tomar as rédeas e ir para um lugar onde ninguém os procuraria: no Shinsengumi. Entraram de fininho notando que não tinha muita movimentação, se esconderam na sala do Gorila- digo, Kondo, e finalmente soltaram o ar de seus pulmões calmamente, enquanto escorregavam na parede e sentavam no chão. Se encararam e caíram na gargalhada, mas logo se reprimiram pelo barulho que fizeram.

— Tudo isso me deu uma baita fome aru.

    Sougo a olhou sem conter sorriso, Kagura conseguia ser icônica em suas falas mais simples, ele amava aquele fato sobre ela, por mais que fosse uma porca.

    E lá estava novamente, como um idiota amando coisas que não deveria. Somente o pensamento o assustava, era apenas um ponto na personalidade dela que o atraía... Não era?

    Kagura parou tagarelar e o encarou de volta, os olhos chamativos de Sougo avaliavam-na, estava se sentindo desconfortável com a forma que ele o olhava, talvez porque se pegasse o olhando da mesma maneira às vezes. Seus olhos escarlates a engoliam em um ciclone que parecia fazer uma sombra em seu corpo pequeno, entretanto, era apenas Sougo se aproximando perigosamente. Seu coração disparou e ela recuou, logo foi impedida pela algema, arrancando um sorriso malicioso de Sougo.

— Parece que eu finalmente consegui algemar você. — Sua voz saiu rouca, Kagura engoliu qualquer som que resolvesse sair de sua boca.

    Mordeu os lábios pensando se estava com medo do Sádico, mas era apenas nervosismo, o que não era muito melhor ao seu ver.

  Vendo o gesto de seus lábios, Sougo não se conteu e aproximou seus rostos suficiente para sentir a respiração avançada de Kagura contra sua pele.

— O que você está fazendo? — Ela perguntou num fio de voz quando sentiu o nariz de Sougo em seu pescoço, fazendo cócegas.

— Eu não sei.

    Sorveu lentamente o aroma que Kagura liberava, não sabia onde estava com a cabeça, mas se já estava na chuva, por que teria medo de se molhar?

    Foi com esse pensamento que ele selou os lábios nos da garota a sua frente, que segurou seu ombro com a mão livre para o afastar, mas sequer fez esforço. Colocou uma das mãos na cintura dela sentindo a maciez da pele por cima do tecido da roupa, apertou o local tentando canalizar as sensações que um simples beijo o proporcionou.

   Se separaram ofegantes, Kagura estava com os olhos entreabertos e rosto corado o olhando confusa, mas ainda com a mão livre em seu ombro impedindo que se afastasse.

— Que merda Kagura. — Falou ao perceber o efeito que ela lhe causara.

    Não se importando com a classe das palavras que ele soltou, ela levou os dedos até a nuca dele, o aproximando lentamente para outro beijo lento. De repente ouviu um "click", sentiu sua outra mão livre e se afastou vendo Sougo com um sorriso cínico.

   Não acreditou que aquele sem vergonha estava com a chave esse tempo inteiro e ainda teve a cara de pau de mentir para ela!

— Seu filho da!

— Shh! — Colocou a mão na boca dela e recebeu uma mordida.

— Por que não me soltou?! — Tentou falar baixo, estava irritadiça.

— Não teria sido tão divertido. — Novamente aqueles olhos intensos, agora fazia algo tão malicioso quanto lamber o local que ela havia mordido.

    Kagura ficou vermelha como um tomate e o empurrou com força contra a parede, preparada para afundar aquele rostinho bonito ali.

— OLHA ELES AQUI! — Yamazaki os havia encontrado novamente, não sabiam como.

   Soltou Sougo e catou seu guarda-chuva, agora que não estava mais algemada iria se virar sozinha. Olhou uma última vez para os olhos vermelhos, não conseguindo decifra-los, correu até a janela e pulou, indo para casa.
  
    Okita, por sua vez, abandonou a pose de durão, sentiu seu corpo amolecer e sua face esquentar. Cobriu o rosto com as mãos pensando no que aconteceu e só conseguia sentir seu coração a mil.

   Usava as algemas para dominar, mas fora totalmente dominado.

   


Notas Finais


Ainda não me conformei por não terem confirmado o casal 😔 e vocês?

Me contem o que acharam, é importante para mim 😉


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