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História Algo Novo (KiriBaku) - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente, como tens passado? Espero que bem. Por enquanto estou conseguindo postar novos capítulos frequentemente, mas quando as aulas (em casa) voltarem acho que terei que dar um tempo maior para conseguir escrever alguma coisa… Juro que não vou parar por muito tempo, só depende de provas e entrega de trabalhos.
Mudando de assunto, toda vez que eu penso em KiriBaku sempre fico em dúvida sobre quem deveria ser o seme (top) e uke (bottom). Acho que ser uma relação flex seria o que mais funcionaria, mas eu realmente quero saber a opnião de vcs rsrs.
Bom capítulo!

Capítulo 4 - Capítulo 4: Me Desculpe.


Fanfic / Fanfiction Algo Novo (KiriBaku) - Capítulo 4 - Capítulo 4: Me Desculpe.

Narradora

    Kirishima não se move, apenas observa o loiro entrando com passos pesados em sua casa. Ali, agora sozinho, Eijiro não sabia se ficava triste com a frieza que Kachan havia lhe tratado, ou se ficava muito feliz em saber que finalmente conseguira ser considerado um amigo para Bakugo. Depois de uns cinco minutos refletindo, finalmente resolve seguir o rumo para a sua casa. Simplesmente não conseguiu parar de rever mentalmente milhares de vezes a conversa que acabara de ter.

    - Oi Katsuki! Chegou a tempo do almoço! - disse a senhora Bakugo assim que viu o filho entrar pela porta - Que cara é essa?

    - Não tô com fome - respondeu Bakugo já subindo as escadas para o seu quarto.

    Mitsuki encarou o marido. Sabia que algo não estava certo com o Bakugo, principalmente porque tinha comida na jogada. Normalmente ele nunca recusava uma refeição a não ser que estivesse muito doente.

    - Filhoo! - disse Mitsuki, batendo com força na porta de seu quarto - Tá tudo bem?

    - Tudo ótimo! - Bakugo gritou de dentro do quarto.

    - Então porque trancou a porta? - indagou Mitsuki - E ainda por cima recusou comida!

    - Só me deixa em paz mãe…

    Mitsuki não estava acostumada com aquele comportamento do filho. Algo de muito ruim tinha de acontecer para deixar Katsuki abalado. Ela não estava acostumada a bancar a mãe sentimental. Durante toda a sua vida estava acostumada a ensinar na base da porrada, mas parecia que finalmente a pressão havia começado a pesar. Ela simplesmente não tinha intimidade o suficiente para sentar ao lado de Bakugo e tentar entender os seus sentimentos. 

    Enquanto descia as escadas, Mitsuki pensou em voltar, mas essa ideia voou para longe de sua cabeça rapidamente. Se ele tinha pedido paz, ela daria paz.

    Nessa altura do campeonato Kirishima estava quase chegando em casa, um pouco suado por causa do longo caminho que havia feito correndo. Finalmente começara a pensar no almoço e não mais no loiro.

    - Eijiro! Chegou cedo hoje! - exclamou sua mãe, assustada com a rapidez em que o filho fizera o enorme caminho entre sua casa e a escola - O almoço está na mesa.

    Kirishima sentou-se à mesa com a mãe e juntos agradeceram pela comida. Não seria mais possível fugir das perguntas da mãe sobre a escola, portanto apenas aceitou o seu terrível destino. De início o almoço foi sereno, apenas os dois sentados na única mesa da casa. Akemi Kirishima era uma mãe dedicada, desde sempre tivera uma relação muito próxima com o filho. Porém, mesmo que o amor não faltasse, nem sempre o mesmo acontecia com o dinheiro. Eles moravam em uma pequena casa de aluguel e raramente tinham direito para luxos, como ir ao shopping. Eijiro não conhecia ninguém no mundo que era tão esforçado quanto a mãe. Ela sempre encontrava um emprego novo para conseguir sustentar a família na cidade da UA. Ela sabia que o sonho do filho era se tornar um herói, mas não conseguia deixar de se preocupar. 

    - E então Eijiro? Como foi o segundo dia?

 

    Kirishima

    Como ia responder? Como ia responder? Não podia simplesmente chegar e falar que me machucara durante a aula e magicamente fui curado por um beijo mágico. Não podia falar que Bakugo estava me ignorando e que eu não sabia como fazê-lo feliz. Mas também não podia mentir para a minha mãe.

    - Foi… Intenso! - respondi, assim nem mentindo nem contando toda a verdade.

    - Tem certeza que essa escola não é forte demais para você Kiri? - apontou minha mãe - Talvez você ainda não estivesse pron…

    - Eu ESTOU pronto mãe! Eu quero ser um homem e um herói de verdade! - respondi, imediatamente me arrependendo de ter levantado voz com a minha mãe - Você sabe… eu treinei muito… - disse amansando a voz numa tentativa de acalmar minha mãe.

    O almoço continuou no silêncio. Sabia que minha mãe não gostava quando eu gritava, mas... eu estou pronto! Se as pessoas soubessem o quanto eu treinei para entrar na U.A. não duvidariam de mim. 

    - Me desculpe por gritar mãe. - disse antes de me levantar da mesa e ir em direção ao meu quarto - Juro que não irei te decepcionar!

    - Eijiro… - disse minha mãe se aproximando - Vem aqui.

    O abraço durou por trinta segundos e me senti completamente renovado. Eu tenho a melhor mãe do mundo!

    Já no quarto, resolvi tomar um banho. Aquele dia tinha sido longo para mim e nada melhor do que água gelada para afastar os pensamentos ruins. 

    

    Bakugo:

    Exatamente como eu achei que seria. Basta eu fazer um amigo para eu começar a me machucar. Amigos te deixam fraco emocionalmente, você começa a se preocupar mais com eles do que com si próprio e agora por causa disso eu estou esse caco. “Eu não devia ter sido grosso com o Kirishima” era a única frase que passava em minha cabeça. Mais um problema veio do último lugar que pensaria ser possível, do meu celular. Assim que liguei-o, notei: oito mensagens não lidas. Quem poderia ser? 

    [5:00] Eijiro Kirishima: Bom dia Bakugo! Sei que provavelmente você ainda não acordou, mas queria te perguntar se posso passar na sua casa para irmos juntos para a escola.

    [5:10] Eijiro Kirishima: Eu sei que a gente acabou de se conhecer e que talvez eu esteja sendo meio insistente…

    [5:11] Eijiro Kirishima: Mesmo assim eu realmente quero ser seu amigo.

    [5:12] Eijiro Kirishima: Seria bem legal se vc me considerasse como um amigo.

    [5:12] Eijiro Kirishima: Eu devo estar parecendo um idiota mandando essas mensagens tão cedo kkkkk. Você provavelmente só vai acordar depois de umas 6h.

    [6:03] Eijiro Kirishima: E aí? Vai querer ir comigo?

    [6:30] Eijiro Kirishima: Estou aqui na frente do seu portão.

    [6:40] Eijiro Kirishima: Alguma resposta?

    Nossa, eu tinha dado o maior vácuo nele e nem tinha percebido. Então ele me esperou desde 6:30 na frente do portão? Eu só saí às 6:50 de casa! Ele me esperou 20 minutos? Que droga… agora eu tinha uma dívida ainda maior com ele. Eu precisava me desculpar… mas como?

    - Alô? - disse eu meio sem graça por não estar acostumado a ligar para ninguém. Normalmente somente umas tias muito chatas ficavam me ligando no meu aniversário, fora isso, ninguém.

    - Ahh oi! - respondeu Kirishima, aparentemente pego de surpresa - Não estava esperando a sua ligação…

    - Estou atrapalhando? E-eu posso desligar.

    - NÃO, não. Tá tudo bem, eu só tava entrando no box para tomar banho, mas eu posso esperar.

    Ele estava pelado? Ai! porque essa cena passou pela minha cabeça? Agora não vou conseguir olhar na cara dele. EU SOU UM PERVERTIDO:

    - Ehh… - não conseguia achar palavras - Eu queria pedir desculpas por ter te deixado no vácuo hoje de manhã e por ter sido tão grosso contigo. Me desculpe por tudo Kiri, apenas você tem motivos para ficar bravo comigo.

    - Você me chamou de que? Kiri? pfhhh - Kirishima respondeu e eu dei graças a Deus que ele não estava do meu lado para ver a destruição que uma explosão minha causou - Está desculpado, perdoado biribinha!

    - Sério?! Então podemos voltar a conversar normalmente? - respondi deixando a vergonha de lado e ficando até um pouco… feliz.

    - Sem dúvida nenhuma, mas eu tenho uma condição… Você vai ter que me chamar de Kiri a partir de agora!

    - Vai sonhando cabelo de merda! - respondi sem fôlego - Nunca que eu vou ficar: “Kiri, você é o meu melhor amigo!” ou “Kiri você é tão másculo!”.

    - Nossa, você acabou de descrever todos os meus maiores desejos! - respondeu Kirishima tirando sarro da minha imitação de menininha - Ah vai, só por um dia! Amanhã você estará proibido de falar Kirishima, se não não vou te perdoar.

    - Você é impossível mesmo Kiri. - e com essa última frase, desliguei na cara dele.

    AHhhhhhH, o que acabou de acontecer? Estava com o coração mais leve e parecia que tinha acabado de tirar uma tonelada de meus ombros, mas que porra de conversa vergonhosa tinha sido aquela. Tinha quebrado todos as minhas regras pessoais:

Nunca pedir desculpas, mesmo se você estiver errado.

Não ligar para outras pessoas.

Não ter amigos, eles não importam de verdade

NUNCA chamar as outras pessoas por apelidos “fofos”.

    - Eu pareço outra pessoa quando estou com o Kirishima - pensei alto.

 

    Narradora:

    Kirishima estava um pouco atordoado pelo o que havia acabado de acontecer, mas preferiu não pensar muito nisso. Uma felicidade estranha invadiu o seu peito, finalmente ele e Bakugo haviam se entendido. 

    A tarde passou voando para ambos e no fim do dia estavam extremamente cansados. Kirishima dormiu cedo, mas Bakugo ficou até tarde tocando a bateria. Não era muita gente que sabia, mas ele tinha uma Yamaha em casa e sempre a tocava nas horas vagas. Para falar a verdade, Katsuki era muito bom com música. Seus pais sempre falavam que a sua personalidade combinava com o instrumento. 

    Na manhã seguinte Kirishima acordou cedo e a primeira coisa que fez foi checar o celular. Não havia nenhuma mensagem do loiro, mas algumas de Kaminari, um de seus colegas de classe com quem havia feito amizade. Denki é capaz de se “carregar” de energia e liberá-la em um alvo, mas se a voltagem exceder o seu limite, Kaminari acaba dando um curto-circuito em seu próprio cérebro, ficando “meio idiota” por um tempinho.

    [23:54] Pikachu: Eiiii ruivo! Esqueci de te perguntar mais cedo, mas vc quer ir para a escola comigo amanhã? 

    [23:55] Pikachu: Eu já marquei de ir com a Jiro, pq eu descobri que ela mora perto.

    [23:55] Pikachu: Como vc usa o mesmo caminho que a gente pensei em te chamar.

    [0:02] Pikachu: Acho que vc tá dormindo, né… Qualquer coisa avisa amnh.

    Aquela era uma ótima oportunidade, pois além de poder conhecer a Jiro, colega de Kirishima sobre a qual ele não sabia muito, também poderia apresentar gente nova para o Bakugo. Quem sabe eles não virassem até mesmo seus amigos.

    [5:13] Eijiro Kirishima: Claro, vamos juntos sim. Mas eu vou passar primeiro na casa do Bakugo, depois me encontro com vcs.

    [6:06] Pikachu: Nossa você acorda cedo ein! Tem certeza que quer ir com aquele cara?

    [6:06] Pikachu: Ah, sei lá, eu meio que fico com um mal pressentimento toda vez que ele passa perto. Você viu a luta dele com o Midoriya? Foi insano!

[6:09] Eijiro Kirishima: Depois que você conhecer ele vc vai ver que ele é tranqs. Te vejo depois ent!

[6:10] Pikachu: OK!

    Kirishima tomou apenas um copo de leite como café e saiu de casa. Estava determinado a não cometer o mesmo erro duas vezes, então ao invés de mandar mensagem para o loiro, resolveu ligar para o mesmo.

    - Alô? - disse Bakugo que aparentemente tinha acabado de acordar.

    - VOCÊ TÁ ACORDANDO AGORA? - respondeu o ruivo exaltado - Já são 6:30, você sabe que a aula começa às 7:15 né?

    - Ah… que surpresa agradável. Eu moro quase do lado da escola e eu to pouco me fudendo pro visual, então, fica tranquilo que o horário tá tranquilo.

    - Eu estou quase chegando na sua casa, se você demorar que nem ontem eu vou invadir e te buscar aí dentro!

- Você veio me buscar? AHHHH calma já vou me arrumar. - respondeu Bakugo, desligando o celular e pulando da cama para se arrumar. 

“Até quando essa história de “vamos para aula juntos Bakugo!” ia durar?” pensava o loiro, mas ele sabia que lá no fundo, bem lá nos confins da sua alma, ele não se importava em ter companhia indo para a escola. Desde que fosse apenas o Kirishima estava tudo certo.

 

~ Algum tempo depois ~

 

Bakugo:

    - Você o quê! - perguntei espumando de raiva.

    - Calmaaa! eu só combinei com o Kaminari e com a Jiro de irmos juntos para a aula. - respondeu, claramente se segurando muito para não dar risada - Eu imaginei que você reagiria assim, mas quer saber? Eu não me importo. Você precisa conhecer mais gente além de mim.

    - Mas eu só preciso de você Kirishima. - eu disse, apelando para um olhar pidão - A gente não pode só pegar outro caminho?

    - Não podemos.

    - Eu vou matar eles, você sabe disso né cabelo de merda?

    - Ahhh e acabei de lembrar! Pra você agora é “Kiri”.

    O vermelho em meu rosto não era mais de raiva, mas de vergonha. Tinha me esquecido completamente da condição que ele havia imposto.

    A um quarteirão à frente acabamos por encontrar o meu pior pesadelo: Denki Kaminari e Kyoka Jiro. 

    - Oiii! - gritou o Kaminari quando estávamos ainda relativamente longe.

    - Cala a boca Kaminari, tem gente dormindo essa hora - disse Jiro dando uma cotovelada nas costelas do cabelo de gema de ovo.

    - Oi pessoal! - cumprimentou “Kiri” com aquele maldito sorriso que não saía de sua cara.

    - Eae. - disse eu sem muita energia.

    Caminhamos mais uns cem metros conversando arduamente, com a exceção de mim, é claro. Kirishima estava conversando com Jiro quando o seguinte assunto veio à tona:

    - Mas e então Jiro, o quê você gosta de fazer quando tem um tempo vago? - perguntou Kirishima.

    - Ah, vocês ririam de mim…

    - Agora vai ter que contar Jiro! A gente jura que não vamos rir, né gente? - falou o Pikachu.

    - Juramos! - prontificou-se Kiri.

    - Ah, tanto faz. - disse.

    - Ta, ta… Eu realmente gosto de música, então costumo tocar alguns instrumentos quando eu estou sozinha.

    - E porque alguém riria de você por causa disso? Até eu gosto de tocar bat… - me interrompi no meio da frase percebendo a merda que eu quase tinha dito.

    - Você toca bateria? Que legal!!! - respondeu Kirishima, me surpreendendo com a sua reação exagerada. 

    - Ah, você também gosta de música Bakugo?  - disse Jiro - É bem legal conhecer pessoas com os mesmos gostos que eu.

    - Que droga, sempre quis tocar algum instrumento, mas nunca tive tempo pra isso sabe. - adicionou Kaminari.

    Até que eles não eram tão chatos quanto eu esperava. A conversa continuou no mesmo ritmo até a escola e até mesmo eu troquei algumas ideias com a Jiro. Quando finalmente chegamos, nos separamos. Kirishima acabou vindo atrás de mim e de relance percebi que ele me olhava com uma expressão diferente de sua usual. 

    - Que foi cabe- “Kiri”? - perguntei, relutante em utilizar o apelido.

    - Acho que nunca vou me cansar de você me chamando de “Kiri”. Vamos, não pode ser tão difícil assim! - respondeu o ruivo - Só estou meio impressionado com você hoje! Até conseguiu ter uma conversa decente com seres humanos desse planeta. - continuou - Fora que estou muito impressionado com a notícia de que você toca bateria. Adoraria te ouvir tocar algum dia desses!

    - Nem sonhe. - respondi envergonhado - Eu nem sou tão bom assim…

‘    - Duvido muito. Tudo o que você faz é pra valer!

    Corei por alguns segundos, será que ele não sabia a hora de parar de elogiar uma pessoa?

    A aula começaria em poucos minutos e, quando fui puxar Kirishima para apressarmos o passo, cruzei novamente com menino que havíamos ficado junto na detenção. Motoma, Ematoma, Monoma? Esse era o nome dele? Bem, isso não me importava, mas tinha certeza que aquele cara era encrenca. Pelo simples fato de passarmos ao seu lado ele já nos olhou com arrogância. Quem ele achava que era? Infelizmente não podia simplesmente explodi-lo sem um motivo…

    Foi um dia monótono em relação à escola, mas foi tão cansativo quanto ontem. Nada de lutas, nada de detenções e nada de machucados, ainda bem, mas muito conteúdo. Naquele dia não teríamos aula à tarde, portanto chegaria ao tempo do almoço em casa. A falta do almoço do dia anterior havia me pesado hoje e eu estava morrendo de fome! Fui até Kirishima e perguntei se ele queria voltar para casa comigo:

    - E aí… vai voltar pra casa agora? 

    - Ah, desculpa biribinha, mas hoje não vai dar. Minha mãe está trabalhando e esqueceu de deixar a chave comigo, então meio que não tem como eu entrar casa até às 18.  

    - Você tá brincando comigo né?! - um turbilhão de ideias passou pela minha cabeça, quando de repente, mesmo não sendo algo que eu costumava fazer, tive uma ideia - Por que você não almoça na minha casa e fica lá até a sua mãe chegar? 

    - É sério isso? Obrigado Bakugo, ficarei em dívida eterna com você!

    Kirishima levantou repentinamente do banco onde estava sentado e me deu um abraço que durou meio segundo, porque imediatamente me soltou. 

    - Eh… me desculpe por isso. - o ruivo disse, vermelho como um pimentão.

    - Ah, não foi nada… - disse encarando-o muito corado.

    Ninguém realmente ligou para o que tinha acontecido ali, mas aquilo me pareceu o fim do mundo. Fomos em direção à minha casa e comecei a preparar Kirishima para o interrogatório de minha mãe. Sabia que em algum momento seria humilhado por ela. Se não morresse de vergonha nas próximas horas, haveria de ser imortal.


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo! Fiz ele com muito carinho e espero que tenha conseguido fazer vocês darem umas risadinhas.
Queria dar uma enriquecida na história e acho que consegui. Estou com um turbilhão de ideias na minha cabeça, então fiquem atentos nos próximos dias porque estou pensando em postar uma one shot (não é de KiriBaku :c) se der tudo certo.
Lembrem de me seguir caso gostem da história.
Tchauu


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