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História Algo Reservado Para Nós - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Capitulo III


Fanfic / Fanfiction Algo Reservado Para Nós - Capítulo 3 - Capitulo III

O caminho até a cidade era calmo, Jinyoung tinha deixado Theo com Louise, ele parecia começar a se acostumar, era Louise, pensou, quem não se acostumaria. Toda essa situação lhe remetia a sua infância, a sua chegada na Pegaso, como a Louise foi uma mãe para com ele, ela seria a mesma com Theo, ele sentia e sabia disso e era exatamente isso que lhe acalmava.

Logo avistou a entrada da cidade, pensou nas coisas que tinha que resolver, passsou a mão pelos cabelos, precisava corta-los, pensou, assim que entrou na cidade avistou a fachada da sua clínica, lutará tanto para ter algo seu, era difícil demais ser respeitado ali, principalmente quando você não se adequava, quando era, diferente digamos assim, todos ali conheciam a sua história, tanto a sua como a de seus irmãos, uns os olhavam com pena, outros com desdém, já ouvirá de tudo, até que era merecedor de tudo aquilo. O mais recente então.

Parou em frente a Pagasos Clin, orgulhava-se dela, não era a única clínica veterinária da cidade, mas era a melhor, não que ele gostasse de se gabar.

- soube que agora é pai, meu parabéns – o comentário veio de um jovem magrelo que estava do outro lado do balcão – quando vamos conhecer nosso futuro chefe?

- Bom Dia para você Ted – disse Jinyoung analisando as correspondências – não tão cedo se depender do meu querer – falou com um sorriso no canto da boca

- amanheceu ranzinza chefe? – interrogou um jovem ruivo cheio de sardas que se saía do depósito

- se vocês souberem me informar quando o Jinny não está ranzinza, eu darei um aumento para vocês – disse BamBam entrando

- e quem é você para dar aumento aos meus funcionários? – Jinyoung virou-se para Bambam – aliás o que você está fazendo aqui, acabei de deixar você em casa.

- meu caro, bateu saudades, não sabe o que é isso? Imaginei que não - disse bambam acompanhando o irmão até o segundo andar, onde ficava o escritório – bom, a Strudder está precisando de uns medicamentos e eu como uma pessoa de bom coração, vim pegar para nossa querida Gabi – disse bambam se sentando

- algum cavalo da Strudder está com problemas? – perguntou Jinyoung analisando o irmão

- não, são medicações de rotina. Você sabe.

- as medicações de rotinas, são enviadas Bambam, não preciso de ninguém para vim pegar. Gabi sabe disso. Aliás Alain vai deixá-las mais tarde, a não ser é claro meu caro irmão, que o senhor queira apenas uma desculpa para ir na Strudder – Jinyoung conhecia seus irmão, cada um deles, talvez conhecia até demais.

- por quem você me tomas? – Bambam colocou a mão no peito – me senti ofendido – levantando e indo para o outro lado da sala bambam começou a andar de um lado para o outro de forma majestosa enquando Jinyoung estava sentado o observando – sabe meu caro irmão, nem todos nos, somos como o JB e o Jack, mulherengos, apenas estou prestando um favor para minha querida amiga, apenas isso. Nada de mais. Não que as vezes não tenha vontade de beija-lá – nesse intante os olhos Jinyoung ficaram arregalados – tenho – continuou Bambam – ela é linda poxa, eu também sou, ela tem estilo, eu... sério ? Vou nem falar, mas, eu sou o estilo. A gente combina. Porém eu só quero levar por quê sou uma pessoa boa – disse por fim sorrindo.

Jinyoung que tinha cruzado os braços e se recostado na sua cadeira agora analisava o irmão, ele ta apaixonado, pensou. Ele mesmo já estivera assim. Ficava feliz pelo irmão, mas achava paixão um sentimento medíocre, que só servia para os fracos, para com que as pessoas quebrassem a cara e se ferissem, fora isso, paixão, amor não servia de nada. Talvez com os outros desse certo, por isso ficava feliz pelo irmão, olha o JB pensou, ele estava feliz namorando. Talvez o Bambam também seja. O problema é você Jinyoung, pensou.

- ok, Bam, você pode ir. Mas se tiver alguma reclamação eu juro, que eu nunca mais deixo você fazer nada – falou olhando para uma carta em que lhe chamara atenção.

- não sei nem o motivo de te chamarem de ranzinza mesmo - disse Bambam - quando você vai sair dessa?

Jinyoung desviou os olhos da carta e encarou Bambam.

- do que você está falando?

- Jinny, vamos lá, já faz dois anos – disse Bambam chegando perto do irmão – está na hora de você viver, se apaixonar. Irmão todos passamos por algo. As vezes algumas coisas não são nossas. Outras são, algumas coisas estão reservados para nós.

- Bambam o que a vida tinha me reservado, eu encontrei ontem, eu realmente espero que vocês todos sejam felizes, se apaixonem, e formem família – disse Jinyoung levantando da cadeira – mas isso não existe para mim e nem quero. Minha vida agora é do Theo e da minha clínica. Nada mais que isso. Pra que, para eu me entregar e dois anos depois ver meu melhor amigo casando com minha ex-noiva?

- Jinyoung, não se trave. Se permita. Irmão, você merece tudo, mas desse jeito ai você vai perder – disse Bambam saindo

Jinyoung sentou-se frustrado, amor, isso não existe voltou a pensar. Nunca existiu. Se permitir. Permitir o que? Se permitiu uma vez, e o que deu?

-Jinny eu não posso – dizia Lisy

Jinny não queria acreditar, achava que era um momento de pegadinha, que seus irmãos e padrinhos estavam fazendo com ele. Não podia ser, não ela. Não depois de tudo.

- Li, amor, está tudo pronto? – falou se aproximando – o casamento é amanhã, sei que está ansiosa, com medo, mas amor vai dá tudo certo. Olha – disse apontando para a mesa onde tinha alguns adereços – tudo feitinho como você pediu meu bem.

- Jinyoung não é isso, não é medo, ansiedade, não é isso – disse Lisy se afastando – eu não queria fazer isso com você, eu sinceramente não queria. Me desculpa – lágrimas começaram a cair – aconteceu.

Jinyoung já não conseguia entender o que se passava ali, cada palavra o deixava mais confuso, imaginava inúmeras coisas, mas todas eram desacreditadas depois, ele acreditava que Lisy não seria capaz de fazer nenhuma delas. Sentando ela em uma cadeira, Jinyoung se ajoelhou frente a ela.

- querida, calma, esse nervosismo vai passar – disse passando a mão nas pernas – mas se você quiser podemos adiar, respeitarei sua decisão.

Lisy não aguentou a pressão, se levantou, aquilo a estava corroendo ela por dentro, não iria adiar casamento, não iria ter casamento.

- Jinyoung, não vamos adiar – por um instante Jinyoung sentiiu a esperança percorrer seu ser – Jinny eu estou grávida.

Jinyoung sentou no chão, sentiu o coração pulsar, a alegria o dominava por dentro. Era só isso, pensou, esse o medo dela. Lisy sempre foi uma pessoa pura, inocente, talvez estivesse com medo do que as pessoas iriam pensar, já que na cidade as pessoas realmente eram de falar demais. Jinyoung levantou-se e encaminhou-se para perto de Lisy.

- vida, tudo vai ficar bem, não devemos explicação para as pessoas. Você não imagina a minha felicidade por saber que vou ser pai – disse Jinyoung passando a mão na barriga dela.

Lisy afastou a mão de Jinyoung e se afastou dele.

- jinny, não é seu .

Foi como se ele tivesse caído em um rio congelado e ele sabia bem a sensação por que já tinha caído, pareciam facas entrando em seu corpo, quando resgatado, a falta de ar, o desepero dos pulmões a procura do ar, ele sentia tudo outra vez, seu peito se rasgava, uma dor inigualável. Jinyoung caiu, ela não podia ter feito isso, não poderia. Não ela.

- jinny, me desculpa, aconteceu, eu e o Hell, a gente acabou se apaixonando, aconteceu, eu não queria fazer isso com você

Hell, o choque foi maior, seu melhor amigo, a quanto tempo, como...

-Jinyoung ? – disse Alain tirando-o dos seus devaneios – tem um cara aqui querendo falar

- quem?

- disse que mandou um e-mail e uma carta para você.

Jinyoung olhou novamente para a carta que tinha lhe chamando atenção antes, tinha sido enviada por uma empresa, Dals, dono Cobb Dallass, já não bastava ter no nome da cidade, ainda se achava o dono do mundo pensou Jinny. Já imaginava que tinha problemas nisso.

- pode manda-lo entrar - levantando-se da cadeira e esperando para o confronto.

A porta da sala foi aberta por um homem alto, de terno, com cabelos loiros, era a segunda vez que se encontravam e já sabia o que estava por vim.

- Park Jinyoung, dono da Pegasos Clin, é um prazer lhe rever – disse o homem

- Cobb, como está? – Jinyoung se aproximou do mais alto e lhe entendeu as mãos – o que te traz aqui ?

- sério Park? – disse o homem rindo – você sabe – levantou os braços – a Pegasos – meu caro, vamos lá qual é seu preço?



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