História Alguém especial (Malec) - Capítulo 46


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Notas do Autor


Nossa saga continua...

Música Sugerida: The Reason - Hoobastank

Espero que curtam.

Capítulo 46 - Encurralados


Fanfic / Fanfiction Alguém especial (Malec) - Capítulo 46 - Encurralados

Eu encontrei uma razão para mim

Para mudar quem eu costumava ser

Uma razão para começar de novo

E a razão é você

 

Os dias passam rápido, Alec e Magnus estão se amando como nunca. Max se adapta muito bem na casa dos dois, ele é um tio atencioso e quando não está na faculdade aproveita para ficar com os pequenos. Alec ensinou Sebastian a jogar e ainda comprou mais dois joguinhos para eles, Max como sempre aprendeu rápido, e Alec e Magnus começaram a observar mais de perto a capacidade do menino e até marcaram uma consulta com o psicólogo que atendeu Alec na adolescência para acompanha-lo.

Magnus e Alec se organizam para viajar a Jacarta no sábado a noite para poderem estar na segunda as 9h no escritório da empresa. Eles tiram o dia para passar juntos dos filhos e pela primeira vez levam os bebês ao parque, eles já estão com 2 meses. O dia passa rapidamente e logo eles retornam para casa.

- Max Lyghtwood, onde o senhor pensa que vai bonito desse jeito? Alec pergunta o olhando de cima embaixo. Max veste uma calça vermelha com uma camiseta cinza de gola V, uma jaqueta chumbo, um curtumo preto e um sorriso grande nos lábios.

- Papai Alec, eu irei encontrar o seu assistente gato para porra, nós vamos a uma matinê e depois vamos sair para dançar. Eu já disse que ele é muito gostoso?  Porque maninho, ele é um tentação.

Nesse momento Magnus chega na sala e pega parte da conversa. Ele fica indignado de Max estar querendo algo com um cara que até então tinha um amor platônico pelo seu marido. Céus, se esse Sam estiver querendo apenas usar o Max para chegar até Alec, ter acesso a nossa casa?  Magnus pensa preocupado.

- Cunhadinho que bom que você chegou, assim você fica com meu amado irmão e ele me deixa sair para o meu encontro, diz sorrindo para Alec que faz uma careta para ele.

- Juízo irmão, lembre-se do que eu disse, cuidado para não confundir as estações.

- Sim maninho, eu não farei nada contra a lei, e não se preocupe, o Sam já é maior de idade, então, não faremos nada que ele não queira, ele diz piscando para Alec.

Max sai de moto, uma BMW K 1600 que Alec tinha adquirido recentemente. Ele combinou com Sam de buscá-lo  em frente do prédio onde ele mora, um prédio que fica a 15 minutos do trabalho. Quando ele chega ao local, Sam já está esperando, ele veste uma calça preta justa nos lugares certos, uma camisa verde, valorizando os olhos, jaqueta e sapatos pretos. Max para do outro lado da rua e quando tira o capacete Sam fica hipnotizado com a beleza do rapaz, seu coração fica a mil e ele se derrete todo. Ele atravessa a rua e quando chega perto da moto, Max estende um capacete para ele.

- Oi Sam, Max diz olhando para ele.

- Oi Max, você está lindo, diz pegando o capacete.

- Vamos? A sessão começa em 20 minutos, Max diz e Sam sobe na garupa da moto. O perfume de Max enche suas narinas e ele fica extasiado com tamanha perfeição.

Eles assistem um filme e depois comem alguma coisa na praça de alimentação do shopping mesmo e depois seguem para uma boate no central Park. Eles dançam, flertam, até que não resistem e se beijam. A noite termina no apartamento do Sam.

Alec e Magnus já estão dentro do avião, eles estão cansados e assim que o perigo da decolagem passa eles vão para a cabine onde tem uma grande cama box e se acomodam nela, Alec com Magnus deitado sobre o seu braço com as pernas jogadas em cima dele.

-  Alexander, estava pensando aqui, como você consegue ser tão forte, gerir várias empresas ao redor do mundo, ser um bom pai e ainda estar sempre inteiro para mim? As vezes penso que você nem é humano, diz rindo para ele.

- Ah meu pequeno, o seu amor me fortalece, saber que possa ter você em meus braços me anima, me faz ficar sempre disposto. Você é meu combustível Mags.

- Meu amor, você cuida tão bem de mim, saber que tenho todo o seu amor só pra mim, caramba, nunca pensei que algo assim fosse possível. Você tem uma beleza única Alexander, você sabe dosar entre o empresário poderoso e o homem de família.

- Mags, eu te amo, te amo tanto, que chega a doer. Só de pensar em algo ruim acontecendo contigo já me mata por dentro. Eu faria qualquer coisa, qualquer coisa mesmo para te proteger se fosse necessário. Nesse momento Magnus sente aquela pancada ruim no coração, a mesma que sentiu no dia que Alec disse que eles teriam que ir a Jacarta. Um pressentimento de que algo ruim vai acontecer quebra suas estruturas. Ele lembra de ter conversado com Jace no dia que Max começou o estágio, lembra também dele ter dito que era besteira, que nada iria acontecer, mas ali, deitado ao lado do seu marido, ele não consegue pensar em outra coisa.

- Amor, quantos dias iremos ficar em Jacarta?

- Mags, eu pedi para concentrar todos os nossos compromissos até quarta-feira, podemos viajar no mesmo dia a noite, o que você acha?

- Acho ótimo Alexander, já sinto saudades dos nossos bebês, aqueles rostinhos lindos. Ser pai de 5 crianças, se alguém um dia me dissesse que isso pudesse acontecer comigo eu iria rir na cara dele.

- Somos felizardos meu amor, 5 criaturinhas, uma diferente da outra. Nossa Sophie que é carinhosa e meiga, mas ao mesmo tempo muito marrenta, ele diz e começam a rir, mas sério, tem o Max que é um homenzinho para a idade dele, cheio de responsabilidades, tem o Sebastian que é muito carinhoso e alegre, não tem tempo ruim para ele, e tem os nossos bebês, Elijah que é bem manhoso e Thessa que é uma menininha muito séria, acho que puxou a mim.

- Sim amor, temos várias personalidades para ajudar a encontrar o rumo certo. Caramba, e agora tem seu irmão, que mesmo sendo de maior, ele está sobre nossa responsabilidade. Não sei se fico confortável dele estar saindo com o Sam, sempre achei que ele te olha estranho.

- Não se preocupe Mags, Max e safo, ele já namorou muito, vai saber se o Sam está só afim de se aproveitar dele.

- Tomara Alexander, não quero que ele se decepcione e coloque a nossa empresa em risco, relacionamentos com funcionários é um pouco arriscado.

Eles ficam ali conversando até que pegam no sono, um sono tão profundo que dura boa parte da viagem.

O voo é tranquilo, eles aproveitam para namorar um pouco, conversar sobre as empresas, assistir filme. Quando o avião pousa, Magnus olha pela janela e um aperto grande invade seu corpo, um medo o consome, ele tenta ignorar, não quer preocupar o marido com besteiras.

Ele foi informado que Will tinha saído da cadeia a 3 meses e fica imaginando como seria se o encontrasse novamente, um frio corre pela sua coluna.

Eles seguem direto para a empresa, são 9h de segunda em Jacarta e as 10h já tem uma infinidade de reuniões marcadas para os próximos 3 dias.

- Bom dia senhores, Alec diz entrando na sala de reunião onde todos os diretores estão reunidos. Harry Shum é o primeiro a se pronunciar, colocando-os a par de toda a dinâmica da empresa, ele apresenta os resultados obtidos nos 2 primeiros anos da empresa. São resultados bem acima da média, o que deixa Alec muito satisfeito.

O dia transcorre dentro do esperado, eles almoçam no restaurante próximo a empresa.

- Estou impressionado com os resultados amor, Magnus diz olhando para Alec, mesmo de longe você consegue gerir os negócios com maestria. Seu engajamento com os processos, é incrível a sua capacidade de guardar tanta informação e de tantas empresas distintas.

- Estou impressionado também Mags, mas grande parte desse resultado devo a você que é um excelente advogado. Já conheci vários advogados competentes, fui criado por Mayse e Robert, os melhores de Nova York no ramo deles, mas você, você meu pequeno é fora do comum. Nunca mais tive dificuldade com nenhum acordo firmado com outras empresas, sabe, eu que tirei a sorte grande, você é exatamente a pessoa que eu queria para dividir a minha vida comigo, você é exatamente o profissional que eu precisava do meu lado e acima de tudo, você é exatamente o homem que eu deveria amar para sempre.

- Alexander, você sempre me quebrando com suas palavras, Magnus diz jogando um beijo no ar para ele.

Eles ficam um tempo ali, Alec pede uma sobremesa, coisa incomum, mais Magnus adora dividir com o marido, eles são tão fortes diante de outras pessoas, mas quando estão assim, dividindo uma simples sobremesa, é como se apenas o esboço de um sorriso derrete o coração do outro.

A tarde as reuniões continuam com o pessoal do Marketing, e o diretor Matthew Daddario expõe todas as técnicas usadas na divulgação dos produtos e o resultado de tais ações.

- Amor o que você acha de passarmos no meu antigo apartamento, ele ainda está fechado, mas estou pensando em vendê-lo, não justifica ficar com ele aqui.

- Mags, podemos ir sim, vou adorar matar saudade daquele seu sofá. Falando nele, quer que eu mande o para Nova York.

- Ah para né Alexander, eu não sou tão apegado assim a bens materiais não tá. Mas hein, tem como levar? Alec começa a rir sem parar. Quando ele consegue controlar o riso ele diz:

- Não é apegado, entendi. Vou falar agora mesmo com o táxi aéreo, eles podem retirar amanhã, ele diz selando os lábios no de Magnus.

- Agora vamos, você me deixou excitado Mags e terá que resolver esse problema, diz piscando para ele que revira os olhos.

- Como você é insaciável Alexander, dá até medo. Porque eu me casei com uma criança. Você não cansa nunca???

- Não, porque? Isso é um problema Sr Bane?

- Não Sr Lightwood, seu exatamente o que fazer para apagar esse seu fogo.

- Estou curioso para saber como meu amor, Alec diz piscando para ele.

Eles chegam ao apartamento, o local está todo empoeirado, os móveis cobertos com panos brancos.

- É Sr meu marido, acho que teremos que nos contentar só com uns beijinhos, aqui não dá para ir além, Magnus diz chegando perto de Alec e beijando seu pescoço, ele se estremece com o toque, os dois então começam um beijo quente, seus corpos se excitam pelo contato.

Alec impulsiona Magnus para o seu colo, o encostando na parede, ambos estão excitados com a possibilidade de uma transa num lugar tão empoeirado. Alec desce os beijos para o pescoço de Magnus que sente seu corpo ferver em um tesão descontrolado. Ambos estão entregues a luxúria, os corpos suados no calor de 40 graus de Jacarta. Suas peles molhadas, suas roupas coladas no corpo.

Alec sem tirar os olhos dos olhos de Magnus, o coloca no chão e num ato desesperado tira a sua roupa, botões voam para todos os lados. Magnus não está diferente, ele se apressa em deixar seu marido nu. Alec toma Magnus na boca, o gosto que ele tanto ama. Ele morde a glande dele, tirando de si, sua língua é ágil e passa por toda a extensão do membro dele, ele levanta os pés em total desespero, seu corpo não aguenta e se libera em um gozo forte, cheio de desejo. Ele segura na cabeça de Alec para não cair ali mesmo, tamanha a força de sua excitação.

Alec se levanta e o vira para a parede, puxando-o pela cintura de forma que tenha total acesso ao seu paraíso pessoal, ele acaricia a entrada de Magnus e começa a introduzir seu membro bem devagar. Magnus arqueia pela sensação de dor que imediatamente se transforma em prazer. Alec começa a estoca-lo com força, tirando dele gritos e gemidos de prazer.

- Você é só meu Mags, nunca vou permitir que ninguém toque em seu corpo, está me ouvindo? Você pertence a mim, assim como pertenço a você.

- Ah Alexander, eu sou só seu, sempre serei, ter você dentro de mim assim, é incrível, como o amor verdadeiro pode transformar algo tão carnal em algo tão sublime. Me fode, me fode com força. Toca em meu corpo, só você pode toca-lo com tanta propriedade amor.

Eles ficam ali se amando, dizendo o que sentem um pelo outro até não aguentarem mais de prazer e se derramarem em um gozo totalmente bom.

Eles terminam e deitam sobre o sofá encoberto, suas pulsações a mil. Eles começam a rir da cara um do outro, do desespero em transar que os tornam feitos bichos encurralados.

Depois de um tempo já recompostos eles seguem para o hotel, a bateria de reuniões ainda continuaria no dia seguinte e eles aproveitam para descansar, um no braço do outro em perfeita sintonia.

Os dias que faltavam de reunião passa em um piscar de olhos e Alec já tinha solicitado o avião para as 22h em ponto. Eles estão na empresa terminando os últimos compromissos do dia.

Quando estão indo para o carro, Taylor, o segurança particular de Alec, que sempre o está escoltando, quase que invisível, chega para ele e informa que o pneu do carro da segurança está furado, que ele os levará no hotel no carro que Alec alugou.

- Taylor, não precisa se preocupar, o hotel é só a alguns quarteirões daqui, resolve o problema do pneu e depois pode seguir direto para o aeroporto. Magnus e eu só vamos tomar um banho rápido e fazer o check-out, vou levá-lo para o teatro porque tem uma peça que ele quer muito assistir e depois estaremos no aeroporto no horário marcado.

- Mas Sr Alec, é melhor eu ir com vocês, podem precisar de alguma coisa, depois eu ligo para o guincho vir cuidar do carro.

- Taylor, não precisa, ele diz pegando na mão de Magnus que assiste a tudo calado, mas seu coração estava desesperado para que Taylor vá com eles. Algo em sua mente martela de forma devastadora. Ele sente uma angústia e quando pensa em se pronunciar, o carro já está dando partida que ele nem lembra de como entrou nele.

Eles passam no hotel, tomam um banho e trocam de roupas, Magnus veste uma camiseta cinza escuro com uma calça preta e coturnos brancos nos pés e Alec uma camiseta cinza claro, com uma calça azul e coturnos azuis nos pés.

- Alexander, bem que o Taylor podia ter vindo conosco. Ele diz saindo do hotel.

- Amor, você está estranho, está acontecendo algo que eu não saiba? Alec pergunta preocupado.

- Nada não Alexander, apenas seria mais prudente se ele tivesse vindo conosco, ele nunca se separa de você.

- Amor, fica tranquilo tá, daqui a pouco estamos no teatro, só falta essa rua aqui para...Ele não consegue terminar a frase, um furgão o fecha pela frente e outro por trás. Deles são 4 homens armados, dois de cada carro. Alec tenta agir com a razão enquanto Magnus se desespera.

 

- O que está acontecendo Alexander, nós vamos morrer? ele diz antes de ser pego e levado para o furgão de trás.

 


Notas Finais


Comentem, deem a sua opinião. Em breve o próximo capítulo.


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