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História Alguém para nos apoiar ( Oneshot) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


TORD DOM/ TOP!TORD TOM SUB!/ UKE




Hellou meus algodões doces ( gostaram? Vai ser assim que vocês vão se chamar sksks, fodese se você não gostou)
Essa Oneshot é só um perdão por estar demorando o capitulo da minha outra fic, 6 sabem que eu posto capitulo só de 2 anos a 2 anos kkk.

Enfim, riscar um mais um titulo para oneshots da lista.

Capítulo 1 - Único


Sabe quando você é totalmente esquecido, ignorado por um uma pessoa? E agora você está trabalhando para ela? É exatamente o que estou passando agora. Essa pessoa era muito próxima a mim, uma amiga ou até mesmo uma pequena parte de amizade colorida, mas aí ela começou a me ignorar mais e mais até esquecer totalmente da minha existência, e aqui estou eu, ao lado dela novamente.

 

E essa pessoa é ninguém menos que Tord Larsson, o líder da Red Army.

 

E eu, Thomas Ridgewell o seu segurança particular tirando Patryk e Paul -eu sou de extrema privacidade do líder- tenho sentimentos por esse idiota sádico.

 

- Thomas, estão lhe chamando no laboratório para um revezamento da última batalha – Ordenou Tord, ele só me chama pelo apelido quando estamos sozinhos..., enfim, me retiro da sala soltando um “licença” para as pessoas dentro dela e vou a caminho do laboratório. Às vezes me pergunto, o que aconteceu? Tudo mudou de forma tão...absurdamente drástica, Tord mudou drasticamente, o mundo mudou, literalmente tudo mudou! Estamos em uma fodendo guerra com o estado! Que porra.

Chegando na porta do laboratório e a abri cauteloso checando se tinha realmente alguém ali, o que de forma óbvia foi confirmada quando a Dra. Julie percebeu minha presença e pediu para me sentar na maca.

- Então Tom, como anda passado? – Perguntou Julie enquanto checava alguns medicamentos com os óculos meia lua dela, sinceramente a Dra. Julie é a única pessoa que eu mais gosto daqui ela é gentil e simpática com os pacientes e trata todos com igual respeito. Diferente de certas pessoas dessa base.

- O de sempre Doutora – Respondi enquanto ela me examinava nas costas e pela expressão dela acho que eu não terei uma boa notícia.

- Deus Tom! Eles não me escutaram quando disse que você precisava de repouso imediato? – Disse Julie indignada, então foi por isso que minhas costas estavam ardendo quando voltei.

- Era para eu estar de repouso!?

- Claro! Mas parece que o líder só que te quebrar mais – Vi ela pegando algumas ataduras e remédios e colocando na pequena mesa que fica do lado da maca – Vire para trás, por favor – Pediu ela e obedeci.

Senti o anestésico perfurando minhas costas e elas ficarem dormentes, enquanto ela colocava os devidos medicamentos e costurar o corte aberto eu ficava refletindo sobre o que ela disse.

Eu só sou um brinquedinho do líder, um mero brinquedo de uma criança mimada que pode quebra-lo o quanto quiser que de qualquer forma ela vai ter outro e ela continua até não ter mais nenhum para que ela brinque mais. Eu sou descartável como um copo de plástico, além de ser útil só mais de 2 vezes quando sou jogado fora posso ferir o planeta. Eu sou uma droga, um lixo, inútil, imprestável, uma máquina de matança e pecados. Eu sou um monstro.

- Prontinho Thomas – Disse Julie cortando a atadura e amarrando com a outra parte, logo dando pequenos tapinhas na região – Novinho em folha.

- Ai! – Exclamei pelos tapinhas.

- Ops, desculpe – Disse a doutora soltando uma risada no final da frase – Está liberado.

- Obrigado – Então desci da maca e vesti minha roupa de cima, vi Julie mexendo em alguns papeis desesperadamente como procurasse algo muito importante mas deixei de lado querendo não me intrometer. Estava a ponto de sair da sala quando sou interrompido.

- Tom! – Ela veio correndo até mim com alguns papeis em mão, arrumou os óculos que estavam tortos quando chegou até mim e me entregou um pequeno bilhete – Aqui, mostre ao líder e terá seu repouso.

 - Oh, obrigado – Pego o bilhete e o dobro logo guardando no meu pequeno bolso de minha camiseta, me despedi e fui a caminho da sala de Tord ou melhor do líder.

 

 

- Entre – Ouvi depois de 3 batidas na porta de madeira escura, entrei logo em seguida fechei com o pé indo até Tord – Como foi então?

- Aqui, ela mandou isso para você – Digo tirando o bilhete do bolso e desembrulhando o mesmo, logo colocando na mesa de Tord que levanta uma sobrancelha e apanha o papel.

- Um pedido de repouso? – Perguntou Tord olhando diretamente para mim e eu acendi, então ele logo solta um suspiro- Só com uma condição – disse Tord com um sorriso malicioso.

 

Que deus me ajude.

 

- S-Sim? – Me aproximei chegando até sua escrivaninha, então vi que ele batia no colo dele. Puta que pariu, puta que pariu.

- É tudo ou nada Tommy~ - Eu quero um repouso, mas isso não vale um repouso. Quer saber? Foda-se, se eu tenho a chance de fazer isso eu vou aproveitar.

Não demorou muito para que eu sentasse em seu colo, mas algo me surpreendeu que foi seus braços se enrolarem em meu corpo me aproximando mais contra o seu pescoço. Wow, por essa eu não esperava também não esperava que a sensação de ser abraçado por um assassino seria tão boa. Senti seus dedos chegarem um minha nunca logo fazendo um pequeno cafuné, desde quando ele é tão...carinhoso?

- Me desculpa Tom, me desculpa por tudo – Sua voz saia melancólica e chorosa, o abracei de volta sentindo o calor me aprisionar ainda mais em seu corpo, porra queria tanto que essa prisão fosse perpétua.

- ... – Não respondi nada, só queria ficar aqui me sentindo seguro nos braços de Tord – Sabe... a gente poderia ficar aqui, desse jeito, relembrando de quando a gente estava junto, quando tudo era uma terra de pirulitos e algodão doce.

- Está me dizendo que está gostando do carinho “ especial “ de seu líder? – Perguntou Tord me fazendo esconder meu rosto em seu pescoço, se o “ especial “ dele fosse o que eu estava pensando então acertei em cheio em lamber seu pescoço.

- Uma chance que ninguém mais teria não se pode deixar desperdiçar – Sussurrei em seu ouvido e senti quase instantaneamente suas mãos apertarem de leve minha cintura e seus lábios roçarem em meu pescoço.

 

Enquanto isso passava o que passava em minha mente era totalmente diferente, estava comparando as coisas dessa realidade e da realidade de 20 anos atrás. Os risos das crianças agora eram gritos de medo, desespero, um joelho ralado agora é um braço arrancado em batalha, o cheiro de bolinhos e cookies agora eram substituídos por cheiro de pólvora queimada e sangue seco. Se houvesse um botão do passado apertaria sem pensar duas vezes, pois o Tord daquela época me amava, me acompanhava, me apoiava, agora? Agora ele só quer meu corpo, eu não passo de um brinquedo vadia para ele.

 

Não demorou muito para que eu acordasse novamente em seu quarto, em sua cama. Se um dia eu pudesse acordar em minha própria cama, meu quarto com minha guitarra eu gritaria que o milagre existe.


Notas Finais


Me desculpe qualquer erro e me corrijam se puder, Thank U <3


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