História Alguém PRECISA parar a CyberLife Interativa - Capítulo 2


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Kara, Markus, Personagens Originais
Tags Crack!fic, Detroit: Become Homo, Detroit: Become Human, Interativa, Nada Faz Sentido Aqui, Olha Essa Capa Incrível, Yaoi, Yuri
Visualizações 81
Palavras 2.359
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AAAAAAAAAAA
Oi.
Então, né, tá aí o capítulo skksks.
Devo dizer pra vocês que eu fiquei muito feliz quando escrevi <3 Achei as fichas de vocês tão boas que fiquei toda boba pensando: "Meu RA9 do céu, as pessoas tiraram um tempo da vida delas só para criar um personagem pra essa Fanfic??". As histórias dos personagens ficaram tão bem elaboradas que eu achei que seria muito injusto simplesmente botar tudo em uma história sem-sentido, então... Eu juro que me esforcei para criar uma história decente skkss.
Me desculpem se eu decepcionar vocês com a minha escrita infantil, espero ter feito todos os personagens direitinho <3
Espero que gostem aaaa Boa leitura, nenês ❤️❤️❤️

Capítulo 2 - O Caso do Android Pirado


12 de julho de 2039, 2:37 PM


O sol brilhava no céu limpo daquela tarde, tempo perfeito para passar o dia no parque do centro de Detroit, e foi o que se passou na cabeça de cada pai daquela cidade, o que resultou em um ambiente lotado de pirralho catarrento correndo de um lado para o outro, batendo com suas testas de amolar facão no chão. Gritos, choros, aquelas vozinhas agudas extremamente irritantes, estava tudo na minha cabeça. Sou um WR900, fui projetado justamente para ficar nesse tipo de lugar, limpando a sujeira que esses humanos imundos fazem pelo parque, mas esse não é o problema. O problema são as crianças.

Pensa em umas criaturas malditas? É incrível a paciência que esses pais ou babás tem com elas. Mas não são eles que aguentam chutes e xingamentos vindos dos pivetes, não. Todo dia é a mesma coisa: "sai da frente lata-velha, eu quero passar", "olha mãe, como ele é feio", "volta pro' lixão, pedaço de plástico". Cada dia é uma batalha interna contra os meus instintos assassinos, afinal, não quero perder meu emprego – tenho uma torradeira para sustentar.

Hoje o dia até que está "agradável", até agora ninguém ousou testar a minha paciência, e espero que continue assim.

— Ei, esquisito! – Ouvi a vozinha atrás de mim.

Pra quê fui falar?

Parei de fazer o meu trabalho e me virei para a criança.

— Olá, pequeno. – Sorri, como estava programado á fazer.

— Esse é o meu sapato! Você ia jogar ele no lixo!!!

Instabilidade no Software

— Ele estava no chão, esse é o meu traba... – Fui interrompido.

— MANHÊÊ, ESSE ANDROID ROUBOU MEU SAPATO E DISSE QUE VAI JOGAR NO LIXO!!!

inStAbiLIDadE nO SOftWAre

— Garoto, calma, aqui está o seu... – quando eu ia entregar o sapato para o demônio ele soltou o berreiro.

— AAAAAA MÃE!!! ELE VAI ME BATER!!! – e saiu correndo para trás da mulher com cara de assustada pronta para ligar para a polícia.

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15 de julho de 2039, 1:03 PM


O movimento no departamento estava agitado, policiais e suas papeladas de um lado e mães desesperadas de outro. Era compreensível, afinal, mais de dez crianças desaparecidas em menos de três dias não era coisa que se via todo dia.

No meio de todas as mesa ocupadas, havia apenas uma vaga, a com rosquinhas do dia anterior e café gelado acumulando mosca. Quando você lê o nome na plaqueta entende melhor o motivo dela estar vazia: Ten. Anderson. Mas para compensar a falta do policial, a mesa da frente era ocupada por dois androids. Connor, o que todos já se acostumaram á ver pelos corredores – não que gostassem. E Scarlett, a coreana que, apesar de já estar no departamento á alguns meses, ainda era tachada como 'novata' pelos policiais veteranos. Ambos estavam concentrados, lendo as fichas de cada criança desaparecida.

— Ei, vocês dois. – Gavin, com seu "ótimo" humor de sempre, se aproximou da mesa dos dois. – Novo suspeito, as câmeras mostram que no dia do primeiro desaparecimento ele conversou com uma das crianças, depois adotou um comportamento estranho. – Falou colocando alguns papéis sobre a mesma.

— Obrigado, detetive Reed, daremos uma olhada. – Connor respondeu.

— Vamos ver se essas cabeças de lata servem para alguma coisa... – Resmungou antes de sair.

— Já que as de carne não foram útil o bastante... – Scarlett completou no mesmo tom fazendo o detetive rosnar mas continuar seu caminho.

— Um WR900. Android faxineiro, um modelo recente... – Disse Connor, lendo a ficha. – Sem antecedentes criminais. Acesse os vídeos de segurança capturados no dia 12 de julho no parque central da cidade, por favor, Scarlett.

— Já estou fazendo isso. – Respondeu, em um tom neutro. Passaram o vídeo rapidamente, já que nada de estranho havia ocorrido antes, só pararam quando viram a cena do garoto indo até o android dito. Nada de diferente aconteceu, a mãe e a criança saíram e o android continuou seu trabalho, apesar de parecer muito mais estranho.

O resto do vídeo também passaram rapidamente, até chegar nas imagens gravadas ás dez e quarenta da noite, o mesmo android voltara e, dessa vez, estava com um 'carrinho de lixo' cujo a tampa se mexia frenéticamente, não deu para ver mais do que isso pois, depois de poucos minutos que o android apareceu, a imagem ficou totalmente preta.

— Espera, volte alguns segundos.

E assim Scarlett fez, viram a figura robótica chegando, a tampa do carrinho se mexendo, mas algo havia passado despercebido antes. Em questão de segundos, o android olha para a câmera, e logo depois a imagem se tornou novamente preta. O WR900 desativou a câmera, Connor conhecia bem esse método.

— Parece que sabemos quem é o nosso maior suspeito. – Connor disse, vitorioso. – O único problema é: onde ele está agora?

— Não será difícil descobrir, vimos seu rosto e sabemos seu modelo, é questão de procurar.

— Procurar quem? – Surpreendendo os androids, Hank sentou-se em sua mesa de frente para os dois.

— Olha só, apenas uma hora e quarenta minutos de atraso dessa vez, é um recorde. – Connor sorriu.

— Porra, não enche. Mas e aí? Qual é da mulvuca por aqui?

— Um android é suspeito de sequestrar dez crianças em três dias. – Scarlett respondeu, indiferente.

— Caralho... – O tenente passou a mão no rosto e suspirou. – Certo, quando começamos á investigar?

— Não vai ser tão cedo. – E mais uma surpresa, lá estava o capitão Fowler com sua carranca, como de costume. – Designei esse caso para outras pessoas, para vocês três... – jogou uma pasta em cima da mesa. – Eu tenho outras tarefas.


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15 de julho de 2038, 1:45 PM


O cheiro de café e bolo era uma tentação para quem passava na frente da simples cafeteria, mas, apesar de ser um dos lugares de lazer mais frequentados da cidade, a movimentação não era muita no lado de dentro. Destacando-se entre os clientes, havia uma única android, tinha os cabelos curtos coberto por uma touca e se vestia de forma "normal", mas isso não era o suficiente. A tentativa de disfarce foi em vão, alguns clientes antigos do Eden's a reconheceu e não deixaram de soltar assobios abusivos e comentários vulgares sobre seu corpo. Dala odiava isso com todos os seus circuitos.

Ignorando todos aqueles nojentos, a garota andou até o balcão, não iria pedir nada – já que é um android e não precisa se alimentar né, duh – só queria conversar, e naquele lugar sabia que iria achar um bom e velho amigo.

— Olá, querida. – Luka, o balconista da cafetaria a recebeu com um sorriso. – Porque está aqui?

— Sabe que não consigo ficar sozinha em casa... – Dala retribuiu o sorriso.

Os dois moram juntos desde que se conheceram, apesar dos dois serem "ex-androids eróticos" do Eden's Club não se conheceram lá, foi tempo depois de Dala ter sido salva de um tarado por Connor e Hank, estava desabrigada e precisava de um lugar para morar, Luka – que já havia arrumado um novo emprego na cafeteria local – a conheceu por acaso, se comoveu com sua história e não hesitou em abrigá-la no apartamento que alugou com ajuda do salário.

— Bem, eu também não estava aguentando aqui mesmo, o dia está tão parado. – Enxeu um pequeno copo com café expresso e o colocou em uma bandeija com alguns bolinhos. – Pony, leva isto aqui na mesa seis, por favor. – O loiro pediu para a android ao seu lado, seus cabelos rosados nas pontas eram o que mais chamavam atenção.

— Pode deixar. – Respondeu, passando pela faixa de luz que impediam os clientes de entrar na área de trabalho. – Olá, Dala! – Foi até a amiga e depositou um selinho em sua bochecha, saindo para a mesa dita, as duas não eram tão próximas, mas se era amiga de Luka, para Pony era sua amiga também.

— E então, como vão as coisas por aqui? – Dala perguntou, não era como se ela não soubesse, só não sabia o que mais podia perguntar.

— Tranquilo. Pelo menos hoje ninguém veio declarar o ódio que sente por nós. – o maior riu, mas era perceptível a sua decepção. – E você, alguma coisa?

— Nah... Ficou sabendo do desaparecimento das crianças?

— Ah, sim e nem me fale. Esse tipo de notícia faz com que os humanos tenham uma perspectiva ainda pior sobre a gente.

Antes que Dala pudesse responder, Pony correu para trás do balcão e ficou ao lado de Luka, agindo como se nada tivesse acontecido, porém seu rosto levemente azul na região das bochechas entregavam a sua vergonha. (Nota: sim, eles coram azul... Dsclp).

— Pony...? – O loiro olhou para a menor, preocupado, ela tinha o olhar vago e um leve sorriso no rosto.

— Não olha agora mas... – Apesar do aviso, Luka não hesitou em virar a cabeça para a entrada da cafeteria, procurando o que poderia ter deixado a android daquele jeito. – EU FALEI NÃO AGORA! – A reação do amigo fez com que Dala também olhasse.

Imediatamente os dois entenderam o que estava acontecendo assim que botaram os olhos no moreno de sobretudo que acabara de entrar no recinto com sua "gangue". Luka e Dala se entreolharam e automaticamente se puseram á rir. Enquanto Pony não sabia onde enfiar a cabeça.


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15 de julho de 2038, 2:29 PM


— Capitão, – o francês chamou o mais velho, que parecia estar distraído com algo no computador – queria falar comigo? – entrou na sala sendo seguido por um android com traços asiáticos, que fechou a porta atrás de si assim que entrou. Além deles havia mais uma android na sala, alta e loira, que parecia estar á espera dos dois.

— Queria sim, detetive, sente-se. – Apontou para a cadeira na sua frente e Maurice sentou, Olliver, o android que o acompanhava, preferiu ficar de pé ao lado da outra android. — O caso do sequestro das 10 crianças já deve ter chegado em seus ouvidos, certo?

— Correto, mas como não é a minha área resolvi não me meter.

— Pois agora é, estou deixando este caso em suas mãos... – olhou para os androids no canto da sala. – Creio que Lady possa te acompanhar.

— Bem, sim, mas isso não era responsabilidade do tenente Anderson?

— Exatamente, era, acho você mais qualificado para esse caso.

— Mas... – O capitão o interrompeu.

— Quero um relatório na minha mesa na próxima sexta.

— Certo, senhor. – Maurice se levantou e saiu da sala, sendo seguido por Olliver e Lady. A loira não sabia exatamente o que estava acontecendo, foi chamada pelo capitão Fowler mas ele nada disse sobre entrar em algum caso. Sua única função na delegacia era como consulta psicológica em alguns casos policiais. Apesar da confusão, decidiu se apresentar para os detetives que, até o momento, não conhecia.

— Prazer em conhecê-los. Meu nome é Lady, eu sou a psicóloga do departamento. – Deu o seu melhor sorriso.

— Eu sou Olliver. – Apertou a mão da android, a comprimentando. 

— Maurice Apollon, será um prazer trabalhar com você. – Sorriu.

— Vou pegar os dados dos suspeitos com Connor. – Olliver avisou antes de se afastar dos dois.

— E eu vou pegar um café. – Maurice disse em um suspiro, indo na direção da cafeteira.

— Eu... Vou... – Lady olhou para os lados, não havia muito o que ela pudesse fazer então resolveu esperar. Poucos minutos depois, Lady sentiu um forte baque no ombro esquerdo por trás, logo a android viu Gavin passar por ela junto com RK900 – a "versão 2.0" de Connor.

— Vê se não fica plantada no meio do caminho! Porra de androids... – resmungou, mas o android ao seu lado lhe deu um forte tapa na nuca que fez o Reed reclamar, RK900 era o único que tinha essa audácia.

Enquanto Lady ria daquela situação, Olliver se aproximou dela.

— Consegui as informações necessárias.

— Ah, por favor me passe. – Estendeu o braço para o coreano que o segurou de imediato. O LED na cabeça de ambos piscaram enquanto Olliver passava as informações.

— O que estão fazendo? — Maurice perguntou, se aproximando com o copo de café na mão.

— Estou passando as informações que consegui sobre os suspeitos do caso, – quando acabou, soltou o braço da loira. – feito.

— Ótimo, no caminho da cafeteria você me conta tudo o que descobriu – riu e foi na direção da saída do departamento junto com os dois androids.


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15 de julho de 2038, 2:54 PM


O sol se escondeu e algumas nuvens escuras ameaçavam Detroit, algumas mães preocupadas corriam para suas casas com seus pequenos filhos, outras abriam os guarda-chuvas antecipadamente. Um pequeno grupo de adolescentes – e android – viam tudo do alto, sentados no parapeito de um dos prédios do centro da cidade, comendo besteira e rindo enquanto criavam histórias para cada pessoa que passasse embaixo deles.

— Tá, tá, minha vez. – Disse Safira enquanto mastigava um pedaço da barra de chocolate que tinha nas mãos. – Aquela mulher... – apontou. – é uma vaca e ex-namorada de um cara gay não assumido que acabou de descobrir que tem uma filha, ela quer voltar com ele e fica no pé do mesmo que, por ser inocente e ingênuo, acaba caindo nos encantos da piranha, amas... – deu uma pausa dramática fazendo os outros três amigos rirem – o verdadeiro amor dele e a filha recém-descoberta sem juntam para desmascará-la e trazer o gay de volta á área colorida.

— Achei clichê. – Timothy, o mais velho do grupo, opinou, rindo da cara surpresa da menor.

— Essa foi á melhor história até agora! Daria uma Fanfic. – Safi riu.

— Na minha opinião, a melhor foi a do cara que vendia os órgãos no mercado negro para comprar peças de android e recriar a filha morta. – Tutti, o único android do grupo, falou, fazendo os amigos o encararem assustados, mas logo riram.

— Eu me superei para criar essa. – Tim sorriu, piscando para o moreno.

Enquanto os amigos conversavam e riam, América, a garota mais nova do grupo olhava para as ruas de Detroit e refletia – lê-se "brisava". Mas, uma cena fez com que a menina 'acordasse', lá do alto do prédio em que estavam, podia ver perfeitamente um pequeno beco, nele estava um android e uma criança, a criança estava obviamente incomodada com a presença do outro, até que, em um rápido movimento, o android tampou a boca da criança e a jogou dentro de um carrinho de lixo. Trancou a tampa, olhou para os lados e saiu do beco como se nada tivesse acontecido.

— Gente... – América os chamou, tendo a atenção de todos. – Acho que acabei de testemunhar um sequestro.




Notas Finais


AAAAAA Q
Bem, foi isso... É... Desculpa.
Não consegui dar o devido destaque para todos os personagens, mas, mais pra frente todos eles terão o seu momento <3
Não é lá a melhor Fanfic Interativa que vocês vão participar mas saibam que estou fazendo com muito amor <3
Obrigada á todos e até a próxima! o/

~ XoXo


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