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História Alguem salve a porra do mundo (camren) - Capítulo 8


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Capítulo 8 - O que houve em 78?


Fanfic / Fanfiction Alguem salve a porra do mundo (camren) - Capítulo 8 - O que houve em 78?

POV's Lauren Jauregui 

- Era o seu taxi, para  onde estava indo, baixinho? - medison pergunta ao garotinho

-ele me mandou ir sem rumo - respondeu protamente o motorista 

nao sou baixinho 

- vire a esquerda - pedi  - e segue reto até  o final 

- vai nos levar para seu covil secreto, zaroniana? - Camila brincou rindo 

Eu realmente nao sabia o que aquele título significava, tao pouco sabia como fui atacada ou porque os homens viveram gozo de alien. 

- É- disse simples. 

Permaneci guiando o motorista até  em casa. a cidade estava  molhada como se tivesse chuvido o dia inteiro, mas pra mim, antes de chegar no clube, era calor intenso.

Mais meia hora e chegamos. Todos decemos do carro, inclusive  a criança  que fez questão de pagar o taxi 

- ei, você  não  tem que procurar seus pais? - Medison questionou o menino enquanto eu arrombava minha propria janela 

- Não- crusou os braços.  

- porque esta arrombando uma casa, mesmo? - camila que estava sentada na calçada  perto de mim questionava 

- É  minha casa - respondi simples 

- você  é  lerda - medison me empurrou um pouco e com alguns poucos movimemtos ágeis com o pequeno ferrinho que havia retirado do seu brinco, abriu a janela. - vua-la, bitch

Fui a primeira a entrar, apesar da janela ser um pouco longe do chão, minha cama  estava em baixo para amortecer a queda. 

Logo Noah apareceu na janela 

- uma ajudinha? - ele pediu 

Colocou as pernas para dentro e eu quase tive que pega- lo no colo 

Medison nem vaciolou, entrou com a maior agilidade, rolou pela cama e caiu em pé, batendo as mãos  na roupa 

-gostei - sorri para a loira 

- Meu pai que me ensinou, achei chique - ela olhou as unhas como uma patricinha que acabou de demonstrar um penteado novo

- gente - ouvimos um sussurro - socorro? 

Era camila 

Ela estava presa na janela, da sua cintura para cima, estava estendida para dentro do  quarto 

E o resto, 

Bem 

O resto do corpo estava preso pela sua propria bunda

2, 3 segundos 

E a gargalhada de medison e noah invadia a sala. 

Realmente era uma cena comica. 

Agarrei a menina pelo torço e a puxei  para dentro. 

- agradeço,  disse com vergonha 

- a luz onde esta? - noah apalpava as paredes

- mais pra cima, garoto

Ele resnou, mas a luz acendeu 

-wow! Dahora 

Realmente, apesar da bagunça, era um quarto legal. Talvez seja pela tv, ou pelos pufs ou o pequeno frigobar, mas camila e Noah pareciam em um parque de diversoes

- tem agua e refri no freezer, fiquem a vontade. 

Prendi meus cabelos em um coque tentando racioçinar tudo que havia acontecido 

- Eu te conheço! - Camila pulava do puf apontando pra mim 

- Nao? - realmente eu não  lembrava da garota 

- Tood, Tood é  seu  motorista

-como sabe disso? - parei por um minuto para observar a mais baixa 

- ele foi te buscar no meu quarto, você estava na minha cama - assenti com a cabeça   ja entendendo oque havia acontecido

- Hey, olhe... se você foi naquele clube me procurar porque queria um romance pós-sexo, fez a escolha errada,, eu não sou desse tipo... 

Camila Cabello  povs

 Ri

E nao foi pouco. Ri tanto que mal conseguia respirar, apenas balançava  as mãos  no ar e quando finalmente consegui parar e olhar para o rosto de Lauren, achei mais graça  ainda 

- do que esta rindo? 

- do seu egocentrismo - coloquei a mão  no peito e finalmente consegui puxar o ar - você  estava na minha cama porque desmaiou nela,  Niall ligou para todd e ele teve que te levar no colo embora 

- Haha, se isso é  verdade entao porque estava num clube de luta? Você  tem cara de quem vai em peças de teatro - ela deu uma leve risada

- eu era a lutadora, meu bem - tirei o pequeno cartãozinho do bolso esquerdo que estava escrito trigre figther - e você  nem faz meu tipo

vi o rosto dela mudar de risonho para indignado. Afastou uma mecha do cabelo dos olhos e empinou o nariz 

- e porque não? - cruzou os braços  embaixo do peito e me olhou confusa .

- o que? 

- porque não  faço  seu tipo? - agora as mãos  repousavam na cintura - eu faço  o tipo de qualquer  um

- Não  seja convencida - sentei no puff novamente - gosto de, você sabe, coisas maiores entre as pernas 

Olhei para o lado e noah estava fazendo sinais de boquete enquanto  medison ria 

- meu bem, o que eu tenho entre as pernas provavelmente é  bem maior do que o que seu namorado tem - ela sorriu cínica 

- Aham, senta lá, caludia - medison disse e acabei rindo

- Não vou explicar isso agora, tem criança  na sala - Ela apontou pra Noah  que colocou a mao no peito como se fosse uma ofença - alias, vamos mandar logo esse muleke pra casa dele porque assim, não  quero receber processo de pai puto. 

- É, verdade. - Medison pegou seu celular - vou chamar um uber, onde você mora, baixinho? 

- nao me chama de baixinho - ele respondeu com rispideis - e parem de me tratar com uma criança  - enfiou a mão  no bolso da pequena calça jeans, pegando uma carteira e de lá  retirou dois papeis jogando na mesa de centro de Lauren  - eu tenho 38

Olhamos ele como se tivesse dito a coisa mais patetica do mundo, e disse. 

Peguei os papeizinhos em cima da mesa. Uma identidade e outro que eu não  identificava doque era 

- Noah Casford Jupe. 

25 de fevereiro de 1983.

Olhei o outro papel, este por sua vez era azul 

- Certificado de doença crônica :

Hipopituitarismo

Noah Casford Jupe

- EU SEI OQUE É - a loira levantava a mao como uma criança que pedia permissão da professora para falar - a doença  de a órfã 

- eu esperava uma resposta mais elaborada mas eu entendi a essência - Noah desdenhava enquanto recolhia seus documentos da minha mão  - convencidas? 

- vai ser dificil acreditar mas em teoria, vou fingir que acredito que você  tem 38 - Laur sentou no tapete da mini sala - podemos conversar, sobre o que houve?

Nós  três  nos entreolhamos novamente. Ninguém  realmente sabia oque havia acontecido, quem e oque eram aquilo...

- e oque houve? - Noah perguntava, o garoto estava totalmente avulso da conversa 

Eu, medison e Lauren contamos ao garoto, que era um homem, tudo oque havia acontecido. 

Ele abria os olhos e fazia reações como se estivesse assistindo um filme de ação  e realmente, aquela noite daria um bom roteiro 

(...)

- todo mundo viu dois chuk's? - perguntei e todas asssenriram - e todos viram eles explodirem em gosma? 

- alguem explodiu eles - pontuou Lauren - alguém  que perseguiu a gente por dois quarteirões  inteiros 

- ALIENS - Jupe levantou as maos pro alto  e todos rimos da piada 

- eu realmente quero saber o que aconteceu - a loira se levantou para pegar agua - isso nao vai sair da minha cabeça 

- Não  temos pistas nenhuma - lembrei 

- E o Google não  diz nada sobre homens gosma - Lauren  apontava para seu celular com a pesquisa 

- podemos voltar lá - devaneei  e todos assentiram lentamente - de manhã 

- me parece uma ideia pessima. Por favor digam que estou dentro - o baixinho sorria e assentimos rindo. 

Não posso deixar de pensar que se talvez, naquela noite, nós tivessemos deixado tudo isso pra trás como apenas um devaneio de uma noite doida, tudo teria sido mais facil

- vou pedir meu uber - Noah avisou  

 medison também  chamando o seu 

Nós  três anotamos nossos numeros em uma caderneta de Lauren e ela ficou encarregada de entrar em contato. 

Primeiro A loira, depois o baixinho foi embora. Até  que sobrasse apenas eu e Lauren no quarto/sala 

- Ja chamou seu uber ? - Lauren abria uma latinha de refri 

 Juntei os braços  envergonhada com oque falaria a seguir 

- sobre isso... será  que posso dormir aqui essa noite? Não  sei como vou voltar pra casa hoje, afinal, eu sumi na minha propria luta 

Ela me lançou  um sorriso e assentiu com a cabeça  indo em direção  a sua cama de casal, tirou um colchonete de baixo dela e estendeu ao seu lado. 

- pode dormir na minha cama, hoje, vou dormir no chão. 

- Não  seja boba, deixe que eu durmo no chão 

- Não, pode ficar, afinal, ja dormi na sua cama, estou apenas pagando uma divida - sorriu enquanto pegava alguma coisa no guarda-roupa  

- Aqui - me estendeu uma muda de roupas e apontou para o banheiro - tem toalhas em baixo da pia 

Foi um banho extremamente necessario depois da noite agitada, ainda tinha gosma de chuk no meu cabelo e minhas costas doiam de mais. 

Devia ter ficado  quase meia hora no box quando decidi sair. 

Estranhamente, em vez de calcinha, Lauren  havia mandado uma cueca box na muda de roupas, mas não  liguei muito. 

Estralei os dedos antes de me deitar na cama. Tranquei a janela, por mais que tentasse, nao poderia negar o resquisio de medo que ainda me habitava.

Suspiros e mais suspiros, virei e revirei naquele colchao mas o sono jamais chegava.

De minuto em minuto meus olhos buscavam a janela do quarto, como uma criança que olha o armario com medo do bicho papao.

Lauren ainda demorava no banho, eu conseguia ouvir o barulho do chuveiro e de alguma forma isso me deixava mais nervoza. meu peito subia e descia, eu estava suando, olhava novamente para a janela mas nada havia ali. depois de mais alguns minutos agonizando ali, resolvi levantar. Chequei meu celular mas a bateria ja havia se esgotado a um bom tempo.

o som do chuveiro permanecia.

Quando meu olhar encontrou com a escada do outro lado da sala, que provavelmente levava ao resto da casa, o medo se esvaiu e tudo o que me cabia agora era curiosidade.

subi as escadas em passos silenciosos e coloquei meus ouvidos proximos a porta, nada; a chave com pompons estava na fechadura e era como se ela sussurrasse pra mim abri-la

cedi aos meus desejos rapido. abri a porta de madeira e antes de passar por ela, conferi se lauren permanecia no banho.

a porta desaguava em um hall, a esquerda, uma outra escada, a direita um corredor e foi por esta direçao que segui.

o corredor apesar de curto, era enfeitado com quadros de homens com rostos serios nas paredes, apenas um no final havia uma moça. linda, me lembrava lauren, ela nao usava vestido e sim um macacao antigo, sorriso radiante enquanto as bochechas estavam marcadas de tinta

passei os desdos delicadamente pelas bordas da pintura estava talhado: 

 "1978 - imigraçao Z."

- que imigraçao teve em 78? - me perguntei ainda olhando a pintura

- Karla?? - assustei ao ouvir a voz de Lauren.

no inicio do corredor, la estava ela, cabelos molhados e afeiçao preocupada e por algum motivo carregava um taco de golf

- porque esta aqui? - se aproximava passando a mao na testa - nao deveria esta aqui

- que imigraçao teve em 78? - questionei me voltando para o retrato novamente

- nao sei, nunca olhei muito para esses quadros - observou a parede e se voltou pra mim novamente - porque saiu do quarto?

- quem é?, alguma avó? - me referia a moça pintada a tinta a oleo

- vamos, para o quarto - agarrou meu pulso e me arrastou novamente para dentro do seu quarto

Sentei entediada em um dos pufs enquanto laur balbudiava alguma coisa sobre nao poder andar na casa sem permissao

realmente entediante.

- voce pelo menos esta me ouvindo?

- sim - peguei um pouco de agua no frigobar e me dirigi a cama, novamente tentaria a sorte no sono

- marquei com o pessoal amanha as 7 - ela comentou tambem vindo para a cama

- me acorde - murmueri deitando na cama e a observando deitar no chao

finalmete o sono me acalçou

eu sonhei com aliens, 4 deles, com direito a pele verde e tudo. tambem sonhei com chuck, mas agira havia 5 deles me cercando e a cena dele segurando lauren pelo pescoço nao deitava minha mente em paz.

- Karla - ela dizia enquanto sufocava, mas eu nao conseguia me mover do lugar - Karla... - gritava mais alto

- camila, me chame por camila - tentava a todo custo alçancar lauren

- CAMILA ACORDE

E a claridade invadia meu campo de visao

aos poucos consegui focar em algo. era lauren

só havia ela lá e seu teto branco de fundo. jamais tinha reparado em como seus olhos eram estremamente verdes e claros ou como seu nariz era tao perfeitamente desenhado

- voce esta bem ? -fanziu o senho

finalmente cai na real, estava acordada

- estava sussurrando meu nome e pediu para mim te chamar de camila. - oque houve?

- sonho... sonho ruim - me sentei na cama - desculpe

- camila? - a olhei franzindo o senho - é seu nome do meio?

- ah... sim

- tudo bem, ja estamos no horario, o pessoal esta chegando

(...)

pegamos um taxi ate o local, cada um rezava calado para seus proprios deuses para que nada acontessesse. pedia aos meus que tudo fosse apenas um delirio e que eu acoradasse repentinamente na casa de niall

chegamos

- voces estao protas, crianças ? - Lauren  disse a frase divertidade mas parecia séria

- estamos, capitao - noah sussurrou tambem com o mesmo semblante.

caminhamos até o beco

os quatro empilhados olhando pela parede se havia alguem la

vazio

nos esgueiramos até a lata de lixo, medison olhava dentro dela, lauren e eu iamos ate o final do beco a procura de algum resquicio de gostama enquanto noah olhava a ferradura da porta de metal.

- nao tem nada - concluimos baixo. a unica pista de que haviamos estado la era o pedaço  de fio que med e eu usamos para prender um dos caras pelo pescoço.

- nao acredito que deixou eles fugirem - ouvimos um grito masculino vindo do lado da porta. todos nos abaixamos perto da fechadura mas nada se observava por la - eram 3 adolescentes. 3.

- desculpe, senhor.

- e provavelmente uma zaroniana. voce sabe o que isso vai causar na agencia, agente Y?

- sim senhor, desculpe

- onde esta a ficha deles? otimo. vejamos... voce tem duas horas para acha-los. agente M esta furioso.

- certo.

ouvimos passos mas nossa curiosidade dos impedia de sair do local

- precisamos ´proteger aqueles tres, todo mundo que souber esta em perigo,... certo... sim senhor agnte M

- AQUI ELES ESTAO AQUI - os gritos no inicio do beco nos assustaram 


Notas Finais


Se gostou, comenta ai e da um favoritin. Beijo minhas nega


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