História Algum Dia (Vondy) - Capítulo 56


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Categorias Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Christopher, Dulce, Fanfic, Hot, Rbd, Romance, Traumas, Vondy
Visualizações 29
Palavras 620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 56 - Capítulo 55


Dulce


Eu simplesmente não conseguia parar de olhar pra ele. Parecia um imã que meus olhos grudavam e não saíam mais.


— Dul, vem sentar com a gente. – disse Mai assim que chegou onde eu e Pierre estávamos sentados.


— Onde você tá sentada?


Ela apontou em direção à mesa em que estavam: Christian, Christopher e Natália. Olhei pra ela com os olhos arregalados.


— Vem, vamos.


— Eu... eu não vou sentar lá.


Maite revirou os olhos.


— Ah, qual é! Dulce vem logo.


Olhei para Pierre.


— Aquele que está ao lado daquela loira é o tal de Christopher? – ele perguntou.


Assenti.


Quando conheci Pierre e nos tornamos amigos contei tudo o que houve entre mim e Christopher.


— Tem problema pra você se a gente for lá? – perguntei.


— Non, pas de problème. – respondeu. – Quero mesmo conhecer seus outros amigos. – sorriu.


Nos levantamos e seguimos Maite até a mesa onde os outros se encontravam. Todos olharam para mim e para Pierre que me abraçava pela cintura.


— Dulcita, senta aqui. – puxou uma cadeira pra mim, em frente ao Christopher. – E você Pierre, como vai?


— Muito bem. – sorriu. – Vocês como vão?


— Bem. – responderam juntos, menos eu e Christopher.


— Dulce, querida, não vai apresentar seu amigo? – perguntou Natália, sínica.


— Bom... – olhei para todos. – Esse é Pierre, meu... meu namorado. – disse por fim mirando Christopher que tinha uma expressão indecifrável no rosto. – Pierre, esse é Christopher e essa é Natália, a...


— Namorada dele. – completou. – Prazer, Pierre. – sorriu.


— O prazer é meu.


— Que lindo seu sotaque, é da onde?


Pronto. Além de feia, é burra. Vi Maite revirar os olhos e Christian prender o riso.


— Ele é francês, Natália. – respondi respirando fundo.


— Se deu bem, hein, Dulcita. Foi pra França, arrumou um namorado que provavelmente é rico...


— Modelo. – respondi. – E não, Natália, dinheiro não me importa se é isso que você está pensando.


— Pierre, como você aguenta essa ruiva mal amada todos os dias? – perguntou a cobra. – Deve ser muito difícil conviver com uma pessoa que sempre foi usada, que ninguém nunca amou...


— Chega, Natália! – Christopher se pronunciou pela primeira vez.


Só Deus sabe como aquelas palavras doeram em mim. As lágrimas ameaçavam cair, mas não ia dar esse gostinho a ela.


— Tudo bem, Christopher, deixa essa ratazana falar. – suspirei. – Pierre, nem se preocupe em responder essa retardada.


— Eu faço questão, Dulce. – se pronunciou com aquele sotaque lindo. – Olha aqui, Natália, a Dul é uma pessoa incrível que por mais que ela tenha sofrido no passado, ela continua de pé, de cabeça erguida lutando pra conseguir o que quer. E ao contrário de você, a Dulce é sim muito amada por todos que estão aqui nessa mesa e até nessa festa. Isso tá na cara de qualquer um aqui, especialmente na do Christopher, - mirou o mesmo. – eu vi como você olha pra ela. – voltou sua atenção à Natália. – Então,, se preocupe com você e com a sua vida e deixe a minha namorada viver a dela. Cuida do seu namorado, porque pelo que eu percebi ele não está nem aí pra você, assim como ninguém aqui gosta de você. – desviou seus olhos para mim. - Campagnol. – murmurou.


Todos na mesa olhavam perplexos pra ele, até Christopher que mal piscava. Mas confesso que adorei essa atitude do Pierre. Natália estava estática.


— Fecha a boca, querida, se não entra mosca. – Maite provocou para Natália.


A mesma a fuzilou com os olhos.


— Ucker, vamos embora. – Natália levantou o puxando pela mão.


— Não. – ele respondeu sem nem a olhar. Juro que tive vontade de rir da cara de mosca morta que ela fez.


— Me leva pra casa.


— Pega um táxi. – tirou dinheiro da carteira e entregou a ela.


Natália saiu bufando dali e nós caímos na gargalhada.


— Cara, você é f/oda! – exclamou Christian rindo.


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Tradução:


Non, pas de problème. [Não, não há problema.]


Mon cher. [Minha querida.]


Campagnol. [Ratazana.]



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