História Algum Dia (Vondy) - Capítulo 57


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Categorias Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Christopher, Dulce, Fanfic, Hot, Rbd, Romance, Traumas, Vondy
Visualizações 102
Palavras 559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 57 - Capítulo 56


Christopher


Confesso que fiquei meio que sem palavras pelo que Pierre falou pra Natália, até que o fancesinho não é dos piores. Só pelo fato de ele estar com a MINHA pequena que não gosto dele.


Todos os convidados já haviam ido embora, menos os noivos, eu, Dulce, Mai, Chris e Bonnet.


— Vamos também, mon petit? – pude ouvir Pierre falando pra Dulce.


Como?


Pequena?


Só eu posso chama-la assim!


Olhei perplexo pra ele que não passou despercebido por Dulce que me repreendeu com os olhos.


— Se controla. – murmurou Christian.


— Só vou me despedir da Any e do Poncho. - respondeu a ruiva.


Nesse momento os noivos chegaram onde estávamos.


— Vocês vão agora? – perguntou Mai.


— Sim. Estou tão feliz. – disse Anahí animada.


— Ficamos feliz por vocês. – respondeu Dul abraçando a amiga.


— Felicidades ao casal. – falou Christian erguendo uma taça para que brindássemos.


Nos despedimos dos noivos que seguiram para a lua de mel. Não nos disseram onde iam. Alfonso alegou ser surpresa e quem nem a Any sabia de nada.


Maite e Christian também já tinham ido embora, sobrando eu e o casal ‘fofura’, além dos organizadores que já estavam arrumando tudo.


Dulce e Pierre estavam à procura de um táxi o que seria quase impossível as três da manhã de uma segunda.


— Eu posso levar vocês. – me ofereci.


— Não queremos incomodar. – disse Pierre.


— Incômodo algum. – respondi. – Vocês moram no caminho de casa. – falei contra minha vontade. Não fiquei nada satisfeito quando soube que o infeliz ia passar um tempo na casa da Dulce.


— Bom... tudo bem. – cedeu Dul.


— Vou buscar o carro. – avisei antes de sair.


Poucos minutos depois voltei com o veículo. Pierre abriu a porta do passageiro pra Dulce, em seguida entrou no banco de trás.


Dei partida e fomos em silêncio durante um tempo. Olhei pelo retrovisor e vi que Bonnet dormia. Olhei para o lado e Dulce mirava pela janela, perdida em pensamentos, supus.


— Achei que quisesse ir atrás com seu namoradinho. – provoquei sem tirar os olhos da pista.


— Não começa.


— Pra quem não queria ter nenhum tipo de relacionamento até que você foi rápida, não?


— Christopher, hoje não, por favor. – suspirou. – Amanhã você me enche o quanto quiser, mas hoje eu só quero minha cama.


— Ele vai dormir na mesma cama que você?


— Vai.


Segurei forte o volante tentando descontar nele toda a raiva e ciúmes que senti naquele momento.


— Dulce, manda ele pra um quarto de hóspedes. – choraminguei.


Ela olhou pra mim, me virei pra ela.


— Christopher, ele é meu namorado. – disse como se fosse óbvio. – Tá com ciúmes, é? – sorriu arqueando uma sombrancelha.


Maldito sorriso.


— Claro que não. – neguei com a cabeça.


— Aliás, nada a ver você falar essas coisas. Você tá com a Natália e é dela que você tem que ter ciúmes, além do mais foi com ela que você me colou um belo par de chifres. – cuspiu aquelas palavras.


Aquilo ainda me machucava, mas se ela mesma disse que não me amava mais, ia demonstrar o mesmo.


— Nem namorando nós estávamos.


— Mesmo assim, acho que respeito seria bom.


— Chegamos. – disse estacionando o carro. – Chama seu francês besta logo.


— Imbecil! – disse antes de fechar a porta do passageiro com força e abrir a de trás. – Pierre. Meu amor, chegamos.


Certeza que isso era pra me irritar!


— Merci, Christopher. – Bonnet falou antes de descer.


— De nada. – respondi antes dele fechar a porta e dei partida indo pra casa.


 É, o dia hoje foi cheio.


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Traduções:


Mon petit. [Minha pequena.]


Merci. [Obrigado.] 



Notas Finais


Desculpem a demora. Pessoal alguém denunciou a fanfic dizendo que não era eu a autora, e sim, eu não sou a autora mas a própria me deu AUTORIZAÇÃO para publicá-lo aqui, e na descrição tem dizendo de quem é a fanfic e onde podem encontra-lá completa. Então more, vc que denunciou procure saber mais informações antes de ir metendo os pés pela cabeça 😘


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