História Alice (h.s) - Capítulo 8


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Categorias Harry Styles
Personagens Harry Styles, Personagens Originais
Tags Alice, Amor, Família, Harry, Mia, Originais, Styles
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Palavras 3.641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um cap babys. Espero que gostem. E ei, quem tiver criatividade pra dar nome aos capítulos, fique a vontade, tô aceitando opiniões, como podem ver meus nomes de capítulos atuais estão muito originais.

Capítulo 8 - Alice 3.0


Fanfic / Fanfiction Alice (h.s) - Capítulo 8 - Alice 3.0


Harry apareceu na cozinha assim que terminei o café da manhã que preparei para nós. Sempre que Mia não está eu capricho mais nas besteiras que podemos comer, já que minha menina não pode, pois a coloquei em um regime leve para que ela não ultrapasse seu peso ideal.

Eu era bem gordinha quando pequena e tive problemas com meus colegas na escola. Tanto pelo fato de ser loira como por ser cheinha.

Hoje em dia tenho meu peso corretol e não ligo mais para essas coisas de comer besteiras. Depois que amamentei emagreci muito e ainda estou recuperando meus quilinhos de doce.

— Isso é bolo branco? — Harry perguntou e eu assenti sorrindo. Sei o quanto ele gosta de bolo assim, recheado com mousse de doce de leite e chantilly de chocolate por cima, com amendoim.

— Não coma tudo, deixe um pedaço para mim. — pedi o vendo roubar o chantilly com o dedo e em seguida andou até mim para beijar meu pescoço.

— Casa comigo? — perguntou no meu ouvido e eu ri me afastando para tirar a panqueca de massa de chocolate do fogo.

— Nos moramos juntos, não precisamos nos casar para eu te fazer um bolo. — comentei e ele sorriu.

— Mas se fossemos casados, dormiriamos juntos e eu poderia me aproveitar de você a noite. Talvez eu não queria apenas o bolo. — ele piscou de forma provocativa e eu bati com a colher de madeira no braço dele.

— Respeite sua namorada, seu atrevido. — retruquei e ele fez careta.

— Acho que vou terminar com ela. — comentou se sentando na mesa e recheou um pão com geleia de framboesa.

— Você ao menos chegou a pedi-la em namoro? — perguntei e ele assentiu de boca cheia.

— Pelo celular. Ela gritou igual uma maluca, mas de qualquer jeito, não sei se quero mesmo namorar ela. — deu de ombros e eu lhe servi as panquecas e joguei a calda de chocolate que ganhei por cima.

— Você nem ao menos tentou Harry. Não se sente atraido por ela? — me sentei a sua frente e comecei a me servir. A panqueca ficou realmente boa.

— Ela é bonita, mas não estou interessado fisicamente nela. Transamos uma vez e realmente, foi uma droga. Não por que ela não é boa, apenas não temos quimica, pelo menos eu não sinto nada. Eu fingi um orgasmo, só para você ter noção do quão ruim foi. — ele disse fazendo cara de reprovação e eu ri.

— Nem tudo precisa ser sobre sexo. Talvez você esteja com medo de se apaixonar por ela e por isso não quer se entregar realmente. Alguma coisa você sente, ou nem teria ficado excitado. — comentei e ele deu de ombros.

— Ela gozou rapido, nao precisei manter meu pau inteiro por muito tempo. Foi mais uma rapidinha entende? E sinceramente, ela é gostosa, não é dificil ela me excitar, mas eu apenas não senti nada do que eu imaginei que sentiria ao te-la montando em mim. Posso tentar levar o relacionamento pra frente, mas não vou transar com ela. — afirmou cortando um pedaço do bolo e enfiou quase inteiro na boca.

— E tem mais. Ela nunca vai fazer esse bolo maravilhoso para mim. Acredite, eu gozaria comendo isso, mas não gozaria comendo ela. — ri de seu comentario nojento e voltei a prestar atenção na minha comida.

— Você deveria agradecer que tem uma namorada que pode cuidar de você. — comentei e ele pegou minha mão em cima da mesa, me lambuzando com seus dedos sujos de chantilly.

— Você cuida de mim, não a Camrym. E eu posso cuidar de você se permitir. — sorri de leve e apertei a mão dele na minha.

Acho que vou ficar menstruada, por que essa vontade de chorar que se acumulou no meu peito não era suposto estar aqui.

— Temos jeitos diferentes de cuidar Harry. Eu amo alimentar você, te divertir, conversar com você, te escutar e admirar você com a Mia. Mas o tipo de cuidado que eu quero ou preciso, não é algo que alguém comprometido poderia me dar. — confessei e ele entrelaçou nossos dedos.

— Me lembro vagamente de estar dizendo a alguns minutos atras que eu estava afim de terminar com minha namorada. — sorriu de lado e eu revirei os olhos.

— Somos amigos Haz. Isso nos põem uma linha enorme para atravessar até chegarmos aonde quero. Mas fico feliz que você esteja disposto a cuidar de mim. Seja bom para a Mia, e isso já é o suficiente. — respondi puxando sua mão e beijei seus dedos antes de solta-lo. O chantilly ficou otimo.

— Vou estar aqui pra você sempre que precisar Ally. Sempre. — assenti abaixando a cabeça e tentei trazer meu animo de volta.

Isso era para ser um café da manhã divertido, eu não deveria estar tão melancolica assim.

Claro que, a ideia de ver Harry com outra me machuca, e que a hipotese de ele não querer mesmo nada com ela me alegra, porem sei que nunca ficaremos juntos, e de certa forma eu, na minha cabeça iludida, entendi a oferta de cuidado dele como um algo a mais, e essa maldita pontinha de esperança acaba comigo, até por que eu não sei qual seria minha reação se ele quisesse mesmo algo comigo.

Mia precisa de uma familia, e não teria ninguem melhor para fazer o papel de pai do que o cara que ela chama de pai.

O porem seria se não dessemos certo. Se ele decedisse que o que tinha por mim era apenas curiosidade e que não quer mesmo algo real comigo, eu não sei como conseguiria continuar aqui, por que eu sei que o amo e ser rejeitada por ele acabaria comigo.

— Ally, eu — Harry começou porém a campainha tocou o cortando. Sorri de lado e me levantei.

— Eu atendo. — murmurei e fui até a porta de entrada, a abrindo em seguida.

Camrym estava vestida em um lindo vestido preto e maquiada como se fosse para uma festa, o que é estranho, levando em conta que são 8 da manhã, porém fiquei quieta e apenas sorri para ela.

— Você deve ser a Alice, a empregada, Harry esta? — ela perguntou sorrindo como se eu não tivesse percebi que ao me chamar de empregada ela tentou me rebaixar.

— Não chame ela de empregada. — Harry disse saindo da cozinha e Camrym sorriu para ele, esbarrando em mim ao correr para os braços dele, o beijando com vontade.

— Amor, que bom que está em casa, fiquei com saudades. — ela disse com uma voz melosa de quem está te convidando para foder e o meu animo caiu ainda mais.

Ela é linda, impossivél Harry não sentir atração por ela.

— Você quem estava ocupada. — ele comentou e então ela começou a tagarelar sobre como havia sido corrida essa ultima semana dela, lotada de fotos e viagens que a estavam deixando doida.

Discretamente eu fechei a porta que ainda estava aberta e segui para a cozinha, para limpar a bagunça que eu havia feito e jogar o resto da minha comida fora, já que me apetite desapareceu.

— Está com fome? — perguntei a Camrym assim que ela surgiu colada no Harry e ela negou com a cabeça.

— Comi antes de vir, e mesmo se eu estivesse, não posso comer toda essa besteira. — ela disse apontando para a mesa repleta de doces e eu apenas assenti, notando de relance Harry revirando os olhos.

— Vou terminar de comer e então a gente faz alguma coisa. — ele ofereceu parecendo irritado e eu voltei para a pia, tentando me distrair.

— Harry disse que você tem uma filha, onde ela está? — Camrym perguntou demonstrando um interesse que notei ser forçado e eu suspirei antes de olhar para ela e sorrir educadamente.

— Anne levou ela para passear, voltam mais tarde. — avisei e ela apenas assentiu, sentando no colo do Harry e começou a brincar com o cabelo dele.

— Fiquei com saudades. — ouvi ela murmurar para ele e continuei a limpar a pia, porem com um pouco mais de força e raiva.

Eu estava limpando o fogão quando Harry se levantou e beijou meu pescoço antes de levar Camrym para o andar de cima.

Com mais ciumes do que eu achei que ficaria, terminei de limpar a cozinha e ajeitei a sala, tentando ignorar as risadas indecentes que Camryn estava soltando do quarto do Harry.

Imagina-los tão intimamente estava me matando, e a unica coisa que eu queria era terminar o serviço logo e poder me trancar no meu quarto, com meus fones de ouvido no volume maximo.

As risadas pararam por volta de 10 minutos, então tive um pouco de paz até começar a ouvir eles discutirem sobre algo que eu não quis prestar atenção.

Assim que limpei o quintal, ajeitei a lona na piscina e voltei para a cozinha, para começar a preparar o almoço.

A duvida de ter Camrym aqui para o almoço me fez caminhar até o quarto do Harry sem vontade alguma, e assim que me aproximei, bati na porta com timidez.

O silencio poderia ser algo bom, mas talvez ele estivessem em algum momento intimo e eu não queria atrapalhar.

Ok, eu adoraria atrapalhar, mas mesmo assim, não gosto de encomodar.

— Oi. — Harry disse ao abrir a porta sem camisa e eu mordi o labio por um momento.

— Eu queria saber se a Camrym vai ficar para o almoço. — perguntei e ele deu de ombros.

— Ela não está aqui agora, recebeu uma ligação e teve que ir, mas disse que voltaria mais tarde. Provavelmente ela vai chegar para o jantar, então acho que somos só nós dois mesmo. — assenti levemente aliviada e sorri para ele.

— Vou fazer fettuccine alfredo. Tudo bem para voce? — ele assentiu feliz então eu dei um passo para tras. — Te aviso quando estiver pronto. — comentei e voltei meu caminho para a cozinha.

— Ally. — Harry chamou e eu me virei antes de descer as escadas.

— Sim?

— Coloca um vinho na geladeira, para acompanhar. — pediu e eu assenti, percebendo seu pedido para uma conversa mais tarde.

Assim que terminei o macarrão, chamei Harry e comemos em silêncio, sabereando o Bordeaux tinto que escolhi para tomarmos.

Quando ambos terminamos nossa refeição, Harry me ajudou com a louça e em seguida nos sentamos no sofá, junto a garrafa de vinho.

— Tudo bem entre você e a Camrym? — perguntei e ele suspirou.

— Ela teve um surto quando não quis transar com ela. Sou mesmo obrigado a me deitar com ela sempre que nos vemos? — reclamou e jogou a cabeça para tras. — espero que quando ela volte, esteja melhor e com menos fogo, por que não vou foder ela, de jeito nenhum. — completou fazendo careta e eu belisquei a cintura dele para chamar sua atenção.

— Não precisa ficar com ela apenas por que te insentivei, sabe disso não? Eu apenas digo o que penso, acho que você precisa namorar para se abrir mais, porem se está infeliz com ela, não precisa continuar a namora-la. — falei antes de tomar mais um gole do vinho e Harry assentiu.

— Eu vou dar uma chance a ela. Eu acabei de pedi-la em namoro, seria muito babaca da minha parte já terminar tudo. Mas ela é muito complicada, parece mais interessada no meu pau do que em mim. — deu de ombros e deitou a cabeça na curva do meu pescoço.

— Ela deve ter gostado do seu amigo ai. Não de muita importancia para isso, tente aproveitar, crie coisas para vocês fazerem fora da cama. — ofereci e ele gemeu de desgosto.

— Ou eu posso mandar ela procurar outro e me casar com você, tenho certeza de que essa bundinha linda sua iria me animar muito mais do que ela. — ronrronou no meu ouvido e eu ri o empurrando.

— Você é muito pervertido. — reclamei e empurrei o cabelo dele para trás. — um dia eu caso com você, mas só se me der muito Cheetos ao longo dos anos. — comentei e ele sorriu.

— Um momento. — ele disse e se levantou, correu até a cozinha e voltou com meu saco de Cheetos na mão. — Casamos amanhã? — perguntou me dando o salgado e eu revirei os olhos para ele.

— Coloca em Scream, e me de alguns anos para pensar na sua proposta. — brinquei e abri o meu Cheetos, ficando um bom tempo apenas sentindo seu cheiro.

Harry colocou na nossa mais nova série preferida e passamos a tarde toda assistindo. Entre varios comentarios onde Harry afirmava dizendo que era o Kieran o assassino e eu afirmando que era o Seph Brenson, acabamos descobrindo que na verdade era a Piper, a jornalista que por um acaso é filha do "monstro Brandon James" e meia-irmã da personagem principal Emma.

— Não acredito que era a Piper esse tempo todo. — Harry resmungou e eu ri dele.

— Decepcionado que não era o Kieran? — perguntei e ele revirou os olhos, pegando o resto do farelo que sobrou do salgadinho.

— Tinha que ser ele entende? Não faz sentido. Mas enfim, essa coisa da Audrey mandar as cartas, não vejo ela como amiga da Piper. — assenti e fui para a cozinha, jogar o saco no lixo.

— Tem a segunda temporada ainda, podemos assistir o primeiro episodio para entender um pouco do que se trata, por que se a Piper ta morta, sobre o que vai ser a outra temporada? — me joguei de volta no sofá e Harry assentiu curioso.

— Vemos mais tarde, vou tomar um banho primeiro. — se levantou e ajeitou a camisa branca que havia colocado antes de descer.

— Vou tomar um também. Logo mais preciso fazer o jantar, passamos a tarde toda aqui. — comentei e ele assentiu, me puxando pelo braço e me pegou no colo. — Esta fazendo o que? — perguntei e ele sorriu antes de começar a subir as escadas.

— Vou carregar você para o meu banheiro e te obrigar a tomar banho comigo. Só isso. — comentou e eu revirei os olhos, me soltando assim que ele passou pela minha porta.

— Se esfregue direito, e aquiete seu pau. — brinquei entrando no meu quarto, mas ouvi ele murmurar algo sobre eu mesma aquieta-lo com a minha boca.

Tomei um banho rapido e vesti meu pijama de calça preta e minha regata branca, sem o sutiã como de costume.

Amarrei meu cabelo para não ter nenhum fio na comida e desci descalça para a cozinha.

Harry desceu quando eu estava terminando de fazer o arroz e bateu na minha bunda antes de abrir a geladeira.

— Ainda vou descontar esses tapas. — reclamei e então ele colocou o dedo na boca e fez a melhor cara de safado gay que pode.

— Com força ta? — pediu e eu comecei a rir, quase me queimando na panela.

— Você super combina como gay, deveria aderir ao curriculo. — apontei e ele se fez de ofendido.

— Vou abaixar essa sua calça e te mostrar quem aqui combina como viado. — ele disse me prensando por tras no fogão e eu desfarcei um suspiro quando o senti crescer na minha bunda.

— Você deveria — comecei, porem o barulho na porta chamou minha atenção. — ver quem chegou. — completei e ele roçou o quadril um pouco mais antes de se afastar e ir para a sala.

Desliguei o arroz e esquentei o feijão, jogando um pouco mais de tempero nele, já que sempre achei esses feijões em lata meio sem gosto.

Coloquei o oleo para esquentar e tirei as batatas do congelador para frita-las. Mia ama batata frita, e eu também, assim como o Harry, então pretendo faze-las hoje a noite, para comermos juntos.

— Isso é bem calorico não acha? — ouvi a voz da Camrym entrando na cozinha e bufei baixinho antes de olhar para ela.

— Sim, na verdade é sim, mas minha filha adora batatas e estou querendo agrada-la. — comentei e voltei minha atenção ao fogão, por que levando em conta meu nivel de desastreza, é capaz de eu derramar o oleo quente em cima de mim.

— Entendi. — ela murmurou. — Não precisa fazer para o Harry, vamos jantar fora, não é amor?

— Eu não estou muito a fim de sair. Precisa ser hoje? — Harry perguntou sem animo e eu sorri para mim mesma.

— Sim, quero passar mais tempo com você, não nos vemos a dias. — ela ronrronou e eu decidi ignora-los, prestando atenção nas batatas mesmo.

15 minutos depois, ouvindo Camrym tentar convenser Harry a jantar com ela, ouvi a risada da minha menina e logo ela entrou na cozinha, carregando um pedaço de bolo e balançando os cabelos que estavam com mechas rosas.

— Nossa, como ela esta linda. — comentei a pegando no colo e beijei sua bochecha. — Gostou do passeio?

— Gostei, a vovô comprou um monte de brinquedo pra mim. E fizemos mechas coloridas, ela fez roxo e eu rosa. — comentou mexendo no plastico da embalagem e então quase enfiou o bolo no meu rosto. — eu trouxe seu bolo. Muito chocolate e morango. — disse sorrindo e eu tirei da sua mão.

— Obrigada amor. Vai la dar oi para o seu pai. — murmurei a segunda parte e a coloquei no chão.

Mia saiu correndo até o Harry e pulou no colo dele, fazendo Camrym se afastar e ficar séria por um momento.

— Oi papai dorminhoco. — ela disse se apertando nele e Harry riu.

— Oi minha princesa madrugadora, onde você estava? — ele perguntou e então Mia começou a falar sobre a tarde cheia de comprar, brinquedos e mulheres gritando em um salão.

— São permanentes? — perguntei para Anne assim que ela entrou na cozinha e ela sorriu para mim.

— Vai sair conforme ela lavar o cabelo. — sussurrou e eu assenti.

— Ela não sabe disso né? — perguntei rindo e ela negou com a cabeça.

— Segredo nosso. — murmurou e apertou minha mão antes de ir cumprimentar o filho.

— Boa noite preguiçoso. — Anne disse abraçando Harry e ele revirou os olhos para ela.

— Você que acorda muito cedo mãe. — ele retrucou ajeitando Mia em seu colo.

— Claro, e quem é essa? — Anne questionou olhando para Camrym e Mia seguiu seu olhar, parecendo ter notado pela primeira vez a mulher ao seu lado.

— É, quem é você? — minha pequena perguntou e Camrym sorriu para ela.

— Meu nome é Camrym, sou namorada do Harry. — respondeu apertando os ombros do Harry e ele sorriu de lado para sua mãe.

— Sim, ele já me falou sobre você, eu só não sabia que estavam namorando.  — Anne disse sem fingir estar contente e Harry se levantou, pondo a Mia no chão.

— É recente. — ele respondeu e olhou para mim, pedindo socorro.

— Ai meu Deus, as batatas. — resmunguei correndo para o fogão e Anne riu de mim, enquanto eu tirava as batatas do oleo, que estavam no ponto, para minha sorte. — Vai ficar para o jantar Anne?

— Obrigada querida, mas preciso voltar para casa. Gemma esta indo lá hoje. E a proposito, espero que não se importe com a Mia me chamando de avó, ela pediu para me chamar assim e é claro que eu não negaria. — sorri para ela e apertei sua mão.

— Está tudo bem. Mesmo. — ela sorriu para mim e beijou minha bochecha como despedida.

— Nos vemos no mês que vem. Tchau filho. — beijou a bochecha de Harry e bagunçou o cabelo da Mia. — Da um beijo na vovó, volto logo pra te levar pra passear de novo.  — ofereceu e Mia a beijou, fazendo um barulho enorme com a boca.

— Tchau. — acenamos e então Anne se foi, deixando uma Mia bem animada pulando na cozinha.

— Vamos amor? Está ficando tarde. — Camrym chamou e Harry suspirou, se levantando da cadeira.

— Aonde você vai papai? — Mia perguntou e Harry a pegou no colo.

— Cam e eu vamos jantar fora. Você quer vir? — ofereceu me olhando de relance, para ver se não tinha problema e eu apenas sorri.

— Mas e a mamãe? — ela perguntou encarando Camrym e fez bico. — Quero a mamãe junto.

— Amor, eu vou ficar em casa essa noite, pode ficar comigo se preferir, podemos comer um monte de batata-frita. — falei me aproximando e fiz cocega nela. — Não faz esse biquinho lindo amor. Pode ir com o papai se quiser, eu não vou me importar. Você quem decide. — ofereci e ela olhou para mim e para o Harry antes de cruzar os braços.

— Vem junto mamãe. — pediu e eu suspirei.

— Pode vir com a gente Ally, não tem problema. — Harry disse sorrindo para mim e eu neguei com a cabeça.

— Não quero mesmo sair Haz. Vamos fazer assim, Mia, você pode ir com o Harry e mais tarde, quando você voltar nos comemos juntas, pode ser? — minha bebê assentiu a contra gosto e eu apertei suas bochechas. — Vou esperar você minha pequena, não coma demais. — avisei e ela assentiu, me abraçando desajeitada por estar no colo do Harry.

— Come o bolo. — ela pediu e eu assenti, beijando meus dedos como faço sempre que prometo algo a ela.

— Vamos guardar suas coisas primeiro. — Harry pediu e Mia saiu correndo para a sala. — Não vamos demorar, ela deve estar cansada, logo logo cai no sono.

— Tudo bem. Leva o cobertor dela, assim ela fica mais a vontade. — o lembrei e ele assentiu, seguindo para a sala com Camrym ao seu escalço.

Assim que todos sairam, fritei mais pouco de batata e comi sozinha, junto com alguns copos de vinhos.

Quando comecei a ficar meio tonta, arrumei minha bagunça e fui para o meu quarto, tomar um banho e assim que me enrolei na toalha, deitei na cama sem me importar em ainda estar meio molhada, e fechei os olhos para descansar um pouco.


Notas Finais


Até o próximo amores. 😙


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