História Alice In Wonderland - Capítulo 5


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Categorias Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland), Bangtan Boys (BTS)
Personagens Absolem, a Lagarta, Alice Kingsley, Chapeleiro Maluco, Coelho Branco, Dormidonga (Mallymkun), Gato de Cheshire (Gato Risonho), Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lebre de Março, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rainha Branca, Rainha Vermelha, Tweedle-Dee, Tweedle-Dum, Valete de Copas
Tags Adultério, Alice, Enigmas, Jungkook!rabbit, Loucura Explícita, Original, País Das Maravilhas, Problemas Mentais, Sad, Sarcasmo, Sobrenatural, Soft Sad, Tudo Ao Avesso, Wonderland
Visualizações 27
Palavras 1.737
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oláááááá bolinhos de baunilha com recheio de chocolate e chantilly (olha só o que a fome faz com você)
Vocês também são jovens que têm alma velha mas gostam de rebolar a raba?

13 FAVORITOS vocês são incríveis gente, muito obrigada mesmo pelo apoio♥♥


Este capítulo contém: Uma crítica à sociedade que se vocês souberem onde está podem comentar(adoro teorias😉), distorção da realidade e algumas loucuras vindas caixola da escritora (euzinhaa)

Valete: Kim Namjoon (UTT DA MINHA VIDA)
Rosas: Hoseok e Jimin(Sunshine line eles gente😍, flores das nossas vidas)
Rainha: Personagem original
Gato: Kim Taehyung(Bias desde 2014♥)

Obs: sou louca, eu sei.

Graças a vocês essa história não flopou😂

Vejo vocês nas notas finais
Boa leitura anjos♥

Capítulo 5 - As rosas não falam


Fanfic / Fanfiction Alice In Wonderland - Capítulo 5 - As rosas não falam

Era de fato esse detalhe que devo lhes contar.


Ninguém sabia jogar críquete.


—EU PERGUNTEI SE VOCÊS SABEM JOGAR CRÍQUETE!— berrou mais uma vez. Todos imediatamente aprenderam a jogar críquete. Um burburinho geral de um “sim” ecoou pelo pátio, meio contido pelo medo mas que foi audível. O pessoal da realeza se aglomerou no campo central com uma expectativa quase morta, os plebeus apenas sentaram na arquibancada.


—E você? Sabe?— espiou Alice por rabo de olho.


— Tenho algumas habilidades…


—Então vamos!— a testuda segurou as saias do vestido e se direcionou para o meio do pátio onde havia um tipinho medíocre— mas ainda sim grande—de campo.


Durante o pouco tempo em que andaram o valete prostrou-se a olhar para Alice, às vezes piscava para ela e sorria singelamente dentro dos padrões da realeza esnobe é claro, e ela só pensava em como aquele homem podia suportar a carrancuda da rainha. O clima estava frio, prestes a chover e quase todos concluíram que se chovesse a rainha ia se tempestuar novamente, então a chuva apenas resolveu não derramar alguma lágrima sequer.


A rainha pegou um flamingo dentro de uma longa caixa que estava no gramado. Aliás, nesse gramado alguns soldados se esticavam em forma de arco, pequenos ouriços dormiam no chão enquanto os flamingos lhe empurravam com o bico.


Alice achou aquilo pouca estranheza para o lugar afinal tudo parecia ser de demasiada peculiaridade tornando então jogar críquete com flamingos, cartas de copas e ouriços não tão esquisito assim.


Abandonando seus pensamentos sanos ela pega um dos flamingos por aquelas pernas finíssimas e escuta uma risadinha.


— Cócegas! Cócegas! Garotinha de mãos de anjo— o avermelhado diz à respeito da Alice ainda com um sorriso no bico.


—Obrigada— ela responde e investe o bico grande do flamingo em direção ao ouriço dorminhoco vendo ele rolar até passar pelo arco do soldado.


Repentinamente todos começaram um bafafá, os soldados mudaram de lugar constantemente, alguns ouriços desapareceram e os flamingos corriam pelo campo com suas perninhas atléticas. Os jogadores investiam seus flamingos em qualquer ouriço e jogavam tudo ao mesmo tempo, uma gritaria era escutada ao longe junto com alguns “CORTEM-LHE A CABEÇA” “CORTEM! CORTEM DAQUELE TAMBÉM”


Aquele jogo se tornou realmente difícil.


Pela milésima vez ela tentou colocar o flamingo na posição certa, ele se virava e olhava para ela com uma expressão confusa enquanto ela já se irritava com o ouriço que saia de seu lugar e ia para outro.


—Você realmente sabe jogar críquete?— A voz grave e risonha veio bem perto do ouvido dela. O gato.


Aparecia apenas sua boca sorridente e mais nada, então quase sendo lógica Alice esperou o gato obviamente materializar suas orelhas para que pudesse escutar a resposta.


Então apareceram sua cabeça inteira, junto com as orelhas é claro.


—Eu não sei muito mas hei de aprender.


Começou a conversar sobre o jogo com ele e ficou a animada por ter alguém para falar sobre isso. Em algum momento da conversa ele apenas desapareceu, minutos depois ela sentiu seu vestido subir um pouco em seguida mãos invisíveis lhe acariciando junto com alguns sussurros em seu ouvido dizendo o quanto queria—em um modo muito chulo—fodê-la mais uma vez.


—O que acha da rainha?— ele acabou por se aquietar e apenas observar o jogo horrendo.


—Ela é tão...— mordeu a língua que iria proferir um xingamento ao perceber a rainha com um sorriso amarelo ao seu lado— boa em jogar críquete.


—Com quem fala?— o valete se aproximou dando uma forte tacada em seu ouriço.


—Um grande amigo meu— o homem apenas olhou com curiosidade para a cabeça flutuante do outro— deixe-me apresentá-lo...


—Não gosto do jeito dele, porém ele pode beijar minha mão se quiser— disse dando outra tacada no ouriço.


—Não quero, muito obrigada— o gato sorriu. Sua cauda balançava freneticamente. A Alice recordou de algo que preferiu não comentar.


O valete desembainhou a espada e colocou rente ao que pensou ser um pescoço do gato que soltou uma gargalhada altíssima. O homem alto então percebeu que foi um tolo com tal ato.


—Querida, gostaria que mandasse tirar esse sujeito daqui!— disse se dirigindo a rainha, e ela com o seu único modo de resolver coisas grandes ou pequenas…


—Cortem a cabeça! CORTEM!— brandiu e Alice se empertigou pronta para atear fogo no baralho de cartas.


A cabeça do flutuante transpareceu e não se viu mais nada só uma risada baixinha e maléfica.


Ele não estava mais entre eles e ela sabia do poder da lábia do gato.


O valete correu junto com a rainha e os soldados. O flamingo de Alice acabou correndo para trás dos arbustos tentando e falhando miseravelmente alçar vôo.


Ela seguiu o flamingo e o pegou embaixo do braço impedindo-o de correr novamente. Voltou para o campo escutando de longe o escarcéu que se tornou o lugar.


Primeiramente, todos os da realeza se juntaram numa roda ao redor de alguma coisa...o gato. Ele por sua vez concluía que para cortar uma cabeça ela deve estar ao menos presa a algo como um corpo. O valete rebatia que se sendo uma cabeça podia sim ser cortada, e a rainha já irritadiça com tudo ameaçava aos berros que sendo uma cabeça presa ou não à um corpo se a algazarra continuasse ela mandaria decepar todos os presentes ali(essa última afirmação fez o povo se tornar uma realeza muda).


Alice se aproximou da roda olhando para cima e vendo o gato com um grande sorriso sarcástico no rosto.


—Ele não pertence à duquesa?— disse a menina recordando da conversa com o gato.


—Então quer dizer que…


—Ele é o prostituto da duquesa— o valete concluiu e em todas as bocas se formou um O.


—Chame-a!— berrou a rainha pensando com seu GRANDE cérebro que talvez aquelas lamúrias altas que viam do calabouço não eram de dor.


Enquanto todos estavam atônitos demais para isso o bicho flutuante acabou fugindo.


O tempo que já não aguentava mais o maldito jogo de críquete acabou se rebelando um pouco e pulando seus minutos aos piscares... então, já era noite. A rainha disse—com uma gentileza que não era dela— que Alice podia sim ficar no castelo e que seria sua conselheira de moda. Mandou seus mordomos arranjarem a melhor suíte do castelo para a menina, e lhe darem as melhores roupas.


Antes do jantar, ela resolveu ir no jardim principal, esse era o maior xodó da rainha. Ela sentou-se na namoradeira e passou a mão pelas roseiras. Àquela hora da noite a iluminação era precária, apenas algumas lamparinas de luz amarela em cima dos arbustos iluminavam o jardim.


—Tire as patas de mim!— ela engrandeceu os olhos logo depois enrugou o cenho procurando de onde veio a voz. Uma “roseira” não era a palavra certa, na verdade era mais parecido com rosas que tinham rostos humanos no meio. Ela continuou com as mãos ali— É surda!


Pegou uma lamparina do arbusto e iluminou a rosa. Uma rosa com rosto masculino. A cor é esplêndida de um vermelho escuro, segundo Alice parecia sangue.


—Quem é você garota?!— pergunta com uma carinha de repulsa constante.


“Eu poderia arrancar suas pétalas...” pensou a moça. Alguém aplaudiu.


—Já fizeram-me essa pergunta tantas vezes hoje...— senta na grama, os ombros caídos, a expressão meio tristonha—Prazer, meu nome é Alice, e o seu?


—Jung Hoseok— ela se perguntou o porquê do nome, porque você sabe bem que os sobrenomes vêm depois do nome próprio e que Jung Hoseok não parecia bem o nome de uma rosa— O que há com você?


—Meu pulmão está comichando por um cigarro.


—Oh! Essas manias...— era outra voz, desta vez mais fina e melódica. Ela olha para a outra “carinha” na rosa, esse por sua vez apertava os olhos um pouco incomodado pela claridade do lampião...era fofo, tinha a franja loura— Eu tinha uma prima que se chamava Solange, Oh! como fumava! As pétalas amareladas eram a maior formosura mas a bendita só vivia com um cigarro na boca, depois de um tempo ela mesmo apodreceu.


—Quem dera isso acontecer comigo— disse olhando para a lua procurou também sua estrela que desde os dias que não se pode mencionar havia sumido.


—VOCÊ QUER MORRER!?— os dois “rosas” se entreolharam com os seus pequenos olhos arregalados.


—Por que?!


—Uma garota tão jovem…


—Não deve pensar isso…


—Por mais que existam tantos problemas.


—Então...eu realmente posso lhes falar o motivo?


—Sim!— responderam em uníssono.


—Há vozes em minha cabeça, e elas me mandam fazer coisas erradas.


—Que tipo de coisas erradas?— o Park perguntou enquanto o outro só escutava.


—Matar pessoas...a rainha por exemplo, depois jogar o cabeção dela para os patos— disse com uma convicção meio infantil.


—XIUU! VOCÊ ESTÁ LOUCA?!— Hoseok brandou meio afobado e o outro rezou para ninguém ter escutado.


—Você, por um acaso já fez o que essas vozes mandavam?— Jimin questionou.


—Sim!


—Oh, então você deve sim morrer— Hoseok disse sem nenhum remorso.


—Não seja mau...— O outro disse rindo já exalando seu veneno.


—Digo, você não acha certo Jiminie? Não acha que carniceiros devem morrer?— O Park apenas riu.


O ódio dela por aquelas malditas rosas começou a se manifestar em forma de lágrimas dolorosas. Juntou todas as forças para não voltar a ser a Alice do antigo reformatório.


—Por que vocês não vão se foder?


—Não fique com raiva de nós...apenas é a verdade.


—Exatamente, a verdade dói. E a verdade é que se você batesse as botas ninguém se importaria.


—Seus pais morreram, você está sozinha. Por que viver se tudo é tão vazio?


Ela não escutou os passos nem o cheiro de madressilva se espalhando pelo ar frio da noite, aquela pele realmente era tão macia quanto um veludo, os cabelos cheiravam a blueberry igual a cor. Definitivamente algumas horas depois se perguntassem a Alice qual o cheiro do azul ela responderia:


“Valete de copas” ou talvez “Blueberry”


Mas agora ela apenas abaixou a cabeça sentindo sua Alice se esvair mais ainda.


—Por que não acaba com essas roseiras Alice?A voz grossa, arrastada e reconfortante ao pé do ouvido atiçou o sangue frio dela. Ele não disse um simples Alice, ele apenas falou o seu nome como um pedido para que ela voltasse. A verdadeira Alice.


Ela partiu para cima da roseira não se importando quem eram os outros linguarudos, só se concentrou em arrancar pétalas por pétalas, eles gritavam e choravam pedindo para que parasse. A língua ferina gostava de matar aos poucos mas eles eram tão frágeis que acabaram como um nada no chão. Pequenos sociopatas.


Ele apenas olhava com um sorriso no rosto. Mandará hoje mesmo plantar novas roseiras para que a velha não desconfiasse de nada.


Ele estendeu a mão para ela levantando-a do chão, os dois sorriram.


—Já está na hora do jantar.


O jeito dele era o oposto do Chapeleiro. Ele era normal demais.


Notas Finais


Gente eu tô muito magoada com algo
Vocês viram o tumulto no aeroporto quando o BTS chegou?
O Taehyung chegou a estender o celular para uma "Army" fingindo tirar uma foto dela para mostrar a frustração que isso dá, eu realmente desejo com todas as forças que essas "Armys" respeitem o espaço pessoal deles, imagina como deve ser chato chegar de um vôo de X horas e ter milhares de câmeras fotográficas em cima da pessoa.
Eles merecem respeito, afinal são só humanos e não robôs.

E agora...

CÊS QUEREM HOT DESSA HISTÓRIA?😂🌚
Minha cabeça tá cheia de plots, muitos plots para pouco tempo por isso pretendo UM DIA escrever todos.

Obs: os plots citados acima são tão malucos quanto essa história.

Gostaram?
Se puderem comentem, isso é como um combustível para minha escrita♥

Tia Milla ama vocês ♥♥
Beijos com Suga 😘


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