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História Alice Quinzel- A princesa do crime de Gotham (em revisão) - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Oi peoples que me acompanham, eu sei que dei uma mega sumida já faz um tempo. Acontece que a pessoa estava cheia de trabalhos de escola e quando finalmente acabava não tinha vontade de fazer mais nada da vida, pois é... Butttt agora a princesa aqui está de férias e vai atualizar suas histórias lindamente. Gente, esse capítulo vai ser basicamente uma re-escrita do "Tragédia" porque algumas coisas que estavam lá, tipo ele todinho, não estavam me agradando, aí eu quis fazer de novo. Se vocês não quiserem ler eu conto as mudanças nas NF.
bjjjs
- Vão conferir "The Heir Of The Crime" que tá muuuito legal, juro! É uma conhecida minha que escreve, e a fic é muito boa messsmo, vamos por na mais curtida da categoria gente. Bora lá, conto com vocês
- Outra fanfic que voces pre-ci-sam ver é "Blessed Destiny", é muito legal e a autora é um amorzinho de pessoa.

Capítulo 6 - 5- Trágico acontecimento


Fanfic / Fanfiction Alice Quinzel- A princesa do crime de Gotham (em revisão) - Capítulo 6 - 5- Trágico acontecimento

            Desde que Alice havia conhecido os visitantes vindos de Gotham City havia se passado um ano e, com isso, seu aniversário de quinze anos tinha chegado. Com a morte do pai, devido á um derramamento de sangue na região do cérebro, agora ela e a mãe viviam juntas na casa em uma dinâmica de tensão palpável, quase não conversando, devido á aderência de Alice por fones de ouvidos praticamente o dia inteiro e quando ela tirava as duas discutiam.

            Isso ocorria em função dos questionamentos rotineiros da garota sobre as correspondências mensais, e porque ela não podia se vestir da maneira que queria ou comentar com outros sobre a lista e os envelopes roxos que com apareciam, de forma quase assustadora, todo mês no mesmo dia, e praticamente no mesmo horário, desde que ela se lembrava de começar a perceber as coisas ao seu redor. Quando Alice tentava conversar sobre isso com a mãe, ou perguntava se elas tinham outros parentes, Elizabeth sempre a cortava dizendo que aquele era um assunto para outra hora.

            Entretanto mal elas sabiam que essa outra hora nunca aconteceria...

ALICE

            Era uma sexta-feira à noite, e, eu e minha mãe estávamos fazendo nosso programa rotineiro de pré-final de semana: ir até a sorveteria de táxi após o jantar, e voltar para casa caminhando, enquanto tomávamos nossa sobremesa.

            Como sempre, eu havia escolhido um sabor forte, dessa vez era café com chocolate amargo, enquanto, minha mãe desfrutava de uma leve e deliciosa baunilha com morangos. É engraçado como não temos praticamente nada em comum além da aparência física, até parece ás vezes que não somos parentes...

            Estávamos tão distraídas caminhando pela rua que nem notamos o sinal vermelho á nossa frente, e assim, começamos a atravessar a rua despreocupadamente. De repente ouvimos um barulho alto vindo em nossa direção, nos fazendo olhar instintivamente na sua direção: um carro havia perdido o controle e vinha correndo com tudo em nossa direção quase nos alcançando. Minha mãe me empurrou para o lado de forma que não fosse atingida, mas quando ela mesma estava desviando do veículo tropeçou e caiu, sendo atropelada violentamente em seguida. A cena se repetiu em câmera lenta em minha mente por um tempo, até que eu finalmente conseguisse agir e ligasse para uma ambulância.

            Quando esta havia chegado e minha mãe já estava a caminho do hospital, eu voltei para casa e esperei... Esperei... Esperei. Era por volta das dez e meia quando me ligaram dizendo que, apesar, de todos os esforços ela, infelizmente, tinha falecido e que depois do funeral na próxima semana o sistema tutelar veria o que iriam fazer com a minha guarda, já que não havia nenhum contato de familiar no celular dela. Eles também disseram que ela havido uma mensagem para mim: escrivaninha da sala 12345.

            A escravinha da sala de estar era onde minha mãe guardava tudo que ela não queria que eu mexesse. Uma das gavetas era na verdade um cofre e os únicos que sabiam o segredo era ela e meu tio, e, agora, eu.

            Naquele momento eu não queria dar uma olhada em nada dela, estava muito triste para isso. Naquele momento eu apenas queria ficar abraçada no meu travesseiro chorando e ouvindo música. Depois que as lágrimas haviam se esgotado e eu só sentia o sal na minha pele e no meu rosto, fui ver o que tinha lá dentro, afinal ficar chorando não iria acrescentar nada na minha vida.

            Então eu fui em direção à sala, abri a “gaveta” que revelava o cofre e o abri. Para minha surpresa ele estava praticamente vazio.

            Ao contrário do que eu imaginava, dentro havia apenas um grande envelope de cor parda estufado com o conteúdo dentro deste e um pedaço de papel dobrado.

            Pegando o papel vejo a data e percebo que constava de dois meses depois da morte do meu pai, e continha a letra perfeita e delicada da minha mãe, senti as lágrimas voltarem, mas me segurei, abrindo o papel e começando a ler:

“Querida Alice.

Quando você ler essa carta, infelizmente eu já vou ter morrido. Olha, eu vou precisar te contar uma coisa muito séria e eu preciso que você não surte, Ok?... Eu não sou sua mãe eu sou sua tia, o mesmo com o seu “pai”, eu sei que você não vai acreditar em mim, por isso eu deixei um exame de DNA que prova minha fala. Eu vou precisar muito da sua colaboração, que você continue seguindo a lista e obedeça ao que disserem, é para sua segurança. No envelope tem dinheiro,

- Tia Betty”

            Depois de ler isso, fiquei estagnada e em choque, minha vida inteira foi baseada em uma mentira. E essa mulher, quer que eu continue com ela? Ela só pode estar brincando, anos de roupas sem graça, sem poder ir a festas, sem me divertir. E ERA TUDO MENTIRA.

            Ela não merecia minha tristeza, não mesmo. Para ela eu só reservaria minha fúria. Espero que nesse momento ela esteja ardendo no inferno. Ela quer que eu obedeça às regras? Bem, me desculpe decepcioná-la, mas a partir de agora eu não obedeço às regras, eu faço as regras e se necessário eu as quebro.

...

            Assim que acordei de manhã no dia seguinte, abri novamente o cofre e peguei o envelope. A carta estava certa, dentro dele realmente tinha dinheiro. Pus o dinheiro dentro de uma mochila. Quanto à carta e minha lista? Eu queimei e depois joguei as cinzas ao vento.

            Eu precisava agir rápido se não quisesse ir parar em um orfanato qualquer até chegar o momento de seguir com a minha vida. Bom, enquanto eu não fazia ideia do que iria fazer a seguir resolvi comprar algumas roupas com o dinheiro que tinha no envelope, depois comprei algumas maquiagens. O que sobrou deixei dentro da mochila, como reserva de emergência para o caso de algo acontecer.

            Depois de refletir bastante, optei por ir para Jump City, pois era perto e a passagem não era cara, além de que os Titans protegiam aquela cidade e o grupo era composto por adolescentes, muito melhor para mim em função da aproximação de idades.

            Assim, depois de ajeitar minha mochila, comprar uma passagem e deixar a casa arrumada de modo a não levantar suspeita, fui me arrumar para viajar. O cabelo que eu já tinha pintado as pontas de um roxo chamativo eu arrumei em um rabo de cavalo. Coloquei uma camiseta amarelo neon, um shorts rosa também neon por cima de uma meia-calça preta, um par de tênis verde neon e uma jaqueta de couro, além de é claro meus óculos escuros no formato de coração. Fiz um esfumado preto levíssimo nos olhos além de passar um batom cereja na boca.

            Quando terminei de me arrumar, fui até a estação e peguei o ônibus na rodoviária, pronta para começar minha vida nova.  


Notas Finais


Bom, esse foi o capítulo, espero que tenham gostado e é isso, curtam, comentem e compartilhem, vamos fazer a fanfic subir nessa lista de curtidas ehin? :33. Se voces comentarem vai me deixar feliz, o povinho do meu watshapp já está pegando raiva de mim querendo conversar de dois em dois minutos, é minha culpa ser sociável? E aí quando eu desisto do povo do wats eu começo a mandar mensagem para o pessoal do Spirit. Melhor eu para aqui que tá mais para papo de terapeuta que notas finas de fanfic... w.w

Playlist da Alice:

- Teen Idle (Marina)
- Look What You Made Me Do (Taylor Swift)
- All The Goog Girls Go To Hell (Billie Eilhis)
- You Don'T Own Me (SAYGRACE...)
- Prom Queen (Molly Kate Kestner)
- 7 Rings (Ariana Grande)
...

Referências para o novo visual da Alice -
https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vQ1LeEbe8JYo4gWXdjzqJnSMHPWz919ghOyCvLZhWKVbWNwIHKzjpgiiqUZ81t_3YN0TEk5hdFWDdDV/pub

Beijos :33 Capítulos maiores a partir de agora, talvez...


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