História Alicia - Capítulo 7


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oe Oe💕
Obrigado pelos comentários e favoritos 💞

Capítulo 7 - Capitulo 6


Fanfic / Fanfiction Alicia - Capítulo 7 - Capitulo 6

Capítulo 6


Alicia estava surtando, mas continuava quieta no lugar que ele havia a colocado. Aquela visão dos deuses estava acabando com a pouca sanidade que ainda restava em si e quando deu por si estava mordendo o lábio inferior e sentir-se molhada novamente.


- Porque me encara tanto? - a voz rouca dele se fez presente e ela estremeceu, perdida entre a excitação e o medo.


- Não estou encarando o Senhor… Estava apenas pensando. - Mentiu.


- Hum sei…


- É verdade. - Mentiu mais uma vez. - Eu jamais olharia para o Senhor…


- Eu sei que isso é mentira… - Ele disse indo em sua direção. - Se não, de forma alguma se entregaria para mim não é?


- Apenas recebi sua punição. E já disse, vou embora.


Se levantando, mesmo com as pernas um tanto fracas pelo o que haviam feito. Foi até o lugar onde estava seu vestido, o colocou com raiva, de fato, havia sido sua prostituta aquela que ele podia ter quando quiser pois a bancava. Uma lágrima teimosa desceu pelo seu rosto que ela limpou com rapidamente com raiva.


No fundo, ela sabia que não havia sido uma prostituta - por mais que sua mente insistisse em lhe confirmar isso - foi só uma punição, jamais vai acontecer novamente.


- Você está com raiva de mim? - Ela não soube dizer o que sentia naquele tom dele, se era raiva, tristeza ou sei lá, mas pelo ele tentou entendê-la. - Eu fiz algo de errado com você?


- O Senhor não fez nada, eu apenas me toquei quem o Senhor é e o que nós fizemos aqui. - Mesmo que aquelas palavras fossem duras elas precisavam ser ditas ali. - Estou com nojo de mim, deitei-me com o homem que paga pela minha moradia e tudo o que preciso. Sinto-me uma prostituta…


- O que te faz pensar que é uma prostituta mesmo?


- Achei que fosse mais esperto. - Ela rebateu com audácia.


- Eu sou esperto e muito inteligente querida Alicia, mas tenho dificuldade de entender as mulheres que transam bem.


- Então nunca teve uma parceira boa?


- Eu tive boas parceiras, mas nossa relação era um tanto diferente…


- Percebi - Ela disse irônica. - Bom eu vou embora.


Ela pegou os restou de suas roupas, tirou a meia calça que ainda estava em si junto com a bota e quando levantou para se despedir ele estava lá, impecável, mesmo de box. Ele passou a mão no colar de Rubi que ela ainda estava.


- Eu tinha razão no final…


- Eu não entendi. - Ela questionou não entendendo o que ele havia dito.


- Achei que fosse mais esperta Senhorita Ferraz. - Ele disse sapeca e ela em resposta apenas revirou os olhos. - Você ficou linda com esse colar.


- E você fica lindo com essa máscara. - Ousou dizer.


- Fique comigo. Durma comigo essa noite… Depois se quiser, eu a levarei para o apartamento.


- Porque quer que eu fique?


- Porque você tem essa língua afiada?


Ela apenas revirou os olhos, e lentamente retirou o vestido que a pouco havia colocado, seus seios saltaram lindos do vestido ele salivou com uma vontade imensa de tomar eles para si.


Alicia também retirou as botas ficando apenas de calcinha, mas quando ousou em tirar o colar sentiu a mão dele sobre a sua.


- Fique com ele… - Chegou próximo a sua orelha e sussurrou. - Preciso ter você na minha cama com esse colar.


- Caralho, porque eu fui me envolver com você? - Disse meio nervosa mais já sentindo os efeitos da voz dele sobre seu corpo.


Ele riu alto com a resposta dela e pegou uma de suas mãos levando-a para a cama box que havia ali. Jogou a na cama com cuidado, os dois se divertiram com as carícias que trocavam e por fim, se entregaram ao prazer novamente. Ela achou que por um momento na noite poderia ter um infarte, com o tanto de orgasmos que teve.


Mas ele assegurou de que caso algo acontecesse com ela, ele a socorreria imediatamente.


**


Larissa dançavam alegremente e um pouco alterada por conta dos diversos drinks que havia ingerido naquela noite, mas enquanto estava embalada pelo ritmo da música eletrônica abriu os olhos rapidamente e quase caiu quando do outro lado do salão um homem de olhos vermelhos feito sangue a encarava.    


Imediatamente parou, a respiração pareceu faltar e seu corpo tremia violentamente.

Não sabia o que estava acontecendo, pois nunca havia visto aquele homem em sua vida.


Saiu correndo da pista, empurrando qualquer um que estivesse em seu caminho.


Chegou no banheiro em prantos, seu corpo tremia, ela estava com medo, mas se sentia excitada pela aura assassina que o homem peculiar possuía.


- Você está bem?


O susto foi certeiro, ela pulou em frente ao espelho e quase caiu quando viu quem estava ali.


- Quem é você? O que você quer comigo? Porque você tem esses olhos? E essa aura assassina que você exala como se fosse seu perfume? - Ela estava assustada demais e ele sorria amigavelmente para ela.


- Primeiramente devo me desculpar… - Ele começou, mas ela ainda estava insegura diante dele, com uma mão no peito e a outra se segurava na pia. Como se a qualquer momento fosse cair. - Sei que lhe assustei, por isso vim, obviamente para pedir desculpas.


- Entendo… - Ela relaxou um pouco. E sentiu-se até arrependida pelo modo que o tratou no início. - Me desculpe é que eu me assustei e já estava pronta para te agredir.


- Eu estava te observando desde o início, eu não quis parecer aqueles homens chatos que ficam em cima das mulheres à todo momento, querendo pagar bebida em troca de algo.

- Você para ser legal Senhor…


- Olivier… Bellmont Olivier.

Aquele nome era bonito… Olivier, fiquei mais aliviada em saber seu nome e ver que ele não era o monstro que parecia ser.


- Então… - Ele estava meio envergonhado. - Vamos para a festa?


- Certo… vamos.


Ele estendeu a mão direita em sua direção e mesmo receosa ela aceitou. Eles se encaminharam à área vip que era onde ele se encontrava. Naquela área ela notou muitos homens, alguns pareciam um guarda-roupa de tão alto que era. Mesmo envergonhada continuou ao lado de Olivier que sempre dava um sorriso ladino para ela que sentiu sua intimidade pulsar por aquele homem.


Os dois se sentaram no sofá preto que havia ali, tinha alguns homens e mulheres à sua volta… alguns até se pegavam sem pudor algum.


- Algo lhe incomoda?


- Na v-verdade… - Ela olhou à sua volta por um momento, observou atentamente o lugar, vendo que aquilo não era um “Explosão de sensações” como ouvira dizer por aí, mas era um lugar propício à perdição. Não que ela não gostasse, mas naquele momento estava se sentindo suja. - Eu estava me divertindo tanto e agora… Não consigo acreditar que faço parte disso… Desse mundo


- Todos fazemos parte desse mundo… - Ele deu uma pausa e se esticou e pegou um pouco da bebida presente na mesa. - Nós apenas encontramos maneiras diferentes de nós… Como eu posso dizer, perder sabe?


Então você também está perdido? - Larissa brincou.


- Na verdade eu sempre fui um perdido. - Ele disse sério. - Mas eu tive alguém que me salvou antes que fosse tarde…


- Essa pessoa deve ser importante…


- De fato ela é… Minha irmã é incrível e eu - Ele a encarou e ela ruborizou no mesmo instante. - Eu devo minha vida à ela.


- Quero conhece-lá um dia… quem sabe


- Você vai - Ele riu e ela o encarou um tanto surpresa. - Na verdade eu quero dizer algo à você.


- Pode dizer Senhor Bellmont.


Ele sorriu um tanto devasso, mordeu o lábio esquerdo e eu cruzei as pernas num sinal claro de nervoso.


- Você não tem noção do quão excitado eu estou por ouvir você me chamar desse jeito. - Ele levantou mão chamando o garçom e pediu um suco de morango. - Continuando, quero conhecer você melhor. O que acha?


- Porque esse interesse em me conhecer? - Ela respondeu esperta.


- Porque, como eu disse, já estava olhando à para ti à um tempo e mais… Desejo que seja somente minha mulher. Mas para que cheguemos à este nível quero conhecer-te mais.


O garçom chegou com o tal suco de morango, ele pôs à mesa ele se esticou para pegar o suco, e assim que o fez, deu à ela que recebeu com um sorriso caloroso. Assim que Larissa deu o primeiro gole no suco seus olhos - ao ver dele - brilharam.


“Ela realmente gostou do suco” - Pensou ele.


- Gostou do suco?


- Amei - Ela disse manhosa. - Nossa, se eu soubesse que o suco era gostoso assim, não teria posto uma gota de álcool na boca.


- Que bom que gostou. Eu nunca bebo, na verdade.. Não mas - Ele coçou a nuca em um sinal claro de nervoso. - Mas eu amo suco. Sempre gostei.


- Olivier…


- Sim?


- Eu estou disposta a te conhecer.


- Sério? - Ele percebeu que se empolgou demais e logo tratou de se controlar. - Tipo, vamos por partes, muitas vezes sou um cara direito… Mas fico constrangido também.


- Relaxa - Ela riu e bebeu um pouco mais do suco. - Vamos dançar?


- Lari, eu não sei dançar.


- O que? - Ela indagou descrente. - Mas você vai aprender agora!


Ele riu e pegou sua mão à arrastando até à pista, sinalizou discretamente para os seguranças que ficassem de olhos nós dois enquanto dançavam. Eles apenas assentiram e se espalharam pelo local. Mentalmente ele agradeceu aos céus por ela não ter percebido os seguranças ao redor dos dois.


Mas percebeu que ela era bem desatenta ao seu redor.

Sim, de fato ficou muito interessado nela, mas só foi atrás dela pois dois homens - que ele não julgava ser ser confiável - estavam bem próximos dela, como hienas próximas de uma carcaça, prontos para atacar.


E ela era uma leoa, faminta, só que desatenta. Sem dúvidas seria uma leoa excluída.

Eles roçavam, riam juntos, mas não se desgrudaram. Ela sorriu atrevida, ele sorriu do mesmo jeito para ela e com audácia segurou sua cintura, ela gostou e logo começou a rebolar, sentindo o membro dele começar a endurecer atrás de si. O rebolado era gostoso e ele já estava delirando com aquilo.


- Vamos sair daqui? - Sussurrou bem próximo ao seu ouvido. Sua voz era doce e calma, mas naquele momento, ela esbanjava luxúria e era uma melodia encantadora.


- Onde pretende me levar?


- Onde você quiser. Só preciso sair daqui e ter você nos meus braços no final desta noite.


- Quem disse que vamos transar?


- Quem falou em transar? - Ele rebateu. Mesmo distraída, ela era esperta com aquela língua astuta. - Eu preciso saber com é ter você no meus braços.


- Achas por acaso que sou burra?


- Confie em mim! - Ele disse paciente e ela apenas assentiu. - Ótimo. Me espere naquele bar - Apontou ao bar dos sucos e saques. - Eu já encontro você, me dê 5 minutos.


- Diz para mim confiar em você e me esconde? - Estava brava.


- Por favor…


- Eu sinto que devo confiar, mas ao mesmo tempo não. - Chegou bem perto dele, ao ponto de sentir sua respiração. - Prove me que não estou errada.


- Me aguarde lá.


E assim que ela saiu, ele correu à área vip, disse aos seguranças que estaria saindo com Larissa, mas que estaria com o celular ligado… Se precisassem era para ligar ou rastrear. E que assim que tivessem a oportunidade, avisar ao Sartori que não se preocupasse com a carga.


Os seguranças mesmo exitando, permitiram que o patrao fosse.


- Ah, avisem minha irmã que eu já fui embora. Mesmo que ela fique irada e faça seu show, não liguem.


- Pode deixar. - Um dos seguranças respondeu. E mesmo sobre as ordens de não seguir o patrão, apenas ligar para ele já estava esperando ele sair para mandar um carro ficar à paisana. - Boa Noite Senhor.


- Ok! - E assim virou-se para sair, havia se esquecido de outra coisa e voltou para falar novamente levantou o dedo indicador e sorriu para o segurança. - Não esqueçam das máscaras hehe até mais.


O segurança revirou os olhos e logo tratou de pegar a máscara de palhaço que estava escondida embaixo da mesa. A máscara era simples, uma máscara redonda de cor branca, com o nariz do palhaço vermelho, ao redor dos olhos eram verdes e azuis.


Eram assim que os seguranças andavam, sempre sobre máscara. Essa era proteção deles e o modo de se identificarem.


**


- COMO ASSIM MEU IRMÃO JÁ FOI EMBORA?


A irmã de Olivier gritou próxima ao segurança que se segurava para não dar um murro na cara da mulher escandalosa a sua frente.


- Senhora Bellmont, como já foi dito, o Senhor Bellmont saiu em companhia de uma moça e não teria tempo para os negócios que seriam tratados hoje. O Senhor Sartori está ocupado e disse através de uma mensagem que não estará disponível até amanhã à noite.


- Quanta petulância! Esse homem se acha o Rei do Mundo? Quem ele pensa que é para fazer isso?


- Simples Senhora… - O segurança disse, um tanto cansado. - Ele é o Padrinho, sua família serve aos Sartori à tempos. Porte-se como uma Bellmont, se quiser posso leva-la até sua casa.


- Não obrigado! Logo menos eu irei.


- Tenha uma Boa Noite Senhorita Bellmont.


Mesmo irritada com a falta de consideração de seu irmão e do Sartori, ela aproveitou o restante da festa. E logo quando as pessoas estavam indo embora ela sentiu falta de suas pessoas mais próximas, mas logo afastou seus pensamentos, pois quem ela queria ver naquela noite não deu às caras.


E ignorando o combinado que havia no início da festa resolveu ir para casa.


**


Depois daquela noite incrível, ela sentiu algo quente próxima de si… Ou talvez em cima de si, lembrou de todos os beijos e carícias que tiveram antes de dormirem juntos. Ela recordou-se que em momento algum ele ficou longe dela, sempre que dava ele à abraçava e fazia carinho, talvez tentando deixa-lá mais confortável.


Não tinha do que reclamar… Não dele e não naquele momento.


Um calor fora do normal aqueceu seu coração, mas ela logo tratou de fugir de tais sensações. Abriu os olhos e percebeu que o quarto estava escuro - Talvez ele não gostasse de claridade - ele estava com o braço esquerdo jogado sobre si e era de lá que ela sentia o calor fora do normal.


Ele era muito quente.


E disso ela sabia muito, riu com o pensamento e a voz rouca dele se fez presente, fazendo com que seus pelos arrepiarem.


- Bom dia....


Ela suspirou e quando ia responder a voz resolver entregar seu nervosismo.


- B-Bom dia.


- Porque está nervosa? - Bocejou e num movimento rápido virou deitando de barriga para cima e trazendo-a junto. - Sinto seu corpo tenso…


- Não é nada…


- Certo… Deixe me deixa-la mais à vontade.


Mesmo com sua ereção presente, ele não tardou em levantar-se, afastar os lençois que cobriam o corpo dela e atacar seu corpo com vontade. Ele se deliciou dela como pode, e ela simplesmente se entregou. Mesmo com todos os problemas e a saudade que dominava, ela se permitiu esquecer um pouco tudo e se entregar ao seu Senhor de máscara.



**

Quando acordou novamente, pode notar que o quarto estava vazio.


Ele a deixou lá, mas tinha uma mesa montada com frutas e algum líquido que ela não sabia dizer - já que estava longe, da tal mesa. - ficou um tempo viajando deitada na cama e assim que levantou pode notar que próximo ao guarda-roupa que havia ali, tinha uma calça jeans e uma blusa azul marinho com uns detalhes branco e vermelho, abaixo dele - no chão - tinha um all star preto e ela riu leve com o cuidado evidente do Senhor Sartori.


Trocou de roupa rapidamente, mas ainda permaneceu com o colar.


Sentou-se na mesa e notou que as frutas estavam bonitas, claro, sempre o bom e o melhor para o chefe - pensou - mas ela não merecia tanto assim, comeu rapidamente, levantou-se, olhou a sua volta trocou os lençois da cama e assim que ajeitou tudo por ali ficou encucada.


Como sairia dali agora?


Ficou tateando a parede e nada de encontrar a saida daquele lugar, até que à sua direita uma porta se abriu e de lá saiu o seu salvador, mas não quem ela queria que fosse.


- Como vai minha filha? - Ele indagou calmo.


- Eu estou bem Menezes… - No fundo ela não estava, mas não queria mostrar aquilo à Menezes. - Vamos embora?


- Sim! O Senhor Sartori pediu para que eu comprasse roupas a você. - Ele a analisou, dando um check up geral e ao contrário do que ela recebia, aquele sorriso caloroso e bonito a unica coisa que recebeu foi um olhar triste dele. - Vejo que ficaram boas…


- Menezes…


- Vamos Ali, a boate já fechou a 10 horas e logo menos vai abrir.


Ela ficou preocupada, não esperava uma reação triste daquelas. Sabe que desde que foi ordenado pelo chefe para cuidar da menina, eles criaram uma relação de pai para filha. Ele sempre que pode ajudou, cuidou e aconselhou. Menezes nunca foi um cara muito bom, já fez muitas coisas ruins na sua vida… Coisas que se arrepende e outra não muito, já que, muitos mereciam morrer.


Os dois se encararam em silêncio por algum tempo.


E num trato silencioso eles atravessaram a porta, passaram pelo salão e por um momento ela se permitiu olhar a sua volta. Mesmo que aquela noite quente tivesse sido a melhor de sua vida e aquele lugar fosse incrível, ela não queria nunca mais pisar naquele lugar e muito menos ter um contato direto também com o Senhor Sartori.


Ela encarou seu fiel companheiro à sua frente e sentiu vergonha de si, sentiu nojo e uma lágrima involuntária desceu de seus olhos castanhos claros que transbordavam o verde.


Menezes atento como sempre, ouviu o soluço contido da menina mas preferiu não dizer nada.


Notas Finais


Alguem tem alguma opiniao de quem seja a irma do Bellmont só pelo suposto trecho acima? Haha

Espero que tenham gostado 💕


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