História All i see is Black - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Andromeda Tonks, Bellatrix Lestrange, Helena Ravenclaw, Lílian Evans, Lucius Malfoy, Marlene Mckinnon, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Nick Quase Sem-Cabeça, Pedro Pettigrew, Personagens Originais, Pirraça, Remo Lupin, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Harry Potter, Hogwarts, James Potter, Lilían Evans, Lily Evans, Os Marotos, Personagem Original, Remo Lupin, Remus Lupin, Romance, Sirius Black, Tiago Potter
Visualizações 62
Palavras 2.704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Como vocês estão? Bem, eu espero.

Então, essa é a minha primeira fic. Eu já comecei a escrevê-la faz um tempo, mas dei uma parada por falta de motivação. Enfim, esses dias estava lendo uma fic muito boa Fremione e decidi postar essa, pois já tenho ideias para outra história e essa, na minha opinião, tá tão boa e eu quero tanto postar que eu vou finalizá-la antes de começar outra.

Coisas importantes sobre essa história que podem não ter ficado muito claras:

1- Eu sei que aqui se fala Tiago, Remo, Pedro, Severo, etc. Mas eu, como muitas pessoas, falo as "versões originais", aquelas em inglês. Então, caro leitor, nessa fic você não lerá "Tiago Potter". Sério, aqui sempre será James. O mesmo vale para os outros nomes;
2- Pra quem shippa James e Lily, sinto muito, mas a fic NÃO É sobre eles. EU SEI que vai ter gente lendo a sinopse e pensando que a história se foca neles, mas não. A verdade é que é um dos meus shipps preferidos e eu quero escrever uma história magnífica sobre os dois, mas, infelizmente, agora não é o momento;
3- A história gira em torno de Alana Mcgonagall (personagem original, baseada na obra da maravilhosa J.K.Rowling) e Sirius Black.
4- Eu não tenho um dia certo pra postar, mas vou TENTAR postar um capítulo por semana.
5- Eu estou ávida por críticas. Eu adoro as pessoas me corrigindo, pois me ajuda a melhorar a minha escrita.



*Essa é uma história baseada no universo criado pela autora J.K.Rowling.
*Plágio é um ato criminoso que pode acarretar em punições severas.
*Eu fiz a capa (dei o meu melhor, mas ficou assim mesmo), mas as imagens foram retiradas do Pinterest.


No mais, boa leitura e vejo vocês nas notas finais!

Capítulo 1 - Piloto


Fanfic / Fanfiction All i see is Black - Capítulo 1 - Piloto

Mais um ano em Hogwarts. Lílian e Alana ouviam as belas boas-vindas ditas solenemente por Dumbledore e acompanhavam com entusiasmo a seleção das casas dos primeiranistas.

 

-Não acredito que só seis vieram para a Grifinória este ano! – Disse Lílian à Alana quando acabou a cerimônia, ambas se dirigindo à entrada do Salão Principal – A Lufa-lufa ganhou treze!

- Quantidade não significa qualidade, Lily. – Alana respondeu sorrindo pela indignação da amiga.

- Não poderia concordar mais, McGonagall! Um garoto alto, pálido, de óculos e com uma expressão zombeteira surgiu atrás das garotas, enganchando os braços em volta do pescoço de ambas, se posicionando no meio – Veja você: dois olhos e nenhum deles presta. Já um ciclope, com apenas um, enxerga muito mais! – Três garotos risonhos se juntaram a eles.

- Isso é maldade, James! – Lílian repreendeu o piadista, enquanto Alana se desvencilhava de seu braço – Além do mais, você não é nada sem esses seus óculos! – A ruiva puxou os óculos de James e saiu em disparada, deixando um Potter risonho e tateante pelo corredor e uma amiga desgostosa por estar em tamanha má companhia.

 

    

Lílian sempre foigentil e abundante. Exatamente o tipo de pessoa que é impossível de se odiar. Até mesmo os estudantes das outras casas simpatizavam com ela. Naturalmente, isso atraiu a atenção de James, para a infelicidade de Alana Mcgonagall, sua melhor amiga.

Para Alana, James era um ser desprezível que tinha como hobby transformar vidas alheias em um inferno, além do relacionamento deles ser o clichê dos clichês.

 

 

 

- Como foram as suas férias, Ana? – A garota foi retirada de seus pensamentos negativos em relação James pela voz doce e inconfundível de Remus.

Alana considerava Remus bondoso, já que o menino nunca se metia em brincadeiras que envolviam humilhação e violência e não sabia como alguém como ele poderia se relacionar com os Marotos.

- Não devem ter sido grande coisa – o sorriso da garota murchou antes mesmo que ela pudesse responder. Era Sirius, que, segundo Alana, era “a pior pessoa em Hogwarts depois de James” – a pobrezinha fica trancada em Hogwarts até nas férias! - Sirius se referia ao fato de Alana morar em Hogwarts, pois era criada pela tia e professora, Minerva Mcgonagall.

Seu pai Malcom Mcgonagall era um homem extremamente ocupado e seu trabalho exigia que ele viajasse muito, não tendo necessidade de uma moradia fixa e, já que a filha ficava na escola quase que o ano inteiro, nas férias Mcgonagall cuidava da menina, como sua tutora e responsável.

- Pelo o que me consta – ela começou calma com um tom sarcástico bem sutil – Morar integralmente em Hogwarts é bem melhor do que apenas passar as férias na Mansão dos Black. A menos, é claro, se você for um bruxo sangue-puro, preconceituoso e repulsivo. – O silêncio de Sirius sucedido pelas gargalhadas de Peter e Remus fizeram-na se sentir vitoriosa.

- Mas então, como foram? – Remus perguntou de novo depois de recuperar o fôlego e limpar uma lágrima saliente.

- Ah, nada demais. Ajudei Hagrid com uma “encomenda” e minha tia insistiu que eu já estava “madura o suficiente para ser cortejada” – Alana imitou o jeito culto e baixo de Minerva falar – então ela me ensinou a dançar. – A menina pausou para dar risada de si própria lembrando da quantidade de pés esmagados por ela durante as férias. Até Dumbledore tinha sido vítima de seus dois pés esquerdos.

– Ah, é verdade! – Ela deu um pulo e se virou para Remus – Eu tenho algo para te dar.

- Me dar? Remus perguntou surpreso enquanto ela tateava sua capa à procura do objeto.

- Sim, aqui. – A garota estendeu um pedaço de pergaminho para Remus com um sorriso de orelha à orelha e tanto Remus quanto os outros meninos se olharam boquiabertos ao ver do que se tratava: era o Mapa do Maroto que Filch tinha confiscado no ano anterior.

- Mas... como? Remus perguntou perplexo.

- O Filch... ele... – Peter sussurrou quase que inaudível e foi interrompido pela garota que começara a contar a história de como obteve o mapa. Ou isso, ou ela não gostava mesmo dele.

- Ah, eu estava andando pelos corredores outro dia quando vi uma cena que não se presencia todo dia: O senhor Nicholas parecia estar consolando o Pirraça. – Os marotos presentes ouviam atentamente a história, mas nenhum mais que Sirius. Cada gesto, cada palavra, cada entonação... Ele prestava tamanha atenção que poderia reproduzir aquela história com perfeição repetidas vezes em sua mente. E era o que ele normalmente fazia quando tinha a oportunidade de ver Alana se expressando com imensa maestria e naturalidade, coisa que, com ele perto, era quase impossível. Para Sirius, ela era intrigante. Não pelo fato dela ser cega e completamente independente, mas por ela ser cega e isso não a limitar em nada. Alana fazia tudo sozinha, às vezes até mais que os outros alunos com uma vista impecável, como era o caso de Sirius. – Assim que tive a oportunidade – ela continuou – perguntei para o senhor Nicholas o que estava acontecendo. Ele disse que os alunos preferidos do Pirraça tinham perdido “algo inestimável”.- Alana revirou os olhos com o drama com que aquilo soava, como se fosse quase um objeto mítico – Eu, que sou cega, mas não burra, logo percebi que os “alunos preferidos” daquele poltergeist só poderiam ser os quatro alunos mais infames de Hogwarts.

- Ei! – Remus deu uma cotovelada de leve no braço dela, fingindo estar indignado.

- Eu não queria me meter nisso, à princípio – Continuou – mas o Pirraça estava me infernizando mais que o normal, já que as únicas opções para pegar esse maldito pedaço de papel eram eu, algum professor, um elfo doméstico ou a Madame Norra. A alternativa mais provável era eu e, quando aquele poltergeist se deu conta disso, passou a me atormentar dia e noite até que eu desse a minha palavra de que iria recuperar essa coisa. Sendo assim, eu peguei uma poção do sono e coloquei na comida da Madame Norra e nuns doces que eu dei para o Filch. Então entrei na sala dele e... – ela deu uma pausa para soltar uma risada – Olha, a descrição do Pirraça foi “ Um pedaço de pergaminho velho” e quando você oferece tão poucos detalhes para uma pessoa cega, ela acaba se confundindo. Então eu peguei tudo o que parecia ser de papel e tirei da sala do Filch. – Remus riu, acompanhando a menina – Mas o Pirraça disse que era, sem dúvidas, esse aqui, então aqui está, seu pedaço velho de pergaminho! Mas não pude deixar de notar que ele não tem nada escrito, o que é, no mínimo, estranho...

- É só um papel que eu e Remus temos um carinho especial. Não tem nada de estranho, A-na! – Sirius concluiu imitando a voz de Remus no final.

- Enfim – a carranca tinha voltado para a face da menina – eu fiz isso pelo Pirraça e, principalmente, por mim. Vocês não têm ideia do que aquele poltergeist é capaz para conseguir algo que ele quer. E só quem me chama de “Ana”são pessoas que eu considero amigas e você, Black, com toda a certeza não se enquadra nesse quesito. – Disse áspera para Sirius. Então se virou para Remus com uma expressão doce e um tom calmo – Até mais, Remus. – e apertou o passo para os dormitórios.

 

Conversar com o Lupin é legal, mas aqueles dois idiotas conseguem estragar até a mais perfeita atmosfera agradável. – Ela pensava enquanto se afastava dos meninos.

 

- Eu sei que você fez isso pelo Remus! – Sirius gritou provocando, mas não obteve resposta. Não que Alana não o tivesse escutado, afinal, quando Sirius Black queria chamar atenção de alguém, ele chamava atenção de todo o recinto, mas Sirius não valia o esforço que ela faria para gritar, o tempo e a criatividade que ela usaria para bolar uma resposta à altura e nem o estresse que ele causaria quando retrucasse o que ela diria.

 

Sirius riu enquanto acompanhava a silhueta da menina se misturar com as outras à frente. Não era todo dia que ele era ignorado por uma garota.

-Olha – ele cutucou Remus e apontou com o queixo para Alana, já distante – Ela não esbarra em ninguém, mesmo andando rápido.

- Você diz isso desde o primeiro ano, Padfoot. – Remus disse rindo com uma expressão maliciosa.

- É impressionante, só isso. - Black colocou as mãos no bolso e apertou o passo para não perder Alana de vista. Ele realmente se fascinava com o modo que ela caminhava, como ela sabia exatamente onde cada pessoa estava para não esbarrar.

 

O relacionamento de Lílian e James incomodava profundamente Alana, pois além de James ser um valentão de primeira, a melhor a miga dela se relacionar com ele significava que os amigos dele entravam juntos nesse compromisso e tudo bem se fosse só Remus que Alana tivesse que aturar, mas Sirius e Peter já eram demais!

 

 

Ao chegar à passagem do Salão Comunal da Grifinória, guardada pelo quadro da Mulher Gorda, Alana diz a senha e a passagem se abre. A menina nem chegou a entrar no cômodo quando tropeçou em um monte de malas.

James ria, já que fora ele que tinha espalhados elas ali com esse propósito, afinal, qualquer pessoa que conseguisse enxergar, conseguiria desviar das malas.

Lílian, obviamente não estava presente. A garota desfazia as malas calmamente no seu quarto e o restante dos grifinórios se perdia nas risadas junto com James.

Antes que pudesse pensar em levantar, duas mãos a pegaram-na pelas axilas e puxaram-na para cima, como um adulto faz com uma criança.

- Não é engraçado, James. – O dono das mãos se pronunciou. Era Sirius que se voltou para a garota e retirou uma mecha de cabelo do seu rosto e prendeu atrás de sua orelha, em um movimento tão rápido que, mesmo se Alana quisesse impedir, não conseguira. Quando deu por si, ele já tinha feito. – Você está bem?

- Não encosta em mim. – A voz saiu baixa e ameaçadora o suficiente para que Sirius se afastasse um ou dois passos dela e lhe desse passagem para que pudesse subir ao dormitório. E assim ela o fez, mas não sem antes desferir uma ombrada em James quando passou por ele.

 

Embora parecesse, James não tinha feito aquela brincadeira só com a finalidade de debochar da cara de Alana. Ele precisava que tanto Alana quanto Lílian estivessem longe para que ele pudesse falar com os Marotos sobre um plano cuidadosamente bolado para finalmente ter algo sério com Lílian.

 

 

 

 

O Salão Comunal estava vazio e iluminado somente pelo fogo trepidante da lareira. Não se ouvia nenhum barulho a não ser a movimentação anormal na escada do dormitório dos rapazes.

 

- Só acho que não foi necessário – Sirius sussurrou para James enquanto desciam as escadas.

- E eu já disse que entendi. – James respondeu irritado sem olhar para o amigo.

- Só estou dizendo que se você queria conversar a essa hora da madrugada, não precisava ter feito aquilo. – James revirou os olhos pela milésima vez – Olha, não tem ninguém aqui e eu aposto que as duas estão dormindo agora.

- Foi uma medida preventiva.

- Medida preventiva?

- Sirius! – James se virou com os olhos arregalados para o amigo – Não foi a primeira brincadeira que eu fiz com ela e não será a última. – Sirius olhou para o chão – Merlin, você não é nenhum santo! -Os dois ficaram em silêncio até chegarem à lareira.

- Todos aqui? – Potter perguntou baixo e um rato, saindo detrás do pé de uma mesa, correu em sua direção. Era Peter que quando chegou ao pé do líder do grupo tomou a forma humana.

- Falta o Remus. – O menino-rato disse.

- Estou aqui. – Lupin disse em meio a bocejos descendo as escadas.

- Muito bem – começou James enquanto os meninos se acomodavam no sofá, deixando-o em pé, explicando – eu pensei nisso as férias inteiras, não tem como dar errado! Como todos sabem – ele soltou uma dessas risadinhas inevitáveis – eu gosto da Evans. Ela é lin...

-É, é, já sabemos! Linda, inteligente, engraçada, etc. – Sirius interrompeu revirando os olhos – Queremos dormir, Prongs!

-Sim, sim. – Deu um pigarro e continuou – Bom, eu sei que ela gosta de mim também.

- Isso que é confiança! – Remus soltou baixinho e todos riram.

- E, obviamente, existe um obstáculo para ficarmos juntos.

-Oh, um só? – Peter disse fingindo espanto, arrancando risadas dos marotos no sofá.

- Muito engraçado! Os três! Hilários! – James colocou a mão na barriga e riu sarcasticamente, antes de prosseguir sem interrupções dessa vez – Continuando, o empecilho é aquela criatura vil que se denomina Alana. Aparentemente, Lílian dá muito crédito para o que ela fala e, como ela me odeia, imagino que não fale muito bem de mim. Para evitar que aconteça exatamente o que aconteceu no ano passado, eu bolei esse plano: a Operação Toupeira. – Sirius suspirou e se remexeu no assento, claramente incomodado. “Toupeira” era o apelido que os Marotos criaram para ela no primeiro ano, justamente por ser cega e irritada.

James explicava o plano que consistia em um dos Marotos se aproximar da garota para que ganhasse sua confiança e afeição.

- É um bom plano – Disse Sirius – se ela tiver um nível considerável de afeto por um de nós, vai ser muito mais difícil de te odiar e talvez ela até mude de opinião sobre os Marotos. Afinal, não somos tão ruins assim!

- Exatamente! – O líder disse animado.

- Nesse caso, eu gostaria de me voluntariar para esse sacrifício, em seu nome, caro James. – Sirius fez uma reverência exacerbada na direção do melhor amigo.

-Padfoot – Potter colocou a mão em seu ombro e continuou, sem sair da brincadeira – por mais que eu reconheça sua nobre atitude, vamos fazer isso com alguém que ela suporte. – E direcionou o olhar para Lupin.

- Eu? Não, sem chance!

- Qual é, Moony! – James usava uma voz manhosa e irritante, aliada a um drama fora do comum. Eram estratégias que cansavam Remus e, no final das contas, ele acabava sempre concordando – Eu sou seu amigo, poxa! Ninguém te ajuda como eu e o resto dos Marotos! Não acredito que não pode fazer isso por mim! Eu só estou pedindo para que se aproxime dela e ganhe sua confiança. Ela não vai se machucar nem nada!

 

Remus suspirou com toda aquela apelação, depois levantou e deu umas três voltas no Salão Comunal, considerando os prós e contras e se voltou para James.

- Ela nunca vai poder descobrir.

- Nunquinha, prometo. – James pulou nos braços do amigo e deu vários beijos no rosto de Remus, que lutava avidamente para se desvencilhar daquela situação exagerada e perturbadora.

 

-Peter, - James soltou Remus e se virou para o menino roliço e risonho no sofá – você vai ficar incumbido da espionagem.

-Espionagem, James? Não acha um pouco demais? – Remus disse passando a manga no suéter no rosto, mas não foi respondido. James continuou a falar com Peter.

- Você vai vigiar os passos da Alana e da Lily. Assim eu sempre vou estar preparado. – O menino balançou a cabeça positivamente – Ah, e NÃO. SEJA. VISTO!

 

- E você, meu amigo ...– Se voltou para Sirius – você vai tirar o Snivellus da jogada. – Sirius ouviu atentamente.

James odiava a proximidade de Severus e Lílian. No fundo, ele sabia que era um tipo de relação que ele jamais teria com ela e isso o consumia.

Na aula de poções os dois eram parceiros desde o primeiro ano, o que deixava James ainda mais irritado. O plano então era a troca de parceiros: James ficaria com Líian enquanto Sirius ficaria com Severus. Para James, a beleza dessa parte do plano era que, além de passar mais tempo com Lílian, infernizaria a vida do pobre Severus, mesmo que indiretamente.

- Todos entenderam?

- A parte do Moony é melhor. – Sirius fez um biquinho falso de manha.

- Padfoot, você quebra os corações só das meninas que você olha. Imagina com as que você fala – Caçoou James – Além do mais, ela te despreza tanto quanto eu, então não vai acontecer.

- Que seja . – O outro murmurou.

- Podemos ir, Prongs? Eu estou cansado! – Foi a voz de Peter ficar manhoso.

- Sim, vamos.


Notas Finais


* Voz irritante * "Ah, mas pq não fez uma história com a Marlene McKinnon e Sirius?
Eu amo o shipp, sério. Mas eu queria moldar uma criaturinha nova e eu não queria cegar a pobre Marlene. Tenho certeza de que vocês vão gostar dela!

* Voz irritante * " Ah mas o James parece um grande fdp."
Eu não sei vocês, mas eu sempre imaginei ele meio assim. Fala sério, ele implicou a vida toda com o Snape e não era qualquer implicância, não! Ele ficou traumatizado!

Bom, espero que vocês tenham gostado. Esse capítulo foi meio que IMENSO, mas não será sempre assim. Eu precisei fazê-lo desse tamanho pra introduzir todos os elmentos e personagens centrais da história então NÃO SE ACOSTUMEM.

Ah, e desculpem os possíveis erros. Se quiserem e puderem, comentem eles para que eu não os repita!

Beijos e até o próximo <3!

Obs.: Não fiquem acanhados! Podem falar o que quiserem!


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